Nesta entrevista fomos conhecer mais de perto o Núcleo de Mira D’Aire onde encontrámos a Dina Ferreira e a Vera Varela, ambas praticantes de Reiki nível 3B, formadoras e responsáveis pelo núcleo.

Como base da experiência destas duas queridas colegas, ficámos a saber que para além das ações de formação e dos workshops que realizam a fim de expandir os ensinamentos Reiki o mais longe possível ainda dedicam parte do seu tempo com aqueles que são tão importantes para o futuro da nossa sociedade: as crianças

Esta parte do projeto abarca as crianças da localidade de Mira D’Aire bem como os alunos do núcleo e inclusive crianças que fazem parte do projeto Super Reikinho.

Por último e não menos importante, o núcleo aposta ainda no voluntariado junto de idosos num lar e também ao domicílio.

Fica abaixo então um olhar mais aprofundado sobre a experiência neste Núcleo.

Há quanto tempo é que funciona o vosso núcleo e qual foi o principal objetivo da sua criação?

O nosso núcleo em Mira de Aire funciona desde Maio de 2015.  A criação do núcleo fez sentido para partilhar e divulgar o Riki a todos.

Como descrevem um dia de atividades no vosso núcleo?

Nos nossos dias fazemos meditação em grupo com os nossos alunos e também outros reikianos que se queiram juntar a nós. Também tiramos algumas dúvidas e partilhamos Reiki uns com os outros.e se necessário fazemos algumas terapias em particular a quem nos procura.

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Indo ao encontro da realização de workshops de Reiki, que é uma das muitas iniciativas do vosso núcleo, como descrevem a recetibilidade da população em geral na presença desses workshops?

Optámos por realizar workshops de Reiki para a população porque na zona onde vivemos pouco se ouvia  falar de Reiki  mas tem sido um trabalho muito gratificante embora por vezes difícil de transmitir toda a mensagem e conseguir que as pessoas compreendam a energia

Por norma quando organizam um workshop a entrada é ao público em geral ou apenas aos praticantes do núcleo?

Todos são bem-vindos. Praticantes e curiosos.

Quando falamos do público mais jovem, nomeadamente as crianças e jovens que abordam através do programa do Super Reikinho os desafios devem ser imensos. Quais são as maiores preocupações quando se aborda crianças?

Na partilha com as crianças tudo se torna mais simples pois elas aceitam o Reiki com muita naturalidade e sem dúvida com muito amor incondicional. O difícil mesmo é depois chegar aos pais dessas crianças.

Qua tipo de benefícios os mais pequeninos admitem usufruir, ou não detém ainda essa consciência?

Constatamos  com o coração cheio de amor que temos situações de crianças que recebem o nosso abraço e ficam ali presas a nós sem nos largar. Uma vez por exemplo, um menino chorou e começou a relatar situações de sofrimento suas bem como de outras crianças que sofrem.

Nestes casos gostávamos de alertar para o papel dos pais que na maioria das vezes optam pela intervenção médica apenas sem se dedicarem ao aspeto holístico da questão.

Na nossa opinião muitos destes pais não tem talvez o conhecimento e a abertura necessários para olhar para certas dimensões do sofrimento infantil.

Existe ainda muita necessidade de mudar as mentalidades e isso nem sempre e fácil.

Mas ao nível dos efeitos que se fazem sentir…

As crianças ficam mais calmas e maravilhadas com o livro  do Super Reikinho.

Inclusivamente conseguimos fazer uma meditação no núcleo só com crianças onde consegui mandar vir  livros e Super Reikinhos e foi maravilhoso.

Que tipo de iniciativas consideram que falta fazer para expandir o Reiki a mais pessoas?

Temos muitos projetos, um deles será o de levar o Reiki às escolas pois sentimos ser muito necessário nos jovens e nas crianças e até mesmo para os professores que não sabem lidar com certas situações

Para terminar e para podermos saber um pouquinho mais sobre as pessoas que estão por trás destes projetos, perguntava-te, como é que o Reiki surgiu na vossa vida e o que vos levou a criar o núcleo? (Vera Varela).

O Reiki entrou na minha vida na altura certa pois precisava de ajuda para o meu filho que andava em consultas de psicologia derivado a situação de ataques de pânico e acabei por sentir que tinha necessidade de algo mais.

Foi então em conversa com a minha grande amiga Dina que já era reikiana que me iniciei no Reiki e tudo mudou.

Comecei por conseguir ajudar os meus filhos senti a energia, como ela entra através de nós e trabalhei o Reiki e senti que algo tão bom tinha de ser partilhado. Daí a ideia de abrir o núcleo.

Neste momento o Reiki para mim é para toda a vida pois já não consigo viver sem ele, faz parte de mim.

Muita grata por estar neste caminho de amor e nesta filosofia de vida.

 

 


 

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