Partilhamos convosco a história de Fátima Cunha Velho e dos tratamentos de Reiki que realizou a pequenos cachorrinhos que foram acolhidos pela Tânia, que tem levado a sério a missão de recolher cães e gatos.

 

Há alguns anos conheci a Tânia, uma rapariga de 20 e poucos anos que faz um trabalho fantástico ao nível da recolha de animais, especialmente cães e gatos.
Esta “miúda” desloca-se a lugares onde existem matilhas de cães ou colónias de gatos, sem dono, com o objetivo de esterilizar as fêmeas, por forma a prevenir que engravidem e contribuam para o aumento da população.
Muitas vezes os bebés acabam por nascer, naquelas matilhas, em condições difíceis.
Recolhe-os, leva-os para casa, trata deles, dá-lhes muitos mimos e arranja-lhes bons donos.
Foi nestas circunstâncias que a conheci, ficando com uma cadelinha resgatada pela Tânia – a Peppa, que veio de uma dessas matilhas.
Desde essa altura que acompanho o seu trabalho e tenho por ela uma grande admiração, porque faz de facto uma enorme diferença, especialmente na vida destes animais, dando-lhes a oportunidade de ter uma casa, onde são estimados.
Nas últimas semanas, recolheu 3 ninhadas de cães e uma das mães. Uma destas ninhadas, não parecia estar a desenvolver-se normalmente e ofereci-me para lhes dar Reiki.
Quando lá cheguei, vi cinco bebés castanhos muito pequeninos. A única cadelinha da ninhada, tinha estado internada na noite anterior e um dos cãezinhos tinha o olho esquerdo fechado, segundo o veterinário, porque as pestanas estavam a nascer ao contrário.
Coloquei um cobertor nas minhas pernas e ao fim de uns minutos estavam 4 no meu colo e adormeceram. Foi uma experiência maravilhosa, ver aqueles seres tão pequeninos renderem-se à amorosa energia do Reiki. Eu, fiquei muito emocionada!

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Ao fim de 4 sessões, o olhinho do cãozinho estava aberto e viam-se as pestanas.
Na terceira sessão, dois dos cãezinhos de outra ninhada que eram muito tímidos e fugidios, juntaram-se aos outros e, no meu colo, passei a ter 7 bebés, porque um dos castanhos, que no primeiro dia não quis juntar-se aos irmãos, acabou por vir para a sesta coletiva.
Nas últimas duas semanas, juntamente com a minha colega, Patrícia Branco, temos ido a casa da Tânia com muita frequência. Apesar de serem tão novinhos, estes cãezinhos sentem algo de diferente , pois quando lá chegamos, imediatamente nos seguem e lançam-se aos nossos pés, para lhes pegarmos.
Tem sido verdadeiramente uma experiência linda de troca de amor entre espécies, onde não conseguimos exprimir em palavras todas as emoções que sentimos.
Começa a ser necessário arranjar donos para estes anjinhos que se tornaram já parte de nós e para quem queremos a melhor vida, onde tenho a certeza vão dar muito amor e felicidade a quem os adotar.
Estes tiveram a sorte que muitos não têm, porque houve uma mão amiga que os recolheu e os encaminhou para a vida. Uma mão quase anónima, mas que tem uma imensa coragem ao fazer este trabalho, que envolve muito tempo e dedicação, muitas vezes prescindindo da própria vida pessoal
Obrigada, Tânia !!

 


 

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