Autor: Isabel Couto
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VII Feira da Saude
Ola Amigos :)))Pela primeira vez o Nucleo de Penafiel e Vale do Sousa esteve presente na VII Feira da Saude com resultados Fantásticos em que começamos com 1 marquesa no 1º dia e 2 marquesas no 2º dia. Agradeço a presença dos Praticantes/Voluntários : Teresa Mourão; Ascensão Costa; Sandra Poiares; Rosario Castanheira; Patricia Pereira e a companhia e apoio na logistica de Carmo e Paulo Oliveira.Numero de sessões : 25Questões para tratar na maior parte foi para experimentar o Reiki, a seguir para tratar o lado emocional e relaxar mentalmente.Dores mais frequentes nos Ossos, Cabeça e Musculos, em que a escala média de dor é de nivel 4. Há pouca energia e vitalidade em que persistiu no nivel 2 :((A maior parte das pessoas queixa-se de depressões e que tomam medicação desde 2001 até á data.Todos alcançaram o objetivo das sessões, havendo 20 que querem voltar a repetir e 5 que talvez voltem. Cabe a nós ficarmos mais tentos sem duvida. :))_/|\_Nuno Miguel Moreira NunesCoordenador Nucleo Reiki Penafiel e Vale do Sousa da APRMKtlm : 934 181 584 -

Cantinho de Leitura do Núcleo do Porto da APR
Cultivamos o gosto pela escrita e pela leitura
<3
Parar…ler…sentir….Só Por Hoje
Sou Calma
Confio
Sou Grata
Trabalho Honestamente
Sou Bondosa“Eu Sou a Rita”
Quero dar-vos conta de como eu sinto e vivo com a paralisia cerebral. Lembrei-me de uma mãe que ao ler as minhas crónicas de facebook deixou um comentário de muita tristeza, porque lhe tinham dito, umas horas antes, que o filho tinha paralisia cerebral. Fiquei contente com o comentário que ela deixou. Disse-me que ficou menos triste e ainda bem, só por me ler. Dizem-me que sou positiva na maneira de ver e escrever o mundo em redor. É verdade que poucas vezes pensei em abordar este tema nos meus textos. Toca-me, vivo com ele e por isso ganhei vontade e é disso que vos falo, na minha maneira de ver as coisas.
Confesso que sou alegre, o meu pai diz que sou bem resolvida, como que se houvesse resolução para um problema que vai viver comigo para sempre… Mas na verdade, eu encaro muito bem a paralisia cerebral, mas há coisas que me preocupam, porque agora estou na adolescência, já penso em rapazes, naquelas coisas normais de uma rapariga da minha idade. Mas sabem? Eu não sou daquelas pessoas que fica muito triste por ver as minhas amigas já a namoriscar e eu ainda sem ter nenhum rapaz que goste de mim, sim… porque sinceramente eu acho que ainda tenho muito tempo para essas coisas. Não vale a pena ficar triste nem pensar por antecipação naquilo que a vida nos vai fazendo e dando!
Agora o que eu sei, é que a sociedade quando olha para uma pessoa com paralisia cerebral, pensa sempre assim: – “Ai coitadinha é tão lindinha, e nem vai casar nem ter filhos nem vai conseguir tirar a carta de condução…ai coitadinha “.
Coitadinho é de quem pensa assim. Digam lá se não concordam comigo? Hoje penso à minha maneira, com boa disposição e pensamento muito positivo, que lá irei crescendo na diferença. Sem ser vaidosa, até acho que vejo as coisas de forma menos fútil do que muitos jovens da minha idade.
Também acho que por mais que se criem dias de sensibilização, a sociedade ainda está muito aquém daquilo que podia ser a aceitação da diferença e daquela palavra bonita de dizer e pouco usada… a solidariedade. Não acham que é assim como digo e que tenho razão?
Por mim, encaro a vida com felicidade e alegria. Mesmo, mesmo, não é só textinho bonito para estar aqui a fazer palavras cruzadas… Acho que não é preciso andarmos aí a chorar pelos cantos, porque senão, é pior para se ultrapassarem os obstáculos que vamos tendo ao longo do caminho da vida!.
A minha vida ainda é curta, mas digo-lhes que tenho memória de coisas por que já passei, aquilo que nem mesmo os adultos passaram. Dores, terapias que me revoltavam pela maneira como me doíam e eram feitas. Ouvir médicos a dizer coisas aos meus pais, pensando que eu não entendia tudo da maneira como eles diziam. Os meus pais depois, mesmo em pequenina, explicavam-me e fazíamos uma grande risota, da forma como eles falavam. Acho que isso também me ajudou a ficar assim como sou, com uma carapaça sorridente. Claro…os meus pais sempre muito amigos e preocupados. Sabe Deus como eles sofreram! A minha mãe muito presente, a correr comigo para todo o lado, onde achavam ou lhes contavam que poderia ter melhoras. O meu pai sempre positivo e a fazer-me rir, como um exemplo para lidar com a indiferença. Sempre a darem-me força para eu ser ainda mais forte, os meus irmão, resmungões mas atento. Foi por isso que consegui chegar aqui com esta determinação e boa disposição. Acho que agora já não vou perder essas duas palavras na minha forma de ser. Determinação e boa disposição.
Eu sei que ainda sou nova para vos falar dos obstáculos que a vida nos vai colocando ao longo do caminho, mas olhem que, como vos digo, eu também já vou tendo alguma percepção desses obstáculos, porque os meus pais sempre me põem a conviver com alguns jovens também diferentes, por exemplo a Liliana, a Lili tem PC e já tem alguma experiência da vida e dessas dificuldades de que vos falo, mas mesmo assim ela encara a vida a sorrir, e tem sempre em mente a palavra “Vontade!” A Sara, de quem também já vos falei e conheci através dos meus textos, foi também para mim uma inspiração amiga. Ambas são já adultas e sofreram como eu de paralisia cerebral, ao nascer. Somos tantos, que muitas vezes nem reparam em nós! A Rita Cuca, a Fernanda, sei lá quantos mais!
Como já vos disse, quando for grande, acho que quero ser jornalista, mas para isso ainda tenho de me esforçar muito e estudar muito mais. Quando se é diferente, não basta ser bom, tem que se ser muito bom, para marcar a tal diferença. Aqui posso usar com total propriedade aquela frase: sem esforço nada se consegue! Lá está!. Sempre a palavra diferença em tudo. Eu acho que a família nesta questão de lutar, é importante porque nunca nos deixa ir abaixo. Mesmo baixinho e ao ouvido, eles estão sempre, sempre a repetir as palavras, “Querer e Determinação.” Para mim isso tem um papel importante. Não acham?. Eu não vos vou mentir, não pensem que às vezes também não passo por momentos mais difíceis e tristes, porque é verdade que passo, não sou diferente das outras pessoas… Mas essa tristeza passa logo para a boa disposição, começo por disfarçar e depois esqueço-me que estava triste.
Já percebi há algum tempo, quando comecei a pensar nisto tudo, que a família ao longo da minha vida, terá sempre um papel importante. São eles que nunca me vão deixar de lembrar que tenho que sorrir, pela sorte que tenho em ser como sou!
Gosto de frases e pensamentos e li uma de um senhor chamado J.R Tolkien (fui pesquisar e apenas sei que ele foi um escritor e poeta inglês, muito conhecido por ser o autor do “Hobbit”, e “Senhor dos Anéis”), que disse:
“Onde não falta vontade existe sempre um caminho”.
É esse caminho que faço apoiada na vontade de querer e no olhar atento ao mundo cruel que me rodeia, para onde eu sorrio. Afinal a diferença e a Paralisia Cerebral são apenas uma forma de viver. E quem disse que a paralisia é que me impõem limites a mim? Fiquem já a saber que eu é lhos imponho a ela! Faço questão que ela perceba sempre quem manda!
Além disso, eu não sou a paralisia cerebral…eu sou a Rita!
https://aosolhosdarita.wordpress.com/…/eu-e-a-paralisia-ce…/
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Sessão de esclarecimento no Sana Estoril Hotel
No Domingo, dia 16, todos os assessores da Oriflame presentes no Sana Estoril Hotel, tiveram uma sessão de esclarecimento sobre o Reiki.
No final, fizemos demonstração de tratamento de Reiki a quem quis experimentar e foram muitos! -

Algarve Festival Zen
A Associação Portuguesa de Reiki foi parceiro da organização Algarve Festival Zen, que decorreu em Tavira neste fim de semana.Marcámos a nossa presença durante 3 dias muito intensos, com muitos contactos, permitindo assim dar a conhecer a APR, as vantagens de ser associado e falámos dos projectos que pretendemos para esta região.Divulgámos o Reiki, deixando o convite para que desfrutassem dos efeitos desta terapia, em mini sessões, que nos permitiu senti-los deveras agradados e reconhecidos.Tivemos a oportunidade de fazer uma palestra sobre o Reiki Como Filosofia de Vida, onde os presentes tomaram consciência dos benefícios do Reiki em cada um dos momentos das suas vidas… no final a gratidão era imensa pelas reacções dos que nos escutaram.Momento dos agradecimentos… gratidão à organização na pessoa do Marco Águas, à Ana Patrícia Mendes, coordenadora do Núcleo de Tavira, à Cristina Palma Moreira, coordenadora do Núcleo de Lagos, aos incansáveis voluntários, Isabel Alexandra Morim, Luís Morim, Fátima Pinheiro, Fernanda Guerreiro, Isilda de Sousa, Maria Teresa Pereira, Carlos Pinto e Silvério Mendes.Depois deste tempo de gratidão e de reflexão, novos desafios já nos esperam… vamos lá.Só por Hoje Somos GratosFernando Eduardo -

Palestra “Saber Estar, Saber Fazer.”
Foi com muita honra que o Nucleo de Penafiel e Vale do Sousa Recebeu a Coordenadora do Nucleo do Porto, Voluntária e Mestre de Reiki, Voluntária do SAER, FILÓ PESSANHA , com o objetivo de partilhar o Saber Estar e Saber Fazer com o Doente. Foi muito enriquecedor :)))))))
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NÚCLEO DA GUARDA – ATIVIDADES SETEMBRO
Depois de um mês de Agosto, atipicamente mais quentinho, muitos portugueses aproveitaram para descansar e
retemperar forças, e agora há que dar início a um novo ciclo.O mês de Setembro do Núcleo foi um mês de muito trabalho, mas muito proveitoso. Realizamos, como habitualmente, Partilhas de Reiki, meditações, tudo de forma a ir ao encontro do nosso bem-estar e autoconhecimento, com muita prática.
Parabéns a mais dois sócios que se uniram à Associação Portuguesa Reiki, certamente que vão fazer muita diferença com as suas experiências, conhecimentos e bondade, parabéns Julieta Martins, parabéns Dinis Oliveira e bem-vindos à APR.
A nossa agenda:
Aproveito para dar conhecimento, que ainda no mês de Outubro, dia 22, iremos estar pela primeira vez, numa instituição do Concelho do Sabugal a realizar uma sessão de apresentação e prática com Reiki, no âmbito do Plano de Atividades de 2016.
Dia 29 outubro, estaremos a representar o Núcleo da Guarda, no nosso VII Congresso de Reiki e acompanhar-nos-ão os sócios que se inscreveram e manifestaram vontade em participar no mesmo, em que os custos da viagem são oferecidos pelo Núcleo.
BEM-HAJA!!!
JUNTOS SOMOS MAIS
Os coordenadores: José Peres Barros e Cláudia Isabel Pissarra -
Festa Animal – Oeiras: 8 de outubro
A coordenadora do Grupo de voluntários Reiki Animal da Região de Lisboa da APR, Carla Brito e, as voluntarias Reiki Animal (Ana Paula Mourato, Fátima Velho e Anisha leal) estiveram no dia 08 de outubro, na Festa Animal 2016 no jardim de Oeiras, com o objetivo de divulgar o Reiki Animal.
Esta ação foi um sucesso! tivemos imensos interessados em saber mais sobre o Reiki e os benefícios da aplicação nos animais e em experimentar o Reiki nos seus patudos. Foi mais um passo dado na divulgação do Reiki Animal e na mudança de consciência acerca do reino Animal!https://www.facebook.com/267174426654449/photos/?tab=album&album_id=1218393294865886
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Partilha de reiki – Braga
O núcleo de Braga da Associação Portuguesa de Reiki, realizou no dia 7 de outubro uma partilha gratuita de reiki. Foi um momento muito enriquecedor de prática, esclarecimento e tertúlia onde estiveram presentes praticantes e não praticantes de reiki.
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FESTIVAL DE MÚSICA NA CIDADE DE ALMADA
ABERTURA COM CARRILHÃO LVSITANVS
A disciplina de Reiki / Meditação em Março esteve presente na Abertura do Festival de Música na Cidade de Almada.
Juntar a Energia Universal com o Som deste Carrilhão é simplesmente divino!
Foi um momento único e inédito que os alunos poderam usufruir.
O Carrilhão Lvsitanvs é o maior e mais pesado carrilhão itinerante do mundo. É composto por 63 sinos, pesa aproximadamente 25 toneladas e está apoiado sobre um semirreboque do tipo berço porta-contentores. O conjunto é movimentado por um trator que lhe confere grande mobilidade e capacidade de itinerância. Nos mais distintos ambientes, tanto ar livre como em recintos fechados, a solo ou juntamente com outros instrumentos ou agrupamentos, com o Carrilhão LVSITANVS é possível executar obras de variados estilos.
Poderão ser interpretados temas que vão do erudito ao popular. Podendo assim proporcionar belos momentos musicais, tanto em audições de música erudita como em ambientes de arraial ou festividades medievais. Tratando-se de uma novidade em Portugal, tal como na Península Ibérica, decerto irá despertar grande interesse nos amantes da música e, consequentemente, arrastar até si multidões que, deste modo, irão originar uma nova vaga na forma de ouvir música.
Este Centro Internacional do Carrilhão e do Órgão nasceu em Constância, na família do Engenheiro Alberto Elias presente e suas duas filhas, a Prof. Ana Elias quem tocou o carrilhão e conduziu o semirreboque, acompanhada pela irmã Doutora Sara Elias.
Este evento deu-se na Praça São João Batista em Março, onde preencheu através do Som magnifico o local. Só realmente presenciando e ouvindo, se apercebe a profundidade do grande trabalho que é feito com 63 sinos num peso total de 7.000kg, e o Carrilhão em Fá, que trabalha o Chakra Cardíaco.
O meu Bem Haja à Camara Municipal de Almada pela partilha!!!
Olinda Ângelo
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CANTINHO DE LEITURA DO NÚCLEO DO PORTO
Rubrica online mensal
Cultivamos o gosto pela leitura e pela escrita
Seguindo os 5 Princípios da Filosofia ReikiSó Por HojeSou Calmo
Confio
Sou Grato
Trabalho Honestamente
Sou Bondoso8
Fora de NósOuvimos o mundo. Vemos as árvores e as pessoas. Falamos com os outros e connosco. Cheiramos as estações e sentimos o toque ao tocar. Nada disto nos distingue, os meus olhos, nariz, boca, pele e mãos não são diferentes dos teus – se nos decompusessem não haveria grande coisa que nos fizesse diferente. Mas tudo é diferente. Porque ouvimos o mundo com os nossos ouvidos. Vemos as árvores e as pessoas com os nossos olhos… Falamos com os outros e connosco com as nossas palavras e convicções. Cheiramos as estações com o nosso nariz e sentimos com a nossa pele e coração. Somos um brinquedo único, programado para ver ,ouvir o que queremos ouvir e sentir o que queremos sentir. Organizamo-nos em rebanhos ordenados por puro instinto de sobrevivência; formamos famílias por julgar que aquela pessoa cheira, vê, ouve e sente como nós. Ou por ter algo que gostaríamos de ter. Somos complexos e de uma profunda simplicidade. Na loja de onde viemos fabricaram-nos com defeito, todos com um defeito original. Nessa fábrica não se fazem brinquedos sem defeito. Esses, bastante mais caros, não são ali…
Luís Osório














