Friday, October 30, 2020

Ser Mestre de Reiki, caminhar em plena consciência

Quem está a iniciar o seu percurso como Mestre de Reiki, ou o está a considerar, prepare-se que nem tudo é tão fácil como parece.

Ser Mestre de Reiki

A ocupação de tempo

Se está habituado a ter finais de dia e fins-de-semana, então terá que reavaliar essas necessidades. É nessas alturas que terá que dar acompanhamento e cursos, ou noutra vertente, terapias.

Esta situação pode causar impacto na dinâmica das famílias, por isso a comunicação é essencial. Fale sempre com o/a parceiro, com os filhos, explique a importância deste trabalho e o retorno que tem para si e para todos.

Não é fácil mas é possível, mantendo o diálogo, fazendo a família participar na dinâmica.

A dedicação

Telefonemas, SMS, Emails… terá capacidade para lidar e responder à quantidade, questões e solicitações?

Se não for um Mestre “Laissez-Faire” irá querer acompanhar e dar o melhor de si aos seus alunos. Isto envolve uma porção de tempo considerável ao longo do dia, o que implicará uma boa capacidade de gestão do tempo. Tudo se aprende, principalmente se aceitarmos o nosso papel.

Uma eterna aprendizagem

A aprendizagem não parou no último dia do curso de Reiki. Ser Mestre não é de repente virar um todo sábio, com conhecimento pleno do Reiki e todas as matérias que envolvem o seu relacionamento com os outros. Ler, frequentar cursos, partilhar com os seus pares, é vital para um crescimento contínuo. Porque será que os Mestres de Reiki não se encontram mais vezes para partilhar?

A prática

Se ainda não deu nenhum curso de Reiki, então o melhor é praticar. Porque não juntar amigos e/ou familiares para um dia diferente?

Avaliar o que se ensina é importante. Ensinar o que nunca se praticou não é boa política. Se vai ensinar alguém a tratar de outros, convém que tenha uma boa experiência na matéria. Reiki é também “mãos na massa”.

O equilíbrio

Ser Mestre de Reiki é ser capaz de manter uma atitude equilibrada e consciente.

Colocar-se acima de todos, num pedestal, como Mestre infalível e já perfeito, é meio caminho para que algumas lições de vida surjam. Não são roupas ou atitudes de momento que fazem um Mestre. No equilíbrio emocional percebe-se que não há necessidade de tal, que a mestria é algo atingível por todos em vários momentos da vida e que não é isso que os faz mais ou menos que os seus pares.  Todos nós sofremos das instabilidades da vida e das inconstâncias interiores e exteriores mas, devemos ter a humildade de não dar passos maiores que a perna. Primeiro encontra-se o equilíbrio que é a plataforma de segurança, depois dá-se.

Afinal é algo de muito bom

Se soubermos integrar bem esta forma de estar na vida, assim como gerir as expectativas de todas e as nossas próprias, ser Mestre de Reiki é algo de fabuloso. É poder partilhar Reiki na sua forma única, na prática. A nossa prática interior irá reflectir-se para aqueles que nos procuram como Mestres. Os desafios que nos irão colocar servirão para melhorarmos cada vez mais. Não vamos estar fechados numa caverna mas sim expostos às necessidades e dúvidas de quem está a aprender… se calhar até aquelas pelas quais nós passamos. Nada como ter uma vida rica de experiências para as partilhar.

 

 

[box type=”info”]Fonte: O Tao do Reiki[/box]

 


 

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