Felizes os que vivem o dia de hoje

Não devemos deixar que o nosso coração se endureça, a nossa razão cegue nem a nossa vontade se acobarde.
Felizes os que vivem o dia de hoje

Não devemos deixar que o nosso coração se endureça, a nossa razão cegue nem a nossa vontade se acobarde.
Ilustração: Carlos Ribeiro

Quase todos buscamos fora de nós as razões para a nossa esperança, as forças para a nossa paciência e o sentido para o nosso amor. Somos capazes de quase tudo na procura do que julgamos ser o tesouro mais importante da vida.
Como se o nosso mundo interior não fosse mais do que um monte de lixo sem valor.

Dias e noites passam, invernos e primaveras, e os nossos olhos e ouvidos parecem estar apenas atentos aos vazios e às distâncias de onde, de repente, acreditamos, surgirá a resposta, o porquê e o para quê da nossa existência.

Não vemos tudo o que é simples e está à nossa volta, nem escutamos o que trazemos dentro de nós. De que vale conquistar o mundo inteiro quando nos perdemos a nós mesmos?

Não devemos deixar que o nosso coração se endureça, a nossa razão cegue nem a nossa vontade se acobarde.

Viver longe de nós mesmos, no espaço ou no tempo, procurando ser quem não somos, é sermos infelizes por opção.

Aqui e agora há razões, forças e sentido para a nossa existência. Assim os saibamos reconhecer e assumir com humildade e ousadia.

A nossa esperança depende de nós, a coragem da paciência depende de nós, o sentido para o nosso amor depende de nós. Somos livres e chamados a decidir. Não temos de encontrar uma solução escondida, mas construir uma, a nossa, única e autêntica.

A felicidade que persegues só a conseguirás alcançar quando te encontrares com o que tu mesmo és.

Felizes os que não desanimam quando tudo parece perdido, e trabalham no dia de hoje para cumprir a missão que escolheram.

Felizes os que sabem que é do pouco que podem fazer hoje que depende a sua felicidade.

Quase todos buscamos fora de nós as razões para a nossa esperança, as forças para a nossa paciência e o sentido para o nosso amor. Somos capazes de quase tudo na procura do que julgamos ser o tesouro mais importante da vida.
Como se o nosso mundo interior não fosse mais do que um monte de lixo sem valor.

Dias e noites passam, invernos e primaveras, e os nossos olhos e ouvidos parecem estar apenas atentos aos vazios e às distâncias de onde, de repente, acreditamos, surgirá a resposta, o porquê e o para quê da nossa existência.

Não vemos tudo o que é simples e está à nossa volta, nem escutamos o que trazemos dentro de nós. De que vale conquistar o mundo inteiro quando nos perdemos a nós mesmos?

Não devemos deixar que o nosso coração se endureça, a nossa razão cegue nem a nossa vontade se acobarde.

Viver longe de nós mesmos, no espaço ou no tempo, procurando ser quem não somos, é sermos infelizes por opção.

Aqui e agora há razões, forças e sentido para a nossa existência. Assim os saibamos reconhecer e assumir com humildade e ousadia.

A nossa esperança depende de nós, a coragem da paciência depende de nós, o sentido para o nosso amor depende de nós. Somos livres e chamados a decidir. Não temos de encontrar uma solução escondida, mas construir uma, a nossa, única e autêntica.

A felicidade que persegues só a conseguirás alcançar quando te encontrares com o que tu mesmo és.

Felizes os que não desanimam quando tudo parece perdido, e trabalham no dia de hoje para cumprir a missão que escolheram.

Felizes os que sabem que é do pouco que podem fazer hoje que depende a sua felicidade.
José Luís Nunes Martins
Ilustração: Carlos Ribeiro

 


 

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