Esta reportagem que foi emitida pela RTP reforçou a ideia de que  estarmos dentro de um hospital, com consultas de Reiki, habitua a ver-se com normalidade algo importante para melhorar o apoio no cuidado dos utentes.
De fato, os cuidados na saúde em Portugal estão a mudar.
E há que dar voz à mudança. Melhor do que explicar o que são estas consultas é ver a reportagem.

Agradecimento à RTP e ao jornalista Nunes Farias e ao repórter de imagem Mário Raposo pela captação de imagens com respeito e integridade que muito bem mostraram o trabalho que ali é feito e, às palavras que explicaram a mesma: “à medicina o que é da medicina, ao Reiki o que é do Reiki”.

A terapia complementar Reiki pode conviver com a medicina e tem um lugar próprio. Sete anos de consultas no hospital, sem interrupção e sempre com procura pelos utentes creio que são suficientes para demonstrar isso mesmo.

Agradecimento à Coordenadora do Hospital do Fundão, D. Lucrécia Nunes que muito tem contribuído para que este projeto corra bem. Devo acrescentar que o seu profissionalismo e integridade pessoal há muito despertaram a minha admiração e creio mesmo, que não tendo formação em Reiki, vive os seus princípios e isso é digno de nota.

Agradecimento ao Diretor do Centro Hospitalar Cova da Beira pelo apoio dado na continuidade destas consultas e manifestar que há respostas dentro dos hospitais que precisam de ser complementadas, procurando o melhor para os seus utentes.

Aos voluntários não uso a palavra agradecimento. Gratidão estará melhor adequado. Porque ser Grata é o sentimento que todos temos pelo tanto dado com tão bom coração.
É uma equipa incrível!
Entre colegas há vontade genuína em ajudar, e nas palavras de uma terapeuta voluntária: “…cada caso tem a importância de nos fazer olhar para dentro de nós.” E ainda nas palavras de outro voluntário:”O voluntariado, e as pessoas nele envolvidas, tanto os meus maravilhosos colegas de Reiki, como os queridos receptores de Reiki ajudaram a aprofundar o conhecimento desta “quimera.” Aprendi a ver as ocorrências da vida, muitas vezes, com uma visão não retiniana dos fatos e a minha empatia aumentou exponencialmente.”

Eu sei que normalmente me esqueço de mim e é preciso coordenar isto tudo, mas tudo fica mais fácil quando se tem uma Associação inteira em retaguarda.
Bem haja João Magalhães por todo o apoio! Gratidão.
Bem haja Valter Jacinto porque será sempre uma inspiração.
Bem haja a todas que, se alturas houve que apetecia baixar os braços, mesmo sem saberem deram animo a continuar.

Por último, o hospital do Fundão sempre foi pioneiro. Quando há 28 anos aqui foi criada a primeira unidade de cuidados paliativos do país, ninguém iria imaginar que, passados quase 30 anos haveria uma rede deste tipo de cuidados no país.
Este hospital, há 7 anos, voltou a ser pioneiro, acolhendo num hospital público a primeira consulta de Reiki.
Eu espero, que não sejam precisas mais 3 décadas para que esta rede chegue a todos os hospitais do país.

Paula Roque – Coordenadora do Núcleo do Fundão

 


 

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