Thursday, December 3, 2020

Bruno Azevedo Enfermeiro Reiki

Iniciamos hoje uma série de entrevistas aos elementos que compõem os Órgãos Sociais da Associação Portuguesa de Reiki (APR). O objectivo é apresentá-los, revelar os seus trajectos e de que forma constituem uma mais-valia para a missão da APR. Começamos por dar a conhecer Bruno Azevedo, vice-presidente do Conselho Fiscal. É enfermeiro de profissão e defende a integração do Reiki no Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Há quanto tempo estás ligado ao Reiki e à Associação Portuguesa de Reiki?

Fiz o meu primeiro contacto com o Reiki (nível I) em Agosto de 2009. Posteriormente, contactei com a APR em finais de 2010 e como sócio estou inscrito desde 10 de Janeiro de 2011 com o numero APR 000864-PT. O voluntariado que tenho feito é sobretudo na Casa Coração e em situações solicitadas, bem como em contextos de comunidades onde estou inserido.

O que é que te motivou a aceitar o convite para integrares os Órgãos Sociais da APR?

O que me motivou foram os benefícios e a eficácia da terapia complementar Reiki, bem como a possibilidade de participar na sua divulgação e aumentar o meu aporte teórico-prático desta terapia maravilhosa .

És enfermeiro e mestre de Reiki. O que é que leva um profissional de Saúde a dedicar-se a uma terapia complementar como o Reiki?

Actualmente temos uma saúde fragmentada, em que não prevalece uma visão holística e direccionada para o utente em todas as vertentes que possam contribuir para o seu equilíbrio. Falo certamente com conhecimento de causa. A Medicina convencional é fantástica em casos agudos, mas muito precária no que se refere à responsabilização e capacitação pessoal no processo de cura. Se existem outras ferramentas viáveis com resultados comprovados, por que não incluí-las? Posso dizer que a minha mente é bastante “científica” e que os resultados que tenho tido com a terapia Reiki superam em muito as minhas expectativas.

A integração do Reiki por parte de profissionais de saúde, nomeadamente médicos e enfermeiros, é vantajosa?

Certamente. Em primeiro lugar, permite um auto-cuidado, que é essencial ao bem cuidar dos outros. Actualmente, isto não acontece. Os profissionais estão exaustos, com excesso de horas de trabalho e não respeitando os ciclos naturais do organismo, com dúbias alimentações e uma cultura do “fast”. Coloco esta questão: quem cuida de quem cuida?
Em segundo lugar, com certeza que criaria uma saúde mais equilibrada, uma perspectiva mais completa do ser humano e mesmo uma mudança de paradigma da saúde, no sentido de um sistema que concilie todos os aspectos disponíveis para o máximo de equilíbrio no ser humano.

Acreditas que é possível a integração do Reiki no Serviço Nacional de Saúde (SNS)?

Completamente. Hoje até vivemos uma dúvida relativa à própria sustentabilidade do SNS. Tenho a profunda convicção que o Reiki diminuiria custos económicos, humanos, ambientais e sociais.
Tomo a liberdade de referir algumas conclusões de estudos efectuados para avaliar a eficácia do Reiki e que apontam, nomeadamente, para a diminuição dos níveis de hormonas relacionadas com o stresse; melhoramento dos indicadores imunitários e da tensão arterial; melhoramentos em aspectos de ansiedade, dor e fadiga; diminuição da frequência cardíaca; melhoramento no humor e funcionamento de doentes com depressão; aumento geral do bem-estar e aumento da vitalidade. Estas conclusões falam por si. E coloco mais uma pergunta: quanto custa ao SNS atingir as conclusões previamente referidas?
De referir que não existem contra-indicações médicas relativamente ao Reiki, não tem efeitos secundários adversos e não interfere com nenhum procedimento médico ou de enfermagem.

O que é que a APR pode fazer para facilitar essa integração do Reiki no SNS?

A APR tem um papel crucial no estabelecimento de bases, bem como na apresentação e divulgação de estudos que permitam uniformizar e sustentar a terapia Reiki. Isto é especialmente importante para a implementação no SNS. A APR tem também o papel de representante de uma terapia com um aumento bastante significativo em todo o mundo e que permite constituir uma estrutura de diálogo e divulgação com os representantes do SNS e os praticantes /terapeutas de Reiki.

Como analisas o projecto do Grupo de Debate para a Formação em Reiki (GDFR), que procura estabelecer linhas orientadoras para os diversos níveis de ensino?

O GDFR é importante. Temos um objectivo comum e estamos unidos para o atingir. É importante que isso fique claro. Obviamente que a uniformização e a criação de linhas orientadoras, tal como o Código Deontológico já implementado, criam a estrutura que permite mais facilmente sermos reconhecidos oficialmente.

[box type=”info”] Bruno Azevedo vai participar no 3.º Congresso Nacional de Reiki, no dia 27 de Outubro, em Guimarães, com a palestra Reiki na Saúde – Perspectivas de Acção. Em análise estará a importância e o papel do Reiki na Saúde, abordando a possibilidade de integração das terapias complementares na Medicina convencional.[/box] [box type=”info”]

Bruno Azevedo

Função na APR: Medicina e Terapias

Cargo nos Órgãos Sociais: Vice-presidente do Conselho Fiscal

Tarefas:
— Produzir materiais de formação e esclarecimento dentro da sua área de especialidade para apoio aos terapeutas complementares de Reiki;
— Criar uma lista de definições onde a Medicina e o Reiki se possam cruzar;
— Promover um grupo de trabalho para estabelecer a ponte entre a Medicina Convencional e as terapias complementares, nomeadamente, o Reiki.
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