Critérios a ter em conta na escolha de um terapeuta de reiki (artigo de opinião) – Braga
Critérios a ter em conta na escolha de um terapeuta de reiki (artigo de opinião) – Braga

Critérios a ter em conta na escolha de um terapeuta de reiki (artigo de opinião) – Braga

 Critérios a ter em conta na escolha de um terapeuta de reiki

Escolher um profissional para uma sessão de Reiki é sinónimo de confiança no terapeuta. Mas em que deve basear-se essa confiança? Quais os critérios de escolha de um bom profissional?

Para uma decisão consciente, aqui ficam algumas questões para refletires e ajudar-te a escolher em consciência:

– Pergunta o nível de reiki que possui e de que forma investe na melhoria da sua prática:

Embora o nível de formação que tem, não seja um indicador que corresponda exatamente ao nível de horas de prática nem de consultas que realizou, o utente pode questionar o terapeuta sobre o seu percurso de formação, linhagem e tempo de experiência na prática de reiki. Um bom terapeuta é uma pessoa comprometida com a melhoria contínua da sua prática.

– informa-te sobre a sessão de reiki:

Um bom terapeuta deve exprimir-se com clareza, transparência e de forma esclarecedora. É dever do terapeuta explicar o que é o Reiki, como vai decorrer o tratamento, explicar a forma como trabalha e colocar o paciente à vontade para tirar quaisquer dúvidas ou questões.

Um profissional que prima pela transparência não só estabelece pontes de confiança com os outros, como também contribui para a dignificação do reiki.

– Verifica se o terapeuta dá indícios de ser responsável, ético e profissional:

O terapeuta de Reiki é responsável pelo seu bem-estar, assim como das pessoas durante a sessão, pelo que deve ser rigoroso e ético no seu trabalho.

Um tratamento de Reiki não implica tirar a roupa, tocar em locais inapropriados ou qualquer tipo de manipulação do corpo. Um terapeuta devidamente habilitado irá informá-lo disso e tratá-lo com respeito.

Paralelamente a esta questão, o profissional não deve, em momento algum, fazer promessas de cura ou diagnósticos. O Reiki é uma terapêutica complementar de harmonização e reequilíbrio que não substitui o acompanhamento clínico ou o diagnóstico médico.

Esta informação deve ser transmitida de forma clara, juntamente com a explicação de como o Reiki atua.

Ao terapeuta compete informar-se junto do paciente sobre o seu atual estado de saúde e os tratamentos que esteja a fazer com outros profissionais clínicos, para enquadrar o seu trabalho nesse processo e fazer o respetivo acompanhamento à luz desse enquadramento.

A ética e a responsabilidade vão além do próprio tratamento: a informação divulgada na sessão também merece a consideração do profissional, devendo ser mantida em sigilo.

– Escuta ativa:

O terapeuta deve saber ouvir e criar empatia com o paciente. Esta postura de atenção plena permite fazer um acompanhamento mais cuidado do tratamento de reiki. A empatia é um aspeto muito importante na escolha de um terapeuta. É natural que se sinta mais confortável com alguém que o faz sentir-se bem, pelo que deve estar atento a esse fator na hora de escolher o melhor profissional de Reiki para si.

– É cuidado, asseado e zela pelo seu espaço de trabalho:

O ambiente do gabinete de tratamento varia de terapeuta para terapeuta, mas há uma coisa em comum a manter: o brio e a higiene. O profissional deve ter cuidados tanto consigo próprio como com o seu espaço e material de trabalho. Paralelamente a esses cuidados, a limpeza energética do espaço também não pode ser descurada, antes e depois de cada tratamento.

– Zela pelo seu próprio bem-estar e evolução pessoal:

Um terapeuta que se compromete a contribuir para a melhoria do bem-estar dos outros tem necessariamente de liderar pelo exemplo, cuidando de si e da sua evolução em primeiro lugar.

Um bom terapeuta de Reiki é aquele que se compromete todos os dias com o seu próprio bem-estar e com a sua prática, o que lhe vai permitir estar mais desperto, consciente e disponível para ajudar os outros.

– Está disponível para acompanhamento posterior:

 O terapeuta deve acompanhar os seus pacientes ao longo do tempo, processo que começa no primeiro dia, ao saber o que os levou ao tratamento, de que problemas de saúde sofrem, que tipo de acompanhamento estão a ter, etc.

Essa informação fica registada e é complementada com os dados recolhidos na sequência das sessões de Reiki, para criar uma base de dados que permita analisar a evolução no tempo.

Além de manter de forma confidencial os dados sobre os seus pacientes sempre atualizados, um bom terapeuta de Reiki está também disponível para responder às dúvidas que possam surgir após os tratamentos, por telefone ou email, por exemplo.

Núcleo de Braga da Associação Portuguesa de Reiki