Wednesday, October 21, 2020

A ampulheta e o tempo um romance com Reiki

A ampulheta e o tempo é um livro inspirador da autora Elisagabriel cujo tema é a depressão e bipolaridade. Neste livro revela alguns pormenores onde o Reiki pode ter influência. Entrevistamos a autora e partilhamos convosco um pouco deste tema e do livro, que vale a pena ler.

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O que te motivou a escrever este livro?

Em 1º lugar adoro ler desde que me conheço; depois já tinha escrito alguns artigos em papel; um deles até foi escrito para ser incluído numa revista sobre um tema previamente determinado.

Depois comecei a apaixonar-me pelo tema depressão e bipolaridade e quero com o livro sensibilizar a sociedade sobre um tema recorrente, mas ainda cheio de tabus porque discrimina.

Tudo começou por 1 blogue: uma fisioterapeuta usando métodos convencionais e não convencionais, curou-me um pé, e depois de me conhecer melhor, desafiou-me a escrever um blogue.

E assim foi, no final do ano de 2012 criei o meu blogue e cada dia escrevia coisas novas e também antigas (que já havia escrito).

De repente, em muito pouco tempo, reparei que tinha uma boa cotação/ nota de blogue e então senti que ia enviar isso para editoras. Só contactei 2: nem uma semana foi necessária para a Chiado Editora me enviar uma proposta de contrato. E aí: pegar ou largar? O meu marido e eu não tivemos dúvidas: ir em frente!

De que forma o Reiki trouxe mudança na tua vida?

O Reiki foi como uma PNL que se insinuou aos poucos, até os 5 princípios do reiki estarem profundamente enraízados em mim.

Ainda levou o seu tempo, até porque tive uma fase anti-Reiki, fase em que virei as costas ao Reiki, questionei muitas coisas que aprendi, como do género ter de me proteger.Tinha uma vida normal, não me protegia e de repente meteram-me na cabeça que tinha de me proteger com símbolos e mantras, caso contrário poderia apanhar energias negativas ou então não ir mais a centros comerciais, distanciar-se das pessoas negativas e não concordei com muitas destas coisas e pus tudo em questão. Estive de costas viradas para o Reiki um tempo considerável.

Depois nem o meu marido nem os meus pais aceitavam falar de Reiki/ ou que eu participasse em eventos/ ou conhecer colegas do Reiki: achavam que era uma “Seita perigosa”, ainda é assim.

Também com o Reiki, passei a ser uma pessoa menos revoltada (aceito tudo de mau e de bom que foi acontecendo na minha vida: costumo dizer que não me arrependo de nada do que fiz).
E com o princípio da gratidão (só por hoje sou grata) comecei a curar a revolta. Não quero com isto dizer que não restam feridas para curar. Afinal, sou uma simples humana e mortal!

Achas que esta prática também auxiliou no aumento da auto-estima?

Sim, porque comecei a pensar de forma diferente; comecei a pôr em prática a lei da atracção; comecei a sair da minha concha.
Sei que às vezes, temos de nos aborrecermos e zangarmo-nos para nos afirmarmos enqua-ampulheta-e-o-tempo-2anto seres humanos e sermos respeitados.

Os 5 princípios ao serem interiorizados ajudam o ser humano a tornar-se mais forte, menos complicado, menos queixoso, relativiza mais as coisas, é mais tolerante e compreensivo. Bom de qualquer forma, isto não é tarefa fácil.
Mas sim tornando-nos pessoas mais fortes, aumenta também a auto- estima ou trabalha-a pelo menos.

Tens alguma parte do livro que queiras partilhar com quem é praticante de Reiki?

Há alguns capítulos do livro, quase todos que são uma mensagem e podem ser lidos separadamente.
Se calhar recomendaria, os capítulos que ensinam a usar a Lei da Atracção.

Que recomendação dás a quem passa por um processo semelhante ao teu?

Primeiro eu senti uma atracção pelo Reiki e lutei por ele, mas acho que em geral sentimos um vazio, procuramos uma resposta e o Reiki poderá ser um caminho a percorrer para dar mais sentido à vida.

Quanto ao meu livro, eu sou Elisagabriel (a escritora) e depois temos Sofia a personagem principal do livro. Atenção eu não sou Sofia. Poderei ter passado por algumas coisas semelhantes, mas estamos a falar de um romance contemporâneo (mais seria difícil!). Por norma, os livros tem sempre muito de autobiográfico. Este tem, sim.

A minha recomendação é recomendar humildemente  a leitura da história do meu livro e reflectir e aprender estratégias de combate aos estados depressivos e de aumento da auto-estima, cujo fim pretendido será a auto-realização.

 


 

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