A primeira reunião do Grupo de Debate para a Formação em Reiki (GDFR) decorreu ontem, dia 12, em Lisboa, e o resultado não podia ter sido mais positivo. Todos os participantes concordaram na necessidade de se estabelecerem linhas orientadoras para a formação e foram convidados a constituir grupos de trabalho.

“Vamos criar linhas orientadoras. Depois, cada mestre decidirá qual vai ser o seu ensinamento.” Foi desta forma que o presidente da Associação Portuguesa de Reiki (APR), João Magalhães, explicou o objectivo de se trabalhar no sentido da uniformização do ensino de Reiki. Frisando sempre que a intenção nunca será a de “impor” conteúdos ou métodos de ensino, o responsável lembrou que o panorama actual obriga a “um nível de exigência diferente”.

Desde logo porque “por parte da sociedade há uma procura maior desta terapia”, além de que “a oferta de cursos tem aumentado”. Por outro lado, “o público em geral informa-se mais” e “alguns praticantes de Reiki procuram acompanhamento na sua prática”. Segundo João Magalhães, há também, cada vez mais “praticantes que querem seguir uma via profissional”. Para tudo isto, tem de haver resposta. E na opinião do responsável, essa resposta passa pela definição dos temas que obrigatoriamente devem ser ensinados em cada nível.

Opiniões dos participantes
Foi para ajudar a decidir quais os temas que devem mesmo ser transmitidos em cada nível de formação que a APR convidou todos os mestres e escolas, associados ou não, a dar o seu contributo.

Durante a reunião foi apresentado um exemplo de programa para o I Nível e muitas opiniões foram logo veiculadas pelos participantes. Por exemplo, para Cláudia Violante, “o importante é encontrar o que é comum nos vários sistemas”. Já Paulo Marques entende que é “fundamental” que se abordem conceitos como “Eu Superior” ou “Consciência Expandida”.

Por seu turno, António Abernú referiu a necessidade de se “criar um pequeno manual para explicar o que é o Reiki” a todas as pessoas que só pretendem aceder a esse conhecimento. Esta sugestão foi muito bem acolhida por diversos participantes que sentem o mesmo tipo de necessidade. João Magalhães aproveitou para dar a conhecer o documento intitulado “Reiki é Simples”, criado por si com essa finalidade e disponível no site da APR.

Outras questões como a duração da formação, os preços praticados ou o tipo de acompanhamento facultado ao aluno foram ainda apresentadas como tópicos a debater e que “darão pano para mangas”. Já perto do final, Maria João Vitorino quis saber se “a APR tem a pretensão de apresentar um manual de referência”. João Magalhães respondeu negativamente, pois “esse não é o objectivo inicial, ainda que muitas pessoas o procurem”.

E agora?
O próximo passo do GDFR consiste em mobilizar os mestres para se unirem em grupos de trabalho informais com o objectivo de debaterem todos estes temas. O convite foi lançado e os interessados em participar podem já inscrever-se na plataforma criada para o efeito.

Brevemente deverão também realizar-se reuniões semelhantes a esta mas descentralizadas por todo o país. O intuito é igualmente o de recolher contribuições representativas dos mestres nacionais.

Mais informações sobre o GDFR:
http://associacaoportuguesadereiki.com/reiki/noticias-associacao/238-2012-ano-da-formacao-e-profissionalizacao-em-reiki.html

Inscrição na plataforma GDFR
http://www.associacaoportuguesadereiki.com/gdfr

 


 

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