Categoria: Porto

  • Cantinho de Leitura dos Núcleos Porto, Penafiel e Ermesinde

    Cantinho de Leitura dos Núcleos Porto, Penafiel e Ermesinde

    Semanalmente partilharemos textos que nos ajudem a fazer caminho juntos, com a prática dos 5 Princípios da Filosofia Reiki. Só por hoje Sou calmo Confio Sou grato Trabalho honestamente Sou bondoso   As borboletas e a vela É Fariduddin Attâr, autor persa de Mantic Ittair ( A Fala ou A Conferência das Aves), que nos conta esta magnifica parábola nocturna: Uma noite as borboletas reuniram-se, atormentadas pelo desejo de se unirem à vela. Uma primeira borboleta foi até ao castelo distante e viu no interior a luz de uma vela. Voltou, contou precisamente o que tinha visto. Mas a sábia borboleta que presidia à reunião disse que aquilo não lhes adiantava nada. Uma segunda borboleta penetrou no castelo e foi mais perto da vela. Voou em seu redor, tocou até a chama com as suas asas e a vela ganhou. Voltou, com as asas queimadas, e contou a sua viagem. Mas a borboleta sábia disse-lhe: – A tua explicação também não é exacta… Então levantou-se uma terceira borboleta, ébria de amor. Penetrou no castelo, pousou no rebordo de um castiçal, depois ergueu-se nas patas traseiras e atirou-se violentamente sobre a chama. Os seus membros ficaram vermelhos como o fogo. Identificou-se com a chama. Então a borboleta sábia – que tinha estado a ver ao longe – disse às outras: – Aprendeu o que queria saber. Mas só ela o compreendeu, e é tudo de: Jean-Claude Carrière, Tertúlia de Mentirosos, Contos Filosóficos do Mundo Inteiro, Editorial Teorema
  • Curso de Aulas práticas de Reiki da APR ( ON-LINE) Porto, Ermesinde e Penafiel

    Curso de Aulas práticas de Reiki da APR ( ON-LINE) Porto, Ermesinde e Penafiel

    Como queríamos continuar a Mimar o grupo tão motivado, decidimos convidar para que fizessem também gratuitamente  As aulas práticas da Associação .

    Dividimos em três módulos inicio a 25 de ABRIL e final de 30 MAIO de 2 horas cada.

    Todas as partilhas dos temas abordados, tem sido poemas de vida celebrada com Reiki

    Caminhando juntos o caminho é mais florido .

     

    Os alunos estão a enamorar-se cada vez mais pelo Reiki e por todos os benefícios.

    O apelo ao auto cuidado, com todas as técnicas  e o desafio para a pratica diária dos Princípios , faz -nos  sentir, que temos uma ancora , estamos  em porto seguro, mesmo em tempo de tempestade.

     

    Reiki é Vida em Abundância.

    Juntos somos mais fortes

    Gratidão❤️

    Nuno Miguel Moreira Nunes

    Coordenador Nucleo  Reiki Penafiel 

    Associado APR-000652-PT

    Claudia Magalhães Duarte

    Co-Coordenadora Nucleo Reiki Penafiel

    Associada APR-003345-PT

  • CANTINHO DE LEITURA DOS NÚCLEOS PORTO, PENAFIEL E ERMESINDE

    CANTINHO DE LEITURA DOS NÚCLEOS PORTO, PENAFIEL E ERMESINDE

    Cultivamos o gosto pela leitura e pela escrita
    O nosso objetivo é despertar, para uma prática diária dos Princípios da Filosofia Reiki, rumo à arte de convidar a felicidade.


    Só por hoje

    Sou Calmo
    Confio
    Sou grata
    Trabalho Honestamente
    Sou Bondoso

    Sonhar é viver…

    Sonhar é viver…
    É deixar a vida acontecer.
    O importante é fazer de cada minuto uma vitória,
    Uma glória, Um sentimento…
    Que se conquista a todo o momento.
    Sonhar também é ficar feliz
    Sonhar é encantar,
    É saber esperar.
    Porque todos nós sonhamos!
    Sonhamos com todas as coisas
    Que desejamos ter e não temos!
    Sonhamos com os nossos sonhos
    Sonhos feitos à medida da nossa cabeça!
    Sonhamos com amores
    Amores feitos à medida dos nossos corações.
    Não vamos deixar voar os sonhos.
    Vamos segura-los com a mão,
    Com Ternura, com Paixão…
    Não vão eles fugir…
    Mas… Se partirem, se isso acontecer,
    Vamos então deixar que partam mas apenas
    Com um suspiro!
    Por isso não vamos deixar morrer o sonho.
    Vamos lutar à nossa medida!
    …e se não conseguirmos aprender a sonhar
    Mesmo depois de tanto tentar
    O mais importante é saber que esse dia
    “um dia vai chegar”
    e que vais PODER SONHAR…!
    SONHAR À TUA MEDIDA!

    Autor: Cristina Videira

  • Eventos de três Núcleos juntos ;)

    Eventos de três Núcleos juntos 😉

    Todos os dias partilharemos textos enviados, para os Núcleos.
    A escrita meditativa, limpa a alma, abraça a nossa fragilidade e ajuda-nos a celebrar a vida juntos Hoje.
    Voamos nas asas de um Beija – Flores, ao encontro de um jardim com brincos de princesa.
    O cheirinho a paz, enche os nossos corações de esperança..
    Nunca se sintam Sós ♥

     

    Hoje o texto partilhado foi este  ❤️

     

    DESAFIO
    Escrita meditativa
    Partilhando o texto
    Nuno Miguel Moreira Nunes
    (coordenador do Núcleo de Penafiel APR)
    Gratidão <3

    Escrita meditativa- desafio aceite

    Desde que me conheço sempre gostei de fazer copias, escrever , desenhar , na escola primária se bem me lembro era bom aluno em Português, adorava Educação Visual. Adorava inventar… inventar no desenho , à toa dizia eu !!! Sim era a minha intuição na altura a falar comigo e eu népia, pensava logo que não iriam gostar , toca de apagar ou rasgar.
    Brinquedos… Sou do tempo do lego, puzzle, cariocas, montar e desmontar peças de automóveis de brincar e que ando dava por mim, sobravam peças, os carros, estavam diferentes mas andavam na mesma, invenção minha!
    Segundo a minha Mãe, adorava cantar e imitar as músicas dos anúncios que passavam na TV… Anos mais tarde , no secundário era difícil comunicar com os professores ou colegas, porque com a minha gaguez, até ficava vermelho, mas respondia menos, falava menos , notas mais baixas no que dizia respeito à Participação nas aulas. Nos testes escritos era mediano, porquê? Porque escrevia , escrevia e escrevia tudo o que me vinha à cabeça.
    Na cozinha adoro comer e cozinhar , mas com muita Calma pois para mim é uma terapia relaxante, para mim e para os outros.

    Como vida é fantástica, coloca- nos os Pais que escolhemos , os Amigos que nos ajudam crescer com críticas construtivas, trabalhos que nos ajudam a escolher o nosso futuro, se der errado… temos pena : aprendi mais uma tarefa.

    Ainda hoje a CALMA é um grande desafio para mim.
    ” A tua voz passa tanta calma que me sinto muito bem” e eu penso se a minha voz mostra a minha essência, então quem sou eu para julgar e Vamos lá trabalhar mais um pouco , ok? CALMA, 1 dia de cada vez pois assim hoje que escrevo, Abril de 2020, nesta altura um cromo chamado covid19, obrigou-me a parar e ajustar ainda mais e explorar o meu SER . OBRIGADO 🙂

    Para terminar, tive o meu
    Mestre de Reiki que me incentivou a cantar, respirar e comunicar. Com o Reiki ajudou-me, sem dúvida alguma. Depois quando mais medito e faço auto tratamento, mais as ideias aparecem e depois lá volto eu , bora lá, por a mão na massa.

    Assim me despeço
    Com muita Amizade
    Desafio aceite
    Abraço Feliz🌻

    Nuno Miguel Moreira Nunes
    5.4.2020

  • CANTINHO DE LEITURA DO NÚCLEO DO PORTO

    CANTINHO DE LEITURA DO NÚCLEO DO PORTO

    Rubrica on-line
    Cultivamos o gosto pela leitura e pela escrita
    Com textos que possam despertar, para a prática diária dos Princípios da Filosofia Reiki

    Só por hoje

    Sou Calmo
    Confio
    Sou grato
    Trabalho honestamente
    Sou bondoso

    NÃO PODEMOS VIVER SEM ESPERANÇA, MAS ESTA NÃO É UMA TAREFA ESTÁVEL E FÁCIL. MUITO PELO CONTRÁRIO

    Os gregos descreviam a experiência humana partindo de três dimensões. Trata-se de uma visão ancestral, mas que podemos acompanhar ainda. A primeira dimensão seria a da memória (mnemis), que fornece a base primária daquele conhecimento que torna viável a vida. Sem a memória teríamos de reaprender tudo, a cada instante. É por ela, por exemplo, que dormimos e, no dia seguinte, somos capazes de andar, capazes de comer, de reconhecer o mundo a nosso lado, de saber quem somos. Se a todo o momento tivéssemos de perguntar, “como se caminha?”, “como se fala?”, “como se ama?”, a vida emergiria lentíssima e, certamente, muito diversa. Outra dimensão fundamental para os gregos seria a aesthesis, isto é, a perceção sensível do presente. A nossa experiência concretiza-se numa prática sensorial: podemos ver, ouvir, cheirar, tocar, sentir. A vida é tátil, é isto de que nos podemos aproximar, é o que trazemos entre mãos. Mas atenção: a vida não se resume apenas à memória e ao presente que apreendemos com os sentidos. Os antigos nomeavam uma ulterior e necessária dimensão, que chamavam esperança (elpis), explicada como a consciência de que havia um além, um amanhã. A ideia de um futuro foi sempre tida também como determinante, mesmo se para os gregos a esperança era uma coisa na qual não se podia propriamente confiar. Píndaro explicita-o bem quando relata que, no princípio, os deuses colocaram todas as coisas boas para o homem dentro de um vaso e lhe puseram uma tampa, com a proibição de removê-la. Mas o homem avizinhou-se do vaso e destapou-o. Quando fez isso, todas as coisas saíram de repente e o único bem que ficou dentro foi a esperança, a esperança daquelas coisas perdidas.

    Creio que daqui se extrai uma dupla conclusão: não podemos viver sem esperança, mas esta não é uma tarefa estável e fácil. Muito pelo contrário. No extraordinário poema que lhe dedicou Charles Péguy (e que Armando Silva Carvalho traduziu magnificamente para a nossa língua) garante-se que a única realidade que deixa o próprio Deus espantado, em relação ao homem, é a esperança: “Não é a fé que me espanta…/ A caridade, diz também Deus, essa não me espanta…/ Mas a esperança, diz Deus, essa sim causa-me espanto./ Essa sim, é digna de espanto./ Que essas pobres crianças vejam como tudo acontece/ E acreditem que amanhã será melhor./ Que elas vejam o que se passa hoje e acreditem/ que amanhã de manhã será melhor./ Isso é espantoso e essa é a maior maravilha da nossa graça./ E isso a mim mesmo me espanta.”

    A ideia de um futuro foi sempre tida também como determinante, mesmo se, para os gregos, a esperança era uma coisa na qual não se podia propriamente confiar

    A esperança não é um lenitivo que adormece a dor até que ganhemos coragem para tratar a sério da vida, mas uma força que já hoje nos motiva para a transformação da história. A esperança não é um adiamento, mas um compromisso. Não é uma abstração idealizada, mas um dinamismo concreto, uma laboriosidade, um fazer. Precisamos de uma educação para a esperança.

    Sobre o seu significado profundo, e de como se pratica, há aquela história do velho monge que se propunha alcançar o cimo de uma montanha e que, numa das etapas iniciais do caminho, pernoita numa estalagem. O estalajadeiro repara na sua fragilidade e tenta dissuadi-lo, enumerando os perigos que o espreitam, e que certamente acabarão por vencê-lo. O monge, porém, respondeu: “Tenho a certeza de que chegarei lá.” “E como é que um homem fraco como tu pode ter semelhante certeza? Para mais, vem aí um inverno duro.” O ancião retorquiu: “Coloquei lá em cima o meu coração e por isso sei que, mesmo assim inseguros, os meus passos hão de chegar lá.”
    D. José Tolentino de Mendonça
    in Expresso, 12.01.2019

  • NÚCLEO DO PORTO: DESAFIO ESCRITA MEDITATIVA

    NÚCLEO DO PORTO: DESAFIO ESCRITA MEDITATIVA

    DESAFIO
    Escrita Meditativa
    Partilhando o texto de Filó Pessanha
    Gratidão <3

    Hoje acordei com o coração a chorar.
    Chorei e desabafei.
    Gritei calada por mim e por tantos, para que outros não chorem também.

    Sempre fui e sou uma pessoa que ri e desdramatiza tudo com alguma facilidade.
    Acredito pelo grande amor que tenho pela vida e porque Deus e quem amo me dão forças para a saber saborear a cada instante e,a cada minuto.
    Uma “guerreira”, “a maior”, como os meus filhos, irmãos, sobrinhos e alguns amigos me dizem.
    Eles sabem bem pelo que tenho passado e ultrapassado.
    De todas as vezes agradeço a Deus ser eu a passar pelo que há para passar.

    Serei uma guerreira, mas sem armadura e que não combate o inimigo, porque só sei Amar e quero Paz para mim e para todos.
    Uma guerreira que consegue sentir muitas vezes a dor do outro, porque me coloco no lugar dele.

    Para isso e para me por no lugar do outro, tenho ido atrás e continuo, aprendendo de tudo que me permita fazer melhor.
    Convivo, Observo, troco experiências e faço.

    O cuidar dos meus filhos a tempo inteiro desde os 32 anos,
    O meu maior sonho tornou-se realidade, ser Mãe de dois filhos maravilhosos que gerei e criei para o mundo.
    O cuidar do marido, sogros, pais e o cuidar como voluntária no I.P.O. e no SAER.
    O saber o que é o sofrimento do corpo e da alma, por experienciar e viver.

    Neste momento de tanta dor, peço a Deus que nos envie muita Luz.
    A cada um que conseguir sentir o meu sentir peço que a fraternidade, o respeito e a solidariedade sejam valores que nos ajudem a não nos sentirmos sozinhos.

    Se precisarem de mim, estou aqui.
    O Núcleo existe para abraçar, cuidar, acompanhar, tirar dúvidas, esclarecer e motivar.

    Juntos vamos conseguir, Viver e conViver num mundo, que tantos e há tanto tempo esperam.
    Celebraremos e iremos agradecer a lição deste tempo que não é só mau.
    Já enxuguei as lágrimas e estou pronta para o que o dia trouxer.
    Confio
    Um abraço de comunhão
    Filó Pessanha♥

  • Núcleo do Porto: Desafio Escrita Meditativa

    Núcleo do Porto: Desafio Escrita Meditativa

    ” há tanto que se pode fazer agora, e fazemos tanto nesta altura em que temos de estar mais tempo em casa; algo que não imaginamos que faríamos tão cedo. Hoje dei comigo a ver fotografias de outros tempos, algumas bem antigas que já nem me lembrava que um dia foram uma realidade nos meus dias. Recordar é viver, e viver nos dias de hoje pode ser a olhar para dias felizes que vivemos outrora. Sigamos em frente com os nossos dias, ainda que em casa, o mais ocupados possível. Que as fotografias de hoje sejam orgulho de amanhã de altura em que tivemos mais coragem e esperança”

    Paulo Pinto
    Março 2020

  • CANTINHO DE LEITURA DO NÚCLEO DO PORTO

    CANTINHO DE LEITURA DO NÚCLEO DO PORTO

    Rubrica mensal online

    Cultivamos o gosto pela leitura e pela escrita

    Só por hoje… <3

    PARAR

     

    Que marinheiro se lança à aventura oceânica sem controlar se leva na embarcação, não só a vela e os remos, mas também uma âncora? Ou que caminhante enfrenta a sua jornada sem prever tempos e lugares de pausa, que lhe garantam a possibilidade de refazer-se, sentir o conforto de um abrigo e retemperar forças para poder continuar? A viagem não é só movimento, como a vida não é apenas o contínuo das suas atividades. A arte de parar é uma aprendizagem indispensável à sobrevivência, mesmo se isso vem frequentemente esquecido. Quem não sabe parar, não sabe viver, pois há uma qualificação da existência que provém daí, por muito que isso se tenha tornado difícil de efetivar ou nos obrigue a deliberar em contraciclo, mesmo em relação às idealizações que construímos sobre nós próprios. Precisamos de parar: por carência e necessidade, por chamamento interior e por escolha, por decisão e sabedoria.

     

    Tendencialmente as nossas vidas têm-se tornado uma espécie de cidade que não dorme. O tempo parece-nos sempre escasso face ao programa que nos impomos. Desejaríamos que ele se desdobrasse, como que por magia, e fosse o que não é. Correndo ofegantes, num dia a dia saturado, não deixamos de sentir-nos ainda em falta com alguma coisa que muitas vezes não sabemos bem o que seja, mas que tem a forma de uma culpa que nos mói. A sensação crescente é de que o mundo nos ultrapassa e a perceção da nossa insuficiência deixa-nos devorados por dentro, em terra queimada. Por muito que façamos, as metas mantêm-se longínquas; nada nunca basta; a parte mais íntima de nós sente-se permanentemente irresoluta, em dívida e em perda.

     

    E isto é assim, para nós, há muitos anos. Para o movimento tivemos mestres, a escola organizou-nos, a família tutelou de perto a nossa maturação. A pausa e o recreio foram confiados às regras do acaso, na suposição de que parar, brincar, repousar são uma ciência inata, coisa que — compreendemos dolorosamente depois — não é. Esse défice de competência fica em tantas vidas como um buraco do qual se foge, um vazio colmatado com múltiplas formas de evasão.

     

    Muitas vezes dizemos que não paramos porque não podemos, pois, o mundo à nossa volta, o mundo que depende de nós, se bloquearia nesse instante. Ora, precisamos desconstruir esta ilusão. Os que se creem insubstituíveis padecem, não raro, de uma vertigem prometaica enganadora. É fundamental ganharmos um distanciamento crítico em relação ao nosso contributo, valorizando mais o trabalho de autonomização dos outros do que o tecer uma rede, mais visível ou impercetível, de dependência. Sem nos darmos conta, por trás de uma exagerada doação ou de um ativismo irreprimível, está uma insegurança profunda nos laços que estamos a construir.

     

    Lembro-me que há uns anos, fazendo eu próprio os caminhos de Santiago, encontrei, logo no meu primeiro dia de peregrinação, uns brasileiros sentados na berma a tratar dos pés já meio-desfeitos. Eles devem ter-se apercebido do meu ar apavorado, porque um deles disse-me, com uma tranquilidade que me animou: “É bom gastar tempo a cuidar das próprias feridas.” Eu ainda não tinha compreendido que essa era uma das razões principais porque estava ali a enfrentar aqueles cento e tal quilómetros de estrada. Mas o mesmo se pode dizer do encontro (ou do desencontro) com os outros. Só encontramos verdadeiramente aqueles junto dos quais fundeamos a nossa âncora, empregando o tempo necessário à escuta, à atenção e à surpresa. O não parar é uma forma de fuga ao encontro mais profundo connosco mesmos e com os outros.

    José Tolentino de Mendonça

  • Formação em Voluntariado no Porto

    Formação em Voluntariado no Porto

    Formação em Voluntariado  de Reiki na Casa Ronald , no PORTO ♥️ ( Nucleo Reiki do Porto, Ermesinde e Penafiel)

    Contamos com 31 praticantes de Reiki, neste dia único 29 de FEVEREIRO.

    Partilhas bem interessantes com a Filó, e o Bruno,  praticamos as  técnicas que podemos usar em VOLUNTARIADO  seguindo a ética da APR .

    “Escutar a Alma” Filó Pessanha

    Foi uma das frases que retemos no dia de Hoje Maravilhoso. ♥️♥️♥️

    Obrigado a todos 🙏

    Para 2021 será em Ermesinde , com Bruno Dias. Confirmas ?