Cada vez mais se procuram novas estratégias no cuidar e este estudo realizado por Raíssa Soares Ferreira Calado, Adrielly Augusta Oliveira Braz da Silva, Diego Augusto Lopes Oliveira, Gêssyca Adryene de Menezes Silva, Júlio César Bernardino da Silva, Laís Carolina da Silva, Maria Eduarda Peixoto Lemos, Raquel Cabral Santos apresenta a abrangência das práticas integrativas e complementares na formação de enfermeiros no Brasil.

Ensino das Práticas Integrativas e Complementares na Formação em Enfermagem

Objetivo

Relatar sobre o ensino das práticas integrativas e complementares na formação em Enfermagem.

Método

Trata-se de um estudo qualitativo, descritivo, tipo relato de experiência, acerca das atividades
realizadas por 20 académicos, um docente e um monitor do curso de Enfermagem de um centro universitário.


Utilizou-se a ementa institucional do curso. Resultados: considerou-se que o percurso de ensino-aprendizagem das práticas complementares se realizou a partir de três frentes: o empoderamento teórico
com aulas embasadas em metodologias ativas, críticas e reflexivas; a apresentação de seminários discursivos
com temáticas referentes ao contexto e a realização das atividades práticas de
auriculoacupuntura/auriculoterapia e Reiki.

Conclusão:

Salienta-se a importância da Unidade Temática no curso de Enfermagem do centro universitário, pois a utilização das práticas integrativas e complementares na assistência à saúde possibilita, aos estudantes, perceber o ser humano na sua totalidade. Sugere-se, dessa forma, que a temática deve ser implantada em outras instituições de ensino, bem como incorporada desde o início da formação dos estudantes, pois esses conhecimentos e práticas contribuem, de forma coadjuvante, para os cuidados aos clientes, assistindo-os de forma holística.

Fonte: Revista de Enfermagem UFPE

Este trabalho foi publicado no âmbito dos projetos da CEPI da Associação Portuguesa de Reiki