Publicado em

Estudo avalia categorias de espiritualidade em mães de prematuros

Estudo realizado em São José do Rio Preto (SP) discute o papel da espiritualidade no enfrentamento da hospitalização de prematuros em UTIN.

Continuar a ler Estudo avalia categorias de espiritualidade em mães de prematuros
Publicado em

Práticas integrativas e complementares na promoção da saúde de servidores públicos federais: contribuições da terapia Reiki – Estudo académico

As Práticas Integrativas e Complementares (PICs) têm se destacado por sua visão ampliada do processo saúde-doença-cuidado, pela desmedicalização da atenção à saúde e pelas contribuições para o autocuidado e autonomia.

Continuar a ler Práticas integrativas e complementares na promoção da saúde de servidores públicos federais: contribuições da terapia Reiki – Estudo académico
Publicado em

Implementação de um Programa de Voluntariado Reiki num Centro Médico Académico no Midwest, EUA – Estudo Académico

Priscilla Jurkovich, e Sara Watson, de 2017 a 2019, realizaram um estudo sobre a prática de Reiki em regime de voluntariado, num Centro Académico Médico, nos Estados Unidos da América, que reforça outros estudos sobre os benefícios de Reiki como uma prática complementar e integrativa, no apoio à saúde e cuidado dos utentes.

Continuar a ler Implementação de um Programa de Voluntariado Reiki num Centro Médico Académico no Midwest, EUA – Estudo Académico
Publicado em

Práticas Integrativas e Complementares se unem com medicina tradicional para tratar doenças em Itupeva

A Prefeitura de Itupeva colocou em prática desde 2017, o Programa de Terapias Integrativas e Complementares (PICS) com encontros, palestras e a aplicação de algumas práticas com a população. Atualmente, as Unidades de Saúde passaram a oferecer aos usuários algumas atividades terapêuticas.

“As terapias integrativas e complementares estão cada vez mais sendo utilizadas pelas pessoas na prevenção e tratamento de doenças físicas, mentais e emocionais. Queremos que os itupevenses saibam que há estes métodos em Itupeva e que usufruam, caso queiram”, comentou a secretária de Saúde, Lúcia Checchinato.

Qualquer pessoa pode ter acesso às terapias. Segundo informações da Secretaria de Saúde, estas terapias estão sendo aplicadas por voluntários.

“Um dos nossos objetivos é promover a saúde através destes recursos terapêuticos. Fazemos acompanhamento de alguns usuários que apresentaram uma melhora de 60% do quadro clínico”, disse Maria Ângela Cal Rodrigues, enfermeira responsável pelo programa.

Entre as principais queixas dos pacientes que buscam estes tratamentos alternativos estão dores de cabeça, tonturas, alergias, inchaços, formigamentos, dores pelo corpo, gastrite, problemas intestinais, insônia, ansiedade, depressão.

“Eu andava muito estrada, nervosa e sentia uma dormência nas mãos. Em um mês de Reiki eu já estou muito melhor. A cada nova sessão a gente vê uma melhora e quero continuar com certeza. A prática é muito boa e todos precisam conhecer”, disse Susana Carlos de Souza.

“Eu sofro de um quadro de ansiedade e de insônia, onde não durmo bem há anos. A minha ansiedade já melhorou muito! A ideia agora é continuar no Reiki para que eu consiga dormir, coisa que não faço há anos”, comentou Benedita Carlos de Souza.

Para mais informações, ligar na Unidade de Saúde correspondente ao bairro.

Confira o cronograma:

Segunda-feira

  • Reiki – CAPS e Ambulatório de Saúde Mental – Aberto à população
  • Dança Circular – CAPS das 9h às 11h – Aberto à população
  • Constelação Familiar – CAPSI e Ambulatório de Saúde Mental – Só para a Unidade
  • Biopuntura – Centro de Diagnóstico das 12h às 13h

Terça-feira

  • Reiki – USF Parque das Hortênsias das 9h às 12h – Aberto à população

Quarta-feira

  • Reiki – Centro de Diagnóstico – 9h30 às 12
  • Lian Gong – Centro de Diagnóstico das 8h30 às 12h – Aberto à população
  • Atendimento Naturopatia (individual) – Centro de Diagnóstico das 10h às 11h30

Quinta-feira

  • Reiki – USF Monte Serrat das 8h às 12h – Aberto para a população
  • Auricoloterapia – USF Monte Serrat e Santa Fé – Com agendamento

Sexta-feira

  • Reiki – USF Santa Fé das 7h30 às 9h30 – Aberto para a população
  • Auricoloterapia – USF Santa Fé
  • Arteterapia – CAPSI – Só para a Unidade
  • Biopuntura – Centro de Diagnóstico das 12h às 13h

Fonte: Prefeitura de Itupeva

Publicado em

Terapias alternativas beneficiaram mais de 25 mil pessoas em 2018

As Práticas Integrativas e Complementares em Saúde tratam pacientes com acupuntura, meditação, homeopatia e outras terapias

Publicado em

Hospital de dia de oncologia apresenta resultados do projeto "Sentir Reiki"

As enfermeiras Andreína Tavares, Magda Fernandes e Rosa Boal apresentam no próximo dia 13 de maio, pelas 14h30, no auditório da Unidade de Faro do Centro Hospitalar Universitário do Algarve, os resultados do projeto «Sentir o Reiki – partilha de vivências no Hospital de Dia de Oncologia».

De acordo com as enfermeiras, “esta sessão tem como objetivo dar a conhecer os resultados da aplicação de terapia complementar Reiki em utentes com doença oncológica submetidos a quimioterapia desde julho de 2015 na Unidade de Faro do CHUA”.

Para além dos resultados alcançados, as profissionais pretendem ainda sensibilizar outros profissionais de saúde para os benefícios da aplicação desta terapia energética no aumento da qualidade de vida.

A iniciativa está integrada nas comemorações do Dia Internacional do Enfermeiro.

Fonte: Centro Hospitalar Universitário do Algarve


Publicado em

Hospital promove práticas de yoga e reiki na zona Norte de Teresina

A partir da próxima semana, o Hospital da Primavera vai disponibilizar para a população sessões de práticas integrativas de yoga e reiki. O anúncio foi feito hoje (23) durante as comemorações de 42 anos da unidade.
As práticas são abertas para toda a comunidade. Para participar, basta ligar para (86) 3214 3321 ou comparecer ao hospital de segunda a sexta em horário comercial para realizar sua inscrição. As primeiras sessões de reiki serão administradas na próxima terça-feira (28), a partir das 16h. Já as práticas de yoga serão as quintas-feiras a partir das 7h da manhã, começando no próximo dia 30.
Segundo a instrutora do projeto Yogamor Aline Ribeiro, a parceria foi feita com o objetivo de levar yoga e reiki para os espaços que não tem, a fim de que todos conheçam as práticas, que já estão em processo de habilitação para oferta pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
“A gente está com esta parceria aqui no hospital da Primavera, também pensando nas práticas integrativas que é um direito da comunidade”, diz. “Vamos ter várias reikianas que uma vez por semana vão se disponibilizar para que as pessoas tenham esse benefício de conhecer, entender essa energia que vai complementar o tratamento, ajudar na parte emocional e equilibrar todo o sistema”, afirma a instrutora.
Derivado da palavra em sânscrito “yuj”, que significa “unir ou integrar”, yoga é um conjunto de conhecimentos de mais de 5 mil anos. A prática consiste em harmonizar o corpo com a mente e a respiração, através de técnicas de respiração (pranayamas), posturas de yoga (ásanas) e meditação. O yoga traz diversos benefícios para a saúde, tanto de mulheres quanto de homens, porque trabalha o corpo e a mente de forma interligada, com exercícios que auxiliam para o controle do estresse, ansiedade, dores no corpo e na coluna, além de melhorar o equilíbrio e facilitar o emagrecimento.
Já o reiki, palavra que significa “energia vital universal” é uma técnica japonesa de cura milenar que age nos quatro corpos do indivíduo: físico, mental, emocional e espiritual, gerando um estado de harmonia. A técnica auxilia na recuperação da energia vital e bem-estar através do alinhamento energético dos chakras e traz benefícios como redução na ansiedade e estresse, auxílio na cura de doenças e recuperação de lesões, melhoria na circulação sanguínea, aumento no controle e equilíbrio emocional, entre outros.
Para Marlene Moura Fé, diretora do Hospital da Primavera, as práticas integrativas são importantes por abrirem novas possibilidades de formas de cuidar. “Aqui nós temos dois profissionais, um que faz roda de terapia comunitária e a psicóloga que faz dança circular, e agora teremos yoga e reiki. São outras formas de cuidar baseadas na humanização, no acolhimento, para somar com o tratamento alopático. Elas são importantes justamente por conta disso, porque elas promovem, previnem as doenças e até curam”, comenta a diretora.
FONTE: Karol Gomes, meionorte.com

Publicado em

APPO – Hospital Alcides Carneiro oferece atendimento de Reiki para Pacientes Oncológicos

A partir de agora, os pacientes oncológicos em tratamento no Hospital Alcides Carneiro, contam com mais um apoio na luta contra o câncer: o Reiki. A implementação da terapia se deu graças a parceria realizada com a APPO, Associação Petropolitana dos Pacientes Oncológicos. O Reiki é uma terapia holística que não tem vínculo com religião nenhuma e serve de auxílio no fortalecimento do sistema imunológico, controlando o estado emocional, a insônia e alivia as dores.
Considerado um método natural de recomposição e harmonização do equilíbrio energético, ele tem por objetivo manter e recuperar a saúde. O Reiki pode ser utilizado para qualquer doença, e não apenas para doenças físicas, mas também para maus hábitos, distúrbios emocionais e mentais em geral. A aplicação é feita somente com o toque das mãos do terapeuta, nenhuma outra ferramenta é necessária para a sessão.
Há três anos atuando na APPO, Sandra Siqueira, terapeuta holística, também é a responsável pelo atendimento no Hospital Alcides Carneiro e ressalta a importância do Reiki como um complemento ao tratamento. “É maravilhoso poder estar agora no HAC também, nessa parceria com a APPO. O paciente sempre relata as melhoras, contam que estão dormindo melhor, que o apetite melhorou, que sentem menos dores e muita tranquilidade”, afirma.
Pra fazer as sessões no HAC é necessário procurar a Assistente Social na Sala de Reuniões e fazer a ficha de inscrição, logo em seguida o paciente já é encaminhado para a terapia. “No início fazemos três sessões para equilibrar todos os chakras e, após essas três sessões, fazemos uma avaliação pra ver como o paciente está se sentindo. Não há limite de sessões, ele pode fazer toda vez que for ao hospital, ou uma vez por semana ou, de 15 em 15 dias, após a terceira sessão”, explica Sandra.
Os atendimentos no Hospital Alcides Carneiro são realizados às terças-feiras das 09h às 14h e quintas das 09h às 17h. Para Sandra, o melhor de tudo é poder oferecer o bem estar e a calma que as pessoas necessitam para enfrentar a doença.
“É uma imensa gratidão poder ajudar os pacientes a terem uma melhor qualidade de vida , poder trazer à eles um pouco de conforto com essa terapia que acalma muito e traz essa tranquilidade”, finaliza.
Mais informações sobre a Associação Petropolitana dos Pacientes Oncológicos, podem ser obtidas através do telefone (24) 2242-0956, do site www.appo.org.br, no e-mail appo@appo.org.br ou, pessoalmente, na sede da APPO, localizada nas dependências da Casa de Apoio à Rua Visconde da Penha, nº 72- Centro.
 
SERVIÇO
APPO – Associação Petropolitana dos Pacientes Oncológicos
Rua Visconde da Penha, nº 72
Centro – Petrópolis – RJ
(24) 2242-0956
www.appo.org.br
appo@appo.org.br
 
DOAÇÕES BANCÁRIAS
Itaú
Agência: 9244
Conta Corrente: 09277-2
Favorecido: Associação Petropolitana dos Pacientes Oncológicos
 
EQUIPE DE GESTÃO
Presidente: Ana Cristina Coelho Mattos
Vice – presidente: Claudia Jochem
Secretária: Mônica Possas
Tesoureiro: Antonio Ricardo da Silva
Relações Públicas: Cris Moura
Conselho Fiscal: Carlos Eduardo Almeida, Rosângela da Silva e Vita Bruno
FONTE: Petropolisnews

Publicado em

O REIKI PARA CUIDAR DE QUEM CUIDA – Mestrado em Enfermagem de Saúde Materna e Obstetrícia

Celebramos o Dia Internacional do Reiki com a publicação de um trabalho da Enf. Paula Duarte. Paula Duarte é órgão social da Associação Portuguesa de Reiki e enfermeira, tendo realizado no âmbito do seu Mestrado, o projeto “O Reiki para Cuidar de Quem Cuida”.
“O Reiki para Cuidar de Quem Cuida” surge de vivências hospitalares de profissionais de saúde que solicitam e recorrem a sessões do Projeto “Terapia de Reiki/Shiatsu aos profissionais de Saúde do serviço de obstetrícia e bloco de partos”, referindo dores, stress, ansiedade e mal-estar. Objetivos: dar visibilidade ao Reiki como técnica terapêutica no cuidar e avaliar o Burnout dos profissionais de saúde antes e após sessão de Reiki. Metodologia: sensibilização para Reiki e Burnout, aplicação de questionários, tratamento de dados, pesquisa bibliográfica. Resultados: os profissionais de saúde necessitam de mais informação e de mais sessões de Reiki que referem ser muito úteis e promotoras de bem-estar; encontram-se em nível Médio de Burnout, reduzindo os valores após o Reiki. Conclusões: o Reiki reduz o Burnout, a sua inclusão na prática de enfermagem traduz-se em ganhos em saúde para si e para os utentes.
Descritores em Ciências da Saúde (DeCS): Toque terapêutico/Reiki; Esgotamento profissional; Pessoal de Saúde.
No âmbito do Mestrado em Enfermagem de Saúde Materna e Obstetrícia, Escola Superior de Enfermagem São João de Deus, Universidade de Évora, foi proposta a elaboração de um relatório referente ao estágio efetuado no Serviço de Urgência de Obstetrícia e Ginecologia (SUOG) do Centro Hospitalar Barreiro Montijo, entidade pública empresarial (CHBM, EPE), que decorreu de Janeiro a Setembro de 2016. A realidade vivida em ambiente hospitalar pelos profissionais de saúde do SUOG e do Serviço de Obstetrícia do CHBM, EPE, faz com que solicitem e recorram com frequência à utilização das sessões decorrentes do Projeto implementado desde 2012, “Terapia de Reiki/Shiatsu aos profissionais de Saúde do serviço de obstetrícia e bloco de partos”. Os profissionais de saúde do Serviço de Ginecologia e Consultas de Obstetrícia, também frequentam o projeto desde Maio de 2015, a quando da sua integração no 5º piso junto ao serviço de Obstetrícia. É frequente a referência a dores, stress, ansiedade e mal-estar. Sabendo que os profissionais de saúde estão sujeitos a elevados níveis de stress e Burnout (Matos et al., 2015) e que o CHBM, EPE tem como objetivo prosseguir e implementar metodologias de gestão que proporcionem a realização pessoal e profissional dos seus colaboradores (Regulamento Interno do CHBM, EPE, 2013), torna-se pertinente melhorar o bem-estar dos profissionais de saúde. Desta forma surge o projeto intitulado “O Reiki para cuidar de quem cuida”, desenvolvido no âmbito deste mestrado.
O Reiki, energia do universo, transmitida pelas mãos através de canais energéticos (praticantes de Reiki), proporciona relaxamento, harmonia, alívio de dores, equilíbrio de energia vital e libertação de energias bloqueadas no corpo físico, mental, emocional e espiritual (Associação Portuguesa de Reiki, 2016a). Reiki é também uma filosofia de vida e um método de cura natural que promove o equilíbrio da pessoa (Magalhães, 2014). A cura através das mãos com o objetivo de restabelecer o equilíbrio do corpo, é um dos métodos mais antigos que a humanidade tem conhecimento, com origem no Tibete e na Índia tendo sido encontrados relatos em sânscrito que datam de há 2500 anos (Freitag, Andrade & Badke, 2015). A palavra Reiki decompõe-se em Rei que é a energia do universo e ki, energia vital, o que significa trazer a energia Universal para o homem. Em relação à filosofia de vida no Reiki, Mikao Usui, o seu fundador, instituiu cinco princípios orientadores para o desenvolvimento interior dos praticantes de Reiki: Só por hoje, sou calmo, confio, sou grato, trabalho arduamente, sou bondoso (Associação Portuguesa de Reiki, 2013). Quando temos a mente limpa e o coração predisposto, o Reiki flui através da pessoa, com a simplicidade da água num ribeiro (Magalhães, 2014). A energia Reiki é holística, energia vital do universo, afeta todas as energias que compõem o corpo humano, os animais ou qualquer outra coisa do mundo natural (Quest, 2015), preenche todos os órgãos, alinha todos os chakras e é ativada pelo chakra cardíaco, pelo que é denominada energia de amor incondicional (Magalhães, 2014). Os efeitos do Reiki são diversos, aumentam a capacidade auto curativa do indivíduo e pode ocorrer: relaxamento profundo que alivia o stress, redução de estados de depressão, ansiedade e cansaço, aumento das defesas orgânicas por estimulação do sistema imunitário, eliminação ou redução de efeitos secundários de fármacos, aumento potencial do efeito benéfico terapêutico, aceleração e eliminação de toxinas, aumento da capacidade de recuperação no pós-operatório (Associação Portuguesa de Reiki, 2016a). O contributo do Reiki para o crescimento humano e melhoria da qualidade de vida, de quem pratica e recebe Reiki, é inegável e inspirador (Magalhães, 2014) de forma a prevenir situações de Burnout. A síndrome de Burnout, definida como uma resposta emocional, a situações de stress crónico devido a relações intensas no trabalho com pessoas ou profissionais (Matos et al., 2015), é constituída por três dimensões: exaustão emocional, despersonalização, e realização pessoal. A exaustão emocional é a sensação de esgotamento simultaneamente física e psíquica, sentida como grande cansaço, vazio e dificuldade em lidar com as emoções do outro. Na despersonalização, existe distanciamento emocional, fazendo com que o profissional se torne desprovido de afetividade e por vezes com desumanização (Barreto et al., 2012) e discurso irónico. A realização pessoal mostra uma autoavaliação negativa, com sentimentos de frustração e dúvida em relação a si e às suas capacidades de trabalho, surgindo auto desvalorização, culpa e desmotivação (Oficina de Psicologia, 2016). A síndrome de Burnout pode surgir em qualquer profissão mas as mais predispostas são as que possuem atividades dirigidas a pessoas, com contacto próximo e principalmente emocional, como é o caso dos professores, médicos, psicólogos e enfermeiros (Matos et al., 2015). O Burnout é considerado na atualidade, um problema de saúde pública e ocupacional, de caráter psicossocial, determinante da qualidade de vida do trabalhador, tendo em vista as implicações para a saúde física e mental (Barreto et al., 2012).
 
Poderás ler mais sobre este trabalho no site da Associação Portuguesa de Reiki.

Publicado em

Sara Ponte e o filme Vive – um desafio para a medicina integrativa nos Açores

Miguel Betterncourt Mota, para o jornal Açoriano Oriental, entrevista Sara Ponte sobre o seu desafio para o Serviço Regional de Saúde dos Açores ter em conta a medicina integrativa. Este trabalho de Sara Ponte é mostrado através da curta-metragem “Vive”, que estará disponível online após a sua estreia.
Fonte: Açoriano Oriental

É preciso “pensar e apoiar projetos inovadores para a saúde dos açorianos”

Sara Ponte exerce medicina em São Miguel. Está na Índia para apresentar o filme ‘Vive’, que ‘convida’ o Serviço Regional de Saúde a olhar às potencialidades da medicina integrativa.

Apresenta o ‘Vive’, curta-metragem documental da sua autoria e de Filipe Tavares, esta quinta-feira, na Índia. Que mensagem pretende transmitir?
O “core value” do filme está relacionado com o impacto que a prática de yoga teve na vida de um grupo experimental composto por 86 utentes do Centro de Saúde de Ponta Delgada. Quis revelar, através do testemunho direto e espontâneo dos participantes, quais os ganhos em saúde que obtiveram após seis meses de prática regular de yoga, bem como, reforçar o potencial terapêutico que as intervenções mente-corpo (tal como, yoga, meditação mindfulness, qigong, pilates, acupuntura, reiki, etc.) podem ter se inseridas no sistema público de saúde.
Quais são as grandes problemáticas que o ‘Vive’ aborda e deixa a nu?
Na minha opinião, as duas grandes problemáticas são a sobremedicação da sociedade e a desresponsabilização da população pela sua saúde (…). Observamos uma população cada vez mais dependente do binómio médico-farmacêutico, onde a doença (e não a saúde) assume um lugar central. É necessário mudar de paradigma, através do conhecimento e integração de abordagens terapêuticas mais naturais. A população tem de se capacitar que a saúde começa e termina na atitude que assumem perante a vida, na forma como percecionam os seus problemas e nas escolhas e hábitos diários.
A Sara é médica interna de Medicina Geral e Familiar na Unidade de Saúde de Ilha de São Miguel, mas também formada em Medicina Tradicional Chinesa. Como olha à integração dos modelos holísticos no Serviço Regional de Saúde (SRS)?
Ainda com muitas resistências… Existem ainda lacunas e necessidades basilares nos Cuidados de Saúde da Região, tais como a falta de profissionais de saúde, a necessidade imperativa de se criar e generalizar os núcleos de saúde familiar, às vezes até a falta de recursos materiais básicos. O SRS encontra-se focado a investir na colmatação destas e outras falhas. No entanto, estas fragilidades não podem ser impeditivas de se pensar e apoiar projetos inovadores para a saúde dos açorianos e para um desenvolvimento mais sustentável do SRS.
O corpo médico é ainda algo renitente a aceitar a complementaridade das terapias naturais?
Gradualmente assistimos a uma maior abertura por parte do corpo médico, principalmente nas novas gerações de médicos, com um novo olhar para a dimensão holística da saúde e do ser humano. No entanto, a formação médica sobre o potencial terapêutico das medicinas não convencionais é quase nula. As faculdades de medicina não oferecem formação sobre as técnicas utilizadas, os seus efeitos e benefícios, as precauções e contraindicações, bem como a investigação desenvolvida nestas áreas. Mediante o desconhecimento, é difícil o médico recomendar, referenciar ou aceitar a sua complementaridade.
No que respeita diretamente aos Açores, o que se revela como mais preocupante?
(…) As perturbações de ansiedade, depressivas ou mesmo as perturbações de adaptação a eventos traumáticos ou geradores de (dis)stress são cada vez mais prevalentes entre os açorianos (…) Segundo o último Inquérito Regional de Saúde dos Açores (2014), mais de metade da população é sedentária e cerca de 32% dos açorianos, com idades entre os 20 e os 74 anos, sofre de distúrbios psicológicos. Uma outra problemática importante que a nossa Região enfrenta, relaciona-se com a iliteracia para a saúde…
…Está em crer que, por exemplo, o yoga pode substituir uma prescrição médica convencional, como um antidepressivo ou um ansiolítico?
Acredito que o futuro passa pela Medicina Integrativa, uma nova abordagem médica que alia o melhor da medicina convencional com os benefícios das terapêuticas não convencionais (…). De certa forma, o estudo de investigação que desenvolvemos constituiu um primeiro passo para essa transição, uma vez que os participantes foram referenciados pelos profissionais de saúde da Unidade de Saúde de São Miguel (USISM).
Tem esperança que o filme possa ser visto na Região?
Após a sua estreia, o filme será disponibilizado na internet e acessível a todos (…). Acima de tudo, o nosso principal objetivo é que se crie uma reflexão pública sobre o panorama atual dos cuidados de saúde primários da Região, qual a sua importância e quais as melhores estratégias para a sua melhoria e desenvolvimento sustentável.
Publicado em

Reiki e Medicina – Núcleo do Porto


Érica Cavalcanti
uma das nossas coordenadoras
Reiki, uma ferramenta que ajuda a ultrapassar o tratamento do cancro.
Medo, dor, estresse, fadiga, ansiedade e depressão.
Sim, são estes sentimentos reais e humanos que podem dificultar ainda mais o tratamento da doença.
O Reiki tem se tornado uma ferramenta muito útil no aumento da qualidade de vida dos pacientes, promovendo um alívio do peso associado ao percurso seguido pelos doentes submetidos ao tratamento do cancro.
A proposta do Reiki não é promover um milagre instantâneo ou atribuir a terapia o poder de cura, o Reiki vem na forma de amor incondicional que é o próprio Reiki, unindo duas pessoas, o terapeuta e o paciente, com o mesmo propósito que é buscar o maior sentido da vida, o amor em se estar vivo, a graça
e o presente de se viver.
O Reiki trás o equilíbrio ao corpo, resgatando da alma sua força vital, a força infinita da vida que nos faz acreditar no Todo e em Nós mesmo.
Essa força vital fundamental, que nos faz encarar o medo de frente, entendendo seu real perigo, porém sem exageros, com olhos na realidade de que tudo é possível.
Uma vez eu li que o Medo e a Fé, são exatamente a mesma coisa, os dois são acreditar em algo que não existe e somos nós que escolhemos a quem vamos dar forças para atuar em nossas mentes.
Cientistas já confirmaram, o que bem em nosso íntimo já sabíamos há muito, que a fé e a meditação são capazes de alterar o funcionamento da atividade cerebral, melhorando o bem estar dos seus praticantes, mas o que parecer ser difícil é como praticar meditação com toda essa pré-ocupação do cotidiano?
O Reiki pode ser uma das respostas, artigos científicos comprovam que a prática de Reiki reduz uma hormona associado ao estresse chamado Cortisol
.A quantidade de Cortisol elevada no sangue indica um estado de alerta, ansiedade, medo, sendo considerado a hormona da fuga, uma resposta instintiva do corpo ativada quando estamos em situação de emergência.
Essa resposta de emergência faz aumentar a pressão arterial e o nível de açúcar no sangue que é o
combustível utilizado pelos músculos no caso de fuga.
Quando o nível de Cortisol se mantém elevado permanecemos em um estado constante de medo e ansiedade, transformando nosso organismo em uma máquina que trabalha o tempo todo no seu limite, levando a uma desorganização e caos no funcionamento ideal do corpo.
O Reiki trás essa pausa, acalma, tranquiliza, dá o momento de descanso para podermos continuar o caminho.
Pacientes que recebem Reiki durante seu tratamento contra o cancro, relatam seu maior equilíbrio em lidar com seus próprios sentimentos, aumentando seu bem estar, os principais benefícios após uma sessão de Reiki é a redução da ansiedade, da dor e da fadiga. Como resultado aumenta seu estado de tranquilidade que em grande parte se reflete na qualidade do sono, tão importante para que o corpo trabalhe para restabelecer a saúde.
De uma Forma muito particular para mim, o Reiki reduz o medo do tratamento e de todo o processo envolvido como hospital, efeitos colaterais entre outros, fazendo com que o medo de lugar a Fé.
A Fé na vida, sendo esse o primeiro passo para o equilíbrio do corpo e da alma, o que dá aquela sensação de respirar fundo, levantar a cabeça e acreditar que somos capazes de vencer mais uma batalha.
Assim é o Reiki, a energia que faz movimentar a Fé que temos na vida.
Publicado em

Manual de Reiki para invisuais

A Associação Portuguesa de Reiki desenvolveu um Manual de Reiki para apoio a invisuais. É um manual de Reiki nível 1, simplificado de forma a poder ser lido pelo computador, sem imagens e também simplificado para se poder enquadrar em todos os sistemas de Reiki.
É um manual sem pretensões, apenas se deseja auxiliar da melhor forma possível os Mestres de praticantes invisuais ou, individualmente os invisuais que pratiquem Reiki.
Caso tenham propostas de melhorias ou o possam passar para Braile, por favor, contactem-nos.
Os associados, podem aceder ao manual, na nossa biblioteca de Reiki online…

Publicado em Deixe um comentário

Pesquisas recentes mostram que o Reiki ajuda no bem-estar de doentes com cancro

De acordo com um artigo publicado no site da University of Huddersfield, datado de fevereiro de 2015, foi levado a cabo um estudo piloto pela Dr.ª Serena McClusky que concluiu que o Reiki pode ser uma ferramenta valiosa para melhorar a qualidade de vida em mulheres com cancro.
Considerando que estudos recentes mostram que pelo menos metade da população mundial terá cancro em algum momento das suas vidas, um projeto de investigação da University of Huddersfield, no Reino Unido, alega que a terapia complementar Reiki pode melhorar a qualidade de vida de pacientes com cancro ao diminuir os níveis de depressão, ansiedade e cansaço de que padecem.
O projeto, intitulado «An exploratory study of Reiki experiences in Woman living with cancer» [Um estudo exploratório de experiências com Reiki em mulheres que vivem com cancro], foi conduzido pela Dr.ª Serena McCluskey, praticante de Reiki e investigadora Sénior no Centre for Applied Psychological and Health Research, pela Professora Marilynne Kirshbaum e pela Dr.ª Maxine Stead, formada em Oncologia Psicossocial e proprietária de um Spa de saúde holístico em Huddersfield.
Os pesquisadores envolvidos no projeto concluíram que o Reiki pode ser benéfico na qualidade de vida de mulheres que sofrem de cancro e que, em breve, o Reiki será adicionado ao Sistema Nacional de Saúde, a par de outras terapias complementares: «A acunpuntura e outras técnicas vistas como pouco ortodoxas são prescritas no Sistema Nacional de Saúde, por isso percebemos que devíamos aprofundar pesquisas acerca do Reiki. Não queremos dizer que haverá comprovação científica, mas é um facto que o Reiki traz benefícios na qualidade de vida de mulheres com cancro», afirmou a Dr.ª McCluskey.
Durante um ano, investigadores levaram a cabo entrevistas a dez mulheres que tinham recebido Reiki e as descobertas foram unânimes: alívio de tensões emocionais, menor preocupação mental com a doença, sentimentos de paz e relaxamento. Os benefícios, de acordo com a Dr.ª Stead, podem durar até quinze dias: «O Reiki deu a estas mulheres a oportunidade de esquecerem o que estavam a viver, pois estavam sob tratamentos complicados. O Reiki foi como um refúgio e ajudou-as a lidar melhor com a doença. Tirou-as da escuridão.»
A Dr.ª McCluskey e a Dr.ª Stead, que é agora Mestre de Reiki, foram colegas na University of Leeds, na Unidade de Investigação Psicossocial Oncológica e Experiências Clínicas, fundada pelo Cancer Research Uk: «Graças a métodos de diagnóstico e tratamento mais eficazes, as pessoas com cancro vivem mais tempo. Os pacientes não vão ao hospital assim tantas vezes e não têm apoio médico com frequência, o que os leva a procurar outro tipo de apoio complementar que não o tratamento médico convencional para ajudá-los a reduzir efeitos secundários da doença, como depressão, ansiedade, cansaço e dor».
Os resultados deste projeto-piloto foram apresentados em Leeds, no mês de março de 2015, na Conference of the British Psychosocial Oncology Society e serão, mais tarde, publicados para fazerem frente às críticas de evidências empíricas sobre a validade e credibilidade do Reiki: «Não sabemos exatamente como ou por que é que os pássaros migram para o outro lado do mundo e regressam para o mesmo sítio todos os anos, mas um dia ainda iremos perceber. E o mesmo acontece com o Reiki», disse a Dr.ª Stead.

Publicado em Deixe um comentário

O Reiki e a Saúde Mental: o que revelam as pesquisas

 
As terapias de cura pelo toque são práticas ancestrais muito em voga nos tempos atuais, sendo o Reiki a mais conhecida. De acordo com a International Association of Reiki Professionals (IARP), o Reiki é «uma energia de cura subtil que usa uma força vital espiritual praticada em todos os países do mundo». Embora o Reiki seja de natureza espiritual, ele «não está associado a nenhuma religião ou prática religiosa.»
Cada vez mais clínicas e hospitais oferecem Reiki como terapia complementar para diversas doenças e condições de saúde. Os que recebem tratamentos de Reiki relatam alívio dos sintomas de inúmeras patologias, incluindo as do foro mental. Pesquisas mostram que o Reiki atua principalmente no alívio do stress, da ansiedade e da depressão, bem como no alívio da dor crónica.

Estudos sobre Reiki

Atualmente existem resultados suficientes de pesquisas que comprovam a eficácia do Reiki em diversas áreas da saúde.
O The Center for Reiki Research examinou alguns desses estudos segundo o processo denominado Touchstone, um método único e rigoroso de análise de estudos científicos usando Reiki, cujo objetivo é produzir um conjunto de resumos importantes derivados de um processo consistente e imparcial.
Para além destas pesquisas, vários estudos sobre Reiki demonstram os seus efeitos na saúde mental. No Reino Unido, o mestre de Reiki Joe Potter liderou uma investigação acerca da eficácia do Reiki. Na plataforma PubMed, pode encontrar-se igualmente dezenas de estudos que envolvem Reiki ou métodos de cura pelas mãos.
Nestas pesquisas, os tratamentos de Reiki produziram sinais claros de redução do stress, verificados pelas alterações das medidas autónomas e biológicas, como os batimentos cardíacos (Baldwin, Wagers and Schwartz, 2008) e informações celulares (Baldwin, Wagers and Schwartz, 2006).
Foram ainda levadas a cabo investigações de práticas de Reiki em animais que mostraram a sua eficácia.

Efeitos demonstrados do Reiki sobre o Stress, a Depressão, a Ansiedade e a Dor

Um estudo com enfermeiras com Síndrome de Burn-out (Diaz-Rodriguez et al., 2014) revelou que os tratamentos de Reiki induziram estados de relaxamento significativo através de indicadores biológicos.
Outro estudo com pacientes vítimas de Síndrome Coronária Aguda (Friedman et al., 2011) registou indicadores fisiológicos de estados de relaxamento importantes aquando os tratamentos de Reiki.
Já Shore (2004) seguiu pacientes que sofriam de depressão ligeira e stress. Depois de seis semanas de tratamento e durante o ano que se seguiu, aqueles que receberam Reiki mostraram melhorias na depressão e nos estados de stress a curto e a longo-prazo.
Motz (1998), por sua vez, comprovou a total eliminação da típica depressão pós-operatória da cirurgia cardíaca em doentes que receberam Reiki durante a operação.
Dressing and Sing (1998) descobriram que o Reiki alivia níveis importantes de dor em doentes com cancro, assim como ansiedade e depressão. Nestes doentes, o Reiki mostrou-se eficaz ao melhorar a qualidade do sono, o relaxamento e a sensação de bem-estar a curto e médio-prazo.
Em doentes submetidos a histerectomia abdominal, o Reiki ajudou a reduzir a dor e a ansiedade (Vitale and O’Conner, 1998).
São vários os estudos que concernem o Reiki e os seus efeitos e verifica-se que esta terapia complementar está a tornar-se comummente aceite em clínicas e hospitais. Só o site The Center for Reiki Research lista cerca de 70 instituições onde se pratica Reiki repartidas entre os Estados Unidos, o Reino Unido, o Canadá, a Bélgica e a Argentina.
O Reiki é considerado um método eficaz e de custo reduzido para melhorar a saúde e a qualidade dos tratamentos que médicos, enfermeiras e corpo profissional da saúde começam a adotar no seu trabalho. A validação científica da eficácia do Reiki tem contribuído para o reconhecimento desta prática que ajuda pacientes a nível físico e mental.

Publicado em Deixe um comentário

Significados de Empowerment Psicológico na Experiência de Doença Oncológica: Reiki como Técnica Promotora

O presente estudo vem acrescentar algumas dimensões, pouco consideradas até então, nos estudos do E.P realizados no contexto de doença oncológica. Este estudo permitiu compreender, através da abordagem qualitativa, o percurso de cinco participantes no decorrer das suas vivências na experiência de doença. Nomeadamente uma maior compreensão do seu significado na experiência oncológica e a forma como a técnica Reiki prova constituir-se num recurso promissor, para o aumento dos níveis de E.P.
Todas as estratégias de E.P são importantes para os participantes re – descobrirem as forças e as habilidades que possuem, no controlo face à doença (Mok et al., 2004). Como tal, através dos resultados qualitativos, pudemos observar que os temas encontram-se todos intimamente ligados e relacionados entre si, num processo dinâmico e construtivo. A dinâmica individual é sentida pelo significado do E.P na vivência da doença de cada participante. A dinâmica contextual percepciona-se pela oportunidade de adquirir ferramentas e utilizá-las como recursos que favorecem o E.P. A dinâmica relacional influencia o sentimento de pertença e ligação à comunidade onde o participante se insere, adquirindo forças e poderes que advém desta.
Os resultados quantitativos indicam a existência de diferenças significativas entre os 2 grupos para todas as dimensões presentes no estudo de Mok (1998), (t student p<.05). O grupo que pratica Reiki obteve os valores médios mais altos para todas as dimensões, relativamente ao grupo sem Reiki. Os dados também revelam que o E.P mais alto da amostra corresponde à dimensão Esperança (M=4.34), contrariamente ao mais baixo, correspondente aos Skills e Conhecimento (M=3.43). É de notar que o grupo que pratica Reiki possui o nível de formação e de E.P mais elevado. Quanto aos resultados das médias dos constructos pressupõe-se que o grupo que não pratica Reiki tem maiores níveis de E.P associados à confiança nos médicos (itens correspondentes ao constructo), já o grupo que pratica Reiki detém menos confiança nos médicos. Relativamente aos Skills
e Conhecimento, é evidente que o grupo que pratica Reiki tem os maiores níveis de E.P, uma vez que procura saber mais informações, estando ciente do seu processo de tomada de decisão. Os níveis médios de Esperança, dimensão associada à fé, são congruentes para
ambos os grupos, representando a semelhança entre um grupo e o outro, na esperança pela recuperação, independentemente dos tratamentos que aplicam.
Estes dados vão ao encontro das entrevistas qualitativas, na medida em que os praticantes de Reiki são influenciados na opção pelo tratamento por determinantes sociais, culturais e de formação, etc. O nível de formação tem influência na decisão pelo Reiki, o que por sua vez aumenta os níveis de E.P. A autonomia individual é, igualmente, auxiliada através das escolhas dos tratamentos informados acerca da doença.
Através das entrevistas qualitativas, este estudo alcançou 7 temas principais e 26 sub – temas de E.P associados à prática de Reiki. Tais como: Controlo; Transformação de Pensamentos; Crescimento Espiritual; Aquisição de Conhecimentos e Skills; Redes de Apoio; Envolvimento Activo; GAM & GAR
Dentro destes temas e sub-temas que o estudo alcançou, destacam-se por exemplo, o subtema “Tomada de decisão” contemplado no 1º tema “Controlo”. A tomada de decisão sendo um processo de liberdade de escolha sobre os diferentes métodos de tratamento a recorrer, é interessante verificar que este processo é facilitado pela rede de apoio dos participantes, pelos profissionais de saúde (na sua grande maioria os enfermeiros) e pela própria experiência no Reiki. Também o papel da família aqui é preponderante na influência que tem sobre as decisões dos participantes. Ainda dentro do 1º Tema “Controlo”, o sub-tema “diminuição do stress físico e psicológico” foi o que manifestou a acção directa, prática e concreta dos tratamentos de Reiki no alívio dos sintomas físicos, psicológicos e emocionais causados pela doença e pelos efeitos dos tratamentos convencionais. Uma melhoria na QDV; diminuição da dor física; relaxamento; tranquilidade; bem – estar geral; auto – estima; paz interior; redução da ansiedade; alívio do stress.

O Reiki teve impacto nos mecanismos de superação da doença e consequente empowerment nesta comunidade e os sub-temas “Pensamento positivo” e “Esperança” destacados no 2º Tema “Transformação de Pensamentos”, vieram demonstrar isso mesmo. Através do auto – Reiki, a pessoa atribui uma importância maior aos aspectos positivos que a doença trouxe à sua vida e encara-a de uma forma mais optimista. A “Esperança”, ligada à fé, também é estimulada pela família/cônjuge e pelos amigos. Para além disso, o Reiki demonstrou ser igualmente relevante para a construção de uma realidade empoderadora na experiência de doença, por dar origem ao sub tema “Atribuição de significado e propósito de vida” destacado no 3º tema “ Crescimento espiritual”.
Relativamente ao 7º tema alcançado “GAM & GAR”, refere-se à participação activa em grupos de ajuda mútua e de partilhas de Reiki, facilitadores do processo de E.P. Foi curioso verificar que a maioria das participantes considerou os GAR (grupos de apoio reiki) tão ou mais eficazes no aumento do seu E.P, na medida em que estes partilham experiências entre si e com os seus Praticantes de Reiki e são grupos que têm como foco manter elevado o nível de energia entre todos os membros, favorecendo a correcta percepção sobre a doença.
Através deste estudo, é fácil de perceber que com o Reiki, a pessoa adquire um papel crucial e activo na sua própria recuperação, tornando-se no seu próprio agente de mudança, pois ela age em conformidade com os resultados que espera poder alcançar. O Reiki, neste estudo, demonstrou ser um elemento central e impulsionador de mudanças positivas, facilitando o processo de recovery, o aumento do EP e o envolvimento ativo na comunidade.
Com esta dissertação, pudemos compreender a espiritualidade, como um factor relevante para o aumento de E.P. Ao se ter verificado uma predisposição para as pessoas que possuem espiritualidade, recorrerem mais facilmente aos métodos complementares.
Nesse sentido, os profissionais de saúde, dos vários sectores da oncologia devem estar conscientes relativamente às dimensões da espiritualidade a fim de providenciar o tratamento mais adequado, uma vez que a própria espiritualidade transcende as dificuldades decorrentes da doença. Assim como o E.P, quando é facilitado pelo Reiki, origina auto transformação positiva e a mudança de atitude nas relações com os outros e perante a vida (Mok et al., 2004). Da mesma forma que o Reiki, mais do que um tratamento auto aplicado, os praticantes percebem que têm a capacidade de se ajudar a se sentirem melhores e a ter um papel crucial na própria recuperação. Por esse motivo, esta ferramenta de E.P, baseia-se sobretudo num processo de crescimento espiritual e não apenas numa técnica de tratamento.
Self-Empowerment-Workship1
Rita Ferreira é vogal dos órgãos sociais e tem como funções as iniciativas de apoio social, a gestão e avaliação. Podem ler mais sobre a sua tese no site da Associação Portuguesa de Reiki, na categoria Prémio Hayashi de Investigação Reiki.
Significados de Empowerment Psicológico na Experiência de Doença Oncológica: Reiki como Técnica Promotora – Um estudo exploratório Rita Susana Évora Ferreira – Tese de Mestrado, ISPA, Instituto Universitário Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida – 2014
 

Publicado em Deixe um comentário

Reiki nos hospitais, como fazer um tratamento

Hoje em dia, o Reiki nos hospitais encontra-se cada vez mais presente, até como serviço, como é o caso do Centro Hospitalar da Cova da Beira, onde se marcam sessões de Reiki. Muitos praticantes têm ido fazer sessões a pedido de familiares, amigos e até desconhecidos em, praticamente, todos os hospitais. Isso é muito positivo pois lembra-nos os mais altos valores da compaixão.
Não podemos dizer que fazer Reiki num hospital é algo de fácil ou acessível. Existem bastantes limitações e temos também que fazer uma avaliação em consciência da nossa intenção e capacidade para tal. Acima de tudo temos que ter presentes dois pilares – a importância da doação, o respeito pelos profissionais de saúde e instituição.
Mas, querer fazer Reiki a um paciente internado num hospital, pode trazer os seus desafios. Por isso, partilho contigo alguns pontos que te possam ajudar a reflectir no teu trabalho, motivação e também técnicas que talvez te auxiliem.

As dificuldades que poderás encontrar

Restrições de movimento

As camas, aparelhos auxiliares e a própria posição da pessoa nem sempre proporcionam as nossas melhores posições e é frequente sairmos de uma sessão de Reiki num hospital com algum desconforto nas costas ou tenção nos braços. Por isso, nem sempre conseguimos colocar-nos na posição ideal então, há que recorrer à imaginação. Colocar as mãos em determinada posição e visualizar a energia a fluir.

Falta de privacidade

Nem todas as camas tem uma cortina separadora e, como tal, por vezes a privacidade é quase nula. No entanto, nada nos impede de colocar as mãos nem que seja na mão da pessoa ou na perna e assim deixar a energia fluir.

Os equipamentos

Tem muita atenção a todos os equipamentos que estão perto do paciente. Não deves tocar em nada e em caso de dúvida, pede a um auxiliar de saúde que te ajude.

Os horários das equipas de saúde

Verifica com a pessoa que vais tratar qual é a melhor hora disponível, para que não haja qualquer interrupção do serviço de saúde ou mesmo de visitas que queiram estar presentes.
Ao realizar sessões de Reiki nos hospitais tem em conta a tua flexibilidade nas posições e a estabilidade emocional e energética.

Algumas dicas para tratamento de Reiki nos hospitais

Acima de tudo, o mais importante será aquilo que sentes, que a energia te transmite para fazeres. Estas são apenas algumas técnicas que podes tentar praticar na sessão que realizarás.

Limpeza

Se tiveres privacidade, podes começar por primeiro limpar o espaço onde vais trabalhar, como se estivesses no teu próprio espaço.
Depois, limpa toda a aura da pessoa, como se fizesses um varrimento da energia, retirando o que está em excesso, enviando para a Terra.
Podes centrar-te na área que está afetada. Usa o Seiheki, por exemplo, para auxiliar a limpar e harmonizar toda essa área.

Restabelece a ligação energética

Avalia se existem bloqueios na pessoa, nos seus chacras e canais energéticos. Observa com maior atenção o chacra da coroa e da raiz, confirma que ficam abertos. Trabalha as mãos e os pés para que a energia circule para fora do corpo.

O tratamento

Tenta fazer o tratamento da melhor forma possível, nas posições que consigas. Muitas vezes temos que fazer primeiro um lado e depois o outro.

Reconstrução

Vai para a zona que precisa de maior tratamento. Tem em atenção que por vezes não podes colocar as mãos em toque ou mesmo afastadas, directamente em cima. Lembra-te que uma inflamação, ao receber a energia, poderá criar uma espécie de «calor excessivo», por isso vai confirmando com a pessoa como ela se sente e verifica também o desbloqueio do canal energético, para que a energia flua correctamente.

Equilíbrio emocional

Qualquer que seja a razão da pessoa estar no hospital, levará sempre a uma experiência desconfortável e por vezes traumática. Mesmo tudo o que ela passou pela doença para ali chegar, pode ser fruto de uma grande desarmonia. Tenta auxiliar a pessoa nesse aspecto, trata também o que for necessário para que ela encontre o seu equilíbrio emocional.
O Reiki nos hospitais é importante como terapia complementar, como um apoio à homeostasia da pessoa e à sua harmonia emocional e mental. É uma prática que deve ser feita com todo o respeito pelo paciente, pelos profissionais de saúde e pela instituição. Deve ir fazer este acto de doação quem esteja o suficientemente equilibrado e predisposto para tal. Nem sempre a energia no local é do melhor e mesmo o que a pessoa verá do sofrimento dos outros poderá ser bom para si. O próprio paciente também poderá estar em condições que possam abalar o terapeuta. Há que estar preparado para esse impacto.

Publicado em Deixe um comentário

Dia Mundial da Saúde com Reiki – 7 de Abril

Desde 1950 que a 7 de Abril se comemora o Dia Mundial da Saúde, que é um dia de tomada de consciência da saúde, um alerta às grandes epidemias e doenças ainda não curadas. Hoje em dia não podemos encarar a doença apenas como ausência de saúde, sendo essa meramente física. Encontramos hoje as novas dimensões do homem – o campo mental, emocional e mesmo espiritual e energético. São novos conceitos nem sempre fáceis de aceitar, muitas vezes à luz de evidência, numa área que as requer. Muitas têm sido as investigações credíveis sobre Reiki e os seus efeitos, assim como sobre as dimensões do Homem. Tudo para que melhor possamos compreender quem somos, como funcionamos e como, em caso de doença, possamos voltar a alcançar o equilíbrio.
O presidente da Usui Reiki Ryoho Gakkai, Houichi Wanami, indicava nos anos 70 que «a terapia Reiki funciona ao nível subconsciente, ajuda fortemente a melhorar a capacidade autocurativa que existe no teu corpo e tenta curar a doença ou prevenir de ficares doente». Logo por aqui vemos como é importante compreender uma outra realidade sobre a pessoa – a capacidade autocurativa, o subconsciência, a psicossomática, a energia.
Hoje, além de olharmos para as epidemias que surgem pelas condições que nós mesmos criamos em laboratórios, ou pelas condições sociais, a área da saúde precisa de se voltar para a saúde mental. Cada vez mais pessoas sofrem de ansiedade, depressão, tristeza, exaustão e não podem apenas encontrar soluções em químicos que, se por um lado ajudam, por outro lado trazem sofrimento e mais doença. Assim como a área da saúde deve unir-se e trabalhar em conjunto para a solução do Cancro. Não denegrir soluções complementares e apenas as recomendar quando nada mais há a fazer mas sim logo de início olhar para a pessoa, como uma pessoa e como um todo.
Gostava de ver a próxima celebração do Dia Mundial da Saúde sem crises nos hospitais, com maior união, consideração e aplicabilidade das medicinas tradicionais e terapias complementares. O caminho está ainda longe e da nossa parte, praticantes de Reiki, cabe fazer cada vez mais e melhor para o alcançarmos. A saúde merece ser respeitada, o nosso trabalho deve ser consciente. «Só por hoje, sou grato», pelos desafios e pela oportunidade de praticar Reiki. Que ele possa chegar a cada vez mais pessoas, para o seu equilíbrio e felicidade.

Publicado em Deixe um comentário

Documentário sobre Reiki nos hospitais com apoio da Associação Portuguesa de Reiki

No âmbito de uma cooperação europeia com René Vögtli e mais associações de vários países, incluindo a Associação Portuguesa de Reiki, foi criado um documentário sobre a prática de Reiki em hospitais. É com muita alegria que partilhamos este trabalho incrível, através de dois videos, o primeiro com o documentário completo e o segundo com uma explicação de alguns testes realizados por Claudia Möri. Este documentário foi realizado pela Reiki International Organization.

Documentário sobre Reiki nos hospitais – Unfrallkrankenhaus Berlin

Documentário com vários praticantes de Reiki suiços sobre a aplicação de Reiki nos hospitais, tendo como suporte o trabalho feito no Unfrallkrankenhaus Berlin
[su_youtube url=”https://www.youtube.com/watch?v=U39N9vC3YyE”]

Conferência dada por Claudia Möri

Conferência dada por Claudia Möri a médicos e pessoal do hospital sobre testes realizados com praticantes de Reiki onde é demonstrada a avaliação da energia.
[su_youtube url=”https://www.youtube.com/watch?v=-CxtgsVjepQ”]
 

Sobre Unfrallkrankenhaus Berlin

Apoios ao documentário

  • Accident Hospital in Berlin (attached to the Charité)
  • SwissReiki, Switzerland
  • ProReiki, Germany
  • Reiki Center, Singapore
  • The Reiki Network (international but mainly Scandinavian)
  • Associação Portuguesa de Reiki
Publicado em Deixe um comentário

Terapia Reiki na gravidez em debate nas VII Jornadas de Obstetrícia

IMG_2921
A integração da terapia complementar Reiki no pré e pós-parto foi o tema apresentado por Andreia Vieira, vogal da Direção da Associação Portuguesa de Reiki (APR), nas VII Jornadas de Obstetrícia, que decorreram na Escola Superior de Saúde do Vale do Ave, em Famalicão, nos dias 27 e 28 de novembro. Dar a conhecer como o Reiki auxilia na gravidez, durante o parto e na recuperação pós-parto, bem como nos cuidados a prestar ao recém-nascido foi o objetivo da palestra.
 
A apresentação integrou a mesa-redonda subordinada ao tema “Terapias Alternativas no Trabalho de Parto/ Pós-Parto e RN” e contou com a moderação da enfermeira Maria João Guerra, do Centro Hospitalar de São João (CHSJ), no Porto. No mesmo painel participou a terapeuta Alexandra Dias, que falou sobre as aplicações da Cromopuntura.
Durante a palestra, Andreia Vieira explicou à plateia – composta maioritariamente por enfermeiras especialistas em Saúde Materna e Obstétrica – o que é a terapia complementar Reiki, esclarecendo sobre as vantagens da sua aplicação num período de vida como a gravidez. Devido às múltiplas transformações físicas e emocionais vividas durante a gestação, é possível que as mulheres se sintam especialmente vulneráveis, pelo que o Reiki pode constituir um importante apoio, ajudando-as a desfrutar com calma, serenidade e alegria daquele que é considerado por muita gente como um verdadeiro “estado de graça”. A terapeuta e mestre de Reiki esclareceu ainda que esta é uma terapia complementar e não alternativa, pelo que não substitui os cuidados de saúde convencionais. Ao mesmo tempo, trata-se de uma terapia não invasiva e sem contraindicações, podendo ser utilizada com segurança durante a gravidez e mesmo em recém-nascidos.
Na mesma ocasião foi divulgado o projeto Barrigas com Reiki, iniciativa que Andreia Vieira promove na sede da APR, através de encontros quinzenais com grávidas e acompanhantes, com vista à integração da terapia complementar e filosofia de vida Reiki durante a gestação.
 
VII Jornadas de Obstetrícia
As VII Jornadas de Obstetrícia incluíram outros momentos de reflexão e partilha, nomeadamente, a mesa-redonda sobre “Violência Obstétrica Institucional – Estratégias para redução das intervenções obstétricas”, tendo participado Diogo Ayres, obstetra do CHSJ, Sónia Brandão e Sofia Rodrigues, ambas enfermeiras especialistas em Saúde Materna e Obstétrica do CHSJ e Centro Hospitalar de Setúbal, respetivamente.
Outra das mesas-redondas versou  sobre “Qualidade e Segurança na Assistência à Grávida no Parto – Reestruturação da Rede Hospitalar” e contou com as apresentações de Álvaro Moreira, do conselho de administração da Entidade Reguladora da Saúde (ERS), Francisco Ramos, ex-secretário de Estado da Saúde e Vítor Varela, presidente do colégio da especialidade de Saúde Materna e Obstétrica da Ordem dos Enfermeiros.
av1
mesa1
cartaz_final
 

Publicado em Deixe um comentário

Reiki – Terapia Complementar no Sistema de Saúde é mais um prémio Hayashi de Investigação Reiki 2014

Reiki: Terapia Complementar no Sistema de Saúde Monografia realizada no âmbito do Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas
Érica Cavalcanti Cardoso 2013
A Erica Cardoso contactou a Associação Portuguesa de Reiki em 2013 com o intuito de receber apoio de documentação para fundamentar o seu trabalho. Graças à sua persistência e dedicação, o resultado foi uma nota de 17 valores nesta monografia. É assim uma laureada do prémio Hayashi de Investigação Reiki, em 2014.
porto
Resumo
O Reiki é uma terapia complementar que vem demonstrando grandes benefícios quando utilizadas como auxílio no tratamento de diversas enfermidades, acredita-se que o Reiki através de métodos simples de imposição de mãos em áreas específicas do corpo é capaz de equilibrar a energia natural, levando o corpo a caminhar naturalmente para um estado de saúde. A palavra Reiki é dividida em duas partes, REI “ a energia do universo”, onde estão inseridos todas as coisas e KI “energia vital” a energia que dá vida ao corpo. A terapia do Reiki vem adquirindo cada vez mais praticantes em todo o mundo, inclusive em Portugal. O Reiki inicialmente era praticado por pessoas leigas, fora do círculo de tratamento de saúde sendo praticado em hospitais por ação de voluntários, com os inúmeros relatos dos efeitos benéficos, o Reiki passou a ganhar a notoriedade da classe médica onde cada vez mais surgem adeptos desta terapia. Estudos científicos estão sendo desenvolvidos em busca de respostas fisiológicas que justifiquem os efeitos demonstrados pelo Reiki. Este trabalho busca relatar o que se conhece sobre a história, a teoria e a prática, bem como dar uma visão geral do estado da investigação do Reiki e incluindo seu alcance nas diversas áreas da saúde. Com objetivo de divulgar e entender a importância do Reiki como terapia integrativa complementar.
[su_button url=”https://www.associacaoportuguesadereiki.com/reiki-terapia-complementar-sistema-de-saude/”]Ler o PDF[/su_button]
 

Publicado em Deixe um comentário

Sessões de Reiki na Delegação Norte da Associação Alzheimer Portugal

A Delegação Norte da Associação Alzheimer Portugal estabeleceu um protocolo com o Núcleo do Porto da Associação Portuguesa de Reiki (APR),disponibilizando um novo serviço para os seus associados: sessões de Reiki para cuidadores e também para as pessoas com demência. 

A sessões são gratuitas para os associados. Quem desejar usufruir deve entrar em contacto:


ConalzheimerPortugal logotactos Delegação Norte Alzheimer Portugal
geral.norte@alzheimerportugal.org 
Telf: 22 606 68 66
Núcleo do Porto da APR
Coordenadores: Sónia Gomes e Armando Ferraria

Telemóvel: 22 609 97 23/91 262 03 32

E-mail: nucleodoportoapr@gmail.com

Site: http://nucleodoportoapr.blogspot.com

Morada: Spaso Zen – Rua do Campo Alegre, 1256, 4150-174 Porto

 

Publicado em Deixe um comentário

Núcleo de Santa Maria da Feira lança Projeto de Reiki na Fibromialgia e na Síndrome de Fadiga Crónica

Iniciamos este mês um novo Projeto de Reiki em parceria com o Núcleo de Fibromialgia e Síndrome de Fadiga Crónica de Santa Maria da Feira, proporcionando terapia Reiki gratuita aos utentes deste Núcleo. 
 
Agradecemos aos utentes do Núcleo por este convite, em especial à  coordenadora Eva Francisca, pela recepção e carinho.
 
Desejamos que este projeto possa trazer maior bem-estar aos utentes.
Seguem as fotos do primeiro encontro.



As nossas voluntárias do Projeto (Regina e Cláudia)

 

 

 

 

Só por hoje, somos gratos! _/\_
Artigo publicado no blog do Núcleo de Santa Maria da Feira da Associação Portuguesa de Reiki – Reiki em Movimento
Publicado em Deixe um comentário

Aplicação de Reiki e cromoterapia em colaboradores do conjunto hospitalar do Mandaqui

INTRODUÇÃO:
O corpo do voluntariado do Hospital do Mandaqui foi criado para prestar um serviço social e de humanização aos pacientes de todas as áreas do hospital. Sua atuação compreende todas as áreas hospitalares, incluindo o Ambulatório de Especialidades. Neste, iniciou-se um trabalho de aplicação de Cromoterapia e Reiki em pacientes ostomizados, obesos mórbidos, portadores de hepatite C e seus familiares. Diante dos resultados positivos relatados pelos mesmos, decidiu-se ampliar o atendimento também aos colaboradores desta unidade. O Reiki é reconhecido pela Organização Mundial da Saúde como prática terapêutica vibracional. A Cromoterapia é uma ciência que usa a cor para estabelecer o equilíbrio e a harmonia do corpo, da mente e das emoções.
JUSTIFICATIVA:
O estresse vivenciado dia-a-dia pelos profissionais da saúde, acabam comprometendo seu desempenho profissional e, também, sua saúde sob vários aspectos. Os resultados positivos alcançados através do Reiki e Cromoterapia com os pacientes e familiares do Ambulatório, desencadeou essa proposta de trabalho voltada aos colaboradores do C.H.M.
OBJETIVO:
Oferecer aos colaboradores a possibilidade de utilização de terapias alternativas complementares nos tratamentos de saúde.
METODOLOGIA:
Os colaboradores são encaminhados por médicos ou psicólogos do C.H.M. e agendam horário, num total de 10 sessões. Foi criada uma sala especialmente ambientada para a prática dessas terapias, com som ambiente, essências de aromas suaves, macas e cadeiras visando o conforto e relaxamento dos colaboradores.
CONSIDERAÇÕES FINAIS:
Espera-se que os funcionários possam equilibrar as energias do corpo, gerando um bem estar físico e emocional e, com isso, lidar melhor com o estresse vivido no ambiente de trabalho.
Fonte: redehumanizasus
f_93312

Publicado em Deixe um comentário

Reiki um ponto de partida para a medicina integrativa

O Dr. Robert Schiller inicia este artigo com um caso prático – uma médica que atende um paciente, com dores frequentes de cabeça e costas e com episódios frequentes de gripe e tosse. Apesar de estar a ser acompanhado por um acupuntor, não tem tido sinais de melhoras. O desconhecimento da médica por parte de terapias complementares deixa o paciente e a própria médica, frustrados, além da terapêutica recomendada não parecer uma resposta satisfatória para ambos.
Neste artigo, o Reiki é demonstrado como uma das terapias válidas para a medicina integrativa.
guia-reiki-medicina-integrativa

Reiki um ponto de partida para a medicina integrativa

Este artigo está disponível para os associados com quotas em dia, da Associação Portuguesa de Reiki.
LER O PDF
Caso se pretendam associar, podem ir a esta página…

Notas da Associação Portuguesa de Reiki

Este artigo deve ser encarado com bastante seriedade por parte dos Mestres e Terapeutas de Reiki. Ele indica-nos vários aspetos:

  1. A correlação do Reiki com a Medicina Integrativa
  2. O enquadramento do Reiki
  3. A necessidade de experiência e a validade da formação
  4. A responsabilização
  5. A necessidade de a ciência encontrar novos instrumentos de avaliação
  6. Os benefícios que o Reiki traz a quem os pratica
  7. A experiência que o pessoal médico deve ter, para poder também recomendar

Um praticante que queira ter uma aproximação profissional, deve ter experiência – tempo e vivência. São muitos os tipos de situações a lidar que requerem o nosso próprio crescimento pessoal, além do crescimento como Ser (espiritual). Situações exigente não devem ser menosprezadas e o atendimento ao utente e cliente deve ser mais elaborado.
Aconselhamos também a leitura e prática do código deontológico e da NP-TCR01.
Tradução: João Magalhães, Associação Portuguesa de Reiki
www.associacaoportuguesadereiki.com

Publicado em Deixe um comentário

Palestra no Nucleo da Associação Myos de Santa Maria da Feira

A convite da coordenadora Eva Francisca, do Núcleo de Fibromialgia e Fadiga Crónica de Santa Maria da Feira, da Associação Myos, o núcleo de Santa Maria da Feira, através da coordenadora Cátia Duque, realizou uma palestra para os seus utentes, na Junta de Freguesia da Feira.
Este núcleo apoia os doentes diagnosticados com Fibromialgia e Fadiga Crónica e desta forma mostraram interesse em conhecer mais sobre a terapia de Reiki e os seus benefícios sobre esta doença.
Seguem algumas fotos do encontro
Somos gratos por este convite e ficamos contentes pelas reações positivas que os utentes mostraram em relação à terapia.
Publicado em Deixe um comentário

Núcleo de Cascais leva Reiki a escola secundária

cascais2
O Núcleo de Cascais da Associação Portuguesa de Reiki (APR) participou hoje, dia 4 de fevereiro, no evento promovido pela Escola Secundária de Cascais para assinalar o Dia Mundial da Luta Contra o Cancro. A coordenadora do Núcleo, Cidália Godinho, falou sobre as vantagens do Reiki no tratamento da doença oncológica, a que se seguiu uma demonstração da terapia.
Cidália Godinho explicou o que é Reiki, de que forma se transmite e quais as suas vantagens, tendo referido também especificamente os benefícios da administração desta terapia complementar em doentes oncológicos, nomeadamente, a mais fácil aceitação da doença, o pensamento positivo, o aumento da confiança em si próprio e na equipa de saúde, entre outros.
No encontro participaram cerca de 70 alunos, na maioria a frequentarem o 12.º ano de escolaridade. No final, muitos foram os que quiseram experimentar a terapia complementar Reiki, tendo sido realizadas 16 demonstrações por Cidália Godinho, Jorge Oliveira e Andreia Vieira. Muitos conheciam já o Reiki através familiares que o praticam, mas mesmo assim não quiseram deixar passar a oportunidade de receber uma sessão. Todos corroboraram os efeitos relaxantes do Reiki, referindo o bem-estar que sentiram durante a demonstração.
O evento foi organizado pelas turmas do Curso Profissional de Técnico de Organização de Eventos daquela escola e destinou-se a sensibilizar os alunos e restante comunidade escolar para o tema. Além da palestra sobre Reiki houve também apresentações da responsabilidade da Liga Portuguesa Contra o Cancro e da Associação Portuguesa de Doentes da próstata, uma colheita de sangue e ainda uma exposição de cartazes alusivos ao tema.
 
2014-ano-da-juventude-positiva-m2014 -Ano da Juventude Positiva
A presença na Escola Secundária de Cascais serviu ainda para o lançamento do tema de trabalho da APR para este ano, que irá ser dedicado aos mais novos: 2014 -Ano da Juventude Positiva. A apresentação do tema foi feita por Andreia Vieira, dos Órgãos Sociais da APR. Ciente da necessidade de apoiar os jovens no seu percurso e processo de autoconhecimento, a  APR decidiu dedicar-lhes este ano, promovendo diversas iniciativas junto de escolas ou grupos de jovens que mostrem interesse em enveredar pelo caminho do Reiki como ferramenta de conhecimento interior e obtenção de equilíbrio. Mais informações aqui.
A APR agradece o convite para participar neste evento à professora Mariana Marques, bem como a todos os alunos que de forma tão generosa se envolveram na experiência de sentir o Reiki. Só por hoje, somos gratos!
cascais1
 
cascais4
cascais5
Da esquerda para a direita: Andreia Vieira, Jorge Oliveira e Cidália Godinho

Publicado em Deixe um comentário

Debate sobre Reiki e acupunctura promovido pela ADL

reiki-enfzilda
Realizou-se no dia 29 de janeiro a 6.ª Reunião de Inverno da Associação de Apoio aos Doentes com Leucemia e Linfoma (ADL), desta vez subordinada à importância do Reiki e da acupunctura nos doentes oncológicos. O encontro teve lugar no Auditório do Centro de Investigação Médica da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto e contou com a participação de diversos profissionais de saúde que partilharam o seu testemunho sobre o recurso às terapias complementares em debate.
A reunião visou analisar os benefícios das Medicinas Complementares na vida dos doentes oncológicos, com destaque para os resultados do contributo do Reiki nos doentes de Hemato-Oncologia do Centro Hospitalar de S. João (CHSJ), no Porto. Presentes estiveram cerca de 200 pessoas, entre doentes hemato-oncológicos, familiares, amigos e profissionais de saúde, que encheram o auditório e mostraram grande interesse pela temática.
Coube à enfermeira aposentada do CHSJ e também Mestre de Reiki Zilda Alarcão falar sobre o projeto de investigação que levou a cabo naquele hospital e que veio demonstrar os benefícios do Reiki na diminuição do sofrimento associado à ansiedade e à dor em doentes hemato-oncológicos. Zilda Alarcão é coordenadora e responsável pelo desenvolvimento do projeto de voluntariado de terapia Reiki que, em conjunto com a ADL e em parceria com a Associação Portuguesa de Reiki (APR) está, desde 2012, a ser aplicado em doentes do Serviço de Hematologia Clínica do CHSJ. Na sua apresentação, a responsável frisou que além de ter sido criado um protocolo interno de funcionamento do voluntariado Reiki no CHSJ, é também seguido o Código de Ética Profissional para Terapeutas Reiki da APR.
 
Testemunhos de enfermeiros e doentes
Além de Zilda Alarcão, estiveram presentes e deram o seu testemunho os enfermeiros terapeutas de Reiki Raquel Mendes, Cláudia Casal, Luís Silva, Cristiana e Lisete Veríssimo. Todos colaboram como voluntários no projeto de terapia Reiki, o qual está limitado a doentes hemato-oncológicos em ambulatório. No final, coube à enfermeira Raquel Mendes a apresentação sobre “Ser Terapeuta de Reiki”, que passou também em revista a história do Reiki, os seus Cinco Princípios, entre outros temas.
Também na sessão participaram diversos doentes que beneficiaram das vantagens do Reiki e aceitaram dar o seu testemunho publicamente:
“Quando recebo Reiki sinto paz, tranquilidade e energia muito positiva. Enquanto lá estou é muito bom e recomendo a todas as pessoas.” – Hortênsia
“Consegui o equilíbrio que não tinha e que estava a ter dificuldade em resgatar. Destaco o relaxamento e a ajuda nas questões emocionais.” – Joaquim Gomes
“São momentos muito bons. Considero as sessões bastante úteis para pessoas que passam por isto , devia até ser obrigatório.” – José Moutinho
“De cada vez que tinha Reiki sentia um alívio, uma forma mais leve de encarar o futuro, a ideia de que a vida vai correr bem. É pena que as pessoas não tenham acesso a isto mais vezes.” – Helena
 
Participantes na reunião
A introdução à reunião foi feita por José Eduardo Guimarães, diretor do Serviço de Hematologia do CHSJ, a que se seguiu a apresentação “As Medicinas Complementares e Alternativas em Portugal. Que futuro?”, por Jaime Fonseca, professor universitário do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas – Universidade Técnica de Lisboa (ISCSP-UTL), interessado nesta área de investigação.
A “Acupunctura na dor Oncológica” foi outro dos temas em debate, apresentado anestesista Alice Cardoso, que chefia a Equipa Intra-Hospitalar de Cuidados Paliativos do Centro Hospitalar de Lisboa Central (CHLC). A médica partilhou a sua experiência de trabalho com doentes nesta área da medicina complementar.
A reunião foi moderada pela médica Fátima Ferreira, presidente da ADL, tendo contado ainda com a participação do hematologista Joaquim Andrade, que abordou “O bom senso e a Ciência”.
 

Publicado em Deixe um comentário

Núcleo do Fundão no IV Encontro Nacional de Reiki

ENR1
Sob o lema “O Reiki e a Saúde”, decorreu no dia 26 de janeiro, em Fátima, o IV Encontro Nacional de Reiki organizado pela Ordem da Pomba e no qual a Associação Portuguesa de Reiki esteve representada pelo Núcleo do Fundão. As coordenadoras do núcleo,  Cristina Afonso e Paula Roque, apresentaram a sua experiência de voluntariado Reiki no Hospital do Fundão.
Outras associações estiveram presentes além da APR: Lux Vitae, Associação Portuguesa de Reiki Essencial e Espaço Reiki Luz. Foi uma tarde de trabalho profícuo, em que cada associação falou dos seus projetos e casos, numa salutar troca de experiências que enriquem o conhecimento e divulgação do Reiki.
O Núcleo do Fundão apresentou o tema “A Prática do Reiki no Hospital do Fundão”, dando conta de como iniciaram e estão a desenvolver o projeto de voluntariado, a saber:
-Proposta de protocolo apresentado à Direção do Centro Hospitalar acreditando que havia abertura
-Criação de equipa de voluntários: Escolha com rigor, Formação (todos os voluntários fizeram a Formação de Voluntariado Reiki em Hospitais, Acompanhamento da equipa e Avaliação)
– Consultas semanais – 6 por semana
– Avaliação: Relatórios trimestrais apresentados à Direção do Centro Hospitalar
Explicaram também como decorre esta consulta de para o público em geral, sendo que se trata da primeira vez que muitas daquelas pessoas vão experimentar esta terapia complementar; verifica-se abertura para outro estilo de vida e nota-se uma maior aceitação por parte dos utentes, porque se trata de um hospital. Por seu turno, os utentes sentem que atingiram os objetivos. Até este momento, foram já realizadas cerca de 90 consultas, havendo lista de espera até maio.
Voluntários: importância e profissionalismo
Na união está a força entre medicina alopática e terapias complementares. As coordenadoras do Núcleo do Fundão mostraram que há abertura no setor de saúde em Portugal para a realização destas parcerias: Razão para dizer: “Venham mais Projetos!”
Os restantes temas seguiram o mote do encontro e todos mostraram de forma inequívoca a importância de existirem projetos de Reiki no âmbito da Saúde. O Reiki em crianças com hiperatividade – um estudo em meio escolar – Associação Portuguesa de Reiki Essencial, A Luz Vitae apresentou a Experiência de 5 anos de voluntariado com crianças hospitalizadas. E o Espaço Reiki Luz falou sobre a Importância da Auto cura e a Responsabilização de cada um pelo Estado de Saúde. Foi uma tarde de trabalho em cheio entre pares, razão por que agradecemos à Ordem da Pomba a iniciativa e o convite.
ENR3
 

Publicado em Deixe um comentário

Reiki para Alzheimer – Reiki apoia pacientes com doença de Alzheimer e demência relacionada

Asquith Hall lar de idosos em Todmorden , Lancashire, especializado no cuidado e tratamento da doença de Alzheimer e demência relacionada (ADRD). Num movimento orientado a pacientes e apoiado por médicos residentes, o Reiki foi introduzido como forma do lar explorar os benefícios de tratamentos complementares para ajudar a aliviar os sintomas dos seus pacientes.
Muitos lares estão a voltar-se para terapias complementares para aliviar alguns dos muitos desconfortos, tanto físicos quanto emocionais, que são característicos de doenças que envolvem a perda de memória. Estes tipos de tratamentos holísticos não se destinam a substituir os medicamentos tradicionais, que são vitais para o tratamento de pessoas que sofrem de demência, mas pode complementar tratamentos existentes, ajudando a reduzir a depressão, stresse e ansiedade.

Reiki para Alzheimer – Porque Reiki?

“Nós entendemos que muitas pessoas podem ser críticas em relação aos tratamentos mais ” alternativos”, no entanto, agora ele está a ser aplicado em hospitais e hospícios e as evidências mostram que está provado para aliviar o stress. Então, nós sentimos que é no melhor dos interesses dos nossos pacientes, oferecer esta terapia que até agora tem tido um grande sucesso”, diz Barry Potton , dono de Asquith Hall.
O principal objectivo do Reiki é reduzir o stress, ansiedade e depressão, que são sintomas associados à demência e Alzheimer. Este, por sua vez, parece ajudar os pacientes a verbalizar as áreas de dor física, que podem ser abordadas e tratadas.
Asquith Hall atualmente pratica outras terapias complementares para auxiliar no bem-estar geral dos seus residentes.
Janet Thompson , Gerente, explicou ao CHO que foi descoberto durante a terapia História de vida que um casal de pacientes tinham sido Mestres de Reiki e que alguns familiares tinham utilizado terapias complementares, por isso foi uma progressão natural oferecer vários tratamentos.
Um tipo mais inconvencional de terapia é a terapia do canto, que é usada com a intenção de melhorar a memória e construção da auto-estima. “As pessoas com demência podem ter dificuldades em lembrar-se de coisas, mas a cantar uma música parece muito mais fácil para os pacientes”, disse Janet .
Alguns dos funcionários têm também formação no uso de velas Hopi, na orelha, e Massagem indiana na cabeça.
Asquith Hall orgulha-se em fornecer terapias holísticas e alternativas não oferecidas por outras casas de saúde. Reiki, terapia de história de vida e terapia de canto são apenas alguns dos métodos utilizados para melhorar a vida dos residentes. Para mais informações sobre os serviços e cuidados dispensados ​​em Asquith Salão visite o seu site em www.asquithhall.co.uk
Asquith Hall Nursing Home
Fonte: CHO
Tradução: João Magalhães (APR)

Sempre que copiar este artigo forneça as fontes.

Publicado em Deixe um comentário

Escola associada da APR leva Reiki a hospital e a crianças

reiki1
Dois interessantes projetos de Reiki estão a ser desenvolvidos no Norte, graças à iniciativa de Joaquim Antas, sócio da Associação Portuguesa de Reiki. Um dos projetos leva, há um ano, Reiki  ao Hospital de Santo António, no Porto. O outro permite que crianças de oito escolas do concelho de Vila Nova de Gaia contactem com esta terapia complementar, desde 2011.  Joaquim Antas fala-nos um pouco sobre os dois projetos.
Continuar a ler Escola associada da APR leva Reiki a hospital e a crianças

Publicado em Deixe um comentário

Médica-cirurgiã quer levar terapia reiki ao hospital de Pombal

Terapia Reiki como projeto no Hospital Distrital de Pombal, uma proposta

O núcleo de Pombal da Associação Portuguesa de Reiki quer desenvolver um projecto de voluntariado de consultas gratuitas de terapia complementar no Hospital Distrital de Pombal. O anúncio foi feito durante uma sessão pública de esclarecimento sobre o Reiki, realizada sábado à tarde no mini-auditório do Teatro-Cine de Pombal.
nucleo Reiki Pombal
Segundo Elsie Lopes, Assistente Hospitalar de Cirurgia Geral naquela unidade hospitalar, que integra o Centro Hospitalar de Leiria, o projecto já foi apresentado estando a aguardar pela “luz verde” por parte da direcção clínica e do conselho de administração.
O objectivo principal passa por levar o “bem-estar dos doentes através do relaxamento, equilíbrio emocional mental e físico” proporcionando uma “redução e alívio da dor” com “serenidade, auto consciencialização, diminuição do stress, ansiedade, sofrimento e medos”.
O projecto, já implementado em outros hospitais do país, terá como público-alvo “todos os pacientes internados ou em regime de ambulatório, seus familiares e cuidadores, bem como a pessoas que colaboram nos diferentes serviços da instituição”.
Elsie Lopes, que juntamente com Sónia Godinho, criou o núcleo de Pombal da Associação Portuguesa de Reiki, enaltece a importância daquela forma de terapia “ministrada através do toque, promovendo um processo de bem-estar a nível físico, mental emocional e espiritual”.
No entender daquela médica-cirurgiã, “com o avanço dos tempos e das tecnologias” as pessoas deixaram de manter “laços estreitos com os seus médicos” pelo que “o Reiki vai trazer a humanização e estreitar a relação com os doentes”.
Até porque, segundo Elsie Lopes, a “medicina está aberta a novas terapias complementares” e a “novas formas de estar e de pensar a espiritualidade”.
Aquela terapeuta refere, ainda, que “os estudos têm demonstrado bastante sucesso no bem-estar dos doentes” designadamente os oncológicos. “A pessoa relaxa e isso provoca diminuição da corrente sanguínea, a oxigenação melhora e isso produz um estado de relaxamento profundo e de bem-estar”, afirma.
Referindo que “o toque, o carinho, o amor acalma-nos” até porque “transmite calor, serenidade e cura”, aquelas formadoras e terapeutas de Reiki pretendem com o núcleo. recém criado em Pombal, “espalhar os saberes, a vontade e a filosofia de vida à comunidade”.
Para além do testemunho do terapeuta Rui Pinhão junto de doentes de Alzheimer, aquela sessão pública contou com a intervenção de vários reikianos que transmitiram as suas experiências com aquela terapia.
Fonte: Notícias do Centro

Publicado em Deixe um comentário

Reiki no SNS


No dia 9 de Março de 2013, sábado, o Reiki entrou, em regime  de voluntariado nos Cuidados Primários do Serviço Nacional de Saúde.

Reiki no SNS

Depois da publicação de um artigo sobre Reiki no boletim da Unidade de  Saúde Familiar de Buarcos, na Figueira da Foz, foi proposto aos utentes que existiriam, de modo gratuito, aos sábados de manhã,  terapias de Reiki proporcionadas por mim e, posteriormente, com a colaboração de Patrícia Oliveira.
No primeiro dia foram atendidos três pacientes numa sala cedida pela USF, com resultados muito satisfatórios, expressos pelos pacientes. Com uma semana de intervalo, retomámos as terapias no sábado dia 23 de Março, novamente com 3 pacientes, em que um deles já tinha deixado marcação no atendimento após a primeira sessão.
Não querendo  descrever as situações abordadas e dos resultados obtidos, a verdade é que já existem marcações para dia 6 e dia 13 de Abril, constituídas maioritariamente por pacientes das primeiras sessões.
A experiência está a ser aliciante e, se é verdade que o futuro é o dia a dia, penso que esta entrada, em termos de voluntariado, do Reiki nos Cuidados Primários do Serviço nacional de Saúde, é uma realidade que está em muito bom caminho.
Não posso deixar de agradecer à Coordenadora da USF, Drª Elisabete Neto, e a toda a equipa do atendimento, a disponibilidade demonstrada para esta realidade, e à Patrícia Oliveira pela forma experiente, sentida e eficaz com que tem contribuído para o sucesso das terapias
Fonte: AHCravo

Publicado em Deixe um comentário

Reiki é apontado por pesquisa como técnica que traz vantagens reais à saúde, além do efeito psicológico

REIKI NAS MÃOS DA CIÊNCIA

Reiki é apontado por pesquisa como técnica que traz vantagens reais à saúde, além do efeito psicológico.

Reiki nos hospitaisA evolução da tecnologia e o recente despertar da comunidade científica para um conceito mais abrangente de saúde — a meta é viver bem, e não somente debelar males — fizeram o reiki ganhar a atenção dos pesquisadores. Na americana Universidade de Virginia, por exemplo, uma revisão sobre sua influência na contenção da dor em pacientes com câncer ressaltou os resultados positivos. “São necessários levantamentos adicionais para confirmar os achados, mas a princípio o reiki foi bastante eficiente na redução do incomodo”, concluíram os autores.
Mas será que ele ajudaria a combater o tumor em si? Segundo um trabalho do psicobiólogo Ricardo Monezi, da Universidade Federal de São Paulo, provavelmente sim. Ele aplicou o reiki em ratos e, na sequência, analisou suas células de defesa. “Em comparação com o grupo de controle, esses animais apresentaram um sistema imune mais agressivo contra a enfermidade. E nem precisamos falar que bichos não acreditam em reiki”, ironiza. Verdade que o nosso organismo não é idêntico ao de roedores, contudo está aí um indicativo do poder da imposição de mãos.
O simples fato de crer que determinado procedimento acarretará uma melhora na saúde já leva o corpo a ter reações positivas. Por isso mesmo, em estudos sobre reiki com seres humanos, o desafio é justamente diferenciar o chamado efeito placebo de resultados reais. Em outras palavras, verificar se a prática incrementa a saúde por si só ou se um achado favorável é fruto apenas da força da imaginação.
Com isso na cabeça, Ricardo Monezi decidiu testar o verdadeiro potencial da técnica no alívio da tensão. Ele separou vinte e cinco idosos estressados para serem cuidados por terapeutas especializados em reiki. Outros vinte e cinco senhores na mesma situação receberiam, digamos, uma terapia falsa — os aplicadores simulavam os gestos e as posições das mãos, mas não haviam sido treinados e nem conheciam direito o reiki. Detalhe: nenhum dos participantes sabia da diferença entre os grupos. “Essa precaução evita que o placebo interfira nos dados encontrados, já que ambas as turmas imaginam estar recebendo reiki, quando somente uma está recebendo para valer”, arremata Monezi.
Depois de oito sessões, Monezi analisou as estatísticas. Parece incrível, mas, embora todos os voluntários tenham relaxado, aqueles tratados por mestres de reiki relataram uma tranquilidade maior e duradoura. Além disso, os músculos da testa desse pessoal ficaram menos rígidos, outro sinal de que o nervosismo foi aplacado. Aliás, apesar de a avaliação ter sido realizada em indivíduos na terceira idade, é provável que jovens apresentem resultados similares.
Apoiados em uma metodologia parecida com essa, investigadores da Universidade de Granada, na Espanha, notaram que sujeitos hipertensos atenuaram o quadro com sessões regulares de reiki. “Também há trabalhos com diabete, epilepsia, depressão…”, conta Monezi. “É óbvio que precisamos de mais informações, porém, ao que tudo indica, a técnica provoca bem-estar em vários níveis”, defende. A médica Sandra Caires Serrano, diretora do Serviço de Cuidados Paliativos do Hospital A.C. Camargo, na capital paulista, completa: “O que ainda não se conhece é a forma como isso ocorre”.
Certas teorias mencionam uma energia eletromagnética que seria canalizada pelos terapeutas. Outras sugerem que a física quântica estaria envolvida nesse fenômeno. Independentemente disso, o fato é que alguns pontos-chave do corpo, onde os cuidadores devem colocar as mãos durante uma sessão de reiki — os chacras —, coincidem com importantes glândulas. E talvez, só talvez, a energia atue nesses órgãos, ocasionando um equilíbrio geral.
ALTERNATIVA OU INTEGRATIVA?
O sucesso do reiki não justifica, sob nenhuma hipótese, seu uso no lugar da medicina tradicional. “O ideal é integrá-lo com abordagens convencionais”, reforça Plínio Cutait, coordenador do Núcleo de Cuidados Integrativos do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Caso contrário, você corre o risco de não receber o tratamento adequado para um problema e, então, complicar-se sem necessidade. E isso, parece claro para todos, também está comprovado pela ciência.
Fonte: http://saude.abril.com.br/

Publicado em Deixe um comentário

Reiki com aceitação "muito boa" no Hospital do Fundão

Reiki no Hospital do Fundão

Zemanta Related Posts Thumbnail
Começou na passada sexta-feira, dia 6 de setembro, o projeto de Reiki no Hospital do Fundão, promovido em regime de voluntariado pelo Núcleo da Associação Portuguesa de Reiki (APR) daquela localidade. Segundo as coordenadoras do Núcleo, Cristina Afonso e Paula Roque, “a aceitação foi muito boa”, de tal forma que realizaram as seis consultas disponíveis para o dia, estando prevista idêntica adesão na próxima semana, tendo em conta as marcações já efetuadas.
 
A acompanhar as responsáveis do Núcleo estiveram Patrícia Aguilar, a quem antecipadamente havia sido dada formação de voluntariado Reiki, e Fátima Gonzalo, que facultou apoio ao Núcleo desde o início do projeto. Paula Roque e Cristina Afonso sublinham ” o profissionalismo com que o Hospital encarou este projeto”, nomeadamente, por ter sido “elaborada uma lista para as marcações das consultas às quais atribuíram um código de consulta de Reiki, entrando no sistema de marcações do hospital, como qualquer outro tipo de consulta”. Isto permitirá também ao hospital ter números exatos, sendo que há o interesse por parte da instituição de “fazer análise dos dados estatisticamente”.
Para as consultas de Reiki, o Hospital disponibilizou dois gabinetes, ambos com marquesa, os quais estavam devidamente identificados no corredor com placas onde se lia “REIKI – Consultas Reiki FND”  [FND – Fundão]. “As equipas do hospital excederam as nossas expectativas, desde o guiché das marcações, ao gabinete de comunicação até à D. Lucrécia Nunes, da Direção que está responsável no hospital do Fundão por este projeto”, acrescentam as coordenadoras do Núcleo.
Tendo em conta a adesão registada, é possível que venha a ser necessário alargar a equipa de voluntários , a quem também deverá ser dada formação adequada “como condição essencial”.
O Hospital do Fundão integra, juntamente com o Hospital de Pêro da Covilhã, o Centro Hospitalar de Cova da Beira (CHCB). De realçar que o CHCB está certificado como Centro Médico Académico pela Joint Commission International, comissão norte-americana que controla a qualidade de hospitais em todo o mundo.

reiki-no-hospital-fundao
CONTACTOS
Núcleo do Fundão – APR
Paula Roque / Cristina Afonso
Telemóveis 96 81 03 441 / 96 10 10 332
Email: nucleofundaoapr@gmail.com
Morada:Av. Eugénio de Andrade, Lt 35 – Lj1 6230-291 Fundão
Hospital do Fundão
Avenida Adolfo Portela
6230-288 Fundão
Tlf.: 275 330 000 ext.18410 e 18411
www.facebook.com/centrohospitalarcovadabeira
www.chcbeira.pt
Publicado em Deixe um comentário

Reiki no Hospital do Fundão

Reiki no Hospital do Fundão

Arrancou a 6 de Setembro o projeto de Reiki no Hospital do Fundão. Esta é uma iniciativa orientada pelo núcleo de Reiki do Fundão, da Associação Portuguesa de Reiki, com as coordenadoras Paula Roque e Cristina Afonso.
Reiki no Hospital do Fundão
O projeto Voluntariado Reiki, do Núcleo Regional da Associação Portuguesa de Reiki (APR), vai possibilitar que você experiencie sessões de Reiki gratuitas, no Hospital do Fundão. Esta terapia é dirigida a todos os que estiverem interessados, colaboradores e doentes. Para poder usufruir deste tratamento, deverá deslocar-se ao balcão de informações da consulta externa (HF), e inscrever-se. As sessões de reiki, funcionarão às Sextas-feiras, durante o período das 16:00 às 18:00
[box type=”download”]Podem ler o flyer desta iniciativa, realizado pelo Hospital do Fundão aqui: flyer Projeto Voluntariado Reiki[/box]
Este projeto é possível graças à capacidade, simplicidade, prática e profissionalismo das coordenadoras do núcleo. A prática de Reiki no Hospital exige esse espírito e postura. Os nossos parabéns por levarem esta terapia complementar a quem mais precisa e por iniciarem um projeto inovador. Os nossos parabéns também ao Hospital do Fundão pelo espírito aberto, inovação e olhar atento aos seus pacientes e colaboradores que poderão usufruir do Reiki.

Contactos

[box type=”info”]
Hospital do Fundão
Avenida Adolfo Portela
6230-288 Fundão
Tlf.: 275 330 000 ext.18410 e 18411
www.facebook.com/centrohospitalarcovadabeira
www.chcbeira.pt
APR núcleo do Fundão
Paula Roque / Cristina Afonso
Telemóveis 96 81 03 441 / 96 10 10 332
Email: nucleofundaoapr@gmail.com
Morada:Av. Eugénio de Andrade, Lt 35 – Lj1 6230-291 Fundão
[/box]
Hospital da Cova da Beira
 
 

Publicado em Deixe um comentário

Reiki em hospital americano

Reiki é apresentado como uma prática complementar no South County Hospital. A prática de Reiki em hospital é uma oferta cada vez mais disponibilizada nos hospitais pois é eficiente e de baixo custo.
South County Hospital
Serviço complementar para pacientes no South County Hospital. Para requerer um tratamento de Reiki, pergunte à sua enfermeira ou ligue para  401 788-1981.
Corridor in the South County Hospital
Reiki é uma técnica manual para redução do stress para a mente e corpo. Pesquisas sugerem que o Reiki pode ajudar a diminuir a dor e ansiedade assim como melhorar o sono, apetite e acelerar o processo de cura dos pacientes.
Como o Reiki actua?

  • No seu aspecto mais simples, Reiki relaxa o corpo, mente e espírito, assim como suporta o processo de cura que é benéfico para muitas condições.
  • Reiki é aplicado através de um toque suave durante a sessão. As mãos do praticante tocam levemente as áreas do corpo incluindo cabeça, ombros, pernas e pés.

Voluntários praticantes certificados

  • South County Hospitalcertificou os praticantes disponíveis para providenciar tratamentos em todas as unidades de internados no hospital.
  • Os tratamentos de Reiki são complementares para os pacientes do South County Hospital. As sessões durante entre 10-20 minutos.

Para requerer um tratamento de reiki, peça à sua enfermeira ou lige para a linha 401 788-1981.
[box]
Fonte: Schospital.com
South County Hospital
100 Kenyon Avenue | Wakefield, RI 02879 | (401) 782-8000[/box] [box]100 Kenyon Avenue | Wakefield, RI 02879 | (401) 782-8000[/box]

Publicado em Deixe um comentário

Reiki ajuda veteranos com stresse pós-traumático

stress_guerra
São muitas as situações clínicas que beneficiam do recurso à terapia complementar Reiki. Uma delas é a designada Perturbação Pós-Traumática do Stresse (PTSD), muito comum em antigos combatentes. Por reconhecer isso mesmo, o US Department of Veterans Affairs (VA) convidou, pelo segundo ano consecutivo, a Midwest Reiki Community (MRC) a participar no Stand Down realizado em junho, no National Guard Armory, em Chicago.
Os Stand Downs são eventos organizados regularmente por todo o território dos Estados Unidos da América, com vista a apoiar os veteranos de guerra sem-abrigo, nomeadamente através do fornecimento de comida, roupa, abrigo, rastreios de saúde e aconselhamento nas áreas de segurança social, alojamento, emprego ou referenciando em casos de abuso de substâncias. Estes eventos chegam a ter a duração de três dias e resultam da colaboração de diferentes entidades, grupos locais e agências governamentais, com a coordenação do VA.
A Midwest Reiki Community participou no evento de Chicago através do voluntariado de diversos membros, que se disponibilizaram para sessões de Reiki com a duração aproximada de 10 minutos aos veteranos que o solicitassem. O objetivo era, sobretudo, ajudar a lidar com os sintomas de stresse pós-traumático, bem como com outras situações de ordem física ou psicológica.
Segundo informação disponibilizada pela MRC, “a reacção dos que experimentaram Reiki foi, em muitos casos, emocionada e transformadora, e muitos queriam saber mais sobre tratamentos de Reiki e sintonizações”. A MRC espera que os efeitos desta partilha de Reiki ajudem o VA a “reconhecer o Reiki como uma excelente maneira de resolver os problemas de saúde mental e física enfrentados pelos veteranos”.
 
stress_guerra2pqStresse pós-traumático em Portugal
Estima-se que o stresse pós-traumático motivado pela guerra afecte cerca de 58 mil ex-combatentes das Forças Armadas Portuguesas, mas apenas dois mil estão sinalizados.
De acordo com um estudo publicado em 2003 na Acta Médica Portuguesa, sabe-se que a taxa de exposição a eventos traumatizantes na população portuguesa é elevada, situando-se em cerca de 75%. Destes, 29,3% assistiram a morte violenta de familiar ou amigo, 22,7% a roubo ou assalto, 22,2% testemunharam acidente grave ou morte e 7,4% foram expostos a situação de guerra.
Tendo em conta estes dados, e sabendo que o Reiki tende a atuar no sentido de reduzir os níveis de stresse, como ficou patente na recente tese de doutoramento defendida por Ricardo Monezi na Universidade Federal de São Paulo, facilmente se conclui das vantagens de disponibilizar Reiki a quem sofre de stresse pós-traumático, motivado por guerra ou outra situação.
 
stress_guerra3O que é a PTSD?
A PTSD é uma doença crónica, desencadeada pela exposição a situações consideradas excessivamente stressantes e perturbadoras.
Segundo definição contida noutro estudo sobre o mesmo assunto, um evento traumático é definido como uma situação que envolve experiências de morte, perigo de morte, lesão significativa ou risco para a integridade, do próprio ou dos outros em que a resposta do indivíduo envolveu medo intenso, horror ou sensação de impotência. Por seu turno, trauma psicológico refere-se ao impacto crítico e extremo de um stressor no funcionamento psicológico ou biológico de um indivíduo. Exemplos comuns de eventos traumáticos que podem ser encontrados nos indivíduos ou nas famílias incluem situações de combate, rapto, atos de terrorismo, desastres naturais e humanos, homicídios, assaltos, violência física e sexual, acidentes de viação e doença com risco de vida.

Publicado em Deixe um comentário

Reiki para atenuar os efeitos secundários de medicação

medicamentos_rkp
Atenuar os efeitos secundários causados por medicação muito forte ou excessiva é uma das possíveis aplicações do Reiki. Mas como direcionar um tratamento para esse fim específico? Tratar o fígado pode ser uma das formas mais adequadas de o conseguir.
 
O fígado é uma glândula muito volumosa e pesada, responsável por uma série de funções bioquímicas indispensáveis à vida, nomeadamente a depuração e desintoxicação. Com efeito, uma das suas principais tarefas passa por decompor as substâncias tóxicas absorvidas pelo intestino ou produzidas em qualquer parte do organismo, as quais elimina depois como subprodutos inócuos, através da bílis e pelo sangue. É esta a razão principal por que o tratamento do fígado deve ser privilegiado quando o objetivo é promover o alívio dos efeitos secundários causados por excesso de fármacos ou terapias demasiado tóxicas, como é o caso da quimioterapia.
Nalguns aspetos, o fígado é mesmo o órgão mais complexo do corpo humano e está diretamente ligado a outros importantes órgãos, como o coração e o intestino, dos quais recebe sangue. Além disso, constitui local de armazenagem das vitaminas A, B, D e K.
figado

“Pequenos capilares da parede intestinal desembocam na veia porta, a qual penetra no fígado. A seguir, o sangue circula através de uma rede de pequenos canais internos, no interior do fígado, onde se processam os nutrientes digeridos e qualquer substância nociva. A artéria hepática leva o sangue desde o coração ao fígado e traz o oxigénio, o colesterol e outras substâncias que esta víscera processa. Finalmente, o sangue procedente do intestino e o que provém do coração misturam-se e circulam novamente de volta ao coração através da veia hepática.” in Manual Merck

 
Perspectiva holística
Também para a Medicina Tradicional Chinesa o fígado desempenha um papel muito importante, já que é ele que comanda o fluxo suave do Qi por todo o corpo. Acredita-se que o efeito do Qi do fígado faz subir a energia. Assim, qualquer desequilíbrio nas suas funções acaba por afectar outros órgãos, contribuindo para o surgimento de disfunções hepáticas, num ciclo de causa-efeito pernicioso.
Numa perspectiva holística, o fígado é considerado o centro do nosso metabolismo, responsável por coordenar o ritmo de atividade de outros órgãos. Ao promover a eliminação de toxinas e resíduos do organismo, entende-se que o fígado alastra a sua ação a todas as dimensões da pessoa, nomeadamente à sua parte física, mental, emocional e energética.
 
O efeito do Qi do fígado
Quando o fígado funciona de forma adequada, observa-se que o Qi flui corretamente. A circulação do Qi e do sangue processa-se em harmonia e as actividades dos órgãos Zang Fu e os tecidos estarão normais e pacificados.
Se a função do fígado apresenta deficiências na manutenção do fluxo do Qi, então, o Qi do fígado tenderá a ficar obstruído, dando origem à tristeza e depressão. Mas se a função do fígado estiver excessivamente forte, o Qi do fígado irá causar hiperactividade emocional, manifestada por irritabilidade, raiva e/ou insónia.
equilibrio
 
Como é que o Reiki pode ajudar?
Sabe-se que o Reiki contribui, acima de tudo, para o equilíbrio, isto é, para a homeostase do organismo. Assim, é de esperar que também favoreça a regulação da função hepática, ajudando a harmonizar o fluxo do Qi do fígado.
Por outro lado, o Reiki também poderá concorrer para a limpeza e desintoxicação do organismo da pessoa que o recebe, se essa for a sua necessidade mais premente. Isto porque o Reiki atua de forma sábia e, por princípio, flui no sentido do Bem Maior do receptor. Todavia, no caso de a pessoa estar sujeita a medicação pesada, é possível ajudar a potenciar o efeito de depuração promovido pelo Reiki.
Reiki na limpeza e desintoxicação do organismo
Artigo publicado em: BeYou Reiki

Publicado em Deixe um comentário

Reiki na limpeza e desintoxicação do organismo

auto_trat_esplenico
O Reiki também pode contribuir para a limpeza e desintoxicação do organismo de quem o recebe, sobretudo em casos de pessoas sujeitas a medicação forte. Para potenciar o efeito de depuração promovido pelo Reiki é possível proceder da seguinte forma:
1 – Realizar um autotratamento completo tendo estabelecido como objetivo, no momento de ligação à energia, que o Reiki atue no sentido da limpeza e purificação do organismo.
2 – Após a posição habitual relativa ao chacra do plexo solar, colocar as duas mãos na zona do fígado e visualizar a limpeza e desintoxicação deste órgão a processar-se. Por exemplo, imaginar as impurezas a saírem pelas raízes. Deixar o Reiki fluir durante o tempo que o Byosen indicar como necessário.
3 – Manter uma das mãos na zona do fígado e colocar a outra no plexo solar, por se tratar do chacra mais próximo, logo, um dos mais solicitados no processo de desintoxicação. Deixar o Reiki fluir.
4 – De seguida, vamos tratar o fígado mas estabelecendo ligação com os órgãos mais próximos e com os quais o fígado interage diretamente. Assim, manter uma das mãos no fígado e colocar a outra no esplénico. Deixar o Reiki fluir.
5 – Continuar com uma das mãos no fígado e colocar a outra no chacra cardíaco. Deixar fluir o Reiki necessário.
6 – Continuar a restante sequência do autotratamento diário habitual.
 
 gedoku_hopqGedoku-Ho
Uma das técnicas tradicionais de Reiki mais adequadas para promover o alívio dos efeitos secundários da medicação é a Gedoku-Ho ou técnica de desintoxicação. A palavra japonesa doku significa “veneno” ou “toxina”, ge significa “retirar” e ho é “técnica”.
Esta técnica pode ser utilizada em nós ou noutra pessoa, sendo que, neste último caso, o terapeuta deve adoptar a postura que lhe for mais confortável, pois trata-se de uma técnica demorada:
– Colocar uma mão na zona do umbigo e a outra mão nas costas, na posição correspondente. Deixar o Reiki fluir durante exatamente 13 minutos.
Caso se trate de medicação muito pesada e tóxica, como a quimioterapia ou outros fármacos habitualmente administrados na patologia oncológica, podemos combinar esta técnica de desintoxicação com o tratamento diário sugerido para o fígado.
 
Não esquecer os rins
A nossa sobrevivência depende do bom funcionamento dos rins, na medida em que a mais importante função renal é precisamente a purificação do sangue, isto é, a eliminação das substâncias tóxicas do sangue através da urina. Sabe-se que os rins filtram cerca de 1200 litros de sangue por dia.
Tal como foi descrito anteriormente, o sangue é um dos veículos através dos quais o fígado expulsa toxinas. Logo, se se estiver a fazer um tratamento com vista a potenciar a função hepática, poderá ser adequado tratar também os rins, de forma a auxiliar o seu trabalho. Assim, antes ou depois de tratar o chacra esplénico, é recomendável colocar cada uma das mãos na zona dos rins e deixar o Reiki fluir durante o tempo considerado necessário. Caso esteja a fazer o tratamento a outra pessoa, poderá ser conveniente que esta esteja de costas para cima.
 
Reiki para atenuar os efeitos secundário da medicação
Artigo publicado em: BeYou Reiki

Publicado em Deixe um comentário

Centro Médico em Nova York oferece Reiki

Weill Cornell Reiki
Nova York – O departamento de Urologia no Weill Cornell em Manhattan, tem disponibilizado uma variedade de serviços complementares aos seus pacientes desde Janeiro de 2008.
As instalações médicas do Centro de Saúde Holístico oferece três grandes elementos no seu programa:

  1. “Preparar para a Cirurgia, Recuperar rápido”: Um workshop que endereça as preocupações do paciente que se prepara para a operação, radiação e quimioterapia.
  2. Reiki
  3. Yoga

O Centro Holístico descreve Reiki como: “Uma prática de cura espiritual que equilibra o corpo, mente e espírito, especialmente após uma cirurgia, quimio ou radiação. Tem demonstrado ser uma boa ajuda na redução do stress e alívio da dor e ansiedade. A sessão é dada com o cliente completamente vestido, quer deitado numa marquesa ou sentado numa cadeira. … A intenção de receber Reiki é a de estar a colocar o seu corpo na melhor posição possível para se curar a si mesmo em todos os níveis: físico, emocional e espiritual.”
[box type=”info”]
Artigo criado por Valerie R. Gullo
Podem ler mais sobre o Weill Cornell aqui…
[/box]

Publicado em Deixe um comentário

Ricardo Monezi – Tese de Doutoramento de Reiki – Efeitos da prática do Reiki sobre aspectos psicofisiológicos e de qualidade de vida de idosos com sintomas de estresse:estudo placebo e randomizado

É com muita honra que a Associação Portuguesa de Reiki disponibiliza a Tese de Doutoramento do Dr. Ricardo Monezi, cuja defesa foi realizada no mês de Junho de 2013. Esta honra vem, por ser a primeira tese de doutoramento realizada na área do Reiki, em português, assim como é uma justa homenagem ao grande homem, amigo e investigador, Ricardo Monezi. Hoje o Reiki deu mais um passo para aqueles que têm a necessidade de encontrar explicações lógicas e mensuráveis sobre esta aplicação.
Muito há ainda a fazer no campo da investigação mas os pilares estão lançados. Em Portugal temos também a Prof. Antónia Maura Ferreira a terminar a sua tese. Também o Prof. Dr. António Cabrita fez um estudo sobre Reiki na Universidade de Coimbra e cada vez mais se desenvolvem os estudos e as teses, sendo eles reconhecidos por nós com o Prémio Hayashi de Investigação Reiki. Cada vez mais a comunidade de Reiki fica engrandecida com estes contributos. Resta agora, aos praticantes, exercerem a sua prática de forma consistente e profissional, nunca relegando para segundo plano a doação e os cinco princípios de Reiki que são a nossa filosofia de vida e guias orientadores.
Acredito que Mikao Usui se sinta honrado por este esforço.
Ricardo Monezi é também galardoado com o Prémio Hayashi de Investigação Reiki, por este trabalho.
A Ricardo Monezi e a todos os que têm remado a favor de e de uma prática consistente e contra a maré da incredulidade, um grande bem-hajam. Só por hoje, sou grato!
João Magalhães,
Presidente, Associação Portuguesa de Reiki

Efeitos da prática do Reiki sobre aspectos psicofisiológicos e de qualidade de vida de idosos com sintomas de estresse: estudo placebo e randomizado

Tese apresentada à Universidade Federal de São Paulo – Escola Paulista de Medicina, para a obtenção do Título de
Doutor em Ciências.
São Paulo
2013
RICARDO MONEZI JULIÃO DE OLIVEIRA

Introdução

ricardo moneziO estresse constitui-se como um desvio da homeostase, podendo contribuir para o desenvolvimento de uma série de sintomas que podem representar um prejuízo à saúde do idoso. Esta crescente parcela da população mundial tem procurado práticas integrativas e complementares como o Reiki, técnica de imposição de mãos, para o controle de doenças crônicas e melhora do bem estar. Com o objetivo de avaliar se a terapêutica Reiki poderia produzir alterações psicofisiológicas e de qualidade de vida em idosos com sintomas de estresse este estudo, que durou oito semanas, mensurou em um grupo de voluntários que receberam Reiki e um grupo que recebeu um tratamento Placebo, respostas psicológicas como níveis de estresse, ansiedade, depressão, percepções de tensão e bem estar, qualidade de vida, além de respostas fisiológicas como temperatura periférica, tensão muscular e condutância elétrica da pele. O conjunto dos resultados obtidos sugere que a terapêutica Reiki produz alterações psicofisiológicas e de qualidade de vida em idosos compatíveis com uma redução significativa de estresse.

Discussão

p.60
Atualmente o Reiki figura como uma das técnicas de imposição de mãos mais utilizadas entre a população, o que vem chamando a atenção de alguns pesquisadores quanto à avaliação de sua efetividade (252). Estudos sugerem que o uso racional, além da qualidade crescente de pesquisas que trazem informações a respeito da segurança e eficácia das terapias integrativas e complementares foram decisivas no deslocamento dessas modalidades terapêuticas da marginalidade para a linha de frente do cuidado humano (46, 235). Uma grande parcela da população idosa busca complementar seus tratamentos convencionais utilizando-se de intervenções que promovam seu bem estar, saúde e qualidade de vida de maneira integral (253, 254). Dessa maneira, o presente estudo buscou verificar como o Reiki poderia atuar sobre aspectos psicológicos, fisiológicos e de qualidade de vida de idosos que sofrem com sintomas de estresse, uma síndrome que pode ser relacionada com o desenvolvimento de diversos distúrbios psicossomáticos (255). A resposta ao estresse afeta o sistema nervoso central, envolvendo efeitos fisiológicos decorrentes principalmente da estimulação do ramo simpático do sistema nervoso autônomo (256), que podem levar a um aumento da pressão sanguínea e da frequência cardíaca. Um grande volume de sangue é deslocado dos órgãos digestivos para grandes músculos esqueléticos, a fim de gerar a resposta de luta ou fuga, descrita por Hans Selye na década de 50 (13). Como resultado, verifica-se a redução da temperatura e elevação da condutância elétrica da pele (257). Sintomas e comorbidades relacionados ao estresse podem ser detectados tanto quantitativamente como qualitativamente, através da utilização de equipamentos que mensuram os níveis de tensão muscular, condutância elétrica da pele e temperatura ou inventários e escalas psicológicas específicas, como as utilizadas no presente estudo.

Ricardo Monezi

Conclusões

P. 71

  1. Nossos resultados sugerem que a terapêutica Reiki produziu as seguintes alterações psicofisiológicas e de qualidade de vida em idosos com estresse, através da promoção de um possível estado de relaxamento, superior ao constatado no grupo Placebo:
    1. Redução dos níveis de estresse;
    2. Redução dos níveis de ansiedade e depressão;
    3. Redução da percepção de tensão muscular e elevação da percepção de bem estar;
    4. Elevação dos níveis de qualidade de vida referente aos domínios:
      1. “Aspectos espirituais, Religião e Crenças pessoais”; “Físico”; “Psicológico”;
      2. além das facetas “Autonomia” e “Intimidade”;
    5. Elevação da temperatura periférica da pele;
    6. Redução da tensão muscular do músculo frontal e condutância elétrica da pele.
  2. Sugere-se a realização de futuros estudos, de natureza multidisciplinar, a fim de aprofundar a compreensão a respeito dos possíveis mecanismos psicofisiológicos e físicos envolvidos com a técnica Reiki.

[box type=”info”]
Efeitos da prática do Reiki sobre aspectos psicofisiológicos e de qualidade de vida
de idosos com sintomas de estresse:estudo placebo e randomizado. / Ricardo Monezi
Julião de Oliveira. — São Paulo, 2013.
Título em inglês: Effects of Reiki practice on psychophysiological and quality of life
aspects of elderly patients with stress symptoms: a randomized placebo study.
Podem ler a Tese de Doutoramento de Ricardo Monezi aqui…
[/box]
Prémio Hayashi de Investigação Reiki

Publicado em Deixe um comentário

Palestra sobre Reiki em Coimbra

coimbra

A Associação Portuguesa de Reiki (APR) esteve em Coimbra, no passado dia 8 de junho, para uma palestra de esclarecimento sobre Reiki. O encontro decorreu em grande harmonia e contou com diversos testemunhos de médicos e doentes para quem o Reiki faz todo o sentido.
O Círculo de Cultura Portuguesa encheu-se para acolher o Reiki Solidário em Coimbra, evento da ARP integrado no Projeto 2013 – Ano da Proximidade e Solidariedade. Cerca de 100 pessoas participaram no encontro organizado pela APR, contando com o apoio de Ana Gonçalves, coordenadora do Núcleo de Coimbra.
O enfermeiro Bruno Azevedo, que integra os Órgãos Sociais da APR, falou sobre o Reiki e o âmbito da sua aplicação. O orador deu também conta da atuação da APR ao nível do esclarecimento sobre Reiki, voluntariado e criação de normas éticas e deontológicas para a prática desta terapia complementar.
Vários médicos e pacientes contribuíram com o seu testemunho sobre o recurso ao Reiki para o tratamento de situações clínicas. Nas palavras de Teresa Mendes, membro dos Órgãos Sociais da APR e uma das responsáveis pela organização do encontro, esta partilha constituiu “uma grande mais-valia para o evento”.
Várias pessoas presentes na assistência pediram esclarecimentos, nomeadamente uma professora que quis saber de que forma o Reiki pode ajudar numa sala de aula. Esta questão foi respondida por um professor praticante de Reiki, que revelou a forma como utiliza a filosofia do Reiki no seu dia a dia. Outras dúvidas suscitadas prenderam-se com situações de saúde no sentido de se perceber as vantagens da utilização do Reiki.
Após a palestra foram realizadas 15 sessões de Reiki a quem quis experimentar. Além de Bruno Azevedo, Teresa Mendes e Ana Gonçalves, contribuíram para a realização destas sessões Pedro Favinha (que também integra os Órgãos Sociais da APR) e Paula Robalo (voluntária da APR), entre outros.
DIGITAL CAMERA
Pedro Favinha e Ana Gonçalves
DIGITAL CAMERA
Enfermeiro Bruno Azevedo
DIGITAL CAMERA
Momento de interiorização dos Cinco Princípios do Reiki
DIGITAL CAMERA
Ana Gonçalves distribuiu uma rosa a todos os seus convidados
DIGITAL CAMERA
DIGITAL CAMERA
DIGITAL CAMERA

Publicado em Deixe um comentário

Reiki cada vez mais usado em doentes com cancro para reduzir efeitos da quimioterapia

reiki_oncologia
A terapia reiki é cada vez mais usada em doentes com cancro em Portugal para reduzir os sintomas da quimioterapia e ajudar ao relaxamento destes pacientes, segundo médicos e terapeutas.
No Hospital de São João, no Porto, o Conselho de Administração autorizou já a aplicação de terapia reiki aos doentes oncológicos em ambulatório, sendo aplicada por enfermeiros com formação naquela terapia alternativa e em regime de voluntariado.

(Notícia divulgada pela Agência Lusa – 05 Junho, 2013, 09:01)
O reiki é uma terapia japonesa que consiste em canalizar a energia colocando as mãos em cima do corpo e pretende promover o equilíbrio global, segundo a Associação Portuguesa de Reiki.
A médica oncologista Fátima Ferreira explicou à agência Lusa que os doentes em quimioterapia submetidos ao reiki dizem conseguir aguentar melhor os efeitos secundários, como náuseas e vómitos, e acabam por sentir-se mais relaxados, aceitando melhor a sua doença.
“Tem sido uma ajuda muito positiva para os nossos doentes. Mas isto não vai substituir qualquer tratamento de quimioterapia ou radioterapia, nem é esse o objetivo. Funciona como um complemento, como uma ajuda psicológica”, indicou a médica.
No Hospital de São João este projeto foi impulsionado pela Associação de Apoio aos Doentes com Leucemia e Linfoma, com base numa investigação realizada por uma enfermeira naquela unidade que demonstrou os benefícios do reiki para os doentes com cancro.
A terapia é disponibilizada, em regime de voluntariado, por enfermeiros do hospital com formação em reiki e não é fornecida pelo Serviço Nacional de Saúde.
Este projeto, que começou no ano passado, dirige-se sobretudo para os doentes oncológicos em ambulatório, mas tem sido também aplicado a pacientes em internamento.
Sónia Gomes, da Associação Portuguesa de Reiki, diz que existem diversos estudos científicos internacionais que “comprovam que a terapia reiki ajuda o processo de desintoxicação do organismo após a quimioterapia”.
Ainda não há dados sobre quantos doentes oncológicos em Portugal se submeteram a esta terapia complementar, mas Sónia Gomes dá conta de que têm sido assinados protocolos de colaboração com várias associações de doentes.
Exemplo disso é a Associação de Luta Contra o Cancro do Intestino – Europacolon Portugal, que passou a fornecer aos seus associados a possibilidade de terem sessões de reiki.
“Estamos ligados a uma doença que é uma tragédia, com 7.000 novos casos todos os anos e uma mortalidade superior a 11 casos por dia”, disse à Lusa o presidente da Europacolon, Vítor Neves.
Foi a partir de relatos e experiências de doentes oncológicos que esta associação chegou à conclusão de que o reiki poderia ajudar a “melhorar a vida e o conforto” de pacientes em quimioterapia.
“Decidimos, assim, disponibilizar aos nossos doentes, a custo zero, o acesso a esta terapia complementar, que pode ser solicitada através da nossa linha telefónica de apoio 808 200 199″, indicou Vítor Neves.
Segundo Sónia Gomes, da Associação de Reiki, chegam já a ser os próprios médicos a recomendar a esta terapia aos seus doentes, depois de terem observado ” bons resultados” noutros pacientes, sobretudo com benefícios a nível do humor e disposição.
Os estudos têm demonstrado “bastante sucesso” no bem-estar dos doentes em qualquer tipo de tumor, segundo indica a terapeuta: “O reiki acaba por equilibrar o sistema do corpo humano. A pessoa relaxa e isso provoca diminuição da corrente sanguínea, a oxigenação melhora e isso produz o tal estado de relaxamento profundo e de bem-estar”.
Atualmente, a Associação Portuguesa de Reiki tem cerca de uma centena de terapeutas disponíveis para fazer voluntariado a doentes oncológicos que estejam a ser submetidos a quimioterapia.
Lusa
05 Jun, 2013, 09:01
[box type=”info”]
Sónia Gomes é coordenadora do Núcleo do Porto da Associação Portuguesa de Reiki
Sonia2
[/box]

Publicado em Deixe um comentário

Reiki em hospitais americanos

O Reiki começou a ganhar aceitação em hospitais e clínicas em toda a América, devido ao seu baixo custo para atendimento aos pacientes.

Reiki em hospitais

Marilyn Veiga, enfermeira de um respeitavel  hospital particular em Manhattan, declarou que  “sessões de Reiki levam o paciente a curar-se mais rapidamente e  com menos dor, alem de acelerar a recuperação da cirurgia, melhorar a atitude mental e reduzir os efeitos negativos da medicação e outros procedimentos médicos”.
 A enfermeira Vega é mestre  Reiki  e atualmente inclui  a terapia Reiki em todos os seus procedimentos regulares de enfermagem.  Pois, segundo ela, quando começou a tratar apenas alguns pacientes com Reiki,  todos perceberam  a diferença entre os que recebiam e os que não recebiam a energia. E  este fato atraiu muito atenção dos membros da equipe dos hospital. E, a partir de então, solicitaram a Marilyn para aplicar Reiki em todos os pacientes nas salas de operação e recuperação.
O sucesso do Reiki foi tão grande que ela  também foi convidada a fazer sessões em pacientes com câncer no Hospital Memorial Sloane Kettering, incluindo pacientes com transplantes de medula óssea.
Reconhecendo o valor de Reiki na assistência ao paciente, seis médicos e 25 enfermeiros têm tido formação Reiki com ela.
Reiki na area médica 
O Reiki está ganhando maior aceitação na area médica.Os hospitais americanos estão incorporando-o em sua lista de serviços aos pacientes. Observando-se que cada vez é maior a procura de médicos, enfeirmeiros e pessoal de apoio para os cursos de  Reiki.
Já em 2007, 15% dos hospitais nos EUA , ofereciam Reiki como uma  parte regular de serviços ao paciente.
Para uma descrição detalhada dos 64 programas hospitalares com Reiki, acesse www.centerforreikiresearch.org
Artigo publicado no DiHITT
Publicado em Deixe um comentário

Reiki no Hospital Sírio-Libanês

Reiki no Hospital Sírio LibanêsAs Terapias Complementares (também conhecidas como alternativas), como o Reiki, a meditação, a acupuntura, entre outras – quando aliadas à medicina tradicional, somente trazem benefícios para os pacientes. Nos Estados Unidos, esta prática já é bem mais comum, com inclusive hospitais especializados, como o Centro de Medicina Integrativa da Universidade de Maryland,  mencionado já na Revista Veja de 09/2011.
No Brasil, temos já hospitais que implementaram núcleos ou projetos neste sentido. É um importante processo de conscientização da necessidade do uso de Terapias Complementares aliadas à medicina tradicional.
O Hospital Sírio-Libanês é um deles. Já em sua edição de Maio/Junho 2010, a revista informativa interna, chamada Hospital Sírio Libanês, teve como título de capa: “Buscando o equilíbrio. Saiba o que são cuidados integrativos“.  A revista enfoca o início do Núcleo de Cuidados Integrativos do Hospital Sírio-Libanês, coordenado inclusive por um mestre de reiki e que continua ativo (este mês foi promovida a segunda edição do curso Meditação para Alívio de Sintomas, coordenada pelo núcleo)Veja abaixo alguns trechos da matéria, que continua atual, e ao final um link para a revista completa.

Equilíbrio. Ele deve permear tudo o que fazemos em casa, no trabalho e nos nossos momentos de lazer. Por isso, a revista do Hospital Sírio-Libanês traz dicas valiosas de como cultivá-lo no nosso dia a dia. Logo na nossa matéria de capa você irá conhecer um pouco sobre os cuidados integrativos, ações focadas no bem-estar e na qualidade de vida que além de contribuírem para a minimização de sintomas como estresse, ansiedade, fadiga, dor e depressão, são mais uma forma de humanizar a assistência médica. Quem nos apresenta esse assunto é Plínio Cutait, conceituado mestre de Reiki, que coordenará um núcleo na Instituiçãovoltado apenas para essa área.
– Página 03 da Revista do Sírio Libanês
O Núcleo de Cuidados Integrativos do Hospital Sírio-Libanês nasce em consonância com o espírito humanístico sempre presente na Instituição. Seu propósito é contribuir para que o cuidar, gesto essencial e vocação original do HSL, se estenda a pacientes, familiares, cuidadores, voluntários, colaboradores e profissionais de saúde, da forma mais humana, natural e ampla possível, enriquecendo o interminável processo de educação de todos aqueles que participam da vida desse Hospital. A princípio, o serviço oferecerá práticas como Meditação, Acupuntura, técnicas corporais, relaxamento, respiração, Musicoterapia, Arteterapia e Reiki, ministradas e aplicadas por profissionais norteados por longa experiência e pelo rigor presente nesta Instituição.
– Página 06 da Revista do Sírio Libanês
Os avanços da ciência médica no último século são incontestáveis. Da penicilina ao genoma, incontáveis conhecimentos sobre o corpo humano foram alcançados. Dispomos hoje de sofisticada tecnologia a serviço da medicina, fato maravilhoso que, ao mesmo tempo, se confronta com um grande desafio: humanizar o atendimento médico e buscar formas de tratar não só a doença, mas também a pessoa em sua completude. Como uma resposta a esse desafio, os Cuidados Integrativos vêm, cada vez mais, ganhando espaço em renomados hospitais do mundo todo, por ampliar o cuidado ao paciente e estendê-lo a familiares e cuidadores.
Focado no bem-estar e na qualidade de vida, eles contribuem ainda para a minimização de sintomas como estresse, ansiedade, fadiga, dor e depressão. Segundo Plínio Cutait, mestre de Reiki conceituado no mundo todo, estudioso sobre o assunto há mais de 20 anos, palestrante internacional e Coordenador do Núcleo de Cuidados Integrativos do Hospital Sírio-Libanês, importantes instituições de saúde como o Memorial Sloan Kettering Cancer Center de Nova York, o MD Anderson Cancer Center de Houston, o Dana-Farber Cancer Institute de Boston e a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), entre outras, aos poucos se abrem para um repertório de cuidados que contempla a integralidade do ser humano, com o propósitode tratá-lo como um todo. “Essa é uma renovação do ato de cuidar, baseada em paradigmas que atravessam todos os tempos, porque são fundamentados no espírito humanístico mais genuíno: a integração entre corpo, mente e espírito.”…
– Página 05 da Revista do Sírio Libanês
Um instrumental de Cuidados Integrativos inclui, por exemplo, práticas como a Meditação, a Acupuntura, técnicas de relaxamento e respiração, Musicoterapia, Arteterapia, Reiki, Tai Chi Chuan, Yoga, Lian Gong, Chi Kung etc. Aliadas ao tratamento médico convencional, essas práticas podem preencher um espaço que muitas vezes se encontra vazio ao longo do período em que o paciente está enfrentando a doença. De acordo com Plínio Cutait, cura e educação são inseparáveis. Nesse sentido, é de grande valia que o paciente não só receba passivamente os benefícios dessas práticas em forma de tratamento, mas que possa também aprendê-las e integrá-las em sua rotina, para o alívio de seus sintomas, melhoria de suas condições gerais e uma aproximação de suas próprias forças, muitas vezes escondidas em meio ao desconforto e ao sofrimento. A educação em autocuidado é o néctar dos Cuidados Integrativos e incentiva o paciente a se conhecer e participar ativamente de sua própria recuperação. Aprender a meditar, silenciar, respirar, relaxar, restaurar a própria energia e apaziguar a mente pode instrumentalizar o paciente para que ele atravesse um trecho difícil de sua vida, fortalecendo e ativando seus recursos pessoais. O mestre de Reiki destaca que os Cuidados Integrativos são indicados também aos familiares e cuidadores por duas razões: servem de apoio para estes indivíduos que acompanham o desafio de um ente querido e porque o bem-estar destes acompanhantes se reflete diretamente na recuperação do paciente. Embora seja difícil finalizar um assunto que ainda renderia várias páginas, Plínio Cutait conclui que os Cuidados Integrativos podem trazer inúmeros benefícios a todos. Não é necessário estar doente para desfrutá-los e, como em qualquer forma de medicina, serão mais eficazes quando usados de forma preventiva.
– Página 06 da Revista do Sírio Libanês
Fonte: terapiareiki

Publicado em Deixe um comentário

Uberlândia cria Programa Municipal de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde


Uberlândia cria Programa Municipal de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde
O presidente da Câmara Municipal de Uberlândia promulgou, no dia 18 de fevereiro, a Lei Orgânica que autoriza o município a criar o Programa Municipal de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PMPICS), atendendo aos termos das Políticas Estadual e Federal de Práticas Integrativas e Complementares.
Segundo foi publicado no Diário Oficial, o Programa Municipal de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde do Município de Uberlândia tem como objetivo promover a implantação de políticas e diretrizes para as áreas de Acupuntura, Fitoterapia, Florais de Bach e outras práticas que possam vir a ser incorporadas pela Política Estadual da Secretaria de Saúde do Estado de Minas Gerais ou pela Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares do Ministério da Saúde.
Sem dúvida, uma conquista e, para saber mais sobre como surgiu a ideia de criar um Programa Municipal de Práticas Integrativas e, claro, como foi a concepção e o desenvolvimento, o Ecomedicina conversou com o Dr. Jean Luis de Souza, fisioterapeuta acupunturista, diretor do IPGU, diretor Secretário da Sociedade Brasileira de Fisioterapeutas Acupunturistas (SOBRAFISA) e membro da Comissão Intersetorial de Praticas Integrativas e Complementares do CNS. Confira a entrevista!
Ecomedicina: Fale um pouco sobre a Política Municipal de Práticas Integrativas de Uberlândia. Como surgiu a ideia de criá-la e como foi a concepção e o desenvolvimento?
Jean Luis de Souza: Há vários anos tivemos experiências através do Projeto Acupuntura Solidária, mantido pela SOBRAFISA e IPGU no serviço público. Mas com a chegada de uma nova gestão municipal o projeto, via Prefeitura Municipal, foi interrompido. O ex- prefeito, que se manteve no mandato por duas gestões consecutivas, vetou o projeto das PICs, que havia sido aprovado por unanimidade na Câmara Municipal na gestão anterior.
Ao final do mandato, a SOBRAFISA, através de um contato com o vereador Estevão Bittar (DEM) conseguiu apresentar o Projeto de Lei. O vereador já conhecia o Projeto Acupuntura Solidária, pois ele continuou sendo desenvolvido, mesmo após ser interrompido no município, em uma Instituição de apoio aos idosos dirigida pela família de Estevão Bittar. Ele empenhou-se para que o veto fosse apreciado e a nova sessão legislativa o derrubou por unanimidade.
O projeto foi construído com a participação da SOBRAFISA, Rede FitoCerrado, Liga Mineira de Tai Chi Chuan e Movimento Popular. Foi uma construção realizada através da população e entidades representativas.
Ecomedicina: Quais foram os principais desafios e dificuldades encontrados na elaboração e também para a aprovação?
Jean Luis de Souza: Os desafios são sempre os mesmos:
a) Sensibilizar o gestor municipal;
b) Sensibilizar o executivo municipal.
c) Demonstrar aos gestores e ao executivo que o corporativismo médico não é absoluto, na questão das PICs, em especial da Acupuntura, e sua implantação multiprofissional nos Serviços de Saúde através do SUS.
Ecomedicina: O que ela representa para a população da cidade?
Jean Luis de Souza: Sabemos que a aprovação da Política Municipal de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PMPICS) nada representará, se a mesma não for implantada. Após a aprovação já nos reunimos com o gestor municipal e percebemos que o mesmo está sensibilizado e com toda a vontade política de implantar, assim aguardamos. Mas destacamos que denominamos de uma Política de Saúde, não uma política desta ou daquela categoria profissional, mas uma política voltada para a população,
Ecomedicina: Em sua opinião, a aprovação da política em Uberlândia abrir caminho para que isso ocorra também em outras cidades?
Jean Luis de Souza: Creio que sim, inclusive através da Secretaria Estadual de PICS estamos com encontro marcado com vários prefeitos e gestores de Saúde para apresentar o Projeto de Uberlândia e detalhar a importância das Práticas Integrativas e Complementares em seus municípios.
Ecomedicina: Em sua opinião, quais são os aspectos favoráveis e os aspectos que atuam como limitadores à ampliação da PNPIC?
Jean Luis de Souza: Aspectos favoráveis:
a) Existência de profissionais em quase todos os municípios que são especialistas em pelo menos uma das PICs.
b) Baixo custo de implantação das PICs na saúde pública.
c) Resultado eficaz em demandas de saúde pública e principalmente na atenção básica, objetivo primário das PICs.
d) Aceitação da população das PICs, desde que bem orientada e sabedora de sua existência.
Aspectos negativos:
a) Sensiblização do Executivo Municipal para a importância das PICs em cada município.
b) Sensibilização dos gestores, principalmente aqueles que são médicos, que sofrem pressões coorporativas para não implantação das PICs através de seus organismos de classe.
c) Dificuldade e ausência de Política pelo Ministério da Saúde de uma divulgação das PICs à população, para que essa conheça o que são e como as PICs podem auxiliar na prevenção e tratamento das doenças e disfunções.
d) Desinformação da mídia e dificuldade em vencer o corporativismo nas matérias divulgadas na imprensa, principalmente de âmbito nacional, que não divulgam que a Política de Práticas Integrativas e Complementares é multiprofissionail, conforme recomenda, inclusive, o Conselho Nacional de Saúde, organismo máximo do controle social.
Ecomedicina: Você gostaria de fazer mais algum comentário e/ou observação?
Jean Luis de Souza: Gostaria de solicitar que o Ministério da Saúde, através do Ministro da Saúde, Dr. Alexandre Padilha, sancione as resoluções, há quase 90 dias aprovadas no Plano do CNS –Conselho Nacional de Saúde, que determinam à ANVISA a inclusão da assistência em Acupuntura no serviços de saúde, através dos planos de saúde privados. Além disso, que o Ministério de Saúde realmente trate as PICs como uma política séria de compromisso com a saúde pública com importância da perfusão social das mesmas. Com isso, haverá uma mudança importante nos serviços de saúde.
Fonte: Ecomedicina

Publicado em Deixe um comentário

Hospital de Medicina Alternativa de Goiânia: a essência da PNPIC na prática

Danilo Maciel Carneiro

A trajetória do Hospital de Medicina Alternativa de Goiânia (HMA) começou em 1986. Ao longo destes anos o projeto cresceu e hoje representa a essência da Política Nacional de Práticas Integrativas (PNPIC). Para saber mais sobre a história e sobre como funciona o HMA, o Ecomedicina conversou com Danilo Maciel Carneiro, Médico especialista em Homeopatia e membro da Seção de Ensino e Pesquisa do HMA. Nesta entrevista ele fala ainda sobre os desafios e as perspectivas da HMA e da própria PNPIC. Confira!
Ecomedicina: Conte um pouco da história do Hospital de Medicina Alternativa de Goiânia.
Danilo Maciel Carneiro: A trajetória do HMA iniciou-se em agosto de 1986, por meio de um convênio entre a Secretaria de Saúde do Estado de Goiás, o Ministério da Saúde e o Instituto Brasileiro de Ciência e Tecnologia Maharishi (IBCTM), entidade jurídica criada por Maharishi Mahesh Yogi para trazer o Ayurveda para o Brasil. A primeira ação realizada em Goiânia foi o I Curso de Fitoterapia Ayurvédica, inédito no Brasil até então. O corpo docente contou com a participação de médicos indianos formados em Ayurveda (vaydias) e profissionais brasileiros da rede pública de saúde. Este curso ensejou a capacitação teórico-prática de médicos, farmacêuticos, enfermeiros e agrônomos do quadro da Secretaria de Estado da Saúde, os quais iniciaram a implantação da Fitoterapia Ayurvédica na Rede Pública Estadual.
Em fevereiro de 1987 foram implantados um serviço de atendimento ambulatorial e um pequeno laboratório farmacêutico em uma unidade de saúde pública, na cidade de Goiânia, ambos funcionando como estágio prático para médicos e farmacêuticos. Em abril de 1988, este ambulatório foi transferido para um antigo sanatório desativado, chamado Hospital JK, que estava com uma de suas alas em processo adaptação para receber o novo projeto. Em setembro de 1988, por força de Decreto Governamental, o ambulatório de terapia ayurvédica escalou um importante degrau: foi promovido a Hospital especializado em práticas não alopáticas, ligado diretamente à Secretaria de Saúde do Estado de Goiás. Alguns meses depois, a unidade recebeu o atual nome de Hospital de Medicina Alternativa, porque passou a congregar as diversas práticas então chamadas de não alopáticas que se encontravam salpicadas em alguns serviços de saúde isolados.
Nos primeiros meses, o atendimento médico restringiu-se a prescrição de fitoterapia, mas evoluiu posteriormente para Homeopatia, com a implantação da Farmácia Homeopática. Nos anos que se seguiram o atendimento foi ampliado para os serviços de enfermagem, nutrição, fisioterapia, fonoaudiologia, psicologia e os serviços de ensino e pesquisa. Hoje, após muita dedicação e perseverança de toda a equipe de funcionários, tanto da área administrativa como técnica/clínica, o HMA é reconhecido em nível nacional e internacional.
Ecomedicina: Como o HMA funciona?
Danilo Maciel Carneiro: Enquanto uma unidade do serviço público de saúde, os atendimentos são gratuitos, agendados com antecedência para um dos médicos da unidade. Atualmente o HMA conta com uma equipe de médicos, farmacêuticos, enfermeiras, agrônoma, psicólogos, fisioterapeutas, assistentes sociais, uma nutricionista, uma fonoaudióloga e uma grande equipe de nível médio. Na área do HMA está incluído um horto de plantas medicinais, no qual são cultivadas algumas das plantas utilizadas no serviço. Existe também uma farmácia de manipulação homeopática e uma farmácia de manipulação de fitoterápicos. Os medicamentos são manipulados para dispensação aos pacientes atendidos. Em média são atendidos 200 pacientes por dia, em todas áreas acima mencionadas; na área médica, os atendimentos se restringem a Homeopatia, e Acupuntura e Fitoterapia Ayurvédica, além das palestras e grupos de pacientes em andamento.
Ecomedicina: O projeto parece convergir e até mesmo embasar as ideias da Política Nacional de Práticas Integrativas. É isso mesmo? Ele pode ser considerado uma referência na oferta de Práticas Integrativas e Complementares na capital, no estado e até no país?
Danilo Maciel Carneiro: Como podemos ver pela própria história do HMA, ele representa a essência dessa Política. Nos idos de 1988, o HMA nasceu convergindo as práticas não alopáticas, que hoje são chamadas de práticas integrativas e complementares. Ele foi um pioneiro que resistiu ao tempo, que teve o seu caminho próprio, resistindo a grandes dificuldades, ao longo de um período em que não existia no Ministério da Saúde qualquer apoio a essas práticas. Hoje, com o desenvolvimento da PNPIC, ele merece, a nosso ver, um olhar especial, juntamente com outras experiências que vieram depois.
O HMA tem perfil para desempenhar papel de referência para a implantação e estruturação das Práticas Integrativas e Complementares no SUS, tanto em Goiânia, quanto no Estado de Goiás, quanto nacionalmente. Um papel muito importante que ele poderia desempenhar, dentro de um sistema de cogestão participativa, seria o de núcleo responsável pela difusão das PICS para a rede pública de atenção básica, trabalhando em parceria e assessorando tecnicamente municípios interessados, divulgando as normas das PICS, desenvolvendo atividades educativas, fomentando e estudos e pesquisasse etc. Neste sentido, o estado de Goiás poderia ser um estado modelo para a implantação das PICs a partir deste sistema de cogestão estado-município.
Ecomedicina: Muitos profissionais, tanto médicos quanto gestores, se queixam da falta de apoio para a implantação de políticas regionais de práticas integrativas e complementares. Como vê isso? Acha que, de fato falta apoio? Sente ou sentiu isso no hospital?
Danilo Maciel Carneiro: É claro que a PNPIC representou um grande avanço. Hoje existe uma política de saúde que abraça a nossa causa e que luta por abrir espaços para a nossa linha de abordagem. Mas não há de se pensar que é sem resistências que a PNPIC avança. Pelo contrário, ela enfrenta grandes obstáculos e um grande desinteresse diante da falta de motivação política para efetivá-la. Falta pessoal, falta estrutura, falta destinação de recursos financeiros, falta visibilidade e autonomia para a PNPIC. E, evidentemente, as unidades de saúde que desenvolvem as PICs no Brasil, assim como o HMA, ressentem dessa carência.
Ecomedicina: Quais são as perspectivas? Quais devem ser os caminhos para dar continuidade ao projeto?
Danilo Maciel Carneiro: Nos planos estaduais e municipais, é com muita lentidão que se desenvolve a criação de políticas de PICs. Em Goiás, por exemplo, existe neste momento uma inciativa para se começar a criação da Política Estadual de PICs. As primeiras reuniões serão feitas no final desse mês de fevereiro. No município de Goiânia, ainda é uma ideia que começa a circular no seio deste novo Governo Municipal que se iniciou este ano, mas ainda sem corpo formado. Nossa expectativa é que as discussões sobre a criação da Política Estadual fermente a criação da Política Municipal de PICs em Goiânia. Mas essa é uma realidade nacional.

Fonte: Ecomedicina
[box type=”note”]Em Abril de 2013 a Associação Portuguesa de Reiki colaborou com a partilha de instrumentos de avaliação para sessões de Reiki a serem usados no Hospital de Medicina Alternativa.[/box]

Publicado em Deixe um comentário

Palestra de Reiki na Unidade de Oncologia do Hospital de S. Sebastião

hosp 1

Na passada quarta-feira, dia 8 de Maio, Cátia Duque, coordenadora do núcleo de Reiki de Santa Maria da Feira, realizou  uma Palestra sobre Reiki, na Unidade de Oncologia, do Hospital de S. Sebastião, em Santa Maria da Feira.
A convite da Enfermeira Maryse Santos, o Núcleo esteve com a Equipa de Enfermagem da Unidade de Oncologia, para uma palestra, com o tema: “Reiki nos Cuidados de Saúde”.
Agradecemos pelo convite e pelo acolhimento.
Publicado em Deixe um comentário

Reiki nas jornadas da Escola Superior de Enfermagem de São José de Cluny

O Reiki este presente nas Jornadas da Escola Superior de Enfermagem de São José Cluny. A palestra “Reiki: uma terapia energética”, realizada pelo Coordenador do Funchal, Reinaldo Fino, teve boa recetividade junto dos alunos finalistas do curso de enfermagem. 
 post-enfermagem

Sentiste que houve boa recetividade sobre o tema do Reiki?

Sim, senti que houve uma ótima recetividade. Os profissionais de saúde em geral e os enfermeiros em particular, afirmam e demonstram através da investigação científica que o Reiki é um poderoso auxiliar nas prestações dos cuidados de saúdes. Daí que falar sobre o Reiki, além de muito me honrar, é uma prova inequívoca da abertura de mentalidades de um tema que não é nem novo e nem desconhecido. A prova disto, é que há mais de 3 milhões de praticantes de reiki espalhados pelos 5 continentes.
Quero salientar que num recente estudo publicado pela National Healthy Stastisc Report, foi estimado que nos Estados Unidos, cerca de 1,2 milhões de adultos e 161 mil crianças já receberam uma ou mais sessões de terapias energéticas como o Reiki.
Nos hospitais, os próprios médicos, enfermeiros e pessoal de apoio vem sendo treinados em dar sessões de Reiki.
A aceitação na medicina tem crescido muito. Em 2008, cerca 15% dos hospitais americanos (cerca de 800 hospitais) ofereceram Reiki como parte regular de serviços aos pacientes que solicitaram este tipo de terapia. O reiki é uma terapia que pode ajudar a reduzir os custos com medicamentos e tratamentos dispendiosos.
foto1

Como achas que pode ser integrado num curso de enfermagem, o ensino do Reiki?

Sim com certeza, um exemplo disto foi o desenvolvimento pela Drª Dolores Krieger, em 1975, de cursos Pós Graduação na prestigiada New York University da prática do Toque Terapêutico (criado pelas enfermeiras Drª Dolores Krieger e Dora Kuns) que usa a mesma linha do Reiki, apenas diferindo na utilização dos símbolos e mantras associados. Hoje o toque terapêutico é ensinado em todo o mundo ao pessoal de enfermagem hospitalar e faz parte do currículo em mais de 100 universidades dos Estados Unidos e fora deles. Na minha opinião, em Portugal é uma questão de tempo, mais cedo ou mais tarde as pessoas vão se render aos benefícios do Reiki. É necessário ser um processo realizado gradualmente.
Em primeiro lugar é necessário separar os mitos e preconceitos em torno do Reiki, ou seja, eu acredito que o reiki tem espaço dentro das empresas privadas, das instituições públicas e porque não dentro do ensino superior privado ou público? É que a natureza espiritual do reiki na busca do equilíbrio interior do indivíduo, às vezes, pode gerar alguma confusão para quem não está familiarizado com esta terapia. Por isso é importante deixar claro que o Reiki não tem nada a ver com nenhuma crença religiosa. Isto é para se compreender que o amor e a compaixão que caminham lado a lado com o Reiki é compatível com qualquer crença religiosa.
Em segundo lugar é necessário haver uma regulamentação ou uma acreditação por parte das entidades públicas ou privadas para que não haja dúvidas sobre a qualidade dos formadores ou professores de reiki, daí o papel essencial da Associação Portuguesa de Reiki. Depois seria interessante seguir o exemplo de regulamentação alcançada por outras terapias complementares com um estatuto legal mais solidificado (exemplo da Acupuntura, Quiropratica e Osteopatia).
E em terceiro lugar envolver num diálogo mais profundo os stakeholders do setor, ou seja estabelecer parcerias e protocolos entre as Escolas Superiores de Enfermagem, a Ordem dos Enfermeiros e a Associação Portuguesa de Reiki. Desta forma o Reiki teria grandes chances de ocupar o lugar que merece.
foto3

Nesta palestra, falou-se também de reflexologia. Achas que estas duas terapias se complementam?

Na minha opinião qualquer profissional de saúde deve fazer tudo que está ao seu alcance para ajudar a curar o paciente. O que deve ser importante é o resultado final. Então havendo a necessidade de incluir outras técnicas que melhorem a eficácia do tratamento em benefício do paciente, porque não complementar com outras técnicas?

Como pode o Reiki auxiliar a quem faça reflexologia?

Eu não conheço a terapia da reflexologia a fundo, já recebi algumas sessões. Sei conceptualmente que a reflexologia assim como o reiki procura que o corpo retome a habilidade natural para curar a si mesmo. A noção básica que tenho, a partir da minha experiência de recetor, é que é através do toque pelas mãos do terapeuta em certas zonas ou pontos dos nossos pés que podem estimular o reequilíbrio de outras zonas do corpo. Nesta medida, o reiki como terapia energética através das mãos, poderá potencializar a eficácia do tratamento de um terapeuta de reflexologia na utilização da energia das suas mãos no processo de reequilíbrio do corpo. Porque a cura é um processo que há que se ter conta de multifatores.

Qual seria o teu sonho para o Reiki na Madeira?

Eu sonho que o reiki possa relembrar as pessoas a amarem-se mais uns aos outros, não só na Madeira, mas no planeta todo. Sonho que o Reiki auxilie cada ser humano, a criar uma auto muralha de confiança, de autossegurança e mais ainda, sonho em partilhar e ajudar com o Reiki a quem quer que necessite da minha ajuda e acima de tudo que reconheça que está necessitando de ajuda. Sonho que o Reiki possa ser a ponte que cada ser humano precisa para despertar, renascer e utilizar a sua essência divina.
foto4
Convite feito pela Escola Superior de Enfermagem de São José de Cluny, através dos “Alunos finalistas do curso de enfermagem da Escola Superior de Enfermagem de São José de Cluny”
[box type=”info”]
Orientação Profª Vita Rodrigues
Tema das Jornadas: No âmbito da Unidade Curricular: Formação Em Enfermagem
Jornadas  “Formação Contínua: Uma Necessidade Constante”:
Painel Terapias Complementares: “Reiki uma Terapia Energética”
Dias: 17 e 18 de abril 2013
Local: Auditório Florence Nightingale – Escola Superior de Enfermagem de São José de Cluny
Mesa: Terapias Alternativas
Moderadora: Carina Oliveira (Aluna do 4º ano ESESJC)
11h15-11h50- “A saúde nos seus pés”
Preletor: Terapeuta Eduardo Luís
11h50-12h30- “ Reiki: Uma terapia energética”
Preletor: Dr. Reinaldo Fino
[/box]
[box type=”note”]

Núcleo do Funchal

Reinaldo Fino
http://www.reinaldofino.com
reinaldofino@hotmail.com 
Telem. n.º 96 561 87 23
[/box]

Publicado em Deixe um comentário

Reiki é sucesso em Hospital da Alemanha

post-reiki-hospital-alemanha
No Unfrallkrankenhaus Berlin, Hospital de Acidentados de Berlin, os médicos e enfermeiros estão a usar a terapia Reiki nos seus pacientes. A classificação desta terapia é de “Muito Bom”, num estudo realizado pelo hospital. A terapia é aplicada por seis terapeutas, que além das sessões de Reiki motivam também a aprendizagem.

Reiki é sucesso em Hospital da Alemanha

Transcrição do video:
No Hospital de Acidentados de Berlin, cientistas estão utilizando um método do Japão: Reiki.
Terapeutas de Reiki ajudam aos pacientes a alcançar um estado de relaxamento profundo, colocando as mãos sobre os doentes.
Não se pode descrever, é preciso vivenciar.
É muito forte; como disse, eu não acredito em nada sobrenatural.
Mas como disse, estou muito entusiasmado.
Eu percebi que meu braço simplesmente parou de incomodar.
Não só o braço, há outros aspectos.
Senti-me leve, saudável, houve um fluxo de energia.
Um estudo realizado no Hospital com 400 pacientes, avaliados em seis distintos métodos alternativos, comprovou a eficácia do Reiki.
Vemos claramente aqui que o Reiki é classificado como “MUITO BOM”
Eu era um pouco cético no início.
Então, aplicando aos pacientes, tivemos muitos sucessos.
E, posteriormente, incorporado em nosso programa, estamos muito satisfeitos com ele.
Estamos, é claro, pela nossa formação científica, também interessados em saber por que ele funciona.
Nós não sabemos ainda e pelo visto nunca saberemos.
Podemos simplesmente perceber uma resposta imediata, mostra um bom resultado. Um resultado muito bom mesmo.
Seis Terapeutas de Reiki trabalham no Hospital de Acidentados até agora.
Eles encorajam seus pacientes a aprenderem o método.
Um dos primeiros pacientes a prosseguir com o Reiki após a alta no Hospital foi Rolf Neujahr.
Ele já participou de dois cursos até agora.
Esse encanador de Argermunde em Uckermark foi capacitado a lidar com as dores de seu ombro.
Eu me trato todos os dias, pelo menos duas vezes por meia hora.
Às vezes até três vezes, eu mesmo faço.
Estou praticamente sem medicação para dor há semanas.
Tomo somente em casos muito graves.
Obter saúde com suas próprias mãos.
Deixando a doença e a dor para trás.
Todo mundo pode tentar encontrar o seu próprio caminho.

Sobre Unfrallkrankenhaus Berlin


Em 2010, the emergency room treated over 55 000 patients, half of which were subsequently treated as in-patients in our clinics. The hospital is structured to enable easy and immediate access to all medical services. Doctors from all disciplines work either directly in the ER or are on-call, making them available around the clock to provide the necessary care of injured or acutely ill patients.
http://www.ukb.de/[box type=”info”]

Créditos

Video editado pelo Mestre Johnny De’ Carli. Os textos da tradução foram também gentilmente cedidos pelo Mestre Johnny De’ Carli.
http://www.reikitradicional.com.br/
Em São Paulo:
Alameda Santos, 2223, conj. 52 – Cerqueira César – São Paulo – SP.
CEP 01.419-101
Telefone: (11) 3062-9941; telefax: (11) 3062-9647 e Celular: (11) 9619-2769 (VIVO)
No Rio de Janeiro:
Rua Siqueira Campos, 43 salas 633 e 634 – Copacabana – Rio de Janeiro – RJ.
CEP 22.031-070
Telefone: (21) 2256-8267; telefax: (21) 2235-3142 e Celular: (21) 8100-9723 (TIM)
Mestre Johnny De’ Carli
Email: ritadecarli@gmail.com

[/box]