Vanessa Albernaz é licenciada em Gestão de Empresas e sentiu um grande despertar pelas terapias complementares nas quais é praticante como Terapeuta desde 2010. Abriu o próprio centro de terapias e dedica-se também à escrita como forma meditativa e inspiradora para o seu caminho e reencontro consigo mesma. O seu trabalho de integração da psicologia transpessoal com Reiki, ao qual nomeou Jelarion Reiki Transpessoal, valeu-lhe o prémio Takata de Integração Reiki. Podem ler o trabalho submetido pela Vanessa no site da Associação Portuguesa de Reiki.

Vanessa Albernaz
Vanessa Albernaz

 
Como te surgiu esta ideia de aliar a prática de Reiki à psicologia transpessoal?

Na altura em que estava a realizar o curso de Terapeuta Transpessoal o Reiki já fazia parte do meu caminho, realizava já terapias e a verdade é que por querer ou sem ele ambos se iam fundindo, as duas terapias iam ganhando forma nas terapias, no meu sentir e acima de tudo em quem sou.

No final do curso tínhamos de realizar uma tese e essa foi a minha oportunidade de colocar em papel e resumir a escrito o que ia aprendendo e fundindo, a verdade é que desde essa data muito foi mudando e muito se foi alterando porque acima de tudo o Jelarion Reiki Transpessoal® é algo vivo em mim e em todos aqueles que vou acompanhando pelo que a evolução e o crescimento não sessam.
Que efeitos teve em ti este estudo transpessoal?

O transpessoal na altura foi uma porta de entrada, a verdade é que é para mim acima de tudo uma linguagem de sentires e crescimentos. O transpessoal é algo que sinto internamente e que o conhecimento de quem sou veio colocar em evidencia pois não sei ser tão pessoal assim, tenho sempre uma necessidade muito grande de me observar e de me permitir crescer e Ser cada vez mais Eu.
Qual a origem do nome Jelarion?

O nome Jelarion chegou-me numa meditação, é uma energia, uma energia masculina e é esta energia quem dá suporte ao nosso centro pois adotamos o nome também no Centro de Terapias que iniciámos em 2010 como Energia Ki e que hoje se chama Jelarion por Energia Ki.
Desde a preparação da tese até ao momento presente, como tem sido a aplicação do Jelarion Reiki Transpessoal?

Tal como comentado anteriormente, a forma de aplicação e de gestão da terapia foi-se alterando, existe uma base mas cima de tudo a terapia é feita por quem a ela chega, como Terapeuta o que vou fazendo é adaptar-me ao Ser que me chega para lhe poder dar a mão nesse momento tão importante da sua vida, o caminhar para uma maior consciência e um novo despertar.

 

Achas que a prática em consultas de Reiki devia ter uma aprendizagem mais formal?

Não sei se mais ou menos formal, o que posso dizer aqui é que utilizando uma citação que me toca dizer: “O Terapeuta é um paciente profundo.” Se não temos vontade ou disponibilidade para nos trabalharmos acredito que formal ou não continuaremos a não ter o que doar de nós ou oferecer para que o outro possa sentir-se melhor com quem é.

Não temos de ser perfeitos, apenas Ser quem somos, apenas sermos capazes de mergulhar no nosso profundo e aprender a retirar máscaras que nos tornam em quem não somos.

Ser Terapeuta é uma evolução constante enquanto Ser, enquanto Pessoa, enquanto quem Somos e quem acreditamos Ser…

Para mim este trabalho é essencial mas só podemos fazê-lo se verdadeiramente estivermos dispostos a rasgar velhas roupagens e molhar-nos no essencial de nós e nas sombras que nos complementam.
Qual o teu objetivo para a pessoa, numa consulta de Jelarion Reiki Transpessoal?

Os objetivos da sessão não sou eu quem os define, se quem chega à terapia não está disponível para si e para se trabalhar nada poderei fazer. Não podemos obrigar ninguém a ver o que não quer, e a fazer o que não deseja mesmo que se acredite que é o melhor ou o ideal para essa pessoa.

Acima de tudo, existe um grande respeito por aquele Ser, por aquela história de vida, por aquele sentir, e capacidade de aceitação de que quem ali está na minha frente que poderá querer continuar na sua zona de conforto, incapaz de mudar o que quer seja e talvez essa seja a maior dificuldade, a de aceitar e acolher quem não está bem e não tem ainda a capacidade de mudar e sair desse tapete de desconforto.

Podem contactar a Vanessa Albernaz através do seu site www.energiaki-terapias.net

 


 

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