Os locais onde chegamos sem expectativas são aqueles que acabam por nos oferecer melhores experiências. De crescimento, de aprendizagem, de partilha. Aconteceu-me na Associação Portuguesa de Reiki (APR) onde me voluntariei para orientar um conjunto de Aulas de Chi Kung ao longo do mês de Junho.

 

 

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Apesar de o Chi Kung ter uma expressão mais física daquilo a que chamamos energia – a força que anima todos os seres e todas as coisas – sabia de antemão que existe uma linguagem muito comum com o Reiki. Deste modo tinha a certeza que não seria necessário investir tanto tempo no esclarecimento de alguns conceitos e poderíamos mergulhar mais a fundo na prática, no sentir.

O que acabou por acontecer foi mais que isso. Foi para mim maravilhoso testemunhar como é simples confiarmos em nós e abraçarmos a prática por inteiro. Foi uma experiência única perceber que facilmente somos capazes de despertar a energia, de a fazer circular e de direcioná-la até onde é mais necessária. Foi emocionante observar como todos praticámos para além do nosso próprio ser: sem verbalizarmos fosse o que fosse, cada dia de treino aconteceu com a intenção de enriquecer o todo que neste caso era esta pequena comunidade de prática das segundas-feiras à tarde. A prática que acontece com esta clara noção do todo que somos é uma das mais poderosas que conheço. Quem a integra não volta a ser a mesma pessoa. No meu caso, tornei-me efetivamente mais infinita.

 

Pela disponibilidade energética demonstrada, pela partilha incondicional, por me relembrarem da importância de nos desenvolvermos não apenas por nós mas sobretudo por um bem maior, sou muito grata!

 

Sílvia Romão

silvia.m.romao@gmail.com

http://chegar.org

 

Termino passando a palavra a alguns dos praticantes:

 

“(…)Todos devíamos sentir a energia que temos nas nossas mãos, e nos aperceber que estamos a mudar, como a árvore que olhamos e nos parece estática(…) O que notei depois das aulas de apenas 1 hora, foi que nos dias seguintes às mesmas, senti uma maior calma e capacidade de concentração, as aulas foram na segunda-feira, e este efeito durou até ao final da semana, ao sábado já estava a precisar de mais uma, e acabava por fazer os exercícios que aprendemos sozinho.” – Carlos Delgado, ilustrador

 

“Todos os dias, pratico as suas “sugestões para uma rotina de treino diário”: aquecimento, quietude, alongamentos e, para terminar, auto-massagem. Realmente, gostei muito da experiência, que muito agradeço.” – Fátima Graça, reformada

 

 

 

 


 

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