Saturday, October 24, 2020

Núcleo de Almada partilha a história de Ben

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Olinda Ângelo, coordenadora do núcleo de Almada da Associação Portuguesa de Reiki, partilha connosco a história do cão Ben e de como o Reiki ajudou a curá-lo de parvovirose canina.

“Nosso Ben, nascido a 25 de Dezembro de 2013, raça caniche anão, todo pretinho como a foto mostra, nem os olhos se diferenciam, com 2 meses, foi curado com a ajuda do Reiki.

No dia 02 de Março, domingo, Ben, deu entrada no Hospital Veterenário, muito mal. Sua dona, antes do Ben, recebeu das filhas como presente de Natal, outro caniche, também preto, que veio a falecer com o mesmo problema, ambos vindos do mesmo criador.

Esteve hospitalizado vários dias, a soro, com febre de 41ºC, sem se mexer, vomitava, tinha lombrigas, a hemoblobina estava a 1,05 no minimo, resumindo, estava mais para o outro lado. Foi-nos dito que as 72h próximas eram definitivas ou partia ou curava-se, mas a esperança estava longe de que ele se salvasse. Minha amiga falou-me sobre a sua situação e eu pedi-lhe que me levasse com ela a visitá-lo no hospital.

Na quarta-feira dia 05, comecei o tratamento. Tivemos que colocar bata e luvas. Mal se mexia, olhar mortiço, falei com ele e não reagia, comecei a dar Reiki, e ele puxava bem a energia, estava nesse momento a soro, pedi à minha amiga que apanhasse o Ben ao colo e eu insisti na energia, o calor era tanto que passava para os braços da dona. Não reparei quanto tempo levei a dar Reiki, mas foi mais de 30 minutos. Após um tempo de terapia Reiki, tornei a falar com ele e pedi-lhe que me mostrasse a lingua e molhei um dedo na água e coloquei na boca dele, que de imediato começou a lamber, foi o máximo, porque ele nem isso fazia, era forçado a alimentar-se à seringa. No dia seguinte voltámos lá para novo tratamento, mas antes a médica veio falar connosco, a dizer que estava muito feliz porque ele tinha tido uma noite muito boa e já se levantava e lambia-se o que era muito bom sinal e raro acontecer. Também fui mandando energia à distância. A dona estava tão feliz, com as lágrimas nos olhos que contou à médica o que tinhamos feito, quem eu era e o que fui fazer ao Ben. Nesse dia o Ben levou uma transfusão de plasma, segundo disse a veterenária e a seguir fomos ter com ele, para nova sessão de Reiki. Sua reação quando nos viu foi de alegria e beijinhos, apanhamo-lo ao colo e comecei a dar Reiki, ele lambia a dona todo feliz, depois passou para o meu colo e continuei com o tratamento, a seguir tentei colocá-lo na caminha e ele recusou, queria andar, as melhorias notavam-se muito pela disposição do Ben e atividade. Na sexta-feira foi para o seu verdadeiro lar, começou a comer, brincou, dormiu bem e até ao momento nosso Ben, continua cada vez mais brincalhão, engordando e o principal é que ele conseguiu vencer a “parvovirose”, segue um texto informativo sobre essa doença mortal.

Mais uma vez o REIKI mostra como funciona no Animal, que recebe a energia totalmente, e apenas levou dois tratamentos presencial de Reiki. A experiência na cura com animais já começa a ser cada vez maior com total sucesso.

Sou GRATA, porque CONFIO CALMAMENTE, através de um trabalho HONESTO e BONDOSO para com todos os SERES!!!

 

PARVOVIROSE CANINA

Saibam por que esta doença mata tantos cães e o que fazer para prevenir e tratar.

A parvovirose canina é uma doença contagiosa que mata centenas de cães todos os anos.

Saber como ela ocorre, seus sinais clínicos, seus métodos de prevenção e seu tratamento são os primeiros passos para ajudar o vosso animal a não contrair a doença.

Então, conheçam um pouco mais sobre ela e sua prevenção.

O que é parvovirose canina?

É uma doença transmitida através de vírus, que pode ser passada a outros cães através do contato com as fezes. É uma doença aguda e contagiosa, transmitida através do vírus chamado parvovírus.

O contágio acontece por meio do contato do cão com fezes contaminadas. Não é preciso nem que o animal ingira diretamente as fezes, o simples ato de lamber (por exemplo a pata) algo que tenha entrado em contato já transmite a doença.

O problema atinge cachorros de qualquer idade, os quais também podem transmiti-lo, no entanto filhotes de até 20 semanas possuem maiores chances, já que seus sistemas imunológicos são mais sensíveis, além de que os pequeninos são mais curiosos.

Sintomas da parvovirose canina

Vômito, letargia, anorexia, grande perda de peso, febre (em alguns casos) e diarreia com sangue são os principais sintomas.

Após quatro a cinco dias da infeção, os sintomas da doença começam a manifestar-se, quando o vírus chega na corrente sanguínea e atinge o intestino e a medula óssea, resultando em depressão, diarreia profusa com sangue, letargia, anorexia, perda de peso e vômitos.

O vômito é um dos primeiros indícios da doença e, como pode estar relacionado a diversos problemas, os proprietários em geral acabam postergando a ajuda médica, fazendo com que a doença se propague ainda mais. Aos primeiros sintomas, leve o seu cão ao veterinário para que faça o diagnóstico e inicie o tratamento o mais rápido possível.

A febre é um sintoma que não ocorre em todos os cães, mas pode chegar à temperatura de 41ºC, seguida de desidratação. É importante salientar que existem casos de hipotermia ao invés de febre.

A desidratação deprime muito a condição geral, visto que todo o metabolismo fica comprometido. O animal perde a capacidade de absorver nutrientes, tais como proteínas, açúcares, gorduras e minerais, além de perder água, que é de vital importância.

Pode ocorrer anemia, devido à perda de sangue, com palidez das mucosas, que normalmente são rosadas, evoluindo para uma coloração mais esbranquiçada.

Além disso, pode ocorrer uma infeção bacteriana generalizada, pois as lesões que o vírus causa no intestino facilitam a entrada desses agentes infeciosos e sua consequente disseminação por via circulatória. Isso ocasiona focos de infeção em outros órgãos importantes, como o coração, por exemplo. Não é raro encontrar-se esse tipo de lesão nas paredes cardíacas, durante a necropsia (é um procedimento médico que consiste em examinar um cadáver para determinar a causa e modo de morte e avaliar qualquer doença ou ferimento que possa estar presente).”

Olinda Ângelo

 

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Quando chegámos a 1ª vez ao pé do Ben

 

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Ben a levar tratamento pela 1ª vez

 

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Ben no 2º dia quando chegámos ao pé dele

 

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3º dia em casa após saida do hospital Ben veio visitar-me

 

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Ben no 2º dia que chegámos junto dele

 

Núcleo de Almada

Coordenadora: Olinda Ângelo

Telemóvel: 917331589 ou 962554190

Email: olindangelo@gmail.com

Morada:  Rua União Piedense, nº 62 – 2º Dtº, Cova da Piedade, 2805-249 Almada

Site: http://www.reikiemportugal.com/reiki-em-almada

 


 

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