Tuesday, October 20, 2020

Voluntariado Reiki nos Hospitais

Reiki nos hospitaisO voluntariado Reiki nos Hospitais está a tornar-se uma realidade em Portugal. Não é nada de novo pois sempre se fez desde há muitos anos. A diferença está entre ser algo aprovado, instituído ou algo casual ou de forma oculta até ter uma avaliação positiva. IPO, Garcia de Orta, Santa Maria, Coimbra, entre muitos outros.

Oficialmente o voluntariado Reiki nos Hospitais surgiu primeiro no Hospital São João, através do protocolo com a ADL em concordância com o Hospital. A Associação Portuguesa de Reiki serve como base reguladora e apoio na prática de Reiki. Os voluntários são enfermeiros praticantes de Reiki. O segundo voluntariado Reiki nos Hospitais surge neste ano de 2013 no Hospital do Fundão, sendo os seus voluntários não técnicos de saúde e enfermeiros.

Aqui vemos duas realidades distintas – Voluntários com formação em saúde, voluntários sem formação em saúde.

Serão as condições para praticar Reiki iguais num hospital ou em qualquer outro lado?

Quase todos os praticantes de Reiki querem ou desejam praticar Reiki num hospital. Levar este método de cura natural a quem precisa, a quem está em dor. Mas, será a realidade num hospital tão acessível quanto fazer Reiki numa clínica, SPA ou espaço próprio?

Não é. Temos que pensar num hospital como uma instituição de grande responsabilidade onde está em causa a saúde da pessoa. Tudo tem que estar organizado e com os seus tempos perfeitos, seguindo as regras indicadas. Se o voluntariado está combinado para as 17h não é às 16h45 ou às 17h15 – rigor no tempo. Naquele ambiente controlado, onde estão fios e máquinas, tubos para nós imagináveis, não é para levar velas ou incensos para criar ambiente – o respeito pelo espaço e pelas condições existentes. Ali também não se faz diagnóstico, o nosso campo é o energético.

Pensem na responsabilidade da direcção de um hospital, ao aceitar uma terapia não regulamentada, mas que todos sabem ser positiva, e a entrada de pessoal não especializado para realizar tratamentos a doentes. Há um certo risco sim e se o voluntário agir de alguma forma fora do que é o padrão e o acordo do voluntariado então poderá comprometer todo o trabalho.

Voluntariado em rigor

Entrar num voluntariado de Reiki nos hospitais não pode ser com uma atitude ligeira, pensando que “é apenas uma doação minha, no tempo que eu puder”. Infelizmente aqui não pode ser assim. O que é necessário é sim uma atitude “é uma doação minha, no tempo estabelecido à qual vou responder com rigor”.

Recordo-me de alguns casos de outros tipos de voluntariado nos hospitais onde até para cortar unhas se a pessoa não estiver equilibrada emocionalmente não poderá ir nesse dia. Há que reflectir no porquê de uma decisão dessas.

Simplicidade

Uma outra atitude do voluntário é a da consciência do espaço onde está e das pessoas que o envolvem. Simplicidade na sua acção é o mais necessário. Não são precisos apetrechos, instrumentos ou acessórios – só precisamos levar as mãos, mente limpa e coração predisposto. Reiki é simples e para todos.

A nossa aposta no voluntariado com maior rigor vai também ao encontro do trabalho da Federação Nacional do Voluntariado em Saúde, da qual somos associada. Para 2014 muitos processos no nosso voluntariado serão mudados, assim como os benefícios e condições para os voluntários.

 


 

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