Ficámos mais ricos e de coração cheio.
Autor: Isabel Couto
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A APR na Feira de Saúde Integral de Lagos
Este foi mais um momento especial para a Associação Portuguesa de Reiki, no Algarve, onde marcámos presença na Feira de Saúde Integral do Algarve, realizada em Lagos nos dias 19 e 20 de Novembro.Divulgámos a APR e o Reiki, fizemos contactos e alinhavámos novos projectos… convivemos e sentimos que valeu mesmo a pena… a equipa que esteve presente representando a APR, foi magnífica… Cristina Moreira, coordenadora do Núcleo de Lagos, Fátima Pinheiro, Helena Tempera e Fernando Eduardo… bem hajam
Entre olhares e sorrisos, concluímos mais uma tarefa, neste levar o Reiki e a APR um pouco mais além… que as forças não nos faltem… vamos continuar.
Ficámos mais ricos e de coração cheio. -

Reiki e Xadrez – Arte e Ciência de mãos dadas – Nova atividade do Núcleo do Porto
Reiki e Xadrez
Arte e Ciência de mãos dadas
Nova atividade do Núcleo
XADREZ… IniciaçãoA Importância Do Xadrez No Processo Ensino-Aprendizagem
O xadrez é um jogo de estímulos e respostas para problemas, desenvolvendo assim a capacidade cognitiva do jogador. Pedagogicamente, o xadrez faz parte do currículo escolar básico de dezenas de países. Vários projetos oficiais apontam melhoras significativas sobre alguns aspetos, tais como: memória, imaginação, concentração e inteligência. Mais recentemente, na “Venezuela, o Ministério da Educação apresentou conclusões significativas sobre o chamado Projeto Xadrez: o estudo sistemático do xadrez não somente estimula a inteligência, como os avanços alcançados no campo intelectual tendem a manter-se no tempo”.
Como podemos ver o xadrez é uma grande ferramenta no aprendizado e não poderia ficar alheio à observação do Grande Mestre Internacional GARRY KASPAROV que em uma entrevista cedida à revista Veja comenta que “o xadrez ajuda a melhorar a atenção, a disciplina, o pensamento lógico e a imaginação. Não é por acaso que, nas 13.000 escolas americanas onde se ensina xadrez, as crianças têm melhores desempenhos em disciplinas como, matemática e redação. Elas também demonstram ter um senso de responsabilidade mais aguçado”. Na sequência, quando foi questionado sobre a relação entre xadrez e senso de responsabilidade, o ex-campeão mundial, respondeu: “está na moda dizer que tudo que acontece de ruim é responsabilidade de todo mundo. O jogo coloca as coisas no seu devido lugar: é você quem responde pelo movimento de suas peças, e mais ninguém. Como na vida, você é o único responsável pelos próprios atos”
Mas não são somente as habilidades mentais que melhoram com o desenvolvimento do jogo, outras habilidades, como: perseverança, capacidade de estudo, autoconhecimento, organização pessoal, motivação e ambição, dentre outros. Todo esse processo faz parte da “construção do indivíduo” e, como jogo, o xadrez pode ser uma forte ferramenta para facilitar esse caminho.
O pedagogo suíço Charles Partos relata que o xadrez desenvolve:
1- A Atenção e a concentração;2- O julgamento e o planeamento;
3- A imaginação e a antecipação;
4- A memória;
5- A vontade de vencer, a paciência e o autocontrole;
6- O espírito de decisão e a coragem;
7- A lógica matemática, o raciocínio analítico e sintético;
8- A criatividade;
9- A inteligência;
10- A organização metódica do estudo e do interesse pelas línguas estrangeiras
O xadrez é um jogo de desenvolvimento mental e psicológico que auxilia na formação cognitiva e do caráter do indivíduo. Mesmo tendo sido comprovada por vários projetos, a eficácia na aprendizagem, a prática do desporto ainda é muito pouco divulgada o que dificulta na assimilação dessa ferramenta para crianças, que acabam tendo uma visão distorcida do jogo e no desinteresse em aprendê-lo.
“O Xadrez é algo mais do que um jogo; é uma diversão intelectual que
tem um pouco de Arte e muito de Ciência. É, além disso, um meio de
aproximação social e intelectual.” (GM J. R.Capablanca, ex-campeão
Mundial). -

Sábados Voluntários por Teresa Barros
“Sábados Voluntários”, surgiu da vontade de trazer para a vida e para os outros o que de facto o Reiki significou para mim nestes dois últimos anos. Após uma paragem forçada por questões de saúde, encontrei-me com o Reiki numa manhã, após um violento tratamento. A partir desse dia, senti que muito havia a trabalhar em mim, muito do que me acontecera, era apenas de minha responsabilidade, e não (como de forma muito confortável às vezes fazemos) dos outros ou da vida.
Encontrei-me com Sílvia Oliveira (Mestre de coração), que pacientemente me foi ensinando esta filosofia de vida – Reiki – Filosofia de vida que convida à Felicidade.
Dois anos passaram. Após muito trabalho e de descoberta do melhor e do pior que há em mim, colocaram-se várias questões: O que mais aprendi com o Reiki? O que posso fazer com o Reiki? Como explicar o que o Reiki trouxe à minha vida?
Entre muitas opiniões e sugestões (já para não falar da realidade à minha volta), sentia que antes de outra coisa qualquer queria continuar a crescer…e mais uma vez, encontrei-me com o Reiki! Ao ler as palavras de João Magalhães, no livro Reiki – Guia para uma vida feliz, “porque sentem tanto os praticantes de Reiki a necessidade de auxiliar e cuidar dos outros? O Reiki é uma energia vital, harmonizadora, que desperta em nós aquilo que há de mais precioso na vida, o amor incondicional (…) que nos leva a querer crescer numa partilha humana de bondade e compaixão. (…) Assim, é muito natural que surja a vontade de fazer voluntariado, de auxiliar o outro, sempre tendo em mente o nosso próprio autotratamento e equilíbrio”, percebi de imediato, que o caminho era fazer chegar o Reiki aos outros, àqueles que pelas mais diversas razões não podem ou ainda não conhecem. Se tão depressa pensei, tão depressa a vida retribuiu. Durante uma formação com a Sílvia, surge a ideia de dinamizar o voluntariado do Núcleo de Reiki de Guimarães, e os “Sábados Voluntários” começam a ganhar forma.
Assim, a 29 de Outubro de 2016, nascem os “Sábados Voluntários”, projeto onde pretendemos não só dar resposta a muitos dos pedidos que eram feitos, como chegar a todos que sentem necessidade de usufruir desta forma tão bonita de estar na vida, mas que pelas mais diversas razões nem sempre podem.
“ Sábados Voluntários” é um projeto de coração para corações! Formado por uma “equipa que coloca o seu saber e tempo à disposição de quem mais precisa (…) “, uma equipa que desde o primeiro momento, se tem mostrado disponível e atenta. Uma equipa que vai seguindo o fluxo da vida e acreditando que “ tudo cresce consoante as sementes que plantamos”. A esta equipa, só tenho de agradecer e pedir que mantenham este espírito disponível, ativo e bondoso, mesmo que nem sempre seja fácil ou os obstáculos possam surgir. Da minha parte, agradeço à vida, à Sílvia e a todos os voluntários a possibilidade de ter iniciado um projeto como este. Acredito profundamente no caminho do Amor. Acredito que só através dele a nossa vida pode mudar. Acredito que mais do que as palavras as ações transformam o mundo!
“Toda a gente tem um propósito na vida, um dom único ou um talento especial. E quando combinamos esse talento único com o serviço aos outros, experimentamos a alegria verdadeira e o significado real do êxito, o êxtase e o júbilo do nosso próprio espírito, que é a meta última de todas as metas”. – Deepak Chopra
Só por hoje, sou grata!
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Partilha de reiki
No dia 11 de Novembro, o Núcleo de Braga realizou a sua partilha mensal de reiki. Desta vez, o tema de trabalho e sensibilização foi o auto tratamento de Reiki no bem estar físico.Estiveram presentes praticantes e não praticantes de reiki, realizou-se uma meditação para aprender a escutar e a observar o corpo, assim como doação de reiki entre os presentes.Foi feita uma apresentação em power point sobre o tema e uma sensibilização para a responsabilização pessoal no cuidado e manutenção da saúde e bem estar. Gratidão por mais este momento extremamente rico de partilha.—Núcleo de Braga da Associação Portuguesa de Reiki -

Reiki e Medicina – Núcleo do Porto

Érica Cavalcantiuma das nossas coordenadoras
Reiki, uma ferramenta que ajuda a ultrapassar o tratamento do cancro.
Medo, dor, estresse, fadiga, ansiedade e depressão.
Sim, são estes sentimentos reais e humanos que podem dificultar ainda mais o tratamento da doença.O Reiki tem se tornado uma ferramenta muito útil no aumento da qualidade de vida dos pacientes, promovendo um alívio do peso associado ao percurso seguido pelos doentes submetidos ao tratamento do cancro.
A proposta do Reiki não é promover um milagre instantâneo ou atribuir a terapia o poder de cura, o Reiki vem na forma de amor incondicional que é o próprio Reiki, unindo duas pessoas, o terapeuta e o paciente, com o mesmo propósito que é buscar o maior sentido da vida, o amor em se estar vivo, a graça
e o presente de se viver.O Reiki trás o equilíbrio ao corpo, resgatando da alma sua força vital, a força infinita da vida que nos faz acreditar no Todo e em Nós mesmo.
Essa força vital fundamental, que nos faz encarar o medo de frente, entendendo seu real perigo, porém sem exageros, com olhos na realidade de que tudo é possível.Uma vez eu li que o Medo e a Fé, são exatamente a mesma coisa, os dois são acreditar em algo que não existe e somos nós que escolhemos a quem vamos dar forças para atuar em nossas mentes.
Cientistas já confirmaram, o que bem em nosso íntimo já sabíamos há muito, que a fé e a meditação são capazes de alterar o funcionamento da atividade cerebral, melhorando o bem estar dos seus praticantes, mas o que parecer ser difícil é como praticar meditação com toda essa pré-ocupação do cotidiano?
O Reiki pode ser uma das respostas, artigos científicos comprovam que a prática de Reiki reduz uma hormona associado ao estresse chamado Cortisol
.A quantidade de Cortisol elevada no sangue indica um estado de alerta, ansiedade, medo, sendo considerado a hormona da fuga, uma resposta instintiva do corpo ativada quando estamos em situação de emergência.
Essa resposta de emergência faz aumentar a pressão arterial e o nível de açúcar no sangue que é o
combustível utilizado pelos músculos no caso de fuga.
Quando o nível de Cortisol se mantém elevado permanecemos em um estado constante de medo e ansiedade, transformando nosso organismo em uma máquina que trabalha o tempo todo no seu limite, levando a uma desorganização e caos no funcionamento ideal do corpo.
O Reiki trás essa pausa, acalma, tranquiliza, dá o momento de descanso para podermos continuar o caminho.Pacientes que recebem Reiki durante seu tratamento contra o cancro, relatam seu maior equilíbrio em lidar com seus próprios sentimentos, aumentando seu bem estar, os principais benefícios após uma sessão de Reiki é a redução da ansiedade, da dor e da fadiga. Como resultado aumenta seu estado de tranquilidade que em grande parte se reflete na qualidade do sono, tão importante para que o corpo trabalhe para restabelecer a saúde.
De uma Forma muito particular para mim, o Reiki reduz o medo do tratamento e de todo o processo envolvido como hospital, efeitos colaterais entre outros, fazendo com que o medo de lugar a Fé.
A Fé na vida, sendo esse o primeiro passo para o equilíbrio do corpo e da alma, o que dá aquela sensação de respirar fundo, levantar a cabeça e acreditar que somos capazes de vencer mais uma batalha.Assim é o Reiki, a energia que faz movimentar a Fé que temos na vida.
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Cantinho de Leitura do Núcleo do Porto – Rubrica mensal online
Cultivamos o gosto pela escrita e pela leitura.
<3
Saborear os Princípios da Filosofia Reiki com a FamíliaSó Por Hoje
Sou Calmo
Confio
Sou Grato
Trabalho Honestamente
Sou BondosoQuero continuar a ser filha dos meus pais
Laurinda AlvesOs filhos que cuidam dos pais por amor são verdadeiros salva-vidas. Salvam da solidão, da exclusão, do abandono, do esquecimento, da indigência moral e emocional em que vivem muitos velhos.
A partir dos quarenta e muitos, cinquenta e poucos, todos começamos a sentir que os papéis se invertem nas famílias e caímos na conta de que mais ano, menos ano, seremos convocados a cuidar dos nossos pais. Confrontados com doenças crónicas, ou chamados de emergência depois de acidentes cardiovasculares cerebrais, quedas e até atropelamentos provocados por distração, falta de audição ou visão, damos connosco atordoados e aflitos, sem saber o que pensar. Pior, sem sabermos o que fazer. Como agir, a quem recorrer, como ajudar?
O ‘como’ é a grande questão que atravessa as nossas vidas. Saber como, é, porventura, mais importante do que saber o quê e porquê. Muitas vezes nem chegamos a perceber os ‘porquês’ do que nos acontece, mas nunca poderemos evitar os ‘como’. O problema é que a vulnerabilidade dos nossos pais – mesmo quando eles não se queixam ou tentam disfarçar! – consome-nos, para-nos e obriga-nos a repensar muita coisa. E a aprofundar este grande ‘como’, para percebermos como havemos de fazer para os ajudar a viver essa etapa de novas dependências, como podemos ficar mais próximos ou estarmos mais presentes sem termos que renunciar à nossa vida pessoal, profissional e conjugal.
Ver envelhecer os pais não é um processo fácil e embora seja natural, traz muita ambivalência ao coração. Ficamos tristes por eles e com eles, mas ao mesmo tempo temos medo que as suas dores, as suas debilidades e a sua perda de capacidades se eternizem. Sofremos porque nos sentimos muitas vezes impotentes perante o seu sofrimento e a sua fragilidade crescente, mas também porque o envelhecimento dos pais nos remete fatalmente para o nosso próprio envelhecimento, que é assim uma espécie de tabu individual. Uma filha não gosta de ver a imagem da degradação física da sua mãe porque mesmo sem querer pensa no seu próprio corpo dali a 20 ou 30 anos. Um filho resiste muitas vezes a cuidar do seu próprio pai, ou chega a afastar-se dele na velhice, pelas mesmas razões. Porque lhe custa lidar com a imagem avelhentada de um pai que deixa de ser forte e protetor, que de alguma forma deixa de ser o seu pai-herói.A realidade dos filhos que começam a ter que ser pais dos seus pais é tremenda e por vezes impõe-se de forma brutal. Pode chegar através de pequenos sinais como as lendárias perdas de memória ou as clássicas quedas em casa e tropeços na rua, mas também pode anunciar-se através de doenças graves que implicam tratamentos delicados ou cuidados continuados que envolvem questões sobre as quais nunca apetece falar (estou a pensar na temível incontinência, por exemplo, mas também na perda de autonomia para fazer a higiene própria ou na incapacidade de tratar da alimentação 4 vezes por dia, todos os dias, e ainda nas noites passadas em branco) e que muitos filhos maiores já sabem porque já experimentaram. Daí o pavor de muitos homens e mulheres ainda entre os quarenta e os cinquenta. Temem que estas situações se agravem e eternizem obrigando-os a adiar ou até a pôr de lado a sua realização pessoal e profissional, abdicando de uma vida que legitimamente sonharam para si mesmos e não contemplava o pesadelo de uma mãe, uma sogra, um pai ou um sogro doentes, acamados ou a precisarem de ser lavados e alimentados todos os dias.
À medida que o tempo passa e as doenças avançam percebemos que não existem pais perfeitos nem filhos ideais. Todos passamos pela experiência dos sentimentos contraditórios, pelas fases de maior nostalgia em que apetece ser apenas filho, voltar à infância (à ideia de uma infância protegida, seja ela real ou idealizada), recusar o envelhecimento, fingir que está tudo melhor do que realmente está, mas também por momentos de zanga, frustração, impaciência, raiva, confusão, alheamento e rejeição, que alternam inexplicavelmente com tempos de ternura, dedicação, amor e compaixão. Trazemos em nós tudo isto e muito mais. Dizem os especialistas que o caminho é aceitar esta mesma ambivalência tentando focar mais no amor e menos na culpa. Percebo os especialistas, pois nada é mais erosivo na relação entre pais e filhos do que os sentimentos de culpa mútuos. São erosivos e empobrecedores, aliás. Não levam a lado nenhum e fazem-nos esbarrar constantemente em muros de silêncio que rapidamente se tornam intransponíveis e nos afastam irremediavelmente uns dos outros. Os pais, porque se sentem culpados de estarem dependentes e darem tanto trabalho; os filhos por não estarem a ser capazes de cuidar, de acompanhar e mimar os pais como deviam e gostariam.
No meio de tanta vulnerabilidade e dependência também há boas notícias. As relações familiares muitas vezes fortalecem-se na adversidade. É um mistério que assim seja, mas acontece. Irmãos desavindos ou pouco próximos no dia-a-dia são capazes de largar tudo para socorrer outro irmão a braços com a realidade de um cancro terminal, uma situação de demência ou um cúmulo de debilidades dos pais. Já vi isso acontecer muitas vezes nos anos em que fiz voluntariado de cabeceira. Mas também já vivi isso com as doenças dos meus próprios pais. Somos quatro filhos vivos e temos vidas muito diferentes e muito exigentes, mas sempre que o pai ou a mãe precisam vamos a correr. Fomos e somos mais capazes de viver bem as situações más, do que de prestar atenção às fases fáceis e boas. Nessas alturas andamos todos mais absorvidos com as coisas de cada um, com as exigências da vida pessoal, profissional e familiar de cada um. Até podemos parecer distantes, mas perante a notícia de um tumor cerebral ou de uma hospitalização de emergência, criamos tacitamente turnos em que nos revezamos para tudo. Sejam banhos ou compras de supermercado, idas aos médicos e tratamentos, ou permanência à cabeceira. Nisto somos iguais a todos os irmãos e irmãs a quem já aconteceu terem um pai ou uma mãe a precisar de cuidados 24h sobre 24h.
A boa notícia é esta de nas fratrias poder haver uma lógica de entreajuda em que todos contribuem e se complementam. Entre irmãos os papéis são quase sempre diferentes e pode haver um mais púdico, outro mais capaz de dar banhos e tratar da higiene, outro que gosta de cozinhar e outro ainda que gosta de levar a passear. Há mil maneiras de exprimir os afetos pelos pais e a situação só se complica quando os filhos não se complementam, não se ajudam ou descartam o seu papel sobrecarregando um deles. Ou, claro, quando os filhos são únicos e se sentem mais impotentes.
A outra boa notícia no meio das doenças e sintomas de envelhecimento que geram dependências é poder haver um tempo reparador em família. Parece difícil, posto desta forma, mas mais uma vez falo pelo que vi e vivi. Há uma dimensão reparadora na proximidade familiar quando os pais ficam vulneráveis. Seja porque pais e filhos sentem necessidade de se perdoarem mutuamente por razões ou questões antigas, seja porque existe a chamada ‘dívida de gratidão’ que atravessa o coração dos filhos perante quem lhes deu vida e quem cuidou deles na fragilidade extrema dos primeiros tempos de vida, na verdade o tempo da doença prolongada pode ser muito reparador. Pode restaurar relações e fortalecer laços. E também pode desfazê-los para sempre, claro, se tudo isto for vivido de forma negativa ou não houver possibilidade de cuidar.
Os filhos que cuidam dos pais por amor são verdadeiros salva-vidas. Salvam da solidão, da exclusão, do abandono, do esquecimento, da indigência moral e emocional em que vivem muitos velhos. Podem sentir um enorme stress interior e a tal ambivalência de sentimentos, podem até ter pavores de que tudo vá de ‘mal em pior’, mas têm a possibilidade de se reconciliar em vida, de agradecer, de dar de volta aquilo que receberam, e até de aceitar a fragilidade, a dependência e a sua morte. Podem ser obrigados a viver tudo isto no auge das suas próprias crises existenciais, no seu tempo de balanços de vida, de crises e ruturas, de luto definitivo por uma adolescência que já não volta, mas tudo isto vale a pena se quisermos ser para sempre filhos dos nossos pais e cumprir o nosso papel até ao fim. Mesmo que temporariamente pareça que somos pais deles.
A minha experiência de cabeceira com estranhos, mas também de filha que tem os pais a morar em casa há anos, encerra e revela aquilo que Marie de Hennezel resumiu de forma maravilhosa : “Cuidar de um pai velho vai para além da relação filial. Um ser humano ao ajudar outro ser humano vulnerável aprende a ser melhor”.
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Atividade desenvolvida no projeto “Viver com Reiki” do Núcleo de Braga da Associação Portuguesa de Reiki
O Núcleo de BRAGA da APR desenvolveu, ao longo de dez meses (Outubro de 2015 a Julho de 2016), o seu projeto “Viver com Reiki”. O propósito deste projeto foi o de apoiar/tratar com terapia Reiki, pessoas em estados depressivos, tendo sido incluídos neste projeto os idosos do lar da 3ª idade pelo fato de apresentarem estados de tristeza continuada.
Foram realizadas 305 terapias de Reiki com duração de uma hora aproximadamente, nas instalações do núcleo de braga da associação portuguesa de Reiki, nas instalações do lar de 3ª idade de palmeira e numa farmácia. Houve a colaboração de 16 voluntários.
No âmbito deste projeto, foram atendidos 42 utentes de idades compreendidas entre os 8 e os 94 anos. (38% situam-se na faixa etária entre os 40 e 60 anos).
Cada utente, recebeu entre 1 a 26 sessões de Reiki. Grande parte deles precisa de continuar a ter o apoio dado até aqui, pelo que se deu continuidade a este trabalho e os utentes assim o desejam. Os mais velhos, acima dos 70 anos, que são cerca de 26%, melhoraram o seu estado geral e faremos o que estiver ao nosso alcance para lhes prestar o apoio de que necessitam a este nível. Os mais jovens (36%) melhoraram significativamente o seu estado emocional, já que a maioria teve problemas relacionados com elevados níveis de stress e perdas.
A partir de Setembro/2016, foram incluídas novas pessoas com depressão no projeto e também novos voluntários.
As Coordenadoras do Núcleo: Eugénia Carvalho e Isabel Pedrosa
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Outubro no Núcleo da Associação Portuguesa de Reiki da Guarda
Este mês de outubro foi mais um mês muito “rico” para o Núcleo da Associação Portuguesa de Reiki da Guarda. Para além de termos realizado 3 sessões de meditação e uma partilha de Reiki, levámos, gratuitamente, o Núcleo da Associação Portuguesa de Reiki à freguesia de Rebolosa e para terminar o mês em beleza participámos no nosso Congresso de Reiki em Lisboa.
No dia 22 de outubro, o Núcleo da Guarda da Associação Portuguesa de Reiki, foi convidado pela IPSS – Associação Social Cultural e Desportiva de Rebolosa no concelho do Sabugal, a apresentar o trabalho que a APR e o Núcleo da Guarda desenvolve.
O dia começou bem cedinho, afinal de contas são mais de 50 km de distância da sede do núcleo e não havia tempo a perder. Dado que os horários das funcionárias são por turnos, dividimos as sessões em dois períodos distintos, permitindo assim que todas participassem.
Pelas opiniões e testemunhos deixados, achamos que conseguimos deixar a mensagem do que é e o que não é Reiki, desmistificando ideias pré-concebidas sobre a terapia. O desejo de nos voltarem a receber levou-nos a pensar num projeto de cooperação alargada aos residentes institucionalizados e aos moradores interessados.
O Núcleo da Associação Portuguesa de Reiki da Guarda está sempre disponível para estes e outros desafios que nos apresentem.
Queremos aqui agradecer à anfitriã Alice Miragaia pela iniciativa deste projeto e à Junta de Freguesia de Rebolosa, na pessoa do Sr. Presidente Manuel Barros e restantes membros da Junta, pela rápida disponibilidade da sala para formação e o equipamento necessário para apresentação do mesmo. Foi bom regressar a casa e estar com amigos/as, agora com outra responsabilidade que não as de diretiva.
Bem-haja por tudo! Esperamos voltar muito em breve!
José Peres Barros e Cláudia Pissarra
(coordenadores) -

Sessão de Esclarecimento na <3 ASSOCIAÇÃO 29 DE ABRIL em MONTEMOR-O-NOVO (Voluntariado de Reiki para apoiar pessoas portadoras com deficiência mental/física)
É com muita alegria que partilhamos o novo protejo de voluntariado de Reiki junto dos clientes da Associação 29 de Abril em Montemor-o-Novo.
A Associação 29 de Abril tem como principal objetivo apoiar pessoas portadoras de deficiência mental e/ou física, contando agora com a Terapia Reiki como um auxílio nesta missão.
Esta actividade decorrerá semanalmente e visa promover o bem-estar junto de todos aqueles que beneficiam dos cuidados da Associação .
Deixamos os nossos agradecimentos à Associação 29 de Abril pela forma acolhedora como nos receberam e pelo desafio proposto.GRATIDÃO a todos os voluntários que auxiliam nesta missão.
Só por hoje somos gratos!
Fernanda Afonso António – Coordenadora do Núcleo Regional de Évora da Associação Portuguesa de Reiki
Alexandra Jesus – Coordenadora do projeto de voluntariado na Associação 29 de Abril.“O Reiki é o Caminho que convida a Felicidade” (Mikao Usui).”
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Nucleo de Ermesinde o Curso de Voluntariado
No dia 22 realizou-se no Nucleo de Ermesinde o Curso de Voluntariado. Como era a minha primeira vez pedi ajuda à Filó para me ajudar e assim juntas demos o curso. Juntamos Nucleo de Ermesinde e Nucleo do Porto.














