Cinco veteranos, (reikianos há mais de 15 anos), estiveram em Braga, no dia 3 de junho, onde partilharam as suas longas experiências e, em uníssono, sublinharam o quanto as suas vidas melhoraram a partir do momento em que começaram a praticar Reiki. O evento decorreu no Núcleo de Braga da Associação Portuguesa de Reiki e contou com a participação de cerca de três dezenas de pessoas, de várias idades, a maioria já iniciadas. Os trabalhos foram conduzidos pelas coordenadoras Eugénia Carvalho e Isabel Silva. Ao longo de cerca de três horas, os cinco veteranos expuseram as suas visões do Reiki e responderam a várias perguntas, nomeadamente como conheceram aquela terapia complementar, os processos de formação por que passaram nos vários níveis, a forma como passaram a ser vistos pela sociedade e as mudanças entretanto ocorridas no universo familiar e profissional, entre outros aspetos. A maioria dos veteranos conheceu o Reiki por intermédio de amigos ou familiares. Todos sublinharam a formação, há cerca de duas décadas, entre os diferentes níveis, eram mais prolongados do que na maioria das situações atuais e sujeitos a regras mais rígidas. Além dos mestres que tiveram nas suas formações, os veteranos assinalaram que o Reiki era então pouco conhecido e suscitava até alguma desconfiança junto de determinados setores da sociedade, incluindo da Igreja. Também ao nível familiar, verificavam-se situações de resistência por parte daqueles que desconheciam os fundamentos práticos da energia do Reiki. Todos disseram que muita coisa mudou com o Reiki, desse logo a forma de ser e de estar na vida. “Entrei no estado de graça”, afirmou o veterano e mestre Norberto Ribeiro, recordando que, à data, via no mestre um guia. Já Ana Braga, veterana de Braga, afirmou: “Fiquei mais calma e compreendi mais o outro. Era a dimensão do coração e do amor. Senti em mim os pequenos milagres de Reiki, como se a vida subisse para outro nível”. A veterana Madalena disse ter vivido “momentos belos e maravilhosos, de sossego, paz e tranquilidade”. E destacou ser capaz, graças ao Reiki, de “olhar as pessoas com ternura e carinho, sem julgar”. Também Maria Sameiro falou das alterações positivas na sua vida, nomeadamente ter conseguido mais autoestima e autonomia. “Muita coisa mudou com os meus filhos, com a minha energia”, acentuou. Por fim, o veterano Vítor, empresário de profissão, disse que muita coisa mudou desde que conheceu o Reiki, passando a ter “uma maneira diferente de ser e de ver as coias”, incluindo na forma como geria a empresa. “Já via os problemas de outra maneira”, observou. Mais à frente na palestra, a veterana Ana Braga sublinhou aos presentes: “Nós não somos o que a sociedade quer impor, nós somos muito para além disso”. E prosseguiu: “Nós temos de mostrar o que está dentro de nós. Não é o amor físico, é o amor incondicional e verdadeiro”. Norberto Ribeiro destacou, por outro lado, os progressos alcançados nos últimos anos na divulgação e credibilidade do Reiki, o que se deve, disse, ao trabalho das associações, no sentido de o “dignificar, criar códigos de ética e desmistificar muita coisa”. A veterna Madalena aconselhou os reikianos a fazerem reciclagem nos seus processos de formação e assim poderem acelerar a evolução. No final, todos deixaram mensagens aos que assistiam atentamente à palestra. Norberto Ribeiro aconselhou: “Pratiquem e trabalhem para dentro e depois contagiamos os outros”. A veterana Madalena pediu para que todos façam tudo com “muito carinho, amor e sinceridade”. Maria Sameiro exortou à prática dos cinco princípios do Reiki e a ouvir as pessoas que sabem desta energia. A mensagem do Vitor foi no sentido de que todos trabalhem e façam o que gostam com paixão”. Por fim, Ana Braga aconselhou os reikianos a “falarem sempre com coração e a meditarem”.

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