CANTINHO DE LEITURA DO NUCLEO DO PORTO

Rubrica mensal online

Cultivamos o gosto pela Leitura e pela Escrita

Despertando para a prática dos Princípios da Filosofia Reiki

Só por hoje

 

Sou Calmo

Confio

Sou Grato

Trabalho Honestamente

Sou bondoso

Sou Grato

Neste fim de ano, alguns aprendizados – talvez maturando em mim por meses e anos – pipocaram e amadureceram na minha vida, no meu ser. Por mais maluco que isso possa parecer, na mesma caixa que veio o entendimento da PACIÊNCIA, veio também a necessidade da URGÊNCIA.

Parece meio contraditório, mas não é.

A paciência veio ensinar a me autoperdoar, a aceitar melhor o meu ritmo (tão lento pra algumas coisas, diga-se de passagem), veio me ensinar a esperar os tempos dos processos dentro e fora de mim. Veio me acalmar e dizer que não adiantam comparações e projeções externas, às vezes a gente se demora num caminho, às vezes demoram a cair as fichas, e é devagar que alguns sentidos se revelam. Às vezes levam-se anos para desatrofiar um músculo adormecido, pra abrir um caminho de vida, pra largar um vício. Paciência não é entrega, mas é dar meu passo e também confiar no caminho, é fazer a lição de casa e perceber que não vou me tornar PhD da noite pro dia, da água pro vinho. Paciência é continuar evoluindo, pegando no colo as minhas dificuldades também, dissolvendo minhas sombras à medida que minhas mãos aprendem a tocá-las. É destruir as falsas deadlines e me deixar seguir quanto tempo for necessário, mesmo que levem vidas. Porque a busca é por uma verdade, e os caminhos do autoconhecimento muitas vezes são profundos e escuros. É devagar que encontramos as verdadeiras luzes.

Não é fácil, mas vou com paciência.

E concomitantemente me surgiu a urgência. Uma urgência que de nenhuma forma é contraditória à paciência, porque não é urgência de ações, não é urgência de tarefas a serem desempenhadas. Não é urgência de conquistas, de acúmulos, de coisas, de sentimentos, de pessoas…

A minha urgência é a vida. A vida se faz urgente. Viver é urgente, amar é urgente. É urgente que meus dias não se preenchem com 90% de coisas que não contam, que não somam, que não valem a pena.

É urgente ter meus amigos por perto, não necessariamente fisicamente, mas nas intenções, nos pensamentos, nas conversas, nos compartilhamentos. É urgente constatar o que é real nos dias. É urgente amar mais do que odiar, gastar mais tempo plantando do que derrubando, seguindo em frente do que remoendo. É urgente ancorar e ser resistência na minha própria base em tempos de marés revoltosas.

É urgente desacelerar se for preciso, fugir se for preciso. É urgente me alegrar hoje e agradecer e não perder tempo com o que pesa mais do que eleva, desgasta mais do que acrescenta, cria mais problemas do que ajuda a abrir caminhos.

É urgente que emaranhados de nós sem resoluções sejam deixados de lado, é urgente não carregar nos ombros histórias de vida que não são minhas, é urgente ouvir mas não se confundir. É urgente tirar o corpo fora quando o ser não cabe inteiro, e despovoar desertos e mergulhar nas cachoeiras abundantes de pequenos momentos de felicidades inesperadas.

E no entanto, a minha urgência é paciente e a minha paciência é urgente.

 

E isso tudo me fez lembrar um poema de Eugénio de Andrade, que deixo aqui com o coração cheio e ao mesmo tempo tranquilo:

 

Urgentemente

É urgente o amor
É urgente um barco no mar

É urgente destruir certas palavras,
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos, muitas espadas.

É urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rios
e manhãs claras.

Cai o silêncio nos ombros e a luz
impura, até doer.
É urgente o amor, é urgente
permanecer. 

Clara Baccarin

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Cultivamos o gosto pela leitura e pela escrita

2019 Ano da Meditação e Saúde Mental em Reiki

Só por Hoje

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A escrita a partir do lado orgânico, a escrita meditativa

A escrita meditativa é a escrita que realmente fala e fala porque ouve primeiro a si, se reconecta, silencia, percebe, experimenta.

A escrita meditativa é criativa sem esforço, porque é concebida por meio da fluidez. O que é exposto é honesto, é verdadeiro, existe dentro e, portanto, não demanda invenções. A escrita meditativa é mais uma energia que uma folha de papel e um lápis ou caneta.

O lado orgânico é nossa identidade original. É quem somos sem adulteração, sem a pressão dos papéis que exercemos. Se nossos papéis falam de uma forma o nosso ser orgânico fala de outra. O primeiro fala mais pelo estímulo externo. O segundo fala mais pelo silêncio.

Escrita Meditativa

O que está fora de nós também é usado, mas como secundário.

Primeiro silenciamos e começamos uma viagem para o espaço interno e sagrado que temos. Verificamos os tipos de pensamentos que estamos desfrutando naquele momento e vamos organizando sempre com foco na clareza, na limpeza, portanto, com foco naquilo que é bom e positivo. A proposta é reconhecer as próprias qualidades como algo inato, presente. Sentir-se bonito, capaz, feliz. Não convidar as más ideias e pensamentos negativos e inúteis a uma xícara de chá. É deixar que estes passem como uma brisa de vento. Dentro dessa energia, o espaço interno é organizado e se prepara como uma grande tela branca, como se logo a frente uma grande folha de papel esperasse um traçado, uma história mais bonita de aprendizado e autocuidado. Até situações negativas são retratadas a partir dessa perspectiva de transformação e auto melhoria.

Depois desse passeio interno, aí sim, olhamos a paisagem, escrevemos sobre ela, sobre nós, sobre os sabores que degustamos, sobre uma situação, sobre o nosso dia. A escrita vai mostrar um conteúdo mais profundo e alicerçado na autenticidade e honestidade.

Não há escrita impulsiva, o contar de fatos com criticismo ou com censura, a autopunição. Nada disso!

O objetivo da escrita meditativa

O objetivo é sempre autoconhecimento e uma visão mais límpida do mundo. A ideia é criar uma relação mais leve com a vida, com os fatos, e além da auto melhoria e autocuidado, vem a dinâmica de educar nossos pensamentos, melhorar nossa fala, nos tirar dessa onda de comunicação violenta ou daquela intelectualização que fala demais sem ter nada a dizer. Outro ponto é estimular o uso do potencial criativo, a escuta atenciosa até do silencio que sempre tem muito a nos dizer. Desabafamos, nos aliviamos, inspiramos, movemos projetos através dela.
O objetivo principal é a imersão em uma experiência transformadora não apenas para aquele momento, mas para a vida.

O que usamos? Sobre o que escrevemos?

Usamos o silêncio, a música, a paisagem, uma experiência cotidiana, o momento das refeições e até mesmo um problema ou fato cotidiano que lidamos com constância. Mas o principal, usamos nossa identidade verdadeira.

Meditações conduzidas ou não, fazem parte. Dança faz parte. Movimento, poesia, desenhos, caminhadas silenciosas, experiência em meio à paisagem, contemplação, sentimentos …

Brotam então: diários, cartazes, músicas, poemas, artigos, teses.

Escrevemos sobre sentimentos, ideias, vontades, medos, esperança, sonhos, dialogamos com o que não é visto, mas sentido. Falamos com nossa fé, com uma Energia Maior, criamos até receitas, desenhamos nossos projetos, desabafamos nossos pesos, valorizamos nosso potencial. Tudo isso é colocado no papel dentro de um formato passo a passo.

“Mas eu não sou bom de escrita” – A escrita meditativa é para você também. Com concentração, autocuidado, acolhimento, com a escuta atenta da alma, todos podem escrever. Não se preocupe! A escrita meditativa existe justamente para desbloquear os medos e limites que criamos.

Os benefícios da escrita meditativa são inúmeros!

A escrita meditativa favorece não apenas a reconexão com nosso lado criativo, como também favorece um diálogo mais harmonioso e amoroso com o mundo.

Além disso, o autoconhecimento é a experiência principal dessa atividade, seguido de relaxamento, mas também de melhora na concentração para tarefas cotidianas. A organização das ideias se torna mais fácil, os pensamentos mais transformadores são escolhidos, deixando de lado aquele excesso de assuntos que temos e que nos tira de nossos propósitos e objetivos. Propósito é uma das palavras que a escrita meditativa usa com constância. Escrever com essa conexão mais sincera e orgânica, mostra o caminho a seguir sem desgaste. Essa forma de escrita funciona pelo fluir e com a energia do descomplicar.

Momentos destinados a essa experiência criam ainda um mecanismo de desabafo e de posterior leveza. Expressamos sentimentos de forma consciente e propondo sempre uma melhoria. Com constância, a escrita meditativa passa a mostrar efeitos em nosso cotidiano, seja no trabalho, nas conversas diárias, na interpretação de textos e leituras de notícias e no próprio pensar mais silencioso.
Valéria Amores

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Despertando para a prática dos Principios da Filosofia Reiki

 

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Receita de Partilha

Ingredientes:

1 kg de ternura

1 L de óleo de concentrado de paciência

1 Kg de perdão em pó

1 L de essência de amizade

2 L de bom humor

3 L de concentrado de solidariedade

1 Kg de esperança

2 pacotes de 500 g de tolerância

10 pitadas de sorrisos

2 L de essência de amor

1 folha de carinho do seu tamanho

 

Preparação:

Misture o amor, o perdão e os sorrisos espontâneos, no fundo do coração.

Passe os outros ingredientes por um coador e adicione-os aos anteriores.

Leve a lume forte da sua bondade,mexendo sempre, até alcançar o ponto de pasta cremosa.

Abra a folha de papel de carinho, unte-a com a pasta.

Deite-se sobre a folha de papel de carinho e enrole-se nela.

Relaxe.

Pense em momentos alegres que fizeram com que você risse sonoramente.

Pense naqueles outros que fizeram com que você se derretesse de ternura.

Sinta o gosto de mel de abelhas simpáticas.

Sinta o perfume de flores bonitas.

Sinta a temperatura de uma noite de verão estrelada.

Ouça a música alegre do rouxinol encantado.

Mantenha o seu coração pleno de emoções boas.

Aguarde mais ao menos meia hora, até que a pasta cremosa e a folha de carinho tenham sido completamente absorvidos.

Depois, é só espalhar o resultado à sua volta.

 

FELIZ NATAL com muito REIKI ❤️

Cantinho de Leitura – Núcleo do Porto

A Ostra E A Pérola

“Uma ostra que não foi ferida não produz pérolas”…

As pérolas são feridas curadas.

Pérolas são produtos da dor;

resultados da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia.

Na parte interna da concha é encontrada uma substância lustrosa chamada NÁCAR. Quando um grão de areia a penetra, as células do NÁCAR começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas, para proteger o corpo indefeso da ostra.
Como resultado, uma linda pérola vai se formando. Uma ostra que não foi ferida, de algum modo, não produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada…
Você já se sentiu ferido pelas palavras rudes de alguém?
Já foi acusado de ter dito coisas que não disse?

Suas idéias já foram rejeitadas, ou mal interpretadas?

Você já sofreu os duros golpes do preconceito?

Já recebeu o troco da indiferença?

ENTÃO, PRODUZA UMA PÉROLA!!!

Cubra suas mágoas com várias camadas de amor. Infelizmente, são poucas as pessoas que se interessam

por esse tipo de movimento. A maioria aprende apenas

a cultivar ressentimentos, deixando as feridas abertas, alimentando-as com vários tipos de sentimentos

pequenos e, portanto, não permitindo que cicatrizem.

Assim, na prática, o que vemos são muitas

“Ostras Vazias”, não porque não tenham sido feridas,

mas, porque não souberam perdoar, compreender e transformar a dor em amor.

Um sorriso, um olhar, um gesto, na maioria das vezes, fala mais que mil palavras.
Texto de Chico Xavier

 

Rubrica mensal online
Cantinho de leitura do Núcleo
Cultivamos o gosto pela leitura e pela escrita.
«A missão do Usui Reiki Ryoho é guiar para uma vida pacífica e feliz, curar os outros, melhorar a sua felicidade e a nossa».
Mikao Usui
“Sou muito mais do que pareço ser”
<3
Só por hoje

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Rúbrica Online Outubro – Núcleo Porto

Quando o ser humano parar de olhar para fora
E sonhar para dentro
Entenderá o que é um sentimento
Saberá a razão do sentir
O que é amar-se
Conhecer-se ao fundo
Seus desejos
Seus medos
Suas mágoas.

Quando detectarmos os problemas
Saberemos encontrar soluções
E assim viver feliz
Primeiro consigo
Para depois doar felicidade e amor
Ao outro.

O mundo é feito de pequeninos mundos
Chamados seres humanos
Conectados um a um
Através do coração.

É pela luz da alma
Que o Universo se faz.

Tânia Gorodniuk

 

Cultivamos o gosto pela Leitura e pela Escrita<3

“Reiki é a arte secreta de convidar a Felicidade”

Mikao Usui

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A VERDADE NÃO SE DIZ

Quem não consegue calar-se e escutar, não admira nem aprende, não sonha nem trabalha.
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Admirar é fundamental. Parar e contemplar é uma forma excelente de nos abrirmos à beleza e à bondade do mundo e dos outros. Quem não se espanta, vive isolado num mundo em que é rei e escravo… longe da verdade.
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O silêncio é uma condição essencial ao aperfeiçoamento e à própria perfeição. As palavras são importantes, mas quase sempre são mais confusão do que luz.
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É fundamental aprendermos a aprender, a escutarmos com todos os sentidos, num silêncio onde o mundo e os outros nos possam tocar com o que têm e são de melhor.
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Se estamos sempre a falar e a pensar no que podemos e vamos dizer a seguir, perdemos muito do que os outros nos dizem. Mesmo quando nos dizem coisas sem valor. Os maus exemplos podem ser excelentes referências, enquanto modelos a evitar. Maus caminhos que importa não seguir.
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Mas, cuidado, só se aprende no silêncio. Mesmo connosco mesmos, só com tranquilidade podemos escutar as vozes que, em nós, nos indicam os caminhos do bem.
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Só no silêncio nos entregamos com toda a confiança, saindo dos imensos labirintos do nosso interior, a fim de alcançarmos aquela porta no mais fundo de nós que nos abre ao infinito.
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É também na quietude quase absoluta de quem sabe escutar que sonhamos aqueles que hão de ser os nossos planos de vida.
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Só se trabalha bem em silêncio. Mesmo aqueles que têm nas palavras os instrumentos do seu dom, precisam de as semear na quietude dos silêncios de onde hão de brotar as ideias que as sustentam.
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As palavras apenas podem apontar para a verdade. A verdade está nas obras concretas, mas também na ausência delas. A verdade é a obra ou o vazio, não a palavra.
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As palavras podem ser verdadeiras, mas nunca são a verdade. A verdade é o que é, o que existe, ainda que não a consigamos compreendamos.
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A vida não deixa nunca de nos ensinar que é ao silêncio que caberá sempre a última palavra.
José Luís Nunes Martins

Rubrica mensal de Agosto – Núcleo Porto

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O livro Super Reikinho desperta adultos para o essencial da vida.
É um dever guiarmos os nossas crianças e jovens,adultos de amanhã, para uma convivência saudável e feliz.
Sintam a energia do Super Reikinho

“Após a apresentação do livro em algumas escolas, no final deixo sempre a pergunta aos mais pequeninos: “Quando chegarem à casa vão dizer aos vossos pais que o Super Reikinho vos veio contar uma aventura. Como vão explicar aos vossos pais o que é o Reiki?”
Os seus olhinhos ficam a sorrir e dizem coisas muito giras. Uma vez, um menino de 7 anos respondeu que era compaixão!
Outros dizem… é o amor! É energia! O Reiki é para ajudar os nossos amigos quando estão tristes ou quando lhes dói a barriga, é para cuidar das grutinhas, é para estarmos mais contentes, é para nos concentrarmos, vamos colocar as mãos e fechar os olhos na mãe…
Além do livro, existe também o boneco do “Super Reikinho”
Tem uma energia tão especial e tão forte que ajuda mesmo as crianças nas suas questões. As crianças sentem a energia do Super Reikinho!!
Alguns pais contam histórias muito giras, como um menino de 3 anos que começou a chorar muito quando a mãe meteu o Super Reikinho na máquina de lavar e dizia que ele ia ficar sem os seus superpoderes!!
Uma terapeuta conta que tinha o Super Reikinho no meio de muitos bonecos e que a criança mal entrou, foi logo pegar no Super Reikinho. É sem dúvida alguma um super-herói muito querido pelos mais pequenos, mas também pelos adultos!!!
Através do Reiki, a criança consegue equilibrar a sua energia, o que a ajuda a tranquilizar-se, promovendo a autoconsciência, aumentando a autoestima e melhorando a concentração. O Reiki pode até ser benéfico na resolução de algumas questões físicas, que dependam de excessos ou de deficiências de energia.
Muitas das questões com que as crianças de hoje têm de lidar referem-se ao comportamento e à capacidade de gerir a ansiedade, o medo e a pressão escolar e social. Como o Reiki atua muito sobre a componente emocional, ajuda, por isso, a criança a desenvolver a sua capacidade de identificar e de ultrapassar problemas.
O Reiki não traz promessas de cura. Trata-se apenas de uma terapia natural, cujo êxito depende da vontade da criança de ser ou não tratada, exatamente como se processa com um adulto.”
Silvia Oliveira