Categoria: Porto

  • Musicoterapia Setembro – Núcleo do Porto

    Musicoterapia Setembro – Núcleo do Porto

    Reiki e Musicoterapia Perfeita Harmonia

    ❤

    “A musicoterapia busca desenvolver potenciais e/ou restaurar funções do indivíduo para que ele ou ela alcance uma melhor qualidade de vida através da prevenção, reabilitação ou tratamento de doenças.”

    Só Por Hoje

    Sou Calmo

    Confio

    Sou Grato

    Trabalho Honestamente

    Sou Bondoso

    https://youtu.be/W41IFXbB5-M?list=RDW41IFXbB5-M

     

    https://youtu.be/EJIMPY9G5dM

     

     

     

     

     

  • Cantinho de leitura Setembro – Núcleo do Porto

    Cantinho de leitura Setembro – Núcleo do Porto

    Felizes os que vivem o dia de hoje

    Não devemos deixar que o nosso coração se endureça, a nossa razão cegue nem a nossa vontade se acobarde.
    Felizes os que vivem o dia de hoje

    Não devemos deixar que o nosso coração se endureça, a nossa razão cegue nem a nossa vontade se acobarde.
    Ilustração: Carlos Ribeiro

    Quase todos buscamos fora de nós as razões para a nossa esperança, as forças para a nossa paciência e o sentido para o nosso amor. Somos capazes de quase tudo na procura do que julgamos ser o tesouro mais importante da vida.
    Como se o nosso mundo interior não fosse mais do que um monte de lixo sem valor.

    Dias e noites passam, invernos e primaveras, e os nossos olhos e ouvidos parecem estar apenas atentos aos vazios e às distâncias de onde, de repente, acreditamos, surgirá a resposta, o porquê e o para quê da nossa existência.

    Não vemos tudo o que é simples e está à nossa volta, nem escutamos o que trazemos dentro de nós. De que vale conquistar o mundo inteiro quando nos perdemos a nós mesmos?

    Não devemos deixar que o nosso coração se endureça, a nossa razão cegue nem a nossa vontade se acobarde.

    Viver longe de nós mesmos, no espaço ou no tempo, procurando ser quem não somos, é sermos infelizes por opção.

    Aqui e agora há razões, forças e sentido para a nossa existência. Assim os saibamos reconhecer e assumir com humildade e ousadia.

    A nossa esperança depende de nós, a coragem da paciência depende de nós, o sentido para o nosso amor depende de nós. Somos livres e chamados a decidir. Não temos de encontrar uma solução escondida, mas construir uma, a nossa, única e autêntica.

    A felicidade que persegues só a conseguirás alcançar quando te encontrares com o que tu mesmo és.

    Felizes os que não desanimam quando tudo parece perdido, e trabalham no dia de hoje para cumprir a missão que escolheram.

    Felizes os que sabem que é do pouco que podem fazer hoje que depende a sua felicidade.

    Quase todos buscamos fora de nós as razões para a nossa esperança, as forças para a nossa paciência e o sentido para o nosso amor. Somos capazes de quase tudo na procura do que julgamos ser o tesouro mais importante da vida.
    Como se o nosso mundo interior não fosse mais do que um monte de lixo sem valor.

    Dias e noites passam, invernos e primaveras, e os nossos olhos e ouvidos parecem estar apenas atentos aos vazios e às distâncias de onde, de repente, acreditamos, surgirá a resposta, o porquê e o para quê da nossa existência.

    Não vemos tudo o que é simples e está à nossa volta, nem escutamos o que trazemos dentro de nós. De que vale conquistar o mundo inteiro quando nos perdemos a nós mesmos?

    Não devemos deixar que o nosso coração se endureça, a nossa razão cegue nem a nossa vontade se acobarde.

    Viver longe de nós mesmos, no espaço ou no tempo, procurando ser quem não somos, é sermos infelizes por opção.

    Aqui e agora há razões, forças e sentido para a nossa existência. Assim os saibamos reconhecer e assumir com humildade e ousadia.

    A nossa esperança depende de nós, a coragem da paciência depende de nós, o sentido para o nosso amor depende de nós. Somos livres e chamados a decidir. Não temos de encontrar uma solução escondida, mas construir uma, a nossa, única e autêntica.

    A felicidade que persegues só a conseguirás alcançar quando te encontrares com o que tu mesmo és.

    Felizes os que não desanimam quando tudo parece perdido, e trabalham no dia de hoje para cumprir a missão que escolheram.

    Felizes os que sabem que é do pouco que podem fazer hoje que depende a sua felicidade.
    José Luís Nunes Martins
    Ilustração: Carlos Ribeiro

  • Dia Internacional de Reiki – Núcleos Porto e Ermesinde

    Dia Internacional de Reiki – Núcleos Porto e Ermesinde

    Actividade conjunta dos Núcleos do Porto e de Ermesinde,
    na Celebração do aniversário do Mestre Mikao Usui, no Parque da Cidade do Porto.
    Houve partilha de Reiki em Família, Meditação, criação de Mandalas com elementos da natureza, Piquenique partilhado e Convívio.

          

     

          

     

          

     

           

     

           

     

            

     

     

         

     

         

     

         

     

         

     

         

     

  • Rubrica mensal Musicoterapia – Núcleo do Porto

    Rubrica mensal Musicoterapia – Núcleo do Porto

    “Escutar música faz bem ao cérebro e ao coração
    A gente precisa abrir um pouco mais a nossa mente, o nosso coração, o nosso olhar, para aceitação das diferenças e que não seja só no Natal a aceitação do diferente, da pessoa enferma, mas que a gente tenha um pouco mais de solidariedade com o ser humano… em qualquer época”
    Izamir. 

    Só Por Hoje

    Sou Calmo
    Confio
    Sou Grato
    Trabalho Honestamente
    Sou Bondoso

    https://youtu.be/y824JxNDdSk –Música clássica para Bébes e Mamãs
    https://youtu.be/r2S3T1NsrXs Alzaimer: Música para recordar
    https://youtu.be/QIqCeU1n9AQ Musica para Depressão e Ansiedade
    https://youtu.be/SJ3u9dOcpbEControlar Ansiedade,Medo,Sindrome de Pânico.
    https://youtu.be/pH6QkBq-TwI Concentração e tranquilidade na vida diária

    https://youtu.be/9o68fCqIdTE Música para aliviar a Tristeza
    https://youtu.be/w_55W4Nx4ww Ser Feliz,não é ter uma vida perfeita

     

  • Cantinho de Leitura – Núcleo do Porto

    Cantinho de Leitura – Núcleo do Porto

    Estamos no verão. Tempo de férias.
    De encontros e reencontros, que nos lembram que somos de outros lugares, dos nossos lugares de sempre e que nem sempre coincidem com os lugares que escolhemos para viver.
    Quem migra sabe o que isso significa e o que é bom.

    Geralmente é o tempo do regresso a casa, ao coração da família a que pertencemos, sem relógio, apenas com uma imensa disponibilidade na bagagem.
    Para ouvir, para falar, para degustar histórias de um passado longínquo que nos lembram como ainda somos crianças, “feitas para grandes férias” como naquele verso de Ruy Belo, ainda que férias, para muitos de nós, signifiquem apenas uma pausa de dois ou três dias, que podem valer quase tanto como uma vida.
    Desligamo-nos do piloto automático e os sentidos parecem que acordam e tudo ganha uma nova dimensão, como se descobríssemos finalmente que a rotina não nos basta. Nunca nos bastou. Nós é que não tivemos tempo de refletir sobre isso porque nas nossas rotinas perdemos a capacidade de nos deixar surpreender, atrás de um relógio que corre e que nos condiciona para o que é óbvio e o que entra dentro do nosso espartilho quotidiano, meticulosamente engendrado.

    A diferença entre as férias e o dia a dia pode ser resumida desta forma, como às vezes digo em família: a casa até pode estar desarrumada, mas a cabeça tem de estar limpa e o coração totalmente disponível.

    Estes são, definitivamente, os caminhos do verão, nos quais nos reaprendemos..
    O pior vem depois. O momento da despedida.
    Ouvimos e falámos tanto, mas tanta coisa ficou por dizer.
    Um dos poetas que está à minha cabeceira é José Tolentino Mendonça. A propósito das despedidas- num texto muito interessante intitulado “Despedimo-nos uns dos outros muitas vezes”- o poeta e sacerdote diz que a despedida “é a parte mais difícil da esperança”.

    Raramente me despeço de alguém com facilidade. Aliás a maneira que tenho de aliviar a tensão da despedida é com um simples “até logo”, como se as palavras selassem o nó que se instala no coração e o “até logo” mitigasse a saudade absoluta, que a partida deixa.

    Na despedida gosto daquele abraço prolongado em silêncio.
    É ele que nos ata uns aos outros, mais do que qualquer palavra.
    Há uma canção do brasileiro Milton de Nascimento de que gosto particularmente: “E assim chegar e partir// São só dois lados da mesma viagem//O trem que chega// É o mesmo trem da partida//A hora do encontro é também despedida// A plataforma dessa estação// É a vida desse meu lugar”.
    Gosto, mas tenho dificuldade em praticar. Talvez este seja o meu maior desafio destas férias.
    A despedida “é a parte mais difícil da esperança”, diz o Pe Tolentino. Mas a esperança é, também, o que nos mantém vivos. E só ela nos permite alimentar o perfume do eterno. Tenho esperança, não no futuro hipotético mas no presente.
    Boas férias e, sobretudo boas despedidas.
    Carmo Rodela

  • VII Feira Viver Zen – Núcleos Porto, Ermesinde e Penafiel

    VII Feira Viver Zen – Núcleos Porto, Ermesinde e Penafiel

    Olá Amigos(as),
    Os Núcleos de Porto, Ermesinde e Penafiel estiveram presentes na VII Feira Viver Zen , na Casa da Juventude , em São Mamede Infesta.
    Realizamos 6 sessões de Reiki em que 5 foram para experimentar.
    Para cuidar também algumas dores de cabeça, ossos , músculos, em que a escala de dor era de média 4.  Os resultados foram  de que 5 alcançaram o objectivo da sessão e apenas 1 talvez repetisse.
    Agradecemos à D. Carla Sousa pelo apoio logístico.
    Agradecemos a Todos que estiveram presentes e obrigado pela partilha de almoço.
    Paula Rocha e Susana Moreira pela deslocação <3
    _/|\_
    Nuno Miguel Moreira Nunes
    Coordenador Núcleo  Reiki Penafiel da APRMK
  • Cantinho de Leitura – Núcleo do Porto

    Cantinho de Leitura – Núcleo do Porto

    Rubrica mensal online
    Cultivamos o gosto pela leitura e pela escrita.

    “Todas as vidas são iguais e o mundo precisa de saber…”
    Dr. Gustavo Carona

    As 6 missões prévias de Gustavo Carona, levam-no a reflexões constantes sobre o que fazer para aproximar os mundos. Dedicado à Medicina Humanitária em alguns dos cenários mais complexos da actualidade, o aproximar da sua 7a missão pelos Médicos Sem Fronteiras, em Mosul-Iraque, levou-o a materializar a crença de que em cada missão leva consigo todos os que acreditam que vale a pena lutar por um mundo melhor. Apenas um mês antes de embarcar para mais um cenário de Guerra e catástrofe humanitária, interpelou, através das redes sociais, todos os que não ficaram indiferentes a enviar uma mensagem para o Norte do Iraque.

    Com uma breve descrição do triste passado e presente deste povo, pediu a quem o lia: “Escrevam o que vos vai na alma!”, prometendo que entregaria estas cartas a quem está sôfrego de ânimo. E, assim, se compilou este livro, com cerca de 250 cartas que pretendem dar voz a quem quer dar esperança. São mensagens de uma grande profundidade emotiva que agitaram, provocaram e inquietaram quem as escreveu. Fala-se de sonhos, de perdão, de esperança de impotência, de gratidão, de distância e aproximação, e, acima de tudo, de humanidade e amor. Sem prometer, disse que nos traria respostas…

    Eu achei que estava preparado, mas não estava. Nunca estive e espero nunca estar. Ninguém devia estar preparado para isto…

    Espero que a história nunca se esqueça de contar em letras bem gordas, aquilo que os nossos irmãos do Iraque estão a passar. Para que não nos esqueçamos, para que aprendamos a lição, porque no fundo, no fundo é culpa de todos nós!

    É um pedaço do mundo que se está a afundar, e se não o segurarmos com muita força vai nos arrastar a todos para o abismo.

    As pessoas… sim, são pessoas, o que elas têm passado…. perderam-se membros, rebentaram-se vidas, destroçaram-se famílias, abandonaram-se crianças…. e testemunharam-se atrocidades que eu teimo em não conseguir compreender…

    Ninguém sabe quantos fugiram, ninguém sabe quantos morreram, ninguém quantos vivem em condições desumanas, ninguém quantos ainda lá estão…. Mas sabemos que são nas escalas dos milhões e dos milhares…. e são pessoas, são seres humanos!!

    Segurei as lágrimas, porque nos gritos e nos últimos suspiros de vida, vejo uma hipocrisia dum silencio e duma inacção que matam…. Tudo porque achamos que estas pessoas, não são pessoas…. mas eu vi e vos garanto, são pessoas! E alguns tenho a sorte de agora chamar de amigos…. e admirar a sua força, a sua alma, a sua resiliência, e sentir como transbordam a esperança e amor…

    Deixei um pedaço de mim, mas trouxe uma vontade de gritar e de lutar ainda maior por tudo aquilo que tantos ao meu lado, teimam em me relembrar… Todas as vidas são iguais, e mundo precisa de saber….

    Desejo de há muitos anos, conhecer o Iraque, conhecer esta gente, e reforçar a minha alegria de viver…. Porque só assim vejo um sentido de vida, e porque aqui encontro a mais bonita das medicinas….. assim como a melhor parte de mim…

    Mosul sangra, como quase nunca se viu, mas a sua gente mostrou-me uma força que poucos têm… Tenho o coração lacerado, dorido, a derreter e cansado….. mas trago comigo uma dose forte de “Obrigado, fizeste um bom trabalho!”…. e só isso rebenta–me as veias de tanta força para continuar….

    Talvez nunca possa, talvez nunca saiba, como contar tudo o que vivi….

    Talvez a última, ou talvez a sétima de setenta, mas certo é: um orgulho gigante por trabalhar para os Médicos Sem Fronteiras e acima de tudo, tudo e todos que eles representam….

    Saudades de ti….. Porto!

    E vou dar tudo para que o Livro/Projecto “1001 Cartas para Mosul”, tenha a visibilidade que merece, por todos que o fizeram acontecer, e por todos aqueles que já o leram e os muitos mais que irão ler!

     

  • Cantinho de Leitura – Núcleo do Porto

    Cantinho de Leitura – Núcleo do Porto

    Ervas Daninhas

    “É noite de lua cheia. Da minha barraca, na Ecoaldeia de Janas, tenho uma vista privilegiada: o Castelo dos Mouros, o Palácio da Pena e a lua. Todos brilhantemente iluminados. Alguns vagalumes também aparecem para enriquecer o cenário. Lá fora, diferentes sons. Os mais fáceis de identificar são os dos sapos e o do vento.
    No meu mini colchão inflável, tento relaxar. Minhas costas doem. Foram dias abaixada realizando um trabalho manual no campo. Dias retirando as ervas daninhas que nascem espontaneamente e, aos poucos, vão sufocando tudo que foi semeado.
    Identifiquei diferentes tipos: as espaçosas e visíveis; as que se contorcem para se esconder; as que imitam as semeadas; as lindas e floridas que eu morro de pena de tirar; as que tem uma raiz profunda e muitos braços; e as superficiais, bem fáceis de extrair. Independente da categoria, todas são danosas. Não são bem-vindas porque impedem a evolução e crescimento do que foi plantado intencionalmente.
    Nas seis horas diárias imersas na natureza, trabalhando com a terra, tive a oportunidade de fazer várias reflexões e uma das principais foi a relação das ervas daninhas com a nossa vida.
    Nós fomos semeados para crescer e darmos lindos, saborosos e aromáticos frutos. Ao longo da vida, surgem várias ervas daninhas para bloquear o nosso desenvolvimento enquanto espécie. Muitas delas são enraizadas desde a infância, quando a família e/ou a escola sufocam a beleza, o sabor e o aroma da nossa essência, dos nossos frutos naturais. Essas ervas costumam se contorcer para encontrarem um cantinho bem difícil de serem identificadas. No meu entendimento, é a mais danosa. Muitas vidas estão secas e sufocadas por elas.
    Depois, vem a sociedade com as lindas e floridas daninhas, fomentando a política do consumo, do glamour e da competição. Estas têm raízes profundas e muitos braços e, na maioria das vezes, são espaçosas e bem visíveis, mas difíceis de extrair. Sufoca vagarosamente grande parte da população.
    Há dois anos, comecei o trabalho de extração das ervas daninhas que apareceram na minha vida. Fui tirando lentamente uma a uma. Tarefa difícil e minuciosa. Precisei de ajuda. Pedi e recebi várias. Ahooo!
    Hoje, respiro livremente. Consigo ser regada, nutrida e evoluir. Consigo sentir o sabor e o aroma dos meus próprios frutos. Sorrio! Sinto imensa gratidão por ter tido a oportunidade de recuperar a minha essência, de me conectar com a minha semente.
    Quero mais! Quero voar pelo campo da humanidade e ajudar a extrair as ervas daninhas que sufocam tanta gente. Quero contribuir para o resgate da boa essência do ser humano.
    Se eu conseguir recuperar uma semente, já terei cumprido a minha missão.
    Você já tentou identificar as suas ervas daninhas?”

     

  • Reiki e Musicoterapia – Núcleo do Porto

    Reiki e Musicoterapia – Núcleo do Porto

    – O homem é naturalmente sonoro e o corpo é o seu principal instrumento sonoro : a respiração,os batimentos cardíacos,os movimentos peristálticos, a voz, os sons percutidos pelos pés e pelas mãos, entre outros.
    – O fazer musical promove prazer e possibilita a expressão dos sentimentos, dos pensamentos, das emoções e da criatividade.
    A cada glândula (chakra ) sua nota musical

    https://youtu.be/t836IKh0Jrw Chakra da Raíz

    https://youtu.be/f2SMSDjZCGM Chakra Sacro/Umbilical

    https://youtu.be/8PlNlmQ-I4g Chakra  Plexo Solar

    https://youtu.be/pbBEFvgyifE Chakra Cardíaco

    https://youtu.be/1d_2YrBtX1M Chakra Laríngeo

    https://youtu.be/PhBXw6aej_4 Chakra Frontal /Terceiro Olho

     

     

    https://www.youtube.com/watch?v=f2SMSDjZCGM

     

     

    https://www.youtube.com/watch?v=pbBEFvgyifE

     

     

    https://www.youtube.com/watch?v=PhBXw6aej_4

  • CANTINHO DE LEITURA DO NÚCLEO DO PORTO

    CANTINHO DE LEITURA DO NÚCLEO DO PORTO

    Rubrica Mensal Online
    Cultivamos o gosto pela Leitura e pela Escrita
    <3
    Ler… Aprender… Desaprender… Sentir… Caminhar… Deixar Fluir

    Só por hoje

    Sou Calmo

    Confio

    Sou Grato

    Trabalho Honestamente

    Sou Bondoso

    As mães são o manto
    Tecido com amor
    Que aquece e acolhe
    Os seus filhos

    As mães são as asas
    Que voam em cada estação
    Mas Vão e voltam!

    As mães são a escadaria
    Da vida
    que sobem
    passo a passo
    o dia a dia dos seus filhos

    As mães são o beijo
    Em cada despertar
    O abraço ao entardecer
    E o colo ao deitar

    E quando parece
    que não há mais nada
    Há tudo ;a minha mãe

    Susana Ferreira