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Outubro Rosa & Reiki

No dia 18 de Outubro de 2020 o núcleo regional da Terceira organizou um evento em que deu no período da manhã a doentes oncológicos terapia de Reiki,  seguindo o chá com Reiki e meditação coletiva onde foi partilhado experiências e dúvidas sobre o Reiki como ajuda no cancro .

Assim o núcleo assinala esta iniciativa com próxima data a 13 de Outubro de 2021 em homenagem também há última Reikiana da Terceira  que partiu para a luz nesta semana e que sempre usou as práticas de Reiki e os 5 princípios nesta jornada difícil. 

Coordenadora do Núcleo Regional de Reiki da Terceira – Associação Portuguesa de Reiki

Sandra Oliveira 💚🙏

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O envio de Reiki para pessoa com doença oncológica

Com o Okuden, o segundo nível de Reiki, aprendemos a técnica Enkaku Chiryo, que nos permite fazer um “tratamento ausente”, ou seja, a facilitação da energia para a pessoa, sem que ela esteja connosco. Esta é uma técnica para um tratamento de excepção e não de regra, ou seja, a terapia Reiki é humanizadora e centrada na pessoa, pelo que requer presença, mas em tempos exigentes ou como acompanhamento, podemos fazer o envio de Reiki à distância.

Continuar a ler O envio de Reiki para pessoa com doença oncológica
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Semana Europeia Contra o Cancro – também com Reiki

De 21 a 31 de Maio a Association of European Cancer Leagues promove uma Semana Europeia Contra o Cancro.

Também nós, praticantes de Reiki, podemos contribuir positivamente. Apesar de ainda ser um tempo em que o voluntariado presencial e as consultas não são possíveis, temos uma ferramenta valiosa, a técnica Enkaku Chiryo, o “tratamento ausente”.

Assim, queremos incentivar todos os praticantes de Reiki a, pelo menos durante esta semana, fazerem envio de Reiki para todas as pessoas que tenham doença oncológica, em todo o mundo. Vamos fazer em dois horários: 13h00 e 19h00, individualmente ou nas horas que vos seja possível.

A Associação Portuguesa de Reiki e os praticantes de Reiki contribuem positivamente, na luta contra o cancro, através do voluntariado a pessoas com doença oncológica, de forma complementar e integrativa.

Podem ler mais no site da AECL – EWAC.

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Seminário "Desperte para a vida… há sempre uma esperança!"

“Um seminário tão especial “Desperte para a vida… há sempre uma esperança!” com a participação de diversos convidados, neste Dia Mundial da Luta contra o Cancro realizado nas instalações do IEFP do porto. Um dia repleto de emoções, sensibilização e muitas partilhas de testemunhos. Um especial Obrigado a todos os que fizeram com que este seminário fosse possível e tão maravilhoso, Obrigada Filó Pessanha em representação do Nucleo do Porto APR a partilha e pela entrega e paixão que nos deliciou a todos na abordagem do tema Terapia Reiki.”🙏❤

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Palestra de Reiki na Oncologia

No passado dia 11 de Outubro, a Delegação de Braga da Liga Portuguesa Contra o Cancro dinamizou uma palestra dedicada à Terapia Reiki e aos seus benefícios na prestação de cuidados aos doentes oncológicos e aos seus familiares/cuidadores.

Os terapeutas voluntários Álvaro Braga, Sandra Pinto e Sofia Vilas Boas foram os oradores e sentada à mesa esteve também Fátima Soeiro, coordenadora da delegação, na qualidade de mediadora.

Foi um momento muito especial, de profunda reflexão, aprendizagem e partilha.

Tem sido muito gratificante colaborar ao longo destes anos com uma causa tão nobre, como é a luta contra o cancro, abraçada pela LPCC Delegação de Braga e em colaboração estreita com a equipa de psicologia desta casa.

Gostaríamos de agradecer o acolhimento desde a primeira hora por parte da coordenadora, Fátima Soeiro, e das psicólogas, Carla Ribeiro e Joana Rodrigues.

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Caminhada Solidária LPCC e NREAPR

O Reiki na Caminhada Solidária do Núcleo de Apoio da Liga Portuguesa Contra o Cancro de Évora

Foi com grande alegria que o Núcleo Regional de Évora da Associação Portuguesa de Reiki participou na Caminhada Solidária promovida pelo Núcleo de Apoio da Liga Portuguesa Contra o Cancro de Évora na enorme “onda rosa” que decorreu no dia 13 de Outubro por todo o país.

Estiveram as coordenadoras dos projetos de voluntariado de Reiki nas Ligas de Évora, Borba e Moura.

Gratidão a todos.

Coordenadores dos Projetos de Voluntariado de Reiki na Liga:

Évora: Fernanda Afonso António e Rita Perdigão

Borba: São Jeremias

Moura: Maria Pires.

É tempo de doar e de auxiliar. 

 SÓ POR HOJE 

SOMOS GRATOS

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Curso de Meditação para gestão da dor na sede da Associação Portuguesa de Reiki

Dia 16 de Julho das 10h00 às 11h30, será realizado na sede da Associação Portuguesa de Reiki, na Rua Comandante Ramiro Correia 6, 2700 Amadora, um curso de meditação para a gestão da dor, por João Magalhães.

O Curso de Meditação para a gestão da dor está aberto exclusivamente a pessoas que estejam numa condição de dor como a passagem pela doença oncológica, fibromialgia, esclerose múltipla, entre outras. No curso a privacidade da condição da pessoa é garantida, ninguém terá que definir a sua questão publicamente.

Podem levar os seus cuidadores diretos.

O curso é gratuito, será dado por João Magalhães e inserido nas atividades de 2019, Ano da Saúde Mental e Meditação na prática de Reiki.
Para mais informações contactar e inscrições a Associação Portuguesa de Reiki.

Lugares limitados e reservados.

Email: info@montekurama.org

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Sessões de Reiki na Liga Portuguesa Contra o Cancro – Delegação de Borba

O Núcleo Regional de Évora da Associação Portuguesa de Reiki realiza quinzenalmente sessões de Reiki na Delegação de Borba da Liga Portuguesa Contra o Cancro.

Estas sessões são gratuitas e destinam-se aos pacientes oncológicos, familiares e cuidadores.

As sessões realizam-se a partir das 17h00 às quartas-feiras.

À sua espera tem uma sala acolhedora, voluntários da Liga Portuguesa Contra o Cancro e da Associação Portuguesa de Reiki.

Estamos ligados pela mesma causa levando o Reiki aonde mais falta ele fizer.

Agendamentos – Contactar a Delegação de Borba da LPCC

SÓ POR HOJE

SOMOS GRATOS

Fernanda Afonso António – Coordenadora do Núcleo Regional de Évora da Associação Portuguesa de Reiki

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Reiki no Seminário – Prevenção e Tratamento do Cancro: Cuidar para Celebrar a Vida

No passado dia 25 de Maio o Núcleo Regional de Évora da Associação Portuguesa de Reiki participou no Seminário realizado no Auditório da Câmara Municipal de Portel.

Além de testemunhos transmitidos sobre os benefícios do Reiki no paciente oncológico foram também realizadas 20 sessões de Reiki gratuitas no encerramento do 2.º dia de Seminário.

Na realização das sessões estiveram 10 voluntário de Reiki.

Para muitos pacientes foi a sua 1.ª experiência com Reiki, sendo manifestada a intenção e vontade de repetirem a experiência que descreveram como super reconfortante e calmante. 

Fica nosso agradecimento a Patrícia Caeiro – organizadora do evento que amavelmente nos lançou este desafio.

Foi fantástica a energia que todos partilhamos.

Fernanda Afonso António – Coordenadora do Núcleo Regional de Évora da Associação Portuguesa de Reiki.

 

SÓ POR HOJE

SOMOS GRATOS

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APPO – Hospital Alcides Carneiro oferece atendimento de Reiki para Pacientes Oncológicos

A partir de agora, os pacientes oncológicos em tratamento no Hospital Alcides Carneiro, contam com mais um apoio na luta contra o câncer: o Reiki. A implementação da terapia se deu graças a parceria realizada com a APPO, Associação Petropolitana dos Pacientes Oncológicos. O Reiki é uma terapia holística que não tem vínculo com religião nenhuma e serve de auxílio no fortalecimento do sistema imunológico, controlando o estado emocional, a insônia e alivia as dores.
Considerado um método natural de recomposição e harmonização do equilíbrio energético, ele tem por objetivo manter e recuperar a saúde. O Reiki pode ser utilizado para qualquer doença, e não apenas para doenças físicas, mas também para maus hábitos, distúrbios emocionais e mentais em geral. A aplicação é feita somente com o toque das mãos do terapeuta, nenhuma outra ferramenta é necessária para a sessão.
Há três anos atuando na APPO, Sandra Siqueira, terapeuta holística, também é a responsável pelo atendimento no Hospital Alcides Carneiro e ressalta a importância do Reiki como um complemento ao tratamento. “É maravilhoso poder estar agora no HAC também, nessa parceria com a APPO. O paciente sempre relata as melhoras, contam que estão dormindo melhor, que o apetite melhorou, que sentem menos dores e muita tranquilidade”, afirma.
Pra fazer as sessões no HAC é necessário procurar a Assistente Social na Sala de Reuniões e fazer a ficha de inscrição, logo em seguida o paciente já é encaminhado para a terapia. “No início fazemos três sessões para equilibrar todos os chakras e, após essas três sessões, fazemos uma avaliação pra ver como o paciente está se sentindo. Não há limite de sessões, ele pode fazer toda vez que for ao hospital, ou uma vez por semana ou, de 15 em 15 dias, após a terceira sessão”, explica Sandra.
Os atendimentos no Hospital Alcides Carneiro são realizados às terças-feiras das 09h às 14h e quintas das 09h às 17h. Para Sandra, o melhor de tudo é poder oferecer o bem estar e a calma que as pessoas necessitam para enfrentar a doença.
“É uma imensa gratidão poder ajudar os pacientes a terem uma melhor qualidade de vida , poder trazer à eles um pouco de conforto com essa terapia que acalma muito e traz essa tranquilidade”, finaliza.
Mais informações sobre a Associação Petropolitana dos Pacientes Oncológicos, podem ser obtidas através do telefone (24) 2242-0956, do site www.appo.org.br, no e-mail appo@appo.org.br ou, pessoalmente, na sede da APPO, localizada nas dependências da Casa de Apoio à Rua Visconde da Penha, nº 72- Centro.
 
SERVIÇO
APPO – Associação Petropolitana dos Pacientes Oncológicos
Rua Visconde da Penha, nº 72
Centro – Petrópolis – RJ
(24) 2242-0956
www.appo.org.br
appo@appo.org.br
 
DOAÇÕES BANCÁRIAS
Itaú
Agência: 9244
Conta Corrente: 09277-2
Favorecido: Associação Petropolitana dos Pacientes Oncológicos
 
EQUIPE DE GESTÃO
Presidente: Ana Cristina Coelho Mattos
Vice – presidente: Claudia Jochem
Secretária: Mônica Possas
Tesoureiro: Antonio Ricardo da Silva
Relações Públicas: Cris Moura
Conselho Fiscal: Carlos Eduardo Almeida, Rosângela da Silva e Vita Bruno
FONTE: Petropolisnews

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Testemunhos doentes oncológicos

No dia 15 de Junho o núcleo de Guimarães da APR promoveu uma partilha de testemunhos com doentes oncológicos que recebem Reiki e os seus terapeutas que de uma forma voluntária fazem Reiki.
Durante cerca de 3 horas estivemos em silêncio a ouvir cada palavra, cada olhar de cumplicidade entre terapeuta e paciente, a controlar um misto de emoções que todos estávamos a sentir. A força destas pessoas e o Amor que estes terapeutas tem por aquilo que fazem, dá-nos a nós também, uma força incrível e faz-nos ver que é possível irmos mais longe! Reiki é mesmo muito bom e deveria ser para todos!!
Um grande obrigada a todos!! Que estes testemunhos sirvam para que mais pessoas possam usufruir da terapia Reiki.
Sílvia Oliveira

Testemunhos doentes oncológicos do núcleo de Guimarães

No dia 15 de Junho o núcleo de Guimarães da APR promoveu uma partilha de testemunhos com doentes oncológicos que recebem Reiki e os seus terapeutas que de uma forma voluntária fazem Reiki.Durante cerca de 3 horas estivemos em silêncio a ouvir cada palavra, cada olhar de cumplicidade entre terapeuta e paciente, a controlar um misto de emoções que todos estávamos a sentir. A força destas pessoas e o Amor que estes terapeutas tem por aquilo que fazem, dá-nos a nós também, uma força incrível e faz-nos ver que é possível irmos mais longe! Reiki é mesmo muito bom e deveria ser para todos!!Um grande obrigada a todos!! Que estes testemunhos sirvam para que mais pessoas possam usufruir da terapia Reiki.Sílvia Oliveira

Publicado por Associação Portuguesa de Reiki em Quarta-feira, 27 de junho de 2018

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Testemunho de voluntariado a pacientes com doença oncológica

Com muito amor, faço terapia a doentes oncológicos no Ponto Clínico em Vila Flor.

Tenho constatado que as minhas pacientes, estão bem mais confiantes com mais auto-estima, mais tranquilas e, como uma delas me diz; “estou sempre desejosa destas consultas. Durante muitos dias sinto-me como se não suportasse nenhum peso do passado e do presente.”

Neste momento, não posso estar em Vila Flor, mas já hoje, me telefonaram do Ponto Clínico, para saber quando regresso porque já estão a sentir a falta dos tratamentos Reiki. Claro que vou ajudar as minhas amigas enviando-lhes Reiki à distância.

Constato, que embora no Concelho de Vila Flor, existam doentes oncológicos do sexo masculino, nenhum se dispõe a fazer a terapia mesmo sendo totalmente gratuito.

Sou imensamente grata e a minha própria vida parece ser bem mais abundante e feliz e, tenho a percepção que, quanto mais dou, mais recebo.

Clotilde Morais

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Reunião de Voluntários em Braga

No passado dia 17, as coordenadoras do Núcleo de Braga, reuniram alguns dos voluntários para fazer o balanço dos últimos 3 meses de atividade e ajustar as práticas em função dos horários, disponibilidade dos voluntários e dos projetos em curso.
Assim, mantem-se o apoio ao lar de 3ª idade, e as terapias no núcleo a utentes com depressão.
Foram destacados mais dois voluntários para a unidade de psico oncologia da liga portuguesa contra o cancro e vão iniciar dois novos projetos: Reiki 4 pets, para animais com sessões presenciais e à distância e aos sábados inicia o projeto: Reiki para praticantes e terapeutas. A primeira sessão é dedicada aos voluntários.
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PROJETO APOIAR-TE COM REIKI

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Começo por Agradecer ao Presidente da Direção José Evaristo e Coordenadora Emília Evaristo da TKM Universidade Sénior D. Sancho I de Almada, pela prontidão e cedência imediata das instalações quando fui propor o Projeto Apoiar-TE com Reiki.
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Aproveitando o PROJETO DE VOLUNTARIADO REIKI AMBULATÓRIO do meu Amigo Valter Jacinto, convidei-o para o Projeto Apoiar-Te, que logo após nossa primeira reunião em que ficou tudo acertado entre nós, foi baptizado com o nome 2016 Ano da Filosofia de Vida no Apoiar-TE com Reiki.
Quando já estava tudo concreto entre nós, pedi uma reunião com a Instituição onde dou aulas de Reiki / Meditação em regime de Voluntariado TKM, para dar a conhecer nosso Projeto, e, foi nesse momento que nos foi concedido as instalações do mesmo, a partir daí era só dar a conhecer o projeto na Universidade e brevemente ao Concelho de Almada em parceria com a Câmara Municipal de Almada.
Na sexta-feira passada, dia 15 de Abril demos a Palestra no Auditório da Escola Secundária Cacilhas-Tejo.
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E, assim, em parceria estão; Olinda Ângelo, Valter Jacinto e TKM Universidade Sénior D. Sancho I de Almada, que nasce com um novo projeto de Apoiar-Te às seguintes Patologias:
Doentes Oncológicos
Doentes com Fibromialgia
Doentes com AVC e Problemas de Coração.
Para já vamos estudar, analisar, testar o Reiki nestas patologias com a duração de 6 meses, aplicando a Escala Edmonton, avaliando os efeitos de cada Pessoa em questão, para dar resultados de como a Energia Reiki funciona mesmo.
Existe um grupo de Voluntários que vai abrir as portas dando a oportunidade de sermos mais, preparados por mim Olinda Ângelo e Valter Jacinto, para darem assistência a este Projeto. Além da Formação de Voluntariado para Terapeutas de Reiki que vão ter através da APR, vão aprender a lidar com cada uma das patologias referidas atrás.
Temas para a prática deste Projeto:
Cinco Princípios do Reiki
Postura do Terapeuta e da Pessoa.
Que Cuidados no Apoiar
Saber Escutar
Humanização
Toque
Olhar
Empatia
Ajudar
Comunicar Compreensão
Ajudar a Ajudar-se
Para já são estes os passos para o nosso Projeto Apoiar-TE com Reiki, no Congresso haverá mais partilhas.
Olinda Ângelo e Valter Jacinto

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O impressionante poder curativo do Reiki no tratamento do cancro

Pergunte à maioria das pessoas o que elas mais temem e a resposta será cancro. A resposta não é surpreendente, já que esta doença é a grande responsável pela maioria das mortes no mundo inteiro. O cancro é a principal causa de morte na Austrália e a segunda mais comum nos Estados Unidos, mas há grandes probabilidades de se poderem mudar as estatísticas.
Graças ao avanço nas tecnologias médicas, alguns tipos de cancro podem ser detetados em estágios precoces, o que leva a uma otimização dos tratamentos e ao aumento das taxas de sobrevivência. Ao longo dos últimos 20 anos, as taxas de sobrevivência de inúmeros tipos de cancro comuns aumentaram cerca de 30% e mais de metade dos pacientes com cancro sobrevive mais de cinco anos depois do diagnóstico.
À medida que as práticas médicas e as opções de tratamento continuam a evoluir, também evolui a compreensão do corpo e mente do homem, e o papel crucial que eles têm na nossa sobrevivência.
Evidências científicas mostram que corpo e mente estão ligados, e que ambos devem estar em paz quando se luta contra o cancro. Normalmente os pacientes que melhoram são os que têm grandes expectativas que isso aconteça. A libertação de químicos biológicos age em áreas específicas do cérebro que ajudam na recuperação.
Ao longo das últimas duas décadas, o corpo médico australiano reconheceu a conexão entre corpo e mente, bem como o seu papel na saúde como um todo. Atualmente, a terapia da mente e corpo funciona como parte integrante dos tratamentos médicos postos em prática.
O que é a Terapia da Mente e Corpo?
Este é um termo geral para indicar qualquer prática que ajude a restaurar o equilíbrio entre mente, corpo e espírito, ajudando a curar em diferentes níveis: espiritual, mental e físico.
Pesquisas recentes mostram que a Terapia da Mente e Corpo pode melhorar a qualidade de vida daqueles que têm doenças terminais, como o Mesotelioma, ao:

  • Diminuir a dor;
  • Diminuir os efeitos secundários de quimioterapia;
  • Diminuir depressão e ansiedade.

Há diversas Terapias da Mente e Corpo, tais como Yoga, Tai Chi, Meditação, Qigong, Visualizações criativas, Cura Prânica e Arte Terapêutica.
Uma das práticas mais aceites entre as terapias alternativas é o Reiki, que é feito juntamente com tratamentos médicos e psicológicos regulares.
O que é o Reiki?
O Reiki é uma terapia não-invasiva que passa energia subtil de um ser para outro, ajudando a promover o bem-estar. Não são usadas técnicas de pressão ou manipulativas.
Os que estão habilitados a facultar a terapia de Reiki usam a energia de cura universal e transferem-na para os outros através da imposição das mãos em diferentes zonas do corpo. Estas regiões normalmente incluem a cabeça, os ombros, o estômago e os pés, de modo a alcançarem os sete chacras principais do corpo, que são os centros de energia que este possui.
O Reiki é uma terapia que não usa qualquer tipo de equipamento. Pode ser aplicado em pessoas deitadas, de pé ou sentadas e faz-se com as roupas vestidas. Esta terapia ajuda a aliviar tensões, ansiedade e medo, e cada pessoa reage de maneira diferente aos tratamentos de Reiki. De um modo geral, as pessoas relatam uma sensação de profundo relaxamento e de paz. Algumas pessoas adormecem durante o tratamento e, quando acordadas, sentem-se renovadas e mais positivas acerca do seu futuro.
Hospitais oferecem Reiki aos pacientes
Constatações científicas provam que o Reiki ajuda a minimizar os sintomas dos pacientes e a melhorar a sua qualidade de vida.
Pesquisas levadas a cabo no Hartford Hospital, no Connecticut, revelaram que o Reiki melhorou em 86% o padrão de sono de alguns pacientes, bem como reduziu os níveis de dor em 78% e náusea em 80%.
Hospitais e clínicas por toda a Austrália e Estados Unidos da América estão a começar a reconhecer o Reiki como uma ferramenta importante para melhorar a assistência dada aos pacientes.
O California Pacific Medical Center, um dos maiores hospitais do Estado da Califórnia, oferece um variado leque de terapias complementares, onde se incluem a acunpuntura, a homeopatia, a aromaterapia ou o Reiki, para doenças agudas e crónicas.
A International Association of Reiki Professionals mostra que o Dr. Michael Cantwell, um pediatra de renome do California Pacific Medical Center, usa Reiki no tratamento de doenças agudas, como lesões músculo-esqueléticas, dor, dor de cabeça, infeções agudas e asma.
Prevenção do Cancro
De acordo com os U.S. Canters for Disease Control and Prevention, o número de casos com cancro pode ser reduzido se as pessoas tirarem partido das tecnologias de rastreio do cancro.
O rastreio ajuda a identificar lesões pré-cancerígenas e estágios precoces de cancro, o que pode ajudar no sucesso dos tratamentos. Também há vacinas que podem ajudar a prevenir certos tipos de cancro.
No entanto, a melhor defesa que possuímos contra o cancro reside na força do nosso corpo e da nossa mente. Se cuidarmos bem de ambos, seremos recompensados com boa saúde e iremos minimizar os riscos de termos cancro. Cuidar do corpo e da mente também é importante para aqueles que estão diagnosticados com cancro, pois é uma forma de lutarem contra a doença com força física e emocional.
Fonte: http://www.asbestos.com/blog/2015/05/12/reiki-for-cancer-treatment/

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Dias Abertos com Reiki em Serpa

O Núcleo de Serpa desenvolve atualmente Dia Abertos com Reiki em Serpa, sobre as mais diversas temáticas. Este projeto foi iniciado no mês de Fevereiro e tem como principal objetivo a divulgação da Terapia Reiki a toda a população do concelho de Serpa.
O primeiro “Open Day” foi dedicado aos casais, no Dia de S. Valentim, onde proporcionámos a possibilidade de receber Reiki “a dois”. “Uma experiência maravilhosa” conta quem beneficiou desta possibilidade, uma tarde repleta de Amor e Partilha, com Reiki em pano de fundo.
Mais recentemente, em Março, foi o momento de dedicar uma tarde às mulheres, com o principal foco nos benefícios do Reiki na saúde feminina. Numa roda de partilha, falou-se das experiências com Reiki desde a infância/adolescência até à idade madura, sem esquecer a doença oncológica.
Os próximos “Open Day” com Reiki serão dedicados aos Seniores (em Maio, no âmbito das Jornadas Senior de Serpa) e às Crianças (em Junho, nas comemorações da Semana da Criança)
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Pesquisas recentes mostram que o Reiki ajuda no bem-estar de doentes com cancro

De acordo com um artigo publicado no site da University of Huddersfield, datado de fevereiro de 2015, foi levado a cabo um estudo piloto pela Dr.ª Serena McClusky que concluiu que o Reiki pode ser uma ferramenta valiosa para melhorar a qualidade de vida em mulheres com cancro.
Considerando que estudos recentes mostram que pelo menos metade da população mundial terá cancro em algum momento das suas vidas, um projeto de investigação da University of Huddersfield, no Reino Unido, alega que a terapia complementar Reiki pode melhorar a qualidade de vida de pacientes com cancro ao diminuir os níveis de depressão, ansiedade e cansaço de que padecem.
O projeto, intitulado «An exploratory study of Reiki experiences in Woman living with cancer» [Um estudo exploratório de experiências com Reiki em mulheres que vivem com cancro], foi conduzido pela Dr.ª Serena McCluskey, praticante de Reiki e investigadora Sénior no Centre for Applied Psychological and Health Research, pela Professora Marilynne Kirshbaum e pela Dr.ª Maxine Stead, formada em Oncologia Psicossocial e proprietária de um Spa de saúde holístico em Huddersfield.
Os pesquisadores envolvidos no projeto concluíram que o Reiki pode ser benéfico na qualidade de vida de mulheres que sofrem de cancro e que, em breve, o Reiki será adicionado ao Sistema Nacional de Saúde, a par de outras terapias complementares: «A acunpuntura e outras técnicas vistas como pouco ortodoxas são prescritas no Sistema Nacional de Saúde, por isso percebemos que devíamos aprofundar pesquisas acerca do Reiki. Não queremos dizer que haverá comprovação científica, mas é um facto que o Reiki traz benefícios na qualidade de vida de mulheres com cancro», afirmou a Dr.ª McCluskey.
Durante um ano, investigadores levaram a cabo entrevistas a dez mulheres que tinham recebido Reiki e as descobertas foram unânimes: alívio de tensões emocionais, menor preocupação mental com a doença, sentimentos de paz e relaxamento. Os benefícios, de acordo com a Dr.ª Stead, podem durar até quinze dias: «O Reiki deu a estas mulheres a oportunidade de esquecerem o que estavam a viver, pois estavam sob tratamentos complicados. O Reiki foi como um refúgio e ajudou-as a lidar melhor com a doença. Tirou-as da escuridão.»
A Dr.ª McCluskey e a Dr.ª Stead, que é agora Mestre de Reiki, foram colegas na University of Leeds, na Unidade de Investigação Psicossocial Oncológica e Experiências Clínicas, fundada pelo Cancer Research Uk: «Graças a métodos de diagnóstico e tratamento mais eficazes, as pessoas com cancro vivem mais tempo. Os pacientes não vão ao hospital assim tantas vezes e não têm apoio médico com frequência, o que os leva a procurar outro tipo de apoio complementar que não o tratamento médico convencional para ajudá-los a reduzir efeitos secundários da doença, como depressão, ansiedade, cansaço e dor».
Os resultados deste projeto-piloto foram apresentados em Leeds, no mês de março de 2015, na Conference of the British Psychosocial Oncology Society e serão, mais tarde, publicados para fazerem frente às críticas de evidências empíricas sobre a validade e credibilidade do Reiki: «Não sabemos exatamente como ou por que é que os pássaros migram para o outro lado do mundo e regressam para o mesmo sítio todos os anos, mas um dia ainda iremos perceber. E o mesmo acontece com o Reiki», disse a Dr.ª Stead.

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Ana Semedo e Inês Lopes na RTP África, uma entrevista sobre Reiki

Ana Semedo, coordenadora do núcleo de Reiki de Alcobaça e Inês Lopes, membro dos Órgãos Sociais da Associação Portuguesa de Reiki, estiveram presentes no programa Bem Vindos, na RTP África para uma conversa sobre Reiki.
[su_button url=”http://www.rtp.pt/play/p2315/e223408/bem-vindos” target=”blank” background=”#c43f06″ size=”5″ icon=”icon: heart”]Ver entrevista aqui…[/su_button]
 

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Ana Carla Semedo – Coordenadora do Núcleo de Reiki de Alcobaça

 

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Inês Lopes – Órgãos Sociais da Associação Portuguesa de Reiki

As entrevistadas falaram sobre a aplicação de Reiki em pessoas, animais e plantas, sobre os conceitos de energia. Deram ênfase à aplicação da terapia em pessoas com doença oncológica e frisaram a importância da ética e do conceito de Reiki como Terapia Complementar.

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http://www.rtp.pt/play/p2315/e223408/bem-vindos

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Projecto de Reiki apresentado nas VII Jornadas de Oncologia

A 27 de Novembro realizaram-se as VII Jornadas de Oncologia do Centro Hospitalar entre o Douro e Vouga no ISVouga. Nestas jornadas foi apresentado o Projecto de Reiki em Oncologia realizado pela Drª Cátia Duque, do núcleo de Reiki de Santa Maria da Feira e pela Enfermeira Maryse Neves do Serviço de Oncologia do Hospital São Sebastião. Foram apresentados os resultados deste trabalho e ainda louvado o empenho das voluntárias Fernanda, Dolores e Liliana.
Palestrantes – Cátia Duque, Maryse Neves.
Moderador – João Magalhães
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Muito obrigado a todo o grupo pelo excelente trabalho voluntário, em prol da pessoa com doença oncológica.

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Reiki e o Testemunho de uma doente Oncológica

No mês em que se assinala a prevenção do cancro da mama deixo aqui o testemunho de uma mulher que encontrou na terapia REIKI o alento para vencer uma doença oncológica, que se estima venha a afetar uma em cada 10 mulheres antes dos 80 anos. Paula Ribeiro, 37 anos, casada, encontrou o Reiki através da Unidade de Psico-Oncologia da Liga Portuguesa contra o Cancro do Núcleo de Braga.
Hoje, curada da doença, fala-nos da sua experiência.

“No ano de 2014, em agosto, foi-me diagnosticado Cancro da Mama. Esta neoplasia quando surge arrebata-nos para um mundo de escuridão, onde os sonhos se perdem e a esperança se esfumaça. Por momentos,  tudo perde sentido… e ao mesmo tempo tudo ganha sentido e o dobro do valor. No caminho da cura, encontrei muito amor, e esperança. Muita força e perseverança! E a certeza que era necessário encontrar o verdadeiro sentido da vida.
A descoberta de um novo mundo, foi determinada pelo caminho do Reiki. Já tinha ouvido falar,  mas não sabia em concreto de que se tratava. Queria ganhar todas as forças e ajudar o meu corpo a reagir à doença e a lutar vivamente pela cura. Na minha primeira experiência de Reiki, não queria acreditar no que estava a sentir,  o meu corpo começou a sentir um relaxamento inexplicável, e uma tranquilidade latente. A atenção da nossa mente foca-se no nosso corpo,  em cada parte dele e sente-se o mesmo a reagir,  a tornar-se mais forte e equilibrado!
Antes de contactar com o Reiki, sentia o meu corpo em constante desequilibrio, ansiedade e profundo mau-estar.
Depois de receber terapia, comecei a sentir-me cada vez mais forte e confiante. No decorrer dos tratamentos de quimioterapia, o Reiki apresentou-se como a melhor terapêutica de combate aos efeitos dos mesmos. As dores no corpo, os enjoos, a fraqueza eram efeitos contínuos, que se atenuavam e praticamente desapareciam durante e após a terapia de Reiki. Era absolutamente extraordinário,  num momento o corpo estar mergulhado num profundo enjoo,  sem conseguir ingerir qualquer alimento e a meio da terapia sentir uma vontade enorme de alimento. E efetivamente assumo que após a terapia de Reiki conseguia nutrir-me com vontade, prazer e sem qualquer náusea. A fraqueza do corpo, determinava a perda de forças e a vontade de estar jorrada sobre uma cama, sem nada fazer! O Reiki concedia a energia necessária para me sentir bem e com forças. Depois de uma sessão de Reiki era frequente, ter vontade de andar, passear, sem sentir qualquer mau-estar. A dor sobre o peito mastectomizado e respetivo braço, eram constantes, e em boa verdade após a terapia de Reiki as dores diminuíam efetivamente.
Um momento de grande intervenção do Reiki, foi determinado pela recuperação quase imediata de uma inflamação na garganta. Antes da terapia de Reiki sentia fortes dores de garganta, todavia consoante recebia tratamento de Reiki, existiu uma alteração significativa da sintomatologia, cuja dor praticamente desapareceu. A inflamação regrediu e a recuperação foi muito mais rápida.
Não obstante todos os efeitos físicos do Reiki, não se pode descurar o efeito psicológico e emocional. O Reiki, pelos efeitos que produz de bem-estar, tranquilidade, paz, serenidade, acarreta consigo a confiança de um dia melhor, e de um amanhã promissor. Os pensamentos negativos deixam de ter força, pois a evidência da recuperação do corpo físico, permite que o nosso emocional acompanhe essa evolução e consigo traga a segurança da capacidade de cura do nosso corpo.
O Reiki é para mim, um tratamento físico e emocional. Físico porque consegui por meio dele alcançar a recuperação saudável do meu corpo e emocional porque me fez conhecer o meu interior e com isso, acordar em cada dia, olhando para o futuro com esperança e certeza!
Hoje, já findos os tratamentos, continuo a ter o Reiki presente na minha vida, pois em momentos de maior agitação, ansiedade, o Reiki é a forma terapêutica de controlar esses sintomas. A prática diária de Reiki, torna o corpo mais forte e equilibrado. O Reiki é uma terapêutica efetiva, sem contra-indicações e apenas vantagens, é uma forma concreta de combate da dor física, do mau-estar do corpo e do desiquilibrio emocional.
Jamais teria conseguido ultrapassar todas as fases da minha doença, sem o Reiki. Em cada sessão de Reiki, a sensação que ficava era de “renovação”!
Poderá ser incrível perceber como uma terapia não medicamentosa pode produzir tantos efeitos benéficos, mas a realidade é que perante uma doença como o “Cancro”, ele surge como sendo o melhor tratamento coadjuvante, com efeitos concretos.
O Reiki, não é apenas uma filosofia de vida, mas uma existência efetiva e que deve chegar a todas as pessoas!”
 
Um exemplo de esperança para todas nós.
 
Sofia Vilas Boas
 

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Significados de Empowerment Psicológico na Experiência de Doença Oncológica: Reiki como Técnica Promotora

O presente estudo vem acrescentar algumas dimensões, pouco consideradas até então, nos estudos do E.P realizados no contexto de doença oncológica. Este estudo permitiu compreender, através da abordagem qualitativa, o percurso de cinco participantes no decorrer das suas vivências na experiência de doença. Nomeadamente uma maior compreensão do seu significado na experiência oncológica e a forma como a técnica Reiki prova constituir-se num recurso promissor, para o aumento dos níveis de E.P.
Todas as estratégias de E.P são importantes para os participantes re – descobrirem as forças e as habilidades que possuem, no controlo face à doença (Mok et al., 2004). Como tal, através dos resultados qualitativos, pudemos observar que os temas encontram-se todos intimamente ligados e relacionados entre si, num processo dinâmico e construtivo. A dinâmica individual é sentida pelo significado do E.P na vivência da doença de cada participante. A dinâmica contextual percepciona-se pela oportunidade de adquirir ferramentas e utilizá-las como recursos que favorecem o E.P. A dinâmica relacional influencia o sentimento de pertença e ligação à comunidade onde o participante se insere, adquirindo forças e poderes que advém desta.
Os resultados quantitativos indicam a existência de diferenças significativas entre os 2 grupos para todas as dimensões presentes no estudo de Mok (1998), (t student p<.05). O grupo que pratica Reiki obteve os valores médios mais altos para todas as dimensões, relativamente ao grupo sem Reiki. Os dados também revelam que o E.P mais alto da amostra corresponde à dimensão Esperança (M=4.34), contrariamente ao mais baixo, correspondente aos Skills e Conhecimento (M=3.43). É de notar que o grupo que pratica Reiki possui o nível de formação e de E.P mais elevado. Quanto aos resultados das médias dos constructos pressupõe-se que o grupo que não pratica Reiki tem maiores níveis de E.P associados à confiança nos médicos (itens correspondentes ao constructo), já o grupo que pratica Reiki detém menos confiança nos médicos. Relativamente aos Skills
e Conhecimento, é evidente que o grupo que pratica Reiki tem os maiores níveis de E.P, uma vez que procura saber mais informações, estando ciente do seu processo de tomada de decisão. Os níveis médios de Esperança, dimensão associada à fé, são congruentes para
ambos os grupos, representando a semelhança entre um grupo e o outro, na esperança pela recuperação, independentemente dos tratamentos que aplicam.
Estes dados vão ao encontro das entrevistas qualitativas, na medida em que os praticantes de Reiki são influenciados na opção pelo tratamento por determinantes sociais, culturais e de formação, etc. O nível de formação tem influência na decisão pelo Reiki, o que por sua vez aumenta os níveis de E.P. A autonomia individual é, igualmente, auxiliada através das escolhas dos tratamentos informados acerca da doença.
Através das entrevistas qualitativas, este estudo alcançou 7 temas principais e 26 sub – temas de E.P associados à prática de Reiki. Tais como: Controlo; Transformação de Pensamentos; Crescimento Espiritual; Aquisição de Conhecimentos e Skills; Redes de Apoio; Envolvimento Activo; GAM & GAR
Dentro destes temas e sub-temas que o estudo alcançou, destacam-se por exemplo, o subtema “Tomada de decisão” contemplado no 1º tema “Controlo”. A tomada de decisão sendo um processo de liberdade de escolha sobre os diferentes métodos de tratamento a recorrer, é interessante verificar que este processo é facilitado pela rede de apoio dos participantes, pelos profissionais de saúde (na sua grande maioria os enfermeiros) e pela própria experiência no Reiki. Também o papel da família aqui é preponderante na influência que tem sobre as decisões dos participantes. Ainda dentro do 1º Tema “Controlo”, o sub-tema “diminuição do stress físico e psicológico” foi o que manifestou a acção directa, prática e concreta dos tratamentos de Reiki no alívio dos sintomas físicos, psicológicos e emocionais causados pela doença e pelos efeitos dos tratamentos convencionais. Uma melhoria na QDV; diminuição da dor física; relaxamento; tranquilidade; bem – estar geral; auto – estima; paz interior; redução da ansiedade; alívio do stress.

O Reiki teve impacto nos mecanismos de superação da doença e consequente empowerment nesta comunidade e os sub-temas “Pensamento positivo” e “Esperança” destacados no 2º Tema “Transformação de Pensamentos”, vieram demonstrar isso mesmo. Através do auto – Reiki, a pessoa atribui uma importância maior aos aspectos positivos que a doença trouxe à sua vida e encara-a de uma forma mais optimista. A “Esperança”, ligada à fé, também é estimulada pela família/cônjuge e pelos amigos. Para além disso, o Reiki demonstrou ser igualmente relevante para a construção de uma realidade empoderadora na experiência de doença, por dar origem ao sub tema “Atribuição de significado e propósito de vida” destacado no 3º tema “ Crescimento espiritual”.
Relativamente ao 7º tema alcançado “GAM & GAR”, refere-se à participação activa em grupos de ajuda mútua e de partilhas de Reiki, facilitadores do processo de E.P. Foi curioso verificar que a maioria das participantes considerou os GAR (grupos de apoio reiki) tão ou mais eficazes no aumento do seu E.P, na medida em que estes partilham experiências entre si e com os seus Praticantes de Reiki e são grupos que têm como foco manter elevado o nível de energia entre todos os membros, favorecendo a correcta percepção sobre a doença.
Através deste estudo, é fácil de perceber que com o Reiki, a pessoa adquire um papel crucial e activo na sua própria recuperação, tornando-se no seu próprio agente de mudança, pois ela age em conformidade com os resultados que espera poder alcançar. O Reiki, neste estudo, demonstrou ser um elemento central e impulsionador de mudanças positivas, facilitando o processo de recovery, o aumento do EP e o envolvimento ativo na comunidade.
Com esta dissertação, pudemos compreender a espiritualidade, como um factor relevante para o aumento de E.P. Ao se ter verificado uma predisposição para as pessoas que possuem espiritualidade, recorrerem mais facilmente aos métodos complementares.
Nesse sentido, os profissionais de saúde, dos vários sectores da oncologia devem estar conscientes relativamente às dimensões da espiritualidade a fim de providenciar o tratamento mais adequado, uma vez que a própria espiritualidade transcende as dificuldades decorrentes da doença. Assim como o E.P, quando é facilitado pelo Reiki, origina auto transformação positiva e a mudança de atitude nas relações com os outros e perante a vida (Mok et al., 2004). Da mesma forma que o Reiki, mais do que um tratamento auto aplicado, os praticantes percebem que têm a capacidade de se ajudar a se sentirem melhores e a ter um papel crucial na própria recuperação. Por esse motivo, esta ferramenta de E.P, baseia-se sobretudo num processo de crescimento espiritual e não apenas numa técnica de tratamento.
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Rita Ferreira é vogal dos órgãos sociais e tem como funções as iniciativas de apoio social, a gestão e avaliação. Podem ler mais sobre a sua tese no site da Associação Portuguesa de Reiki, na categoria Prémio Hayashi de Investigação Reiki.
Significados de Empowerment Psicológico na Experiência de Doença Oncológica: Reiki como Técnica Promotora – Um estudo exploratório Rita Susana Évora Ferreira – Tese de Mestrado, ISPA, Instituto Universitário Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida – 2014
 

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Reiki e o Testemunho de uma doente oncológica

O Reiki apresenta-se como uma terapia complementar, natural, não manipulativa, para o bem-estar da mente e do corpo. A prática atua sobre todo o sistema orgânico, emocional, mental, energético e espiritual da pessoal. O empoderamento que a prática traz, possibilitando à pessoa uma capacidade de encarar a doença e ter força para lidar com o seu dia-a-dia. Este é o testemunho de uma pessoa com doença oncológica, que recebeu tratamento ao longo de 18 sessões, todas as semanas, pela terapeuta Marta Pacheco. Felizmente, este é mais um dos casos em que a homeostasia da pessoa encontrou o equilíbrio. Reiki é apenas uma terapia complementar que serve como suporte a todo o tratamento médico. – João Magalhães
 
A patologia oncológica é uma das principais causas de morte em Portugal, sendo igualmente responsável por uma elevada morbilidade. Nos últimos anos esta patologia tem sido alvo de diversas estratégias no sentido de optimizar a utilização das opções terapêuticas e diagnósticas disponíveis.
A doença oncológica traduz-se assim numa situação crónica, muitas vezes debilitante e, outras tantas vezes fatal, que atinge cada vez maior número de indivíduos. Mas, esta patologia tem outros condicionantes muito próprios. Por um lado, os tratamentos cirúrgicos, de quimioterapia e de radioterapia que permitiram aumentar o tempo de vida dos doentes oncológicos e mesmo assim atingir situações de cura, mas, por outro lado, são estes mesmos tratamentos que condicionam alguns dos maiores estigmas associados à doença.
Atualmente, sabemos que existem alguns factores ambientais que podem provocar o cancro, como é o caso do tabaco, o excesso de álcool, má alimentação, entre outras. Estas descobertas vieram desencadear todo um movimento para tentar alertar a população para a importância da prevenção através da adoção de estilos de vida mais saudáveis. Porém, sabemos também há muito que esta relação entre meio ambiente e comportamento é fortemente influenciada e modelada pela personalidade de cada individuo, o que vem dificultar e muito, a mudança de comportamentos (Silva, 2002). Alguns factores de personalidade podem, também eles, contribuir para o surgimento e desenvolvimento de doenças como o cancro, constituindo atualmente um dos mais ricos, promissores e interessantes territórios de pesquisa em Oncologia (Holland, 2002).
Neste momento, estou a acompanhar uma doente oncológica desde o dia 6 de fevereiro, todas as sextas feiras, ao todo já foram realizadas até hoje 18 sessões.  Desde que esta a fazer o tratamento de Reiki como complemento, sente-se mais forte para enfrentar as sessões de quimioterapia que a deixam completamente de rastos e sem força.
O caso desta minha paciente é bastante delicado, pois quando chegou a mim estava com 50% de urina no sangue, maioria dos órgãos afetados, o lado direito sobretudo, com um saquinho a drenar o rim direito e o uso de fralda noturna, pois não havia sensibilidade na retenção da urina, e não conseguia libertar as fezes.
Perante este estado não sabia o que fazer e o que dizer… Porque apesar do estado físico deteriorado, o nível psicológico estava bastante sensível, pois esta patologia surgiu de um erro médico, onde na qual nunca ouve até hoje um pedido de desculpas. Pedi aconselhamento a minha Mestre, Sílvia Oliveira, e segui a voz do meu coração. Semana a pós semana, mês a pós mês, a Adelaide apresenta melhorias físicas.
Ao longo das semanas,  cada sessão de Reiki era uma aventura, sempre com histórias para contar, é inevitável não haver envolvimento entre paciente e terapeuta,  e nestes diálogos, muito importantes para a paciente, a sua força interior foi crescendo, chegando a cada consulta com um grande sorriso, dizendo sempre «Martinha vamos vencer esta luta…» Claramente, que na semana das sessões de quimioterapia, chegava as consultas de Reiki muito cansada, a cada sessão de quimio a dose era aumentada, e já vai na sétima sessão. A medica oncológica que acompanha a Adelaide no hospital de Guimarães, deu os parabéns pela iniciativa da paciente na procura da medicina alternativa, referindo até que desconfiava que tal estivesse a acontecer, tendo em conta a aparência apresentada pela Adelaide.
Para Jung ( 1986), a espiritualidade não está obrigatoriamente associada à fé religiosa, mas sim à relação transcendental da alma com a divindade e na mudança que daí advém. A espiritualidade estaria assim relacionada com uma atitude, uma ação interna, uma ampliação da consciência, um contacto do individuo com sentimentos e pensamentos superiores e no fortalecimento e amadurecimento que esse contacto poderá trazer para a sua personalidade. A Adelaide teve experiência transcendental com a Terapia de Reiki, não só no que diz respeito a prática de cura natural, como na prática da filosofia de vida que o Reiki nos faz vivenciar, os cinco princípios, a acreditar que tem de viver um dia de cada vez, sendo Grata todos os dias por cada momento mágico que tem na sua vida, com os seus netos que tanto fala, dizendo: Martinha, quando ficar boa vou cuidar dos meus netos como não pude cuidar dos meus filhos.
Hoje em dia, existe um consenso cada vez maior em relação à importância e peso que a religiosidade e a espiritualidade têm na Qualidade De Vida dos doentes em geral, e dos doentes oncológicos em particular (Miller & Thoresen, 2003), existindo atualmente alguns estudos que apontam para a existência de uma relação importante entre bem-estar espiritual (BEESP) e melhor qualidade de vida (QDV)  (Brady, Peterman, Fitchett, Mo & Celia, 1999; Cotton, Levine, Fitzpatrick, Dold & Targ, 1999).
O doente que apresenta um maior bem-estar espiritual, é levado a experienciar uma maior e mais profunda compreensão sobre o significado e propósito da vida, deixando de focar-se apenas nos seus problemas, para passar a adoptar uma visão mais holística sobre a vida. Este novo enfoque, por seu lado, pode provocar uma diminuição dos índices de stress crónico a que os doentes oncológicos normalmente estão sujeitos, permitindo ao doente descontrair-se e relaxar, levando assim o organismo a produzir aquilo que Benson (1984) denominou por The Relaxation Response. Em 1996, lançou seu último livro “Medicina Espiritual” no qual afirma com convicção: “[…] nos meus 30 anos de prática da medicina, nenhuma força curativa é mais impressionante ou mais universalmente acessível do que o poder do indivíduo de cuidar de si e de se curar”. E destaca: “Os anseios da alma – a fé, a esperança e o amor – são eternos, inclinações naturais que o pensamento ocidental moderno reprimiu, mas jamais subjugou”.
Neste momento, a Adelaide  apresenta melhorias significativas, os intestinos funcionam melhor, tem uma maior sensibilidade na retenção urinária, as pernas já não incham com tanta frequência, tem noites tranquilas e não perdeu peso, sendo que esta sempre com um grande apetite, e os órgãos estão a estabilizar. A nível psicológico, apresenta muita força, com grande vontade de viver, mas com uma aceitação clara da doença, onde o seu lema é viver o dia a dia. Mais do que tudo isto, o quisto desapareceu, vai realizar a ultima sessão de quimioterapia (oitava) , e a realização de exames específicos, verificar como estão as células entre outros. As sessões de Reiki continuarão com o objetivo de fortalecer o sistema imunológico, ajudando-a na recuperação.
E por tudo isto que acredito que todos os recursos disponíveis, inclusive os de ordem espiritual, que encorajem a cura, o ajustamento psicológico e uma melhor Qualidade De Vida dos doentes, devem ser seriamente considerados. Devem ver a sua validade comprovada ou infirmada, não de acordo com os critérios de apenas uma parte da comunidade científica, por mais importante que ela seja, mas sim através das implicações clínicas que estes possam provocar.
Numa sociedade leiga como a nossa, o espiritual continua a não ser reconhecido, ou pior, é suspeito por ser confundido com o religioso, enquanto que a negação da morte e a omnipotência da técnica têm contribuído largamente para a “secura” espiritual que observamos diariamente na maior parte das unidades de cuidados de saúde.
A vida é uma inteira jornada iluminada pelo sol da consciência espiritual.

Marta Pacheco, Terapeuta e Mestre de Reiki
Marta Pacheco, Terapeuta e Mestre de Reiki

Referências Bibliográficas

 
Barros, J. (2004). Psicoiogia positiva. Porto: Ediçôes Asa.
Benson, H. (1996). Timeless healing: The power and bioiogy of belief New York: Simon and Schuster.
Benson, H. (1984). Beyond the relaxation response. New York: Berkley Books.
Brady, M., Peterman, A., Fitchett, G., Mo, M., & Celia, D. (1999). A case for including spirituality in quality of life measurement in oncology. Psycho oncology, 8, 417- 428.
Cella, D., Tulsky, D., Gray, G., Sarafian, B., Linn, E., & Bonami, R (1993). The functional assessment of cancer therapy scale: Development and validation of the general measure, journal of Clinical Oncology, (3), 570-579.
Frankl, V (1963). Man’s search for meaning. New York: Washington Square Press.
Frankl, V (2000). Man’s search for ultimate meaning. New York: Basic Books.
Frankl, V ( 1986). The doctor and the soul. New York: Vintage Books.
Goleman, D. (2003).   Inteligencia emocional. Lisboa: Temas e Debate.
Holland, J. (2002). History of psycho-oncology: Overcoming attitudinal and conceptual barriers. Psychosomatic Medicine, 64, 206-221.
Haynal, A., Pasini, W, &   Archinaro, M. ( 1998). Medicina psicossomática: Perspectivas psicossociais. Lisboa: Climepsi Editores.
Jung, C. (1986). A natureza da psique. Petrópolis: Vozes.
Miller, W., & Thoresen, C. (2003). Spirituality, religion and health: And emerging research field. American Psychologist, 58(1), 24-3
Peterman, A., Firchett, G., Brady, M., Hernandez, L, & Celia, D. (2002). Measuring spiritual well-being in people with cancer: The functional assessment of chronic illness therapy-spiritual well-being scale (FACIT-Sp). Annals of Behavioural Medicine, 24(1), 49-58,
Post, S., Puchalski, C, & Larson, D. (2000). Physicians and patient spirituality: Professional boundaries, competency, and ethics. Annals of Internal Medicine, I32{7), 578-583.
Silva., P (2002). A educação para a saúde e o marketing social: Aspectos relacionados Com a prevenção do cancro. In M. Dias & E. Dura (Eds.). Territórios da psicologia oncológica, 189-21. Lisboa: Climepsi Editores.
Webster, K., Celia, D., & Yost, K. (2003). The functional assessment of chronic illness     therapy (FACIT) measurement system: Properties, applications, and interpretation. Health and Quality of Life Outcomes, (79). www.hqlo.com/content/1/1/79

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A importância do Reiki no II Congresso Nacional de Prevenção Oncológica e dos Direitos dos Doentes

Dias 21 e 22 de Novembro a Associação Portuguesa de Reiki estará no II Congresso Nacional de Prevenção Oncológica e dos Direitos dos Doentes, da Liga Portuguesa Contra o Cancro, Núcleo Regional do Norte, com o tema “A importância do Reiki”, no âmbito da mesa  Direito à Esperança “Tratamentos Válidos ou Falsas Ilusões?”, moderada pelo Dr. Luís Portela e pela Drª Marta Temido.

Mais informações e inscrições

 

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Testemunho de um ano de trabalho em voluntariado Reiki na luta contra o cancro

Um Ano Depois
Um ano depois de ter iniciado o meu trabalho como terapeuta voluntária de Reiki na Unidade de Psico-Oncologia do núcleo regional do Norte da Liga Portuguesa contra o cancro, presto hoje o meu testemunho. Esta unidade, situada nas instalações da Junta de Freguesia da Sé, faculta também apoio psicológico especializado a doentes oncológicos bem como aos seus familiares.

Sofia Vilas Boas (à direita), voluntária e coordenadora do voluntariado na
Sofia Vilas Boas (à direita), voluntária e coordenadora do voluntariado Reiki no Núcleo Regional do Norte da Liga Portuguesa Contra o Cancro

Quando encetei este trabalho tinha a plena consciência de que se tratava de um grande desafio pois sabia que os resultados nem sempre são imediatos e visíveis. Por vezes caímos no erro de criar expectativas em nós mesmos quanto a esses resultados e, a jusante, surgem os desânimos. Mas as pacientes, que tenho tido a felicidade de contactar e ajudar, com os seus evidentes sinais de recuperação, demostram que trabalhando arduamente e confiando, vale a pena. Os sorrisos estampados nos seus rostos e os seus fortes abraços de gratidão no final das sessões, dizem que, vale a pena.
Ajudar os outros a encontrar a esperança de viver é no fundo dar também um sentido às nossas próprias vidas. Sempre que uma paciente me procura, sinto-me grata por poder servir e pelo ensinamento que também ela me traz. E são variadas as razões que têm levado estas pessoas a recorrer ao Reiki, umas porque viveram o drama de um cancro recentemente, mas sentem-se ainda desequilibradas, outras porque se encontram em tratamento e reconhecem os benefícios da terapia ao nível da diminuição dos efeitos colaterais, outras ainda no papel de cuidadoras procuram a tranquilidade, que a doença dos seus familiares mais queridos, lhes retirou. Daí que testemunhar e vivenciar as melhorias significativas das pacientes, tem-se revelado uma experiência muito gratificante.
Deixo aqui o testemunho de duas dessas pacientes, a quem aproveito para agradecer o contributo por darem a conhecer a terapia a quem dela mais precisa.
O Reiki trouxe-me um relaxamento e um sentimento de paz, tranquilidade, mas também me ensinou a valorizar a vida, deixando de lado o percurso mais habitual da minha vida que era Trabalho – Casa – Casa – Trabalho. Às vezes, até penso que foi bom ter-me aparecido esta doença, visto que sem ela provavelmente nunca me teria cruzado com estas pessoas que me têm ajudado imenso e me têm incentivado a ajudar os outros. Penso que não consigo descrever estas sessões de terapia apenas por palavras, porque estas foram muito especiais e benéficas para mim. 
Carminda Silva
O meu primeiro contato com o Reiki foi numa fase muito difícil da minha vida.
 Foi-me diagnosticado, cancro de mama com 38 anos, o meu primeiro pensamento foi “vou morrer”, perdi completamente o chão. Não conseguia aceitar de forma alguma todas as transformações físicas que foram sucedendo. Foi nesse contexto que uma amiga minha me falou em fazer uma sessão de Reiki e assim foi.
Na minha primeira sessão de Reiki eu estava um pouco receosa, mas no decorrer da sessão fui relaxando aos poucos. Senti imensos arrepios, mas não tinha frio, sentia as lágrimas correrem-me pelo rosto…foram tantas as sensações, mas no final sentia-me muito bem parecia que tinha tirado o peso do mundo das minhas costas. 
 Um dia antes ou depois de fazer quimioterapia, também fazia uma sessão de Reiki, sentia- me bem. Depois de algum tempo acabei por deixar devido a questões financeiras.
Foi através de outra amiga que fiquei a saber, que na UPO faziam Reiki a pessoas que estavam a passar por cancro, marquei logo que uma sessão, foi assim que conheci a Sofia. Faço Reiki todas as semanas. No decorrer de todo este processo fui compreendendo melhor o Reiki e a sua importância para a cura. Aprendi a gerir melhor todas as minhas emoções e o mais importante, temos que acreditar na nossa cura. Hoje eu sei que foi através do Reiki que consegui passar pelo processo de quimioterapia sem sentir grandes efeitos secundários.
Em determinada altura perguntaram-me o que é que o cancro me trouxe de bom… eu respondi  nada! Hoje já não digo isso, nesta luta tive o privilégio de ver entrar na minha vida pessoas extraordinárias.
Com o Reiki e a medicina convencional eu sei que vou vencer esta luta!
Paula Fernandes
A todos aqueles que direta ou indiretamente têm colaborado comigo e a todos aqueles que tenho tido a felicidade de poder ajudar o meu muito obrigado!
Sofia Vilas Boas

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Rita Évora Ferreira em entrevista sobre vantagens do Reiki no Empowerment Psicológico de doentes oncológicos

foto_rita_ferreiraRita Évora Ferreira é uma das mais recentes vencedoras do Prémio Hayashi de Investigação Reiki, graças à dissertação de Mestrado que realizou sobre esta terapia complementar no Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA), em Lisboa. Perceber as componentes de Empowerment Psicológico (EP) no contexto da doença oncológica foi um dos principais objetivos do estudo. Entre as conclusões, destaca-se o facto de o grupo que praticava Reiki ter revelado maiores níveis de EP em comparação com o que apenas realizava os tratamentos convencionais. Em entrevista explica-nos como desenvolveu a investigação, o que concluiu e ainda deixa recomendações para melhor potenciar a utilização da terapia complementar Reiki na Oncologia.
Quais as conclusões mais relevantes a que chegaste com o teu estudo?
Este estudo veio acrescentar algumas dimensões pouco consideradas até então nos estudos científicos realizados no contexto de doença oncológica.Em termos gerais, procurou contribuir para o aprofundamento das componentes de Empowerment Psicológico (EP) – processo pelo qual as pessoas ganham controlo e poder sobre as suas vidas – junto da comunidade com experiência de doença oncológica e compreender de que forma o Reiki tem influência na promoção de resultados empoderadores.
Em termos específicos, ambicionou-se analisar tematicamente a experiência de Reiki vivenciada pelas pessoas com doença oncológica enquanto processo de EP, sendo que para isso se explorou o significado que os participantes atribuem ao EP, que coisas e/ou pessoas têm influência no mesmo e de que forma a experiência na prática Reiki proporciona efectivamente esse EP.
Os resultados da análise quantitativa e qualitativa são congruentes entre si, pois revelam que quem pratica Reiki possui o nível de Formação/Escolaridade e de EP mais elevado. O que significa que, em grande medida, o nível de formação/escolaridade possibilita a escolha mais informada dos tratamentos a recorrer e influencia a procura ativa pelo Reiki, tratamento complementar. A dimensão espiritual é um fator relevante para o aumento de EP dos participantes, em ambos os resultados, pois transcende as dificuldades da doença.
Os dados estatísticos quantitativos indicaram a existência de diferenças significativas nos níveis de EP entre os dois grupos (utilizadores de Reiki vs não utilizadores de Reiki) para todas as suas dimensões presentes no estudo de Mok (1998). O grupo que praticava Reiki foi aquele que, efetivamente, obteve os valores médios mais altos, relativamente ao grupo que só recorria aos tratamentos convencionais. Os dados revelam também que o nível de EP mais alto da amostra total – dos 25 participantes – foi atribuído ao domínio da Esperança (M = 4.34), em contraposição com o nível mais baixo que corresponde aos Skills e Conhecimento (M= 3.43). Foi ainda interessante verificar que o grupo que não praticava Reiki detinha maior confiança nos médicos em relação ao grupo que recorria a esta técnica. Mas isto explica-se pelo facto de estas pessoas se sentirem desprovidas de liberdade de escolha nos tratamentos a recorrer e, mais grave ainda, pela ausência dessa informação facultada pelos médicos.
Através das entrevistas qualitativas, este estudo alcançou sete temas principais e 26 sub – temas de EP associados à prática de Reiki. Tais como: Controlo; Transformação de Pensamentos; Crescimento Espiritual; Aquisição de Conhecimentos e Skills; Redes de Apoio; Envolvimento Ativo; GAM & GAR. Estes sete temas consistem nos significados atribuídos ao EP no contexto da doença oncológica, percecionados pelas participantes utilizadoras de Reiki. Dentro destes temas e sub-temas que o estudo alcançou, destacam-se por exemplo, o subtema “Tomada de decisão” contemplado no primeiro tema “Controlo”. A tomada de decisão, sendo um processo de liberdade de escolha sobre os diferentes métodos de tratamento a recorrer, é interessante verificar que este processo é facilitado pela rede de apoio dos participantes, pelos profissionais de saúde (na sua grande maioria os enfermeiros) e pela própria experiência no Reiki.
Também o papel da família aqui é preponderante na influência que tem sobre as decisões dos participantes. Ainda dentro do primeiro tema “Controlo”, o sub-tema “diminuição do stress físico e psicológico” foi o que manifestou a acção direta, prática e concreta dos tratamentos de Reiki no alívio dos sintomas físicos, psicológicos e emocionais causados pela doença e pelos efeitos dos tratamentos convencionais. Uma melhoria na qualidade de vida (QDV); diminuição da dor física; relaxamento; tranquilidade; bem-estar geral; auto-estima; paz interior; redução da ansiedade; alívio do stress são dos muitos benefícios do Reiki no recovery, alcançados não só na presente tese como em alguns estudos existentes na literatura.
O Reiki teve impacto nos mecanismos de superação da doença e consequente empowerment nesta comunidade e os sub-temas “Pensamento positivo” e “Esperança” destacados no segundo Tema “Transformação de Pensamentos”, vieram demonstrar isso mesmo. Através do auto – Reiki, a pessoa atribui uma importância maior aos aspetos positivos que a doença trouxe à sua vida e encara-a de uma forma mais otimista. A “Esperança”, ligada à fé, também é estimulada pela família/cônjuge e pelos amigos. Além disso, o Reiki demonstrou ser igualmente relevante para a construção de uma realidade empoderadora na experiência de doença, por dar origem ao sub-tema “Atribuição de significado e propósito de vida” destacado no terceiro tema “ Crescimento espiritual”.
Relativamente ao sétimo tema alcançado “GAM & GAR”, refere-se à participação ativa em grupos de ajuda mútua e de partilhas de Reiki, facilitadores do processo de EP. Foi curioso verificar que a maioria das participantes considerou os GAR (grupos de apoio reiki) tão ou mais eficazes no aumento do seu E.P, na medida em que estes partilham experiências entre si e com os seus Praticantes de Reiki e são grupos que têm como foco manter elevado o nível de energia entre todos os membros, favorecendo a correcta percepção sobre a doença.
 
O que te levou a estudar o Reiki como técnica promotora de EP?
De certo modo, a motivação pessoal prendeu-se pela observação direta, levada a cabo no âmbito do estágio curricular, nomeadamente, alguma falta de informação nas pessoas a vivenciar o processo de doença oncológica, como por exemplo o tipo de tratamentos e recursos a recorrer, para a promoção da saúde. A par disso, o Reiki surgiu como um recurso, de forma a atender às múltiplas necessidades e questões vivenciadas neste processo. Por conseguinte, são estas as razões principais que conferem pertinência a este estudo, pois trata-se de um paradigma emergente da saúde comunitária, a qual carece de mais investigação, dado o seu contributo à Psicologia Comunitária.
 
É possível afirmarmos que o Reiki tem efeitos práticos concretos enquanto técnica promotora de EP?
Não só é possível afirmá-lo em termos práticos, pelos inúmeros resultados alcançados, como se constitui num direito público a obtenção destas informações, por parte da comunidade. Arriscaria, inclusive, a afirmar que todos os profissionais de saúde, que lidam diariamente e intervém nestas situações de crise, deveriam apelar à prática de Reiki. O Reiki, enquanto ferramenta promotora de saúde e bem – estar, para além de possuir cada vez mais adeptos, tem vindo a ter cada vez mais evidência cientifica pelos seus muitos benefícios visíveis e percepcionados.
Através deste estudo, é fácil de perceber que com o Reiki, a pessoa adquire um papel crucial e activo na sua própria recuperação, tornando-se no seu próprio agente de mudança, pois ela age em conformidade com os resultados que espera poder alcançar. O Reiki, neste estudo, demonstrou ser um elemento central e impulsionador de mudanças positivas, facilitando o processo de recovery, o aumento do EP e o envolvimento ativo na comunidade.
 
Fala-nos sobre a recetividade da comunidade académica ao teu trabalho. Como acolheram a ideia de estudares este tema e como reagiram, depois, às conclusões?
Referi, na entrevista anterior, que a comunidade académica mostrou-se pouco recetiva à proposta de estudar algo que fugisse tanto aos padrões convencionais instituídos. Ideias que se constituem disruptivas, mostram-nos um caminho a percorrer longo e desafiante, porém, quando conquistado, revela-se bastante gratificante. Como reação aos resultados, este estudo foi alvo de muitos elogios, críticas construtivas e, mais importante, de reconhecimento. É importante sentirmos o valor daquilo que fazemos e do trabalho que tivemos que percorrer para o alcançar, especialmente, se aquilo que procuramos dá resposta às necessidades das pessoas, fazendo com que o recurso, que se constitui o Reiki, seja acessível a toda a comunidade.
Da metodologia fez parte as sessões de Reiki a doentes oncológicos. Queres explicar aos leitores do RKP em que consistiu toda a metodologia para que os resultados da tua investigação fossem validados cientificamente?
Este estudo de carácter exploratório é baseado numa metodologia qualitativa e quantitativa útil e adequada. A abordagem qualitativa tenta englobar toda a diversidade que a ação humana pode assumir e manifestar, aprofundando o contexto que pretende explorar (como? Porquê?). Por seu turno, a abordagem quantitativa procura identificar padrões diferenciais de relações entre as variáveis (quais são?).
Participaram no estudo 25 participantes com doença oncológica, 15 dos quais utilizavam os tratamentos convencionais e 10 utilizavam o tratamento complementar de Reiki. Esta amostra foi recolhida por conveniência e snowball através de contactos de grupos de Reiki da Associação Portuguesa de Reiki (APR) e outro grupo que recorre a tratamentos convencionais, apoiados pela Associação Girassol Solidário. A resposta aos questionários, bem como as entrevistas gravadas, foram presenciais. Todos os participantes aceitaram participar livremente no estudo e assinaram o Termo de Consentimento Informado.
Na fase de recolha dos dados, primeiramente solicitou-se a autorização à autora da Escala original, tendo-se obtido a sua anuência. De seguida, utilizou-se o Questionário de EP aplicado à doença oncológica, 5 pontos na Escala de Likert, retirado do estudo de Mok (1998), seguido de um processo de tradução preconizado pela literatura e obteve-se a seguinte versão portuguesa: Questionário de E.P para pessoas com doença oncológica – QEDO_VP1, Ferreira e Ornelas (2013). Foi aplicado o Questionário aos 25 participantes do estudo e, por fim, aplicou-se o guião de entrevista semi estruturado às 5 participantes do grupo que recorria ao Reiki. Para os dados qualitativos das entrevistas procedeu-se à Análise Temática de Braun & Clarke (2006), que obedece a 6 fases de análise. Quanto aos tratamentos dos dados quantitativos, optou-se por utilizar o Software Estatístico (SPSS) para cálculo dos testes específicos.
 
Tendo em conta os resultados a que chegaste, que recomendações poderás fornecer à comunidade Reiki e também à comunidade médica convencional de forma a melhor contribuir para o EP dos doentes oncológicos?
As recomendações que proponho à comunidade de profissionais de saúde, baseiam-se no meu percurso pessoal e através dos resultados empíricos alcançados.
Acima de tudo, a comunidade médica dos setores oncológicos deve estar atenta não só às necessidades reais dos seus utentes, como deverá acompanhar a evolução que se faz acompanhar a atualidade.
O carinho, a simpatia, a atenção, o comunicar as informações são características dos profissionais de saúde que os estudos indicam serem empoderadores para os indivíduos. Alguns estudos indicam também que várias são as vezes em que as pessoas tornam-se passivas ao receber o seu tratamento e sentem-se incapazes na tomada de decisões por parte dos profissionais. Ainda assim, a grande maioria das participantes deste estudo atribuiu o aumento dos seus níveis de EP aos enfermeiros e não à classe médica. Neste sentido, recomendo que a comunidade hospitalar faculte as informações necessárias acerca dos diferentes métodos de tratamento a recorrer, que vão além dos convencionais e que facilite o acesso a escolhas informadas e autónomas aos seus utentes. Por último, apelo a uma maior consciência relativamente às dimensões da espiritualidade, pois já se verificou que a própria espiritualidade transcende as dificuldades decorrentes da doença e seria, igualmente, interessante validar a formação profissional, na prática de Reiki, ao pessoal dos Hospitais, Clínicas, Centros de Saúde e Organizações de base comunitária, compreendendo a comunidade como um todo nos respectivos suportes de tratamento.
Por isso, o Reiki veio revelar neste estudo os seus benefícios práticos e o seu papel promotor de EP, abrindo as portas para a transformação positiva das pessoas que o usam e revolucionando o sistema que o desafia.
 
Podes acrescentar qualquer outra informação que consideres pertinente para o assunto em causa.
No que concerne a sugestões para estudos futuros, estes resultados reforçam a necessidade de conceptualizar o EP para este contexto, enquanto processo individual, relacional e colctivo. Considero pertinente que futuras investigações implementem instrumentos de avaliação que tenham em conta a dimensão espiritual, assim como, seria útil validar o presente Questionário traduzido para a população portuguesa, de forma a poder ser representativo da mesma. As Ciências Sociais carecem de estudos empíricos que relacionem o EP aos contextos da doença oncológica.

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Tratamento de cancro com Reiki no Norris Cotton Cancer Center

A terapia Reiki é usada no Norris Cotton Cancer Center como um programa de apoio aos seus pacientes com doença oncológicaNeste artigo, traduzido do site Norris Cotton, estão algumas indicações sobre o que é Reiki, a sensação e benefícios. Reiki nos hospitais é uma realidade cada vez mais presente, em Portugal encontra-se no Hospital da Cova da Beira, no Hospital de São Sebastião e Hospital de São João. A credibilização e ética dos voluntários e terapeutas tem sido uma das mais valias para o uso desta terapia complementar no apoio holístico à pessoa com doença oncológica. 
 

Reiki

Reiki é uma técnica de cura originária do Japão. Reiki foi descoberto no Japão pelo Dr. Usui no início de 1900 . Reiki pode ativar a capacidade natural do corpo para curar. Através de uma colocação suave das mãos, o Reiki trata a pessoa como um todo, corpo, mente, emoções e espírito. Isso pode criar efeitos benéficos, incluindo uma sensação de relaxamento, uma sensação de paz e bem-estar.
Reiki complementa o tratamento médico. É não-intrusivo e não interfere com as crenças religiosas.
Reiki é uma palavra japonesa composta de duas partes :
Rei significa consciência universal.
Ki significa a força da vida .
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Qual a sensação do Reiki?

Reiki é dado através de um toque suave , mas pode ser executado sem o uso do toque. Enquanto o cliente está sentado ou deitado e completamente vestido, as mãos do praticante são colocadas ao longo dos centros de energia e canais sobre a cabeça, ombros, parte superior do tórax, abdómen, pernas e pés. Pode sentir calor, frio, formigueiro suave, ou relaxamento profundo.

Benefícios do Reiki pode incluir …

  • Relaxamento e redução do stress
  • Alívio da dor e tensão muscular
  • Promoção da capacidade de auto-cura do corpo
  • Aumento da energia
  • Aumento da sensação de bem-estar
  • Equilíbrio das emoções

Reiki em Norris Cotton Cancer Center , em Lebanon, NH

Reiki é oferecido nas áreas ambulatórias e na unidade de oncologia de Norris Cotton Cancer Center em Líbano, NH (EUA). Este serviço é gerido pelo Serviços de Apoio à Família e Paciente e executada pela nossa “família” DHMC de voluntários treinados.
Este programa e outros como ele são oferecidos através de serviços de suporte, apoiado pelos Amigos do Norris Cotton Cancer Center e através de doações privadas .
Fonte: Norris Cotton
Tradução: João Magalhães

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Reiki na oncologia na Unidade de Oncologia do Hospital de São Sebastião

O núcleo de Reiki de Santa Maria da Feira, com a Coordenadora Cátia Duque, está a iniciar o Projeto Reiki na Oncologia na Unidade de Oncologia do Hospital de S. Sebastião, do Centro Hospitalar de Entre Douro e Vouga.
Este projeto tem como objetivo a terapia e investigação, para apoiar os doentes oncológicos.
Estamos muito satisfeitos com este projeto e esperamos poder contribuir para uma visão mais profissional e séria da terapia de Reiki, mostrando os seus benefícios em utentes com doença oncológica.
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Reiki no tratamento do cancro – uma terapia humanizadora

270979_346404275482920_714682297_nA 4 de Fevereiro celebramos o Dia Mundial da Luta Contra o Cancro, uma lembrança desta doença que, entre 2005 e 2013, foi responsável pela morte de 84 milhões de pessoas em todo o mundo. O sofrimento causado a quem é doente oncológico e às suas famílias é dos efeitos secundários mais devastadores e, muitas vezes, um grande contributo para o agravamento do estado clínico ou surgimento de outras doenças. O doente não deve ser encarado como a doença, ou como um número, a família não deve ser encarada como os transportadores, prestadores ou mensageiros. A saúde requer humanização. Esta humanização é uma ação exclusiva do ser humano, um tornar humano, uma transformação do estado de espírito. Numa ação que denota bondade, doação, troca de experiências (REMEN,1993)

Como podemos falar do Reiki no tratamento do cancro e como o abordar como uma terapia humanizadora?

Reiki é uma terapia complementar, no campo bioenergético e é uma filosofia de vida para os seus praticantes. Não requer crenças religiosas ou espirituais. Lidamos com energia. A espiritualidade, essa é de cada um, é própria do indivíduo, assim como a bondade e o amor incondicional, são transversais à humanidade mas praticados apenas por quem se identifica nesses valores.
A prática de Reiki é feita ao longo de três níveis de crescimento e desenvolvimento pessoal, nos quais, além do praticante aprender a trabalhar com Reiki e com as suas técnicas não invasivas, deve realizar profundas alterações em si mesmo e na sua consciência. Reiki é em primeiro lugar para o praticante.
Neste desenvolvimento pessoal é natural decorrer a necessidade de ir ao encontro do outro, do seu próximo, de quem necessita de ajuda e equilíbrio. Com o saber e experiência suficientes, o praticante pode aplicar Reiki nos outros e até iniciar uma via de doação pelo voluntariado ou profissional, sendo terapeuta. Muitas vezes estas duas vias coexistem e fazem sentido na mesma pessoa pois no Reiki há sempre um sentido de doação.
Reiki no tratamento do cancro é dizer apenas Reiki no equilíbrio das várias dimensões da pessoa. Não tratamos doenças, tratamos pessoas. A energia vital que flui, ela atua transversalmente em todas as dimensões da pessoa, os seus corpos físico, mental, emocional e espiritual. E como espiritual, entendemos a mais profunda consciência da pessoa, a sua identificação de si mesma além do corpo ou dos seus pensamentos.
Reiki é uma terapia de toque, é pessoal, é próxima. O seu aspeto humanizador vem exatamente daí, da envolvente relação de empatia, criada entre terapeuta e pessoa. Mesmo dentro da objetividade de uma sessão de Reiki, os nossos pilares e princípios estão sempre presentes.

A dúvida da eficácia

Muitas vezes surge a dúvida – será Reiki um placebo?
Possivelmente os pacientes oncológicos que já o receberam terão algo a dizer sobre isso.
“No final da sessão ele «sentiu- se mais leve mas acima de tudo mais relaxado.»
A partir desse dia, e a pedido dele disse-me que queria continuar com as sessões. Sentiu- se  melhor  física, emocional e espiritual.”
No Dana-Faber Cancer Institute o Reiki teve uma actuação positiva, na gestão de sintomas como dor, ansiedade, náusea e distúrbios de sono, nas mais de 100 sessões realizadas.
Naturalmente uma direção hospitalar pode duvidar de uma prática que é tão pouco evidenciada cientificamente, ou até dos seus praticantes que não necessitam ter cursos de equivalência médica. Não necessitam nem devem necessitar, pois Reiki está disponível para todos e não só para alguns que por algum acaso ou opção foram ter a determinada formação académica. Esta é outra das vertentes humanizadoras do Reiki – o alcança a todos e apenas pratica quem realmente é capaz.

Competências distintas

Hoje em dia, a ADL leva o Reiki aos seus associados, no Hospital de São João, pelas mãos de praticantes de Reiki, sendo eles de formação na área da saúde, por estar a ser realizado dentro de um hospital. Será que um profissional de saúde aplica melhor Reiki que um praticante que não o seja?

Um outro olhar da saúde

O fato de existir um público muito grande de profissionais nas mais diversas especialidades e setores, que atuam diretamente com o paciente, acarretando uma fragmentação na assistência do mesmo, não proporcionado o
atendimento integralizado\holístico. A enfermagem em sua grande maioria adotou um modelo curativo na sua prática assistencial, direcionando o tratamento apenas para as doenças, deixando de lado a dimensão pessoal do paciente. – Esta é uma declaração feita nos anais do II Congresso de Humanização (2011).
Hoje em dia, com a crise e a exigência estranguladora da redução de custos, a humanização está ainda mais em risco. Não há tempo, não há paciência, e os próprios profissionais de saúde encontram-se em estados de stress que se tornam graves para a sua própria saúde. Tudo leva a um enorme esforço para que continuem a prestar o melhor serviço e a melhor atenção para com a pessoa.
De facto, muito deve ser mudado no PNS e no SNS, muito até mesmo nas próprias crenças dos profissionais, na sua abordagem à doença e, principalmente à pessoa. Por vezes, quem já teve que recorrer aos serviços é que se apercebe das situações e encontra as fragilidades. Quem está dentro da máquina, é uma rotina reativa.
O papel das terapias complementas e neste caso do reiki no tratamento do cancro é ir ao encontro da necessidade de um papel humanizador, de intervenções não intrusivas, de respostas a todas as dimensões da pessoa.
O terapeuta e voluntário de Reiki, nunca substituirá o médico, o enfermeiro. É um complemento em todo o processo terapêutico, no caminho para a cura.

Como funciona o Reiki

O Reiki por si não cura. O efeito do Reiki é o de aumentar a capacidade autocurativa da pessoa. Tal pode ocorrer nas seguintes formas:

  • Produzindo um profundo estado de relaxação que pode aliviar o stress que sofre,
  • como consequência da sua enfermidade
  • Aumentar as defesas do corpo de modo a que ajude a superar, por exemplo, uma
  • infeção, estimulando o seu sistema imunológico
  • Aliviar estados de depressão e cansaço
  • Eliminar ou reduzir os efeitos secundários de fármacos, sobretudo da quimioterapia
  • Acelerar a eliminação de toxinas
  • Reduzir a ansiedade
  • Aumentar a sua capacidade de recuperação depois de uma intervenção cirúrgica, ou
  • doença
  • Como se aplica um tratamento de Reiki
  • Pode ser aplicado ao paciente estando ele sentado ou deitado, sempre com a roupa
  • vestida
  • O praticante passa as suas mãos sobre o paciente em determinadas posições, sem
  • exercer pressão ou manipulação de algum tipo
  • O praticante pode pousar as suas mãos em pontos que o paciente peça, caso tenha
  • dores mas seguindo um rigoroso código de ética
  • As sessões podem durar entre 30 minutos e 1 hora e meia, dependendo das
  • necessidades do paciente.

Reiki em Hospitais

A prática de Reiki, como terapia complementar, em Instituições de saúde, nos Estados Unidos da América, como o Hartford Hospital, Portsmouth Regional Hospital, Memorial Sloan Kettering Cancer Center, Dana-Faber Cancer Institute, entre outros, é uma realidade nos nossos dias. A apresentação do caso do Dana-Faber C.I. serve para ilustrar a realidade da prática de Reiki nesse instituto e o efeito nos seus pacientes, com cancro.
O Instituto Dana-Farber, em Boston, é um Instituto dedicado ao tratamento de cancro que providencia aos seus pacientes a possibilidade de experimentar terapias complementares, tais como o Reiki. Os pacientes podem chegar a esta terapia por duas vias, através do conselho do seu Médico ou por auto-referência. Os tratamentos são realizados através do Centro para Terapias Integrativas Leonard P. Zakim ou pelo Programa de Dor e Cuidados Paliativos. Os tratamentos são realizados em quartos privados com uma duração entre 45 a 60 minutos. A prática de Reiki é disponibilizada antes e depois da radioterapia, quimioterapia ou intervenção cirurgica.
Durante o primeiro ano de tratamentos com Reiki, foram realizadas mais de 100 sessões. O número de mulheres que usa este serviço é superior ao dos homens, num racio de 9:1. Mais de 80% dos indicadores, onde o Reiki teve uma actuação positiva, foram a gestão de sintomas como dor, ansiedade, náusea e disturbios de sono. Não foram indicados efeitos colaterais negativos

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APR apresenta 2014 – Ano da Juventude Positiva

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A Associação Portuguesa de Reiki (APR) lançou hoje, dia 4 de fevereiro, o tema de trabalho para este ano, que será dedicado aos mais novos. 2014 – Ano da Juventude Positiva será o foco de diversas iniciativas da APR, com o objetivo de ir ao encontro dos jovens, envolvendo-os e apoiando-os na construção de um futuro positivo. Para tal, serão promovidos projetos junto de escolas ou grupos de jovens que mostrem interesse em integrar o Reiki como ferramenta de conhecimento interior e promoção de um estilo de vida saudável.
 
Através do projeto 2014 – Ano da Juventude Positiva, a APR pretende apoiar jovens entre os 12 e os 19 anos de idade no seu processo de autoconhecimento e aumento de autoestima, ajudando-os a enfrentar os desafios do dia a dia com assertividade e preparando-os para um futuro positivo.
A razão por que a APR decidiu dedicar este ano aos mais novos prende-se com o facto de constatar que os jovens precisam de alicerces bem estruturados para contribuírem para a construção de uma sociedade melhor, mais pura e equilibrada. Com efeito, a APR acredita que o Reiki pode ser um recurso importante para esse propósito, tendo em conta as suas vantagens e benefícios:
 
jp_peqVantagens do Reiki para os jovens
– Promove o relaxamento
– Favorece a concentração
– Estimula a autoestima e autoconfiança
– Ajuda na gestão do stresse e no controlo da ansiedade
– Alivia tensões e cansaço
– Potencia uma postura mais positiva e assertiva perante os desafios da vida
 
 
Filosofia de Vida Reiki
Através do Projeto 2014 – Ano da Juventude Positiva, a APR pretende levar aos mais novos a filosofia de vida contida nos Cinco Princípios do Reiki, potenciando a prática da meditação em torno destes valores e, assim, contribuindo para um melhor conhecimento interior e aumento da autoconfiança.
O projeto Juvetude Positiva foi iniciado em 2011, criado por João Magalhães (presidente da APR) e Sílvia Oliveira (coordenadora do Núcleo de Guimarães da APR), que desde então tem levado a cabo este projeto com excelentes resultados. Em 2013, o projeto contou com o contributo de Cristina Belém na conceção do plano de ação. Trata-se agora de lançar a ideia a nível nacional, com envolvimento de todos os núcleos regionais.
A apresentação da iniciativa para este ano foi levada a cabo por Andreia Vieira, dos Órgãos Sociais da APR, e decorreu durante um evento promovido pela Escola Secundária de Cascais para assinalar o Dia Mundial da Luta Contra o Cancro, no qual a APR participou através do Núcleo de Cascais com uma palestra. Na ocasião, a coordenadora do Núcleo, Cidália Godinho, falou sobre as vantagens do Reiki no tratamento da doença oncológica, a que se seguiu uma demonstração da terapia.
No encontro participaram cerca de 70 alunos, na maioria a frequentarem o 12.º ano de escolaridade. No final, muitos foram os que quiseram experimentar a terapia complementar Reiki, tendo sido realizadas 16 demonstrações. Muitos conheciam já o Reiki através familiares que o praticam, mas mesmo assim não quiseram deixar passar a oportunidade de receber uma sessão. Todos corroboraram os efeitos relaxantes do Reiki, referindo o bem-estar que sentiram durante a demonstração.
 
2014-ano-da-juventude-positiva-mMais informações sobre a iniciativa 2014 – Ano da Juventude Positiva:
Andreia Vieira | andreiavieira@montekurama.org
info@montekurama.org
https://www.associacaoportuguesadereiki.com/juventude-positiva/
 
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Núcleo de Cascais leva Reiki a escola secundária

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O Núcleo de Cascais da Associação Portuguesa de Reiki (APR) participou hoje, dia 4 de fevereiro, no evento promovido pela Escola Secundária de Cascais para assinalar o Dia Mundial da Luta Contra o Cancro. A coordenadora do Núcleo, Cidália Godinho, falou sobre as vantagens do Reiki no tratamento da doença oncológica, a que se seguiu uma demonstração da terapia.
Cidália Godinho explicou o que é Reiki, de que forma se transmite e quais as suas vantagens, tendo referido também especificamente os benefícios da administração desta terapia complementar em doentes oncológicos, nomeadamente, a mais fácil aceitação da doença, o pensamento positivo, o aumento da confiança em si próprio e na equipa de saúde, entre outros.
No encontro participaram cerca de 70 alunos, na maioria a frequentarem o 12.º ano de escolaridade. No final, muitos foram os que quiseram experimentar a terapia complementar Reiki, tendo sido realizadas 16 demonstrações por Cidália Godinho, Jorge Oliveira e Andreia Vieira. Muitos conheciam já o Reiki através familiares que o praticam, mas mesmo assim não quiseram deixar passar a oportunidade de receber uma sessão. Todos corroboraram os efeitos relaxantes do Reiki, referindo o bem-estar que sentiram durante a demonstração.
O evento foi organizado pelas turmas do Curso Profissional de Técnico de Organização de Eventos daquela escola e destinou-se a sensibilizar os alunos e restante comunidade escolar para o tema. Além da palestra sobre Reiki houve também apresentações da responsabilidade da Liga Portuguesa Contra o Cancro e da Associação Portuguesa de Doentes da próstata, uma colheita de sangue e ainda uma exposição de cartazes alusivos ao tema.
 
2014-ano-da-juventude-positiva-m2014 -Ano da Juventude Positiva
A presença na Escola Secundária de Cascais serviu ainda para o lançamento do tema de trabalho da APR para este ano, que irá ser dedicado aos mais novos: 2014 -Ano da Juventude Positiva. A apresentação do tema foi feita por Andreia Vieira, dos Órgãos Sociais da APR. Ciente da necessidade de apoiar os jovens no seu percurso e processo de autoconhecimento, a  APR decidiu dedicar-lhes este ano, promovendo diversas iniciativas junto de escolas ou grupos de jovens que mostrem interesse em enveredar pelo caminho do Reiki como ferramenta de conhecimento interior e obtenção de equilíbrio. Mais informações aqui.
A APR agradece o convite para participar neste evento à professora Mariana Marques, bem como a todos os alunos que de forma tão generosa se envolveram na experiência de sentir o Reiki. Só por hoje, somos gratos!
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Da esquerda para a direita: Andreia Vieira, Jorge Oliveira e Cidália Godinho

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Debate sobre Reiki e acupunctura promovido pela ADL

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Realizou-se no dia 29 de janeiro a 6.ª Reunião de Inverno da Associação de Apoio aos Doentes com Leucemia e Linfoma (ADL), desta vez subordinada à importância do Reiki e da acupunctura nos doentes oncológicos. O encontro teve lugar no Auditório do Centro de Investigação Médica da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto e contou com a participação de diversos profissionais de saúde que partilharam o seu testemunho sobre o recurso às terapias complementares em debate.
A reunião visou analisar os benefícios das Medicinas Complementares na vida dos doentes oncológicos, com destaque para os resultados do contributo do Reiki nos doentes de Hemato-Oncologia do Centro Hospitalar de S. João (CHSJ), no Porto. Presentes estiveram cerca de 200 pessoas, entre doentes hemato-oncológicos, familiares, amigos e profissionais de saúde, que encheram o auditório e mostraram grande interesse pela temática.
Coube à enfermeira aposentada do CHSJ e também Mestre de Reiki Zilda Alarcão falar sobre o projeto de investigação que levou a cabo naquele hospital e que veio demonstrar os benefícios do Reiki na diminuição do sofrimento associado à ansiedade e à dor em doentes hemato-oncológicos. Zilda Alarcão é coordenadora e responsável pelo desenvolvimento do projeto de voluntariado de terapia Reiki que, em conjunto com a ADL e em parceria com a Associação Portuguesa de Reiki (APR) está, desde 2012, a ser aplicado em doentes do Serviço de Hematologia Clínica do CHSJ. Na sua apresentação, a responsável frisou que além de ter sido criado um protocolo interno de funcionamento do voluntariado Reiki no CHSJ, é também seguido o Código de Ética Profissional para Terapeutas Reiki da APR.
 
Testemunhos de enfermeiros e doentes
Além de Zilda Alarcão, estiveram presentes e deram o seu testemunho os enfermeiros terapeutas de Reiki Raquel Mendes, Cláudia Casal, Luís Silva, Cristiana e Lisete Veríssimo. Todos colaboram como voluntários no projeto de terapia Reiki, o qual está limitado a doentes hemato-oncológicos em ambulatório. No final, coube à enfermeira Raquel Mendes a apresentação sobre “Ser Terapeuta de Reiki”, que passou também em revista a história do Reiki, os seus Cinco Princípios, entre outros temas.
Também na sessão participaram diversos doentes que beneficiaram das vantagens do Reiki e aceitaram dar o seu testemunho publicamente:
“Quando recebo Reiki sinto paz, tranquilidade e energia muito positiva. Enquanto lá estou é muito bom e recomendo a todas as pessoas.” – Hortênsia
“Consegui o equilíbrio que não tinha e que estava a ter dificuldade em resgatar. Destaco o relaxamento e a ajuda nas questões emocionais.” – Joaquim Gomes
“São momentos muito bons. Considero as sessões bastante úteis para pessoas que passam por isto , devia até ser obrigatório.” – José Moutinho
“De cada vez que tinha Reiki sentia um alívio, uma forma mais leve de encarar o futuro, a ideia de que a vida vai correr bem. É pena que as pessoas não tenham acesso a isto mais vezes.” – Helena
 
Participantes na reunião
A introdução à reunião foi feita por José Eduardo Guimarães, diretor do Serviço de Hematologia do CHSJ, a que se seguiu a apresentação “As Medicinas Complementares e Alternativas em Portugal. Que futuro?”, por Jaime Fonseca, professor universitário do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas – Universidade Técnica de Lisboa (ISCSP-UTL), interessado nesta área de investigação.
A “Acupunctura na dor Oncológica” foi outro dos temas em debate, apresentado anestesista Alice Cardoso, que chefia a Equipa Intra-Hospitalar de Cuidados Paliativos do Centro Hospitalar de Lisboa Central (CHLC). A médica partilhou a sua experiência de trabalho com doentes nesta área da medicina complementar.
A reunião foi moderada pela médica Fátima Ferreira, presidente da ADL, tendo contado ainda com a participação do hematologista Joaquim Andrade, que abordou “O bom senso e a Ciência”.
 

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Papel do reiki e da acupunctura em doentes oncológicos debatido no Porto

A importância do reiki e da acupunctura nos doentes oncológicos será o tema em destaque durante a 6ª Reunião de Inverno da Associação de Apoio aos Doentes com Leucemia e Linfoma (ADL), que se realiza esta quarta-feira (29 de Janeiro), pelas 14:00 no Auditório CIM da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, avança comunicado de imprensa.
O encontro pretende debater os benefícios das Medicinas Complementares na vida dos doentes oncológicos, com destaque para os resultados do contributo do reiki nos doentes de Hemato-Oncologia do Hospital de S. João, no Porto. Fátima Ferreira, hematologista e presidente da Associação, sublinha que a organização conta reunir neste dia cerca de 200 pessoas, entre doentes hemato-oncológicos, familiares, amigos e profissionais de saúde.
A introdução ao tema será feita por José Eduardo Guimarães, director do Serviço de Hematologia do Hospital de S. João, a que se segue uma exposição do professor Jaime Fonseca, autor de importantes estudos na área das Medicinas Alternativas e Complementares, sobre as perspectivas futuras destas terapias em Portugal.
A “Acupunctura na dor Oncológica” é um dos temas em debate, pela voz da médica anestesista Alice Cardoso, que chefia a Equipa Intra-Hospitalar de Cuidados Paliativos do Centro Hospitalar Lisboa Central (CHLC), que irá partilhar a sua experiência de trabalho com doentes nesta área da medicina complementar.
Os trabalhos sobre terapia reiki estarão a cargo de Zilda Alarcão, Mestre Reiki e enfermeira reformada do Centro Hospitalar de S. João (CHSJ), que irá falar sobre “O reiki nos doentes Hemato-oncológicos do CHSJ – o contributo do passado na actualidade”. Autora do projecto de investigação que veio demonstrar os benefícios do reiki na diminuição do sofrimento associado à ansiedade e à dor em doentes hemato-oncológicos, Zilda Alarcão é coordenadora e responsável pelo desenvolvimento do projecto de Terapia reiki que, em conjunto com a ADL, está desde então a ser aplicado em doentes do Serviço de Hematologia Clínica do CHSJ.
Fátima Ferreira destaca a importância deste projecto de terapia complementar que, afirma, “tem tido resultados notórios no aumento da auto-estima e autoconfiança dos doentes de hematologia que estão a fazer quimioterapia no Hospital de S. João, contribuindo para uma melhor aceitação da doença”.
O projecto de Terapia reiki do Hospital de S. João tem como objectivo tratar os doentes hemato-oncológicos de um ponto de vista holístico, tendo em conta o impacto do cancro ao nível fisiológico, psicológico, emocional e espiritual. Foi autorizado pela Comissão de Ética, Conselho de Administração e direcção do Serviço de Hematologia Clínica do CHSJ, e funciona com base no trabalho voluntário dos terapeutas, profissionais de saúde na sua maioria enfermeiros, que dispõem tempo para acompanhar os doentes oncológicos nas sessões de terapia. Raquel Mendes, enfermeira no Hospital de S. João, está entre esses voluntários e marca também presença nesta reunião, para falar sobre “O reiki e a perspectiva do terapeuta”.
O painel termina com a participação do hematologista Joaquim Andrade, que aborda o “O bom senso e a Ciência”, alertando doentes e familiares para os cuidados a ter no momento de optar por Medicinas Alternativas, que devem ser encaradas como um complemento às terapêuticas tradicionais.
O programa da 6ª Reunião de Inverno da ADL será intercalado com dois momentos musicais mais lúdicos, e conta ainda com um espaço reservado ao testemunho de alguns doentes.
O evento é de entrada livre, e termina às 19h00.

Fonte:
comunicado de imprensa – POP Portal de Oncologia Português

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Ser e Viver – Reiki na Oncologia no passado dia 7 de novembro – Rotary Club Porto Oeste

No passado dia 7 de novembro, no Hotel Bessa, a coordenação de Mafamude da Associação Portuguesa de Reiki – Monte Kurama, representada por Isabel Guimarães, foi recebida de forma calorosa e amigável por os Rotary Club Porto Oeste, na sua Presidência Drº Américo Moreira, e respetivos colegas.
 O objetivo deste encontro, foi apresentar o projeto Ser e Viver – Reiki na Oncologia, e o que é Reiki e o que não é Reiki.
A sessão começou, com os habituais protocolos dos Rotary, seguido com um jantar de convívio, onde á medida que o tempo decorria, a partilha de saberes, experiências e curiosidades, foi invadido a sala de energia calorosa.
A palestra deu inicio às 22h, num continuo ambiente caloroso.
A medida que o tempo decorria, foi sendo abordado as questões mais complexas desta atividade, como a sua regulamentação, os tipos de Reiki, a forma como cada um pode e deve praticar esta filosofia.
De que forma a Associação Portuguesa de Reiki – Monte Kurama, tem dignificado o Reiki, e permitindo que sua ação seja mais ativa e expansiva.
As questões foram surgindo, e a Isabel Guimarães foi dando continuidade, falando dos projetos de ação social da APR, da importância da prática de reiki e dos seus benefícios.
As intervenções foram ativas e muito calorosas, para além de testemunhos de praticantes de reiki, e experiências de alguns que beneficiam desta terapia.
A medida que o tempo passava, as duvidas do que é Reiki e o que não é Reiki, foram sendo comprovadas, sentindo-se o quanto é necessário a divulgação desta prática.
De umas das intervenções, destacamos a seguinte expressão: ….” A filosofia que nos apresenta, poderá se dizer, que sua ação é como uma arvore que dá seus frutos…..doa…..”
 
Antes de encerrar a sessão, foi passada a palavra ao Presidente dos Rotary Club Porto Oeste, Drº Américo Moreira, para que as perguntas pudessem ser colocadas e duvidas, o que aconteceu e trouxe mais testemunhos e maior sinergia.
Após encerrada a palestra, seguiram-se momentos de grande intensidade, que deixaram a Isabel Guimarães comovida e muito honrada pelo momento que acabava de decorrer.
Com a promessa de continuar a divulgar e praticar Reiki, Isabel também continuará a estar presente no Rotary Club Porto Oeste, divulgando assim o excelente trabalho deste clube na sua ação a comunidade local.
A todos só por hoje estamos muito GRATOS!
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Reiki é eficaz no tratamento da fadiga relacionada com cancro

Tratamento de Reiki para a Fadiga de Cancro - Tao do ReikiA aplicação de Reiki no tratamento da fadiga relacionada com cancro demonstrou-se válida e pertinente, neste estudo conduzido por Tsang e Carlson, em 2007. Além da fadiga, encontrou-se uma melhoria na qualidade de vida em geral da pessoa. Mais estudos como este seriam interessantes, tendo mais participantes. Seria também interessante desenvolverem-se estudos com Parkinson, Fibromialgia, Diabetes, HIV, Ansiedade, entre outros.

Reiki é eficaz no tratamento da fadiga relacionada com cancro

Reiki, é um método baseado na energia. Descobriu-se ser útil para reduzir a fadiga, melhorar a qualidade de vida, diminuir o cansaço e ansiedade em pacientes com cancro, de acordo com um estudo recente.
No estudo “Pilot Crossover Trial of Reiki Versus Rest for Treating Cancer-Related Fatigue“, 16 participantes diagnosticados com cancro nos estágios I a IV voluntariaram-se para participar num estudo cruzado para examinar os efeitos do reiki em fadiga, dor, ansiedade e qualidade de vida no geral. Cada indivíduo participou no reiki e no descanso – o outro factor de controle no estudo – em ordem aleatória.
Os participantes receberam Reiki, administrado por um mestre de reiki, por cinco sessões diárias consecutivas, que duraram, em média, 45 minutos por sessão. As sessões foram seguidas por uma semana de período de paragem de qualquer tratamento para avaliar a longevidade de quaisquer efeitos. Em seguida, duas sessões de reiki adicionais de monitorização. Uma a duas semanas de intervalo foram dadas aos participantes antes de eles mudaram para o controle de descanso.
Os participantes descansaram durante cerca de 45 minutos por dia durante cinco dias consecutivos, seguido por um período de uma semana onde não tinham descanso programado. Um intervalo de duas semanas foi dado aos participantes antes de eles mudaram para sessões de reiki.
Todos os participantes completaram questionários antes e depois de todas as sessões de reiki e descanso. Indivíduos completaram a avaliação funcional da Functional Assessment of Cancer Therapy Fatigue subscale e Functional Assessment of Cancer Therapy, versão geral, que avaliaram a qualidade de vida global. Eles também completaram um sistema que avaliou cansaço diário, dor e ansiedade antes e depois de cada sessão de reiki e resto da escala analógica visual – Edmonton Symptom Assessment System.
Os dados obtidos a partir da conclusão do estudo mostrou que o reiki melhorou significativamente a qualidade de vida, diminuiu o cansaço e a ansiedade, e reduziu a fadiga em doentes com cancro, em comparação com o descanso. Não houve mudanças significativas relatadas em fadiga, dor, ansiedade e qualidade de vida das sessões de descanso.
“A natureza passiva de Reiki [sic] faz com que seja uma intervenção ideal para pacientes com energia limitada que estão a ter dificuldade em se adaptar aos estressores associados ao cancro e seu tratamento”, dizem os autores do estudo.
Fonte: Departamento de Psicologia e do Departamento de Oncologia da Universidade de Calgary, Alberta, Canadá; Departamento de Recursos psicossociais, Tom Baker Cancer Centre, Calgary, Alberta, Canadá, e Faculdade de Enfermagem da Universidade de Alberta, no Canadá.
Autores: Kathy L. Tsang, BA; Linda E. Carlson, Ph.D., CPsych e Karin Olson, RN, Ph.D. Originalmente publicado em Integrative Cancer Therapies 6 (1), 2007 pp 25-35

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Testemunho sobre Reiki na oncologia

É com muita gratidão que partilhamos este testemunho de vida e amor, no acompanhamento de um familiar com doença oncológica. Reiki na oncologia é um projeto da Associação Portuguesa de Reiki com o nome Ser e Viver.
“Na impossibilidade de poder fazer pessoalmente, é meu desejo expressar, em nome próprio e no de minha família, todo o nosso reconhecimento e gratidão à Associação Portuguesa de Reiki e à Europacolon cuja ajuda solicitei.
Depois de uma consulta de urgência num hospital privado, o médico aconselha o meu marido a fazer uma colonoscopia! Marcamos o exame o mais breve possível!
No mesmo dia do exame o médico diz-nos que o meu marido tem um a lesão e que será necessário fazer a cirurgia. Aconselho-nos, por isso, uma consulta dessa especialidade. Para além da cirurgia disse para aguardamos pelo resultado dos fragmentos da mucosa retirada. Assim fizemos. Marcamos a consulta!
No dia 12 de Maio de 2013, o médico da cirurgia contacta com o meu marido e diz-lhe para ir ao consultório no dia 14 de Maio de 2013 pois já tinha o resultado dos exames. Naquela altura comentei com o meu marido: «Deve ser alguma coisa de grave? senão o médico não ligava!» Longe de pensar a luta que se avizinhava!
Chegou então o dia «aguardado».  O médico quando entramos no consultório pergunta: -«Sabe o que tem?». Respondemos que não.
Então o médico diz que o meu marido tem um tumor maligno. O  mundo caiu-me em cima! Ninguém está preparado para receber a notícia de que tem um cancro! Tudo ficou negro à minha volta. Nessa altura pensei «Não pode ser! Tenho 32 anos, e o meu marido 39 e um filho com 4 anos! E ainda tanto para fazer que não queria que a nossa  vida acabasse ali naquele momento.»
Foi  alertado da pior forma o que podia acontecer com o pior cenário.
Neste mesmo dia, o meu marido realizou uma serie de exames para ver a evolução, o grau e se existiam metástases no corpo?
A partir deste dia a nossa vida mudou? as prioridades passam a ser outras! Se até agora a nossa prioridade era o nosso filho? era nele que pensávamos em relação ao futuro! Agora, para mim, a prioridade passou a ser o meu marido. Sem descurar do meu filho. Falamos com ele acerca do pai numa linguagem simples e que não o confundisse.
A partir deste dia o stress, a fadiga, o cansaço físico e acima de tudo psicológico instala- se cá em casa.
Entretanto, após muitas consultas e idas e vindas ao hospital a primeira sessão de quimioterapia chega. Dia 5 de junho de 2013. Ao fim de cinco horas no hospital vimos para casa?
As dores e o cansaço aparecem.
Durante este tempo, devo dizer que lia tudo acerca do cancro do colon. Procurei associações. É  então encontro a Eurapacolon. Li um artigo acerca de um protocolo com a Associação Portuguesa de Reiki. Já estava implementado em alguns hospitais. Quis saber se faziam em Braga? a resposta foi negativa. Então procurei alternativas? Liguei para a responsável de Reiki em Vila Nova de Famalicão. Disse- me que já não estava em V.N.F? mas sim em Guimarães e que teria muito gosto em nos receber para o meu marido fazer uma sessão.
Marquei para o dia em que um voluntario estaria disponível para a sessão.
Chegou o dia? disse ao meu marido que ele ia fazer uma sessão de Reiki.
Devo dizer que o meu marido é muito céptico em relação a estas « medicinas alternativas»!
Então eu respondi? que lhe ia fazer bem que ele ia libertar as energias negativas. Que mal não ia fazer? e que para aliviar os efeitos da quimioterapia teremos de procurar alternativas!.
No final da sessão ele «sentiu- se mais leve mas acima de tudo mais relaxado.»
A partir desse dia, e a pedido dele disse-me que queria continuar com as sessões. Sentiu- se  melhor  física, emocional e espiritual.
Com o reiki o meu marido tem relaxamento profundo, redução dos níveis de stress, bem-estar físico, emocional, mental e espiritual, reforço do sistema imunológico,  desenvolvimento espiritual, aumento da autoconfiança e autoestima, aumento da paz interior, aumento da clareza de pensamento; reforço do equilíbrio do corpo.
Devo dizer que foi um presente no meio da desgraça que é esta doença?
Mas  a nossa batalha ainda não terminou, antes pelo contrario ainda está a começar. Quero acreditar que com as sessões do reiki o meu marido sentirá forças e acima de tudo coragem para o resto das sessões que ainda faltam para mandar embora esta doença que nos bateu à porta.
A todos que estão a passar por esta fase menos positiva da vida, quero dizer que experimentem o reiki pois os benefícios na vida do doente oncológico são muitas.
Para terminar quero deixar uma palavra de força ao meu marido que amo muito?
Meu amor a vida pregou-nos uma grande partida. Mas nós vamos ser fortes e ultrapassar tudo isto. O nosso amor dá- nos forças para seguir em frente. Mas acima de tudo o nosso filho. É por ele que temos de seguir em frente e ir até ao fim. No final vamos ficar mais fortes e a nossa relação mais fortalecida. Nunca te esqueças que tens em casa duas pessoas que te amam muito e que acima de tudo precisam muito de ti? amo-te muito e estou contigo para tudo o que nos espera. A batalha não será fácil, mas juntos vamos vencer. Nunca perdamos a esperança e a fé, porque deus nunca nos abandona.”
[box type=”info”]
Mais informações aqui:
Protocolo entre a APR e a Europacolon
Projeto Ser e Viver – Reiki na Oncologia
Reiki cada vez mais usado em doentes com cancro para reduzir efeitos da quimioterapia
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Reiki na Liga Portuguesa Contra o Cancro – uma sessão de esclarecimento

Cuidar de quem cuida é importante. Este foi um dos temas dos benefícios sobre Reiki, apresentados à unidade de psico-oncologia – Pólo de Braga, a cargo da Liga Portuguesa Contra o Cancro.
A 26 de Junho, foi realizada uma sessão de esclarecimento sobre o que é Reiki e os seus benefícios para os cuidadores, funcionários e utentes da unidade de psico-oncologia do Pólo de Braga. A apresentação ficou a cargo de Sílvia Oliveira e de Sofia Vilas Boas a impulsionadora deste projeto de voluntariado em terapia Reiki.
Os nossos agradecimentos à Drª Fátima Soeiro e a todos os participantes desta sessão.
Entrevista realizada a Sofia Vilas Boas
De onde surgiu esta iniciativa?
Esta iniciativa surgiu depois de a Sílvia Oliveira, num workshop, ter lançado o repto a solicitar voluntários para encabeçar o projeto  Reiki ao domicílio a doentes oncológicos, e de imediato manifestei o meu interesse.  A uma dada altura li um jornal local a notícia de que a Liga Portuguesa contra o cancro iria abrir uma unidade de psico-oncologia em Braga na sede de uma Junta de Freguesia. A partir daí entrei em contacto com a responsável, que no logo primeiro contacto telefónico ficou bastante entusiasmada com a ideia e, assim que a unidade começou  a funcionar em pleno fui contactada para iniciar um ciclo de formações, tendo a entidade escolhido o ‘Reiki na doença oncológica’ como tema de abertura.
Porquê o querer trabalhar com a Liga?
Por razões pessoais a  área de oncologia é uma área na qual eu gostaria de poder fazer a diferença para alguém.
Qual a receptividade a um tema como o Reiki?
Considero que a receptividade foi bastante boa, porque todas as participantes no final da sessão de esclarecimento não só se prontificaram para receber tratamento com o objetivo de perceberem um pouco melhor o Reiki e como atua, como também mostraram interesse em receber uma iniciação.
Como vês a importância de um voluntariado terapêutico a técnicos da liga?
Julgo que é de vital importância cuidar de quem cuida, pois os técnicos da liga são as pessoas que mais próximas estão dos doentes e das suas famílias, por isso é importante que também eles possam beneficiar do bem-estar e equilíbrio que o Reiki proporciona, para assim também eles melhor poderem ajudar os seus utentes.
Qual o teu sonho para este projecto?
O meu sonho para este projeto é que ele flua, sem criar muitas expectativas desejando que traga muitas alegrias a todos aqueles que nele participam, bem como a todos que dele vão usufruir e, que esta seja a semente que vai germinar muitos frutos.
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Sílvia Oliveira e Sofia Vilas Boas
A partir do próximo dia 3 de Julho irão ter início as sessões de terapia Reiki aos voluntários da Liga.
Sofia Vilas Boas ficará à frente deste projeto de voluntariado no âmbito de Cuidar de Quem Cuida e do Ser e Viver, Reiki para a pessoa com Doença Oncológica, com o apoio do Núcleo de Guimarães da Associação Portuguesa de Reiki.
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Reiki cada vez mais usado em doentes com cancro para reduzir efeitos da quimioterapia

Reiki cada vez mais usado em doentes com cancro para reduzir efeitos da quimioterapia

Reiki cada vez mais usado em doentes com cancro para reduzir efeitos da quimioterapia

A terapia reiki é cada vez mais usada em doentes com cancro em Portugal para reduzir os sintomas da quimioterapia e ajudar ao relaxamento destes pacientes, segundo médicos e terapeutas.

No Hospital de São João, no Porto, o Conselho de Administração autorizou já a aplicação de terapia reiki aos doentes oncológicos em ambulatório, sendo aplicada por enfermeiros com formação naquela terapia alternativa e em regime de voluntariado.
O reiki é uma terapia japonesa que consiste em canalizar a energia colocando as mãos em cima do corpo e pretende promover o equilíbrio global, segundo a Associação Portuguesa de Reiki.
Diário Digital / Lusa
[box type=”note”]A Associação Portuguesa de Reiki participa neste projeto apoiando a estrutura do voluntariado e o código deontológico para os terapeutas. É também disponibilizado aos associados da ADL, sessões de Reiki nos vários núcleos da Associação.

Mais informações Sobre Reiki em doentes com cancro

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Reiki cada vez mais usado em doentes com cancro para reduzir efeitos da quimioterapia

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A terapia reiki é cada vez mais usada em doentes com cancro em Portugal para reduzir os sintomas da quimioterapia e ajudar ao relaxamento destes pacientes, segundo médicos e terapeutas.
No Hospital de São João, no Porto, o Conselho de Administração autorizou já a aplicação de terapia reiki aos doentes oncológicos em ambulatório, sendo aplicada por enfermeiros com formação naquela terapia alternativa e em regime de voluntariado.

(Notícia divulgada pela Agência Lusa – 05 Junho, 2013, 09:01)
O reiki é uma terapia japonesa que consiste em canalizar a energia colocando as mãos em cima do corpo e pretende promover o equilíbrio global, segundo a Associação Portuguesa de Reiki.
A médica oncologista Fátima Ferreira explicou à agência Lusa que os doentes em quimioterapia submetidos ao reiki dizem conseguir aguentar melhor os efeitos secundários, como náuseas e vómitos, e acabam por sentir-se mais relaxados, aceitando melhor a sua doença.
“Tem sido uma ajuda muito positiva para os nossos doentes. Mas isto não vai substituir qualquer tratamento de quimioterapia ou radioterapia, nem é esse o objetivo. Funciona como um complemento, como uma ajuda psicológica”, indicou a médica.
No Hospital de São João este projeto foi impulsionado pela Associação de Apoio aos Doentes com Leucemia e Linfoma, com base numa investigação realizada por uma enfermeira naquela unidade que demonstrou os benefícios do reiki para os doentes com cancro.
A terapia é disponibilizada, em regime de voluntariado, por enfermeiros do hospital com formação em reiki e não é fornecida pelo Serviço Nacional de Saúde.
Este projeto, que começou no ano passado, dirige-se sobretudo para os doentes oncológicos em ambulatório, mas tem sido também aplicado a pacientes em internamento.
Sónia Gomes, da Associação Portuguesa de Reiki, diz que existem diversos estudos científicos internacionais que “comprovam que a terapia reiki ajuda o processo de desintoxicação do organismo após a quimioterapia”.
Ainda não há dados sobre quantos doentes oncológicos em Portugal se submeteram a esta terapia complementar, mas Sónia Gomes dá conta de que têm sido assinados protocolos de colaboração com várias associações de doentes.
Exemplo disso é a Associação de Luta Contra o Cancro do Intestino – Europacolon Portugal, que passou a fornecer aos seus associados a possibilidade de terem sessões de reiki.
“Estamos ligados a uma doença que é uma tragédia, com 7.000 novos casos todos os anos e uma mortalidade superior a 11 casos por dia”, disse à Lusa o presidente da Europacolon, Vítor Neves.
Foi a partir de relatos e experiências de doentes oncológicos que esta associação chegou à conclusão de que o reiki poderia ajudar a “melhorar a vida e o conforto” de pacientes em quimioterapia.
“Decidimos, assim, disponibilizar aos nossos doentes, a custo zero, o acesso a esta terapia complementar, que pode ser solicitada através da nossa linha telefónica de apoio 808 200 199″, indicou Vítor Neves.
Segundo Sónia Gomes, da Associação de Reiki, chegam já a ser os próprios médicos a recomendar a esta terapia aos seus doentes, depois de terem observado ” bons resultados” noutros pacientes, sobretudo com benefícios a nível do humor e disposição.
Os estudos têm demonstrado “bastante sucesso” no bem-estar dos doentes em qualquer tipo de tumor, segundo indica a terapeuta: “O reiki acaba por equilibrar o sistema do corpo humano. A pessoa relaxa e isso provoca diminuição da corrente sanguínea, a oxigenação melhora e isso produz o tal estado de relaxamento profundo e de bem-estar”.
Atualmente, a Associação Portuguesa de Reiki tem cerca de uma centena de terapeutas disponíveis para fazer voluntariado a doentes oncológicos que estejam a ser submetidos a quimioterapia.
Lusa
05 Jun, 2013, 09:01
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Sónia Gomes é coordenadora do Núcleo do Porto da Associação Portuguesa de Reiki
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Europacolon Portugal estabele parceria com Associação Portuguesa de Reiki

Europacolon

Parceria Europacolon / Associação Portuguesa de Reiki

Exmos. Associados e interessados,
A Europacolon Portugal tem o prazer de anunciar o estabelecimento de mais uma parceria, desta vez, com a Associação Portuguesa de Reiki.
Esta colaboração visa disponibilizar vantagens no acesso à terapia de Reiki a todos os associados da Europacolon Portugal.
Para Pacientes e Sobreviventes de Cancro do Intestino, a Associação Portuguesa de Reiki apresenta o projeto “Ser e Viver, Reiki na Oncologia”. Criado em 2008, este projeto de voluntariado, disponibiliza sessões terapêuticas de Reiki para pacientes com cancro e profissionais de saúde da área oncológica. A pessoa que integre o “Ser e Viver, Reiki na Oncologia” terá acompanhamento do mesmo terapeuta, em sessões regulares e gratuitas, que serão previamente definidas pelo terapeuta e pelo paciente. As sessões poderão realizar-se nos núcleos da Associação Portuguesa de Reiki ou nas instalações da Europacolon Portugal.
Para os sócios da Europacolon Portugalsem patologia, que pretendam experimentar esta terapia, a Associação Portuguesa de Reiki possibilita descontos na marcação de sessões de Reiki com terapeutas desta Associação (20% de desconto).
Todos os interessados nesta iniciativa deverão contactar a Europacolon Portugal, através dos contactos abaixo indicados.
Se ainda não conhece as vantagens da terapia de Reiki, consulte a informação que disponibilizamos, de seguida.
Algumas das vantagens da terapia de Reiki indicados pela Associação Portuguesa de Reiki:
– Diminuição do stress, medos e receios;
– Diminuição da ansiedade e sofrimento;
– Estimulação da confiança nos tratamentos oncológicos, na equipa médica e em si próprio;
– Diminuição dos efeitos secundários da quimioterapia (vómitos, náusea, diarreia, etc.)
– Diminuição da dor física;
– Promoção da autoestima;
– Promoção da aceitação da autoimagem e da aparência;
– Promoção de pensamentos mais positivos;
– Ajuda a modificar o comportamento;
– Ajuda a encontrar o conhecimento do eu interior;
– Promove a interiorização de novos valores;
– Melhora o sono e o repouso.
Estamos ao Vosso dispor para as inscrições que pretendam efetuar.
Fonte: Europacolon
[box type=”info”]
Europacolon
Morada: Estrada Interior da Circunvalação, nº 6657, 1º- sala 145 4200-177 Porto Portugal
Telefone: 225400441
Fax: 225400442
Telemóvel: 915726695
Linha de Apoio: 808200199
E-mail: geral@europacolon.pt
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[box type=”note”]Este protocolo foi realizado através do núcleo do Porto, da Associação Portuguesa de Reiki, pela coordenadora Sónia Gomes.[/box]

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Reiki e Psicologia Positiva

rita_ferreira
Reiki e Psicologia Positiva são duas áreas com muitas afinidades. Em entrevista ao Reiki em Portugal, Rita Ferreira fala-nos sobre esta ligação e de como está a construir a sua dissertação de mestrado em Psicologia Comunitária, levando o Reiki a doentes oncológicos.

És licenciada em Ciências Psicológicas e estás a fazer um mestrado em Psicologia Comunitária. Que tipo de ligação é possível estabelecer entre o cultivo de uma mente positiva e a intervenção comunitária?

Apesar de existir uma área na Psicologia denominada “Psicologia Positiva”, qualquer disciplina em Psicologia na sua essência deveria ser sempre positiva, no sentido em que é uma ciência que procura promover o bem – estar, as capacidades e mecanismos cognitivos, de adaptação, competências emocionais e o desenvolvimento de cada pessoa. Deste modo, a minha escolha pela Psicologia Comunitária partiu dessa ligação fortemente íntima que eu vi ser possível de estabelecer entre a intervenção por esta feita e o culto de uma mente positiva. Esta ligação justifica-se porque a Psicologia Positiva estuda os aspectos positivos da vida humana, focando-se nas forças e virtudes de carácter intrínsecos de cada um. Por seu turno, a intervenção comunitária também o faz, sendo o trabalho social realizado junto das populações em diversos contextos ambientais, tendo como fim a resolução de problemas e a promoção das potencialidades (empowerment) de uma comunidade através de acções concertadas entre vários agentes e a própria comunidade local. Isto tudo com o objectivo de procurar melhores condições de vida, sejam elas quais forem, a fim de provocar mudança social. Portanto, são duas áreas que procuram responder igualmente às necessidades das pessoas, auxiliando recursos disponíveis pessoais e colectivos, que favorecem os indivíduos e comunidades a prosperar. Num certo sentido, focam-se mais na índole positiva das pessoas, despertam a consciência crítica das mesmas, fazendo com que estas se tornem mais proactivas e menos passivas na resolução dos seus problemas. Até porque temos muito mais potencial do que aquilo que a sociedade nos permite ou deixa realizar.

E quanto à prática do Reiki, de que forma preconizas a sua aplicação no âmbito da Psicologia Comunitária?

– Antes de mais, é importante compreender que a Psicologia Comunitária baseia a sua prática em cinco princípios de base ecológica (Kelly, 1996 & Levine, 1969). Em dois deles reconhece que um problema surge num contexto ou numa situação, sendo que os esforços de diagnóstico não deverão focar-se apenas na descrição das características dos indivíduos envolvidos, mas também na compreensão das características do contexto da situação – problema. Precisamos de descobrir onde falha o ajustamento entre as pessoas e os contextos. Existe mesmo uma relação de interdependência, o que implica que as pessoas e os contextos funcionam como parte do mesmo sistema integrado, pelo que a resolução de um problema requer adaptação. A eficácia do suporte, que é outro dos princípios, implica que este se localize estrategicamente no epicentro do problema.
A intervenção que fiz ao longo do estágio foi maioritariamente na crise, em pacientes oncológicos, integrada numa perspectiva comunitária. Estas situações de crise surgem em resultado de dificuldades de resposta às circunstâncias. Eu apenas vi a aplicação de Reiki como um dos muitos recursos potencialmente disponíveis. Preconizo esta técnica energética como objecto de estudo na minha tese de mestrado e vejo-a como um recurso cada vez mais promissor. Procuro assim estudar se o Reiki tem impactos benéficos no empowerment (auto – poder; autonomia; auto – cura) nos pacientes com cancro, especificamente. E para mim, neste momento, o grande desafio é estabelecer a relação das terapias alternativas/complementares com a Psicologia no geral. Procuro novos paradigmas e novas formas de intervenção sempre para o mesmo objectivo: promover a mudança social e o recovery pessoal.

Qual tem sido a receptividade ao teu estudo por parte do Hospital de Curry Cabral (onde estás a realizar a investigação) e também por parte dos profissionais de saúde e doentes?

A investigação ainda se encontra numa fase muito preliminar. De tal forma que ainda não deu para constatar a receptividade ao tema por parte dos profissionais de saúde, instituição e os próprios pacientes, que irão fazer parte da minha amostra. A recolha da amostra, não irá constituir-se apenas no Hospital de Curry Cabral, mas também gostaria de alargar o espectro e retirar a amostra no Hospital de S. João, no Porto, e talvez nalguns centros de saúde holísticos em Lisboa, que apliquem Reiki. Os resultados produtivos dependerão exactamente da receptividade e abertura ao tema por parte das instituições, dos pacientes e até dos próprios familiares destes.

E a nível académico, como tem corrido o projecto de dissertação em termos de receptividade por parte dos professores e colegas? Notas maior abertura em relação a estes temas que antes não eram frequentes no meio universitário?

Felizmente tem havido receptividade por parte dos professores de mestrado e principalmente dos colegas da minha faculdade. No entanto, o desafio é enorme, pois a publicação em revistas científicas ainda não é suficiente, mas vamos caminhando a pouco e pouco. Além disso, o velho paradigma das academias universitárias sobrepõe-se à visão milenar herdada do Oriente, por exemplo, falar de energia Reiki numa comunidade científica gera alguma controvérsia. Explicar ou até mensurar isso à luz da ciência é um desafio constante, mas com evidências cada vez mais comprovadas.
Sinto que a filosofia zen no geral, e as terapias orientais especificamente, têm gerado alguma curiosidade e controvérsia nas pessoas. Essa realidade advém da informação que nos é colocada na televisão, nas redes sociais e nos livros, sobretudo os de auto – ajuda. Dada a situação de crise financeira actual, as pessoas tendem a comprar e a adquirir cada vez mais esse tipo de livros. As pessoas procuram nestes livros, uma resposta para as várias necessidades pessoais, porque descrevem os nossos anseios pessoais e espirituais, aos quais a sociedade secular já não consegue responder.

Participaste num programa televisivo sobre pensamento positivo e referiste que “ser feliz é um processo que se constrói ao longo da vida”. Queres explicar melhor este conceito?

Durante toda a nossa vida, a felicidade que gera emoções prazerosas não é um sentimento constante e estagnado. Vai-se construindo através das nossas experiências de vida. Penso que ela até poderia ser constante se o Homem e as suas circunstâncias não fossem tão mutáveis. Acima de tudo, cabe ao Homem escolher o caminho da felicidade, cultivando-a diariamente, e isso é possível de se atingir através da prática do bem e de um profundo caminho do auto – conhecimento.

É, então, possível educar para a positividade? De que forma é que os pais e professores podem contribuir para que as crianças de hoje sejam adultos mais positivos?

Penso que sim, é possível educar para a positividade. A proposta é ensinar às crianças em casa e nas escolas, desde muito cedo, o princípio básico do respeito e do amor ao próximo. Amar o outro como ela se ama a si mesma, não o julgando nem criticando, pois isso tem retorno. Primeiro, ter em mente este principio, de forma que tudo o resto venha nesse sentido. Ensinar-lhes o princípio de que o nosso pensamento cria realidades, e a forma como percepcionam o mundo passa pela qualidade dos nossos pensamentos e têm uma repercussão directa na forma como agimos em sociedade e connosco próprios.
Ensiná-las a ver o lado bom e positivo da vida, isto é, a perceberem que perante os desafios e obstáculos que a vida lhes impõe à frente, há sempre uma forma de oportunidade e de transformação. Ensinar-lhes a importância de se cultivarem diariamente, através da cultura e dos livros. Ensinar-lhes o poder da gratidão ao Universo pelos acontecimentos da vida, valorizando as bênçãos que recebemos diariamente. Normalmente não nos lembramos de agradecer, e reclamamos com frequência, esta é uma forma de adoptarmos uma atitude positiva e que pode contribuir para que as crianças de hoje sejam adultos mais positivos.
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Rita Ferreira licenciou-se em Ciências Psicológicas e está a fazer um Mestrado em Psicologia Comunitária apoiando-se no Reiki como terapia complementar susceptível de ajudar na recuperação de doentes oncológicos.
Neste link está disponível o programa “Bem-Vindos” da RTP África onde foi convidada a falar sobre Pensamento Positivo:
http://www.rtp.pt/programa/tv/p28855/c102569
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Reiki auxilia na recuperação de fadiga relacionada com cancro

Um dos efeitos secundários do cancro é a fadiga. A terapia complementar Reiki auxilia a restabelecer o equilíbrio do corpo. Ao agir sobre a fadiga, a dor, a ansiedade, o Reiki promove a qualidade de vida em geral da pessoa.
post-reiki-descanso-cancro
Ensaio Piloto Cruzado entre Reiki vs Descanso nos Tratamentos da fadiga relacionada com o cancro
Tsang KL, Carlson LE, Olson K.
Departamento de Psicologia, Universidade de Calgary, Alberta, Canadá
A fadiga é um efeito secundário bastante comum, sentido durante o tratamento do cancro e a sua recuperação. Um estudo limitado investigou técnicas provenientes da medicina alternativa e complementar para reduzir a fadiga relacionada com o cancro.
Este estudo examinou os efeitos do Reiki – um tipo de terapia energética por contato – sobre a fadiga, a dor, a ansiedade e a qualidade de vida em geral.
O estudo consistiu numa prova cruzada e equilibrada de duas condições: Condição Reiki e Condição Descanso.
Na Condição Reiki, os participantes receberam uma sessão diária de Reiki durante 5 dias consecutivos, seguidos de um período monitorizado de 1 semana de descanso, sem tratamento; mais 2 sessões adicionais de Reiki, e finalmente, 2 semanas sem nenhum tratamento.
Na condição Descanso, os participantes descansaram durante aproximadamente 1 hora por dia, durante 5 dias consecutivos, seguidos de um período monitorizado de 1 semana sem previsão de tempo assignado ao Descanso e uma semana adicional sem qualquer tipo de tratamento.
Em ambas as condições, os participantes preencheram questionários de avaliação da fadiga relacionada com o cancro (Avaliação Funcional, escala da Fadiga da Terapia de Cancro[FACT-F]) e qualidade de vida (Avaliação Funcional da Terapia do Cancro, Versão Geral[FACT-G]) antes e depois de todas as sessões de Reiki ou sessões de Descanso.
Também completaram uma Escala Visual Análoga (Sistema de Avaliação de Sintomas, Edmonton[ESAS]) para avaliação do cansaço diário, da dor e ansiedade, antes e depois  de cada sessão de Reiki ou Descanso.
Dezasseis pacientes (13 mulheres) participaram no ensaio. Em 8 mulheres, a aplicação das respetivas condições (Reiki/Descanso; Descanso/Reiki), foi feita de forma aleatória.
Foram testadas em relação à fadiga mediante a escala de cansaço do ESAS e todas as que obtiveram mais de 3 (numa escala de 0-10) eram elegíveis para o estudo. Foram diagnosticadas com a variedade de cancro, mais propriamente cancro colo-rectal (62,5%) com uma idade média de 59 anos.
A fadiga sobre a FACT-F diminuiu na condição Reiki (P=0,05) durante o período dos 7 tratamentos. Por outro lado, os participantes da condição Reiki obtiveram melhoras significativas da qualidade de vida (a FACT-G) comparada com os da Condição de Descanço (P<0,05).
Sobre as avaliações diárias (ESAS) na Condição Reiki antes da sessão 1 e após a sessão 5, as pontuações indicaram uma diminuição significativa do cansaço (P>0,001), da dor (P>0,005) e da ansiedade (P<0,01) , o que não se verificou na Condição de Descanço.
Futuros estudos deveriam de investigar mais o impacto do Reiki, utilizando modelos com controlos mais rígidos, que incluam uma Condição Reiki e amostras consideravelmente maiores.
[box type=”info”]
PMID: 17351024 [PubMed – indexed for MEDLINE]
Psych-Logo.jpgDepartment of Psychology
The University of Calgary
2500 University Dr. N.W.
Calgary, AB, T2N 1N4
Canada
Tradução: Lina Fortuna
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Anadia ajuda doentes oncológicos com o projecto Ser e Viver

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Ser e Viver, Reiki na Oncologia é uma iniciativa da Associação Portuguesa de Reiki (APR) lançada a 31 de Maio de 2012. No mesmo dia, e graças à disponibilidade imediata de quatro voluntários, o Núcleo de Anadia abraça o projecto com a inclusão dos utentes oncológicos que já acompanhava. Neste artigo, fazemos o balanço do projecto e entrevistamos Magna Rosa, coordenadora do Ser e Viver na Anadia.
“Tal como em todos os projectos relacionados com doentes oncológicos, também este é feito de pequenas batalhas quase diárias, onde umas vezes se ganha, mas outras se perde”. É desta forma que Luís Ferreira, coordenador do Núcleo de Anadia, se refere ao projecto Ser e Viver, Reiki na Oncologia, que desde o ano passado tem levado a cabo naquele Núcleo e no qual, actualmente, acompanha três doentes.
Segundo o responsável, a adesão à iniciativa da APR introduziu algumas mudanças, desde logo pela alteração do espaço físico inicialmente equacionado: “Tivemos de procurar um novo espaço. Não só pela necessidade de maior privacidade, mas porque o segundo andar sem elevador onde actualmente estamos tornou-se proibitivo para alguns dos utentes, além da nossa própria dificuldade de agendamento das sessões devido às inúmeras iniciativas que conduzimos.” Por outro lado, assume que o projecto os “levou um pouco mais longe”, na medida em que decidiram abrir as portas do Núcleo não só ao doente oncológico mas também a toda a família que experiencia a situação. E os resultados desta opção “têm sido muito positivos”, sublinha.
Hoje em dia, o projecto permanece activo com três praticantes de Reiki envolvidos em permanência e seis que pontualmente colaboram. Quem coordena o projecto é Magna Rosa, entrevistada pelo Reiki em Portugal.

Entrevista a Magna Rosa, coordenadora do projecto Ser e Viver, Reiki na Oncologia – Anadia

Qual foi a sua motivação inicial para abraçar esta iniciativa?

O que me motivou mesmo foi, sem dúvida, numa primeira fase colocar-me a mim mesma à prova, e aprofundar os meus conhecimentos sobre Reiki e pô-los em prática. O Reiki purifica o coração e a mente, tem como uso a mais bela de todas as coisas, O AMOR. Felizmente o Reiki não é apenas uma terapia que visa minimizar uma dor física. A sua energia vai muito mais além disso, atinge a dor da alma e aí é a hora da transformação, o momento de uma entrega total onde as nossas mãos são guiadas unicamente pelo nosso coração. Sem dúvida, foi-me dada a oportunidade de crescer muito como ser humano, aprendi muito e espero aprender muito mais. Só por hoje estou grata!

Como é feita a referenciação e o acompanhamento dos utentes?

A referenciação é feita através de consultas realizadas pelo Luís Ferreira [coordenador do Núcleo], por conhecimento de terapeutas do Núcleo, e até mesmo através do nosso site. Já tivemos um caso em que a pessoa doente queria receber Reiki e pesquisou no distrito de Aveiro tendo chegado até nós. Por norma, o acompanhamento é feito com a orientação do Luís. O doente recebe terapia uma ou duas vezes por semana, consoante o grau do tumor e a evolução da própria patologia. Esse acompanhamento é feito no Núcleo, no domicílio ou no IPO de Coimbra.

Quantos doentes são seguidos actualmente e qual a frequência das sessões?

Neste momento, apenas temos um doente cujo acompanhamento é feito no domicílio. Trata-se de uma situação estável e fazemos uma visita quinzenal, salvo momentos de crise. Esta pessoa é um doente oncológico há doze anos, colostomizado. A nossa visita a este doente destina-se sobretudo a minimizar o desgaste da situação que já se arrasta há alguns anos. O desgaste é notório, não só no próprio doente como na cuidadora, a sua esposa. Sem dúvida, quando entrei na casa deste casal preocupou-me mais o estado da esposa que o do próprio doente oncológico. A senhora precisava de muita força para continuar e, mais uma vez, o Reiki provou que vale a pena não desistir.

Imagino que este seja um projecto muito desafiante do ponto de vista emocional. Qual foi, até hoje, o caso mais marcante com que lidou?

Sem qualquer dúvida, trata-se de um projecto muito desafiante, não só do ponto de vista emocional. Cada caso é um caso, tudo depende do tempo que o doente tem para estar connosco. Tivemos dois casos que nos marcaram em especial. Em relação a um deles, em que o senhor ficou mais tempo, não tenho sequer palavras para descrever o turbilhão de sensações e transformações fortes que vivi. No dia em que o senhor faleceu apenas disse à família que ele tinha sido um grande Mestre, muito especial. O Reiki não curou o tumor a nível físico, mas sim o tumor da alma que aquele senhor tinha… lindo! Quando abrandar mais a minha vida, talvez este seja tema para mais um livro sobre a magia do Reiki, pois até sobre isso tivemos tempo de falar. No dia do funeral cheguei a ouvir comentários sobre o facto de a família parecer demasiado feliz para o acontecimento…
O outro caso durou apenas cinco semanas. O senhor já estava em fase terminal quando nos foi solicitada ajuda. Encontrava-se nos Cuidados Paliativos do IPO de Coimbra. Fomos encontrar uma pessoa muito transformada fisicamente. Demasiado magro, quase um esqueleto, sem cabelo e com os olhos muito encovados. No primeiro encontro, mais uma vez a energia Reiki surpreendeu-me. Aquele ser ansiava por nós como se nos conhecesse desde sempre e lhe levássemos o remédio para a sua cura. Embora sem forças para o fazer, insistia em sentar-se na cama e sorrir para nos receber. O toque das nossas mãos ajudavam-no a ultrapassar qualquer mal que ele estivesse a sentir. E as palavras dele para nós eram: “Eu já devia ter-vos conhecido há mais tempo, isto é demasiado bom. Estou bem, estou pronto para partir. É quando Ele quiser, obrigado, obrigado…” Dizia isto até não ter mais forças para falar e finalmente adormecer.

De que forma é que o Núcleo presta apoio aos familiares dos doentes?

Fazemos questão de proporcionar apoio à família. É um trabalho feito em paralelo, afinal, o Reiki não é apenas uma terapia para seres doentes. Sabemos nós que a própria doença não só desequilibra o portador como os seus acompanhantes. O projecto promove o bem-estar e a qualidade de vida, diminui o stresse, os receios, a ansiedade. Promove o relaxamento, faz adquirir paz interior e optimismo. Acima de tudo, ajuda que se acredite no valor da terapia. Este processo é feito em conjunto – com os doentes e familiares – para potenciar os resultados. E temos a prova disso. O Núcleo recebe todas as semanas familiares de doentes que já faleceram e até já se inscreveram alguns para fazer o curso nível I de Reiki. Tivemos familiares que nos acompanharam ao 3.º Congresso Nacional de Reiki, no passado dia 27 de Outubro, em Guimarães.

Quer partilhar algo mais com os nossos leitores?

Quero sim. Não deixem de ser crianças! Tudo surpreende as crianças, elas vêem o mundo como uma nova aventura a cada dia. A cura não é o “como” ou o “porquê” nem é uma receita. É um estado de ser.
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Ser e Viver, Reiki na Oncologia

A Associação Portuguesa de Reiki tem já um longo historial no apoio ao doente oncológico. Desde 2008 (ano da criação da APR), este tem sido um dos projectos mais exigentes que tem vindo a ser desenvolvido, quer através de protocolos, quer através do acompanhamento proporcionado nas nossas instalações ou núcleos.
Pode ficar a saber mais sobre este projecto aqui:
https://associacaoportuguesadereiki.com/reiki/projectos-de-reiki/ser-e-viver-reiki-na-oncologia.html
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Reiki em publicação científica brasileira


A eficácia do Reiki, sobretudo na redução de padrões de ansiedade e na melhoria da qualidade de vida, foi uma das conclusões publicadas na mais recente edição da conceituada “Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade”.
No artigo, intitulado “Relato de experiência do evento científico da terapia Reiki”, ficou estabelecido que “a eficácia do Reiki parte da percepção da pessoa como um todo, diminuindo padrões de ansiedade e melhorando a qualidade de vida”. Além disso, concluiu-se que “integrado a outros medicamentos e procedimentos, o Reiki, reduz sintomas e efeitos colaterais de quimioterapia e radioterapia, aumenta a sensação de bem-estar, diminui o medo, stresse, depressão, aumenta a auto‐estima e a energia vital”.
Apesar de as pesquisas quantitativas e qualitativas sobre esta terapia complementar ainda estarem a decorrer, “os primeiros resultados revelam os seus impactos numa melhor resposta do organismo na prevenção e tratamento das doenças crónicas”, lê-se no texto publicado na conceituada publicação científica da responsabilidade da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade.
O artigo tem como principal objectivo relatar as conclusões resultantes do 2.º Simpósio Luso‐Brasileiro de Reiki, que reuniu, nos dias 16 e 17 de Abril de 2011, em Fortaleza, Brasil, cerca de 250 participantes. Entre estes marcaram presença diversos investigadores, terapeutas oriundos de Portugal e do Brasil, representantes do Ministério da Saúde do Brasil e do Vice-cônsul de Portugal em Fortaleza, além de entidades relacionadas com a prevenção e o tratamento de doenças crónicas.
Na qualidade de palestrantes estiveram, entre outros, Antónia Maura Alves Ferreira e Ricardo Monezi Julião de Oliveira, este último do Instituto de Medicina Comportamental, Departamento de Psicobiologia da Universidade Federal de São Paulo.
O artigo está disponível aqui:
http://www.rbmfc.org.br/index.php/rbmfc/article/view/623/484

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Ser e Viver, o Reiki na Semana Europeia de Luta Contra o Cancro

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A Associação Portuguesa de Reiki tem já um longo historial, desde a sua fundação, no apoio à pessoa com doença oncológica. Desde 2008 que este foi um dos projectos mais exigentes que temos vindo a desenvolver, quer através de protocolos, quer através do acompanhamento nas nossas instalações ou núcleos.
Com a Semana Europeia de Luta Contra o Cancro 2012, lançamos a nossa iniciativa “Ser e Viver, Reiki na Oncologia”. Este é um projecto de voluntariado, dedicado à pessoa com doença oncológica, que é realizado na Casa Coração, nos núcleos da associação, assim como em instituições que desejem ter este protocolo de terapia complementar.
A pessoa que entre para o “Ser e Viver” terá acompanhamento do mesmo terapeuta, em sessões regulares que serão previamente definidas pelos dois, este projecto tem um âmbito de voluntariado e pretende também a partilha de informação, dentro dos limites deontológicos, com os médicos que estejam a fazer o acompanhamento. Todo o nosso trabalho segue o Código Deontológico que implantamos e a NPTCR-01.

Ser e Viver

 
Podem ler mais sobre as Acções da APR relacionadas com a Oncologia e detalhes do projecto “Ser e Viver, Reiki na Oncologia”, no nosso site…
 

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Reiki apresenta-se nas 6as Jornadas de Educação para a Saúde

reiki-barcelos

reiki-barcelos
Nos passados dias 19 e 20 de Abril, o Núcleo de Barcelos participou nas 6as Jornadas de Educação para a Saúde, promovidas pela Câmara Municipal de Barcelos através da Casa da Juventude. Este ano as jornadas estiveram subordinadas ao tema: «Oncologia: compreender, prevenir, tratar». O evento foi dirigido a profissionais de educação, profissionais de saúde, instituições educativas e socioculturais, jovens, pais e encarregados de educação e autarcas.
A participação nestas jornadas teve duas vertentes:
Presença na mostra de projetos e atividades com o intuito de apresentar a Associação Portuguesa de Reiki e o seu núcleo de Barcelos, promover e divulgar a atuação do núcleo de Barcelos no concelho, nomeadamente e como grande marco o seu projeto de voluntariado para doentes oncológicos e clarificar os benefícios da terapia complementar Reiki para a saúde e bem-estar;
Apresentação de uma comunicação livre sob o tema “Reiki na Oncologia, Cuidar com Amor” no Auditório Municipal dos Paços do Concelho, com a valiosa colaboração de Sílvia Oliveira, coordenadora do núcleo de Guimarães.
O balanço desta atividade é muito positivo. Durante os dois dias de jornadas houve uma abordagem por diversos participantes com questões sobre o Reiki, tanto por quererem conhecer mais sobre esta terapia como por Reikianos satisfeitos por tomarem conhecimento da presença da Associação Portuguesa de Reiki em Barcelos e terem um espaço de reunião e partilha.
reiki-barcelos-apresentacao-cancro
A comunicação livre e a oradora foram aclamados pela comunidade médica presente e publico em geral pela importante ação de terapias complementares como o Reiki junto dos pacientes oncológicos ao promover maior bem-estar e qualidade de vida, em paralelo com o aumento de auto-estima e capacidade de auto cura nos doentes.
Aproveitamos também para lembrar o papel fundamental da Câmara de Barcelos pela possibilidade de participação nestes eventos.

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Reiki com Dia Zen

Dia Zen

Dia Zen
No passado dia 6 de Maio estivemos no Dia Zen, um evento de apoio à União Humanitária de Doentes com Cancro. Das 10h às 17h foram realizadas 23 sessões de Reiki, possíveis graças ao amor, dedicação e apoio dos voluntários Teresa Mendes, Jeannie Martins, Cristina Belém, Paula Castella, Manuela Hassam, Pedro Favinha, Maria Barros, Cláudia Almeida e, como sempre, o Valter Jacinto que fez o esforço adicional da montagem, juntamente com a Jeannie. É bonito ver que uma causa une pessoas, que uma Associação é também uma família onde expressamos “Só por hoje, sou grato”.
Agradecemos também à organização do evento a “New Feeling – Original Happenings”, por toda a amabilidade, profissionalismo e apoio. Temos a certeza que este é um evento a repetir-se por muitos anos, sempre por boas causas.

Podem apoiar a União Humanitária de Doentes com Cancro,
Rua Maestro António Taborda 37  1200 Lisboa, Portugal
Tel.: 213 940 302
Site: www.doentescomcancro.org/uhdc/
Organização New Feeling – Original Happenings
Tel.: 211 922 399
Site: www.newfeeling.com.pt
 
Rua Maestro António Taborda 37  1200 Lisboa, Portugal

213 940 302