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Estudo avalia categorias de espiritualidade em mães de prematuros

Estudo realizado em São José do Rio Preto (SP) discute o papel da espiritualidade no enfrentamento da hospitalização de prematuros em UTIN.

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Seis Pilares da Medicina Energética: As forças clínicas de um Paradigma Complementar

O status atual da medicina energética e o seu crescente desafio ao paradigma bioquímico que dominou a medicina convencional são revistos. Embora a medicina energética represente apenas uma pequena fração de 1% do setor de saúde de $2,2 trilhões, 6 propriedades da medicina energética fornecem forças que podem aumentar os modelos convencionais de assistência médica.

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Segundo artigo publicado de um estudo académico realizado em Portugal, sobre a alteração das propriedades vibratórias da água

Este segundo artigo reporta um estudo de seguimento do trabalho
principal que foi realizado de 8 a 11 de setembro de 2015. O estudo
principal foi publicado no Journal of Evidence-Based Integrative
Medicine
e está disponível online para consulta
.

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Implementação de um Programa de Voluntariado Reiki num Centro Médico Académico no Midwest, EUA – Estudo Académico

Priscilla Jurkovich, e Sara Watson, de 2017 a 2019, realizaram um estudo sobre a prática de Reiki em regime de voluntariado, num Centro Académico Médico, nos Estados Unidos da América, que reforça outros estudos sobre os benefícios de Reiki como uma prática complementar e integrativa, no apoio à saúde e cuidado dos utentes.

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Pesquisa sobre controle neural do coração e Reiki recebe prémio na Europa

Pesquisa é desenvolvida no Laboratório de Investigação em Biocomunicação, Exercício Físico e Modulação autonómica Cardíaca da Unesp de Marília

No próximo dia 26 (sábado) acontece  em Portugal, o X Congresso Português de Reiki, quando  estarão reunidos os maiores nomes mundiais que atuam com essa terapia de origem japonesa. O professor pesquisador Robison Quitério  (Unesp Marília)  recebe o Prêmio Hayashi pela pesquisa “Efeitos do Reiki sobre bioquímica do sangue e modulação autonómica da frequência cardíaca de adolescentes diabéticos”.

A pesquisa é desenvolvida no Laboratório de Investigação em Biocomunicação, Exercício Físico e Modulação autonômica Cardíaca (LIBEM), da Unesp de Marília,  como parte do requisito para obtenção do título de mestre, pelo aluno de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Humano e Tecnologias, Glauco Cesar Conceição Canella.  No congresso, o professor  Robison Quitério também irá proferir a palestra “Efeitos do Reiki sobre o sistema nervoso simpático e parassimpático do coração” . 

Com objetivo de extrapolar os conhecimentos derivados da física moderna, o LIBEM tem dedicado suas pesquisas no campo da medicina energética que detecta e trabalha com informações de frequência eletromagnética gerada pelo corpo, ou seja, “Biocomunicação”. 

O professor Robison Quitério explica que os seres vivos não só irradiam, mas também absorvem e respondem às frequências do meio e próprias, verbal ou não verbal, alterando nossos pensamentos e sentimentos e, consequentemente, influenciando uma infinidade de respostas no nosso organismo, mediados pelo nosso sistema nervoso autônomo (simpático e parassimpático). Essa visão quântica abre novas perspectivas a partir do ponto de vista da interconexão em biologia. 

Essa abordagem tem promovido o ressurgimento no interesse das práticas alternativas, denominadas pelo National Center for Complementary and Alternative Medicine (NCCAM) como terapias de biocampo ou terapias de campo energético, que tem despertado o interesse também dos pesquisadores. 

Nos Estados Unidos 1,2 milhões de pessoas buscaram tratamentos complementares na primeira década desse século. Atualmente tais práticas vem se popularizando em diversos hospitais e programas comunitários. 

No Brasil a publicação da portaria número 145 do Ministério da Saúde (2017) estabelece a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no Sistema Único de Saúde (SUS), incluindo o Reiki, atendendo, sobretudo, à necessidade de se conhecer, apoiar, incorporar e implementar novas experiências que já vinham sendo desenvolvidas na rede pública de muitos municípios e estados brasileiros.

Reiki é um método natural de harmonização e reposição energética que mantém ou recupera a saúde, captando, modificando e potencializando energia. É um processo de encontro dessas duas energias, a Energia Universal e a nossa energia física.

Como essas terapias agem sobre o sistema nervoso autonômo (SNA), que é o responsável por todo o controle de nossas funçoes vegetativas (batimentos cardíacos, respiração, digestão, etc), temos proposto que o mesmo seja utilizado como biomarcador de alterações fisiológicas induzidas por esses recursos de tratamento.

Segundo o pesquisador Robison Quitério, apesar de estar se popularizando, os efeitos terapêuticos e fisiológicos das terapias de biocampo ou bioenergéticas carecem de evidências científicas, o que contribui para resistência por parte de uma parcela da comunidade científica. 

“Como o campo magnético cardíaco é um componente importante na organização interna do corpo humano, bem como a interação entre dois ou mais seres humanos e com outros organismos vivos. E ainda, esse campo magnético não está limitado ao órgão, mas se estende para fora do corpo, demos início as pesquisas nessa linha”, disse. 

Um dos objetivos da pesquisa premiada foi testar a hipótese de que a terapia complementar vibracional por Reiki causa ajustes na modulação autonômica cardíaca de um grupo de adolescentes com Diabetes Mellitus tipo 1 (DM1). Doença crônica, autoimune, caracterizada por uma deficiência na produção de insulina que atinge milhares de adolescentes em todo o mundo, sendo que em países em desenvolvimento há um menor controle em relação a doença. 

O programa de intervenção com o Reiki foi constituído por uma sessão semanal durante quatro semanas com intervalo de sete dias entre as aplicações. Foi verificado diminuição da glicemia, pressão arterial sistólica, frequência respiratória e aumento da modulação parassimpática em sessões isoladas. Esse ramo nervoso está associado com melhor condição de saúde. Entretanto, o curto período de aplicação (quatro semanas) não permitiu acompanhar o efeito crônico (duradouro) dessas mudanças. 

O professor doutor Robison José Quitério é livre docente da Unesp de Marília, supervisor de estágio em Fisioterapia Cardiovascular e Metabólica da Unesp de Marília, diretor do Libem e presidente da Associação Mariliense de Terapeutas Integrativos.

Fonte: Jornal da Manhã

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Reiki e Xadrez – Arte e Ciência de mãos dadas – Nova atividade do Núcleo do Porto

Reiki e Xadrez
Arte e Ciência de mãos dadas
Nova atividade do Núcleo
XADREZ… Iniciação

A Importância Do Xadrez No Processo Ensino-Aprendizagem
O xadrez é um jogo de estímulos e respostas para problemas, desenvolvendo assim a capacidade cognitiva do jogador. Pedagogicamente, o xadrez faz parte do currículo escolar básico de dezenas de países. Vários projetos oficiais apontam melhoras significativas sobre alguns aspetos, tais como: memória, imaginação, concentração e inteligência. Mais recentemente, na “Venezuela, o Ministério da Educação apresentou conclusões significativas sobre o chamado Projeto Xadrez: o estudo sistemático do xadrez não somente estimula a inteligência, como os avanços alcançados no campo intelectual tendem a manter-se no tempo”.
Como podemos ver o xadrez é uma grande ferramenta no aprendizado e não poderia ficar alheio à observação do Grande Mestre Internacional GARRY KASPAROV que em uma entrevista cedida à revista Veja comenta que “o xadrez ajuda a melhorar a atenção, a disciplina, o pensamento lógico e a imaginação. Não é por acaso que, nas 13.000 escolas americanas onde se ensina xadrez, as crianças têm melhores desempenhos em disciplinas como, matemática e redação. Elas também demonstram ter um senso de responsabilidade mais aguçado”. Na sequência, quando foi questionado sobre a relação entre xadrez e senso de responsabilidade, o ex-campeão mundial, respondeu: “está na moda dizer que tudo que acontece de ruim é responsabilidade de todo mundo. O jogo coloca as coisas no seu devido lugar: é você quem responde pelo movimento de suas peças, e mais ninguém. Como na vida, você é o único responsável pelos próprios atos”
Mas não são somente as habilidades mentais que melhoram com o desenvolvimento do jogo, outras habilidades, como: perseverança, capacidade de estudo, autoconhecimento, organização pessoal, motivação e ambição, dentre outros. Todo esse processo faz parte da “construção do indivíduo” e, como jogo, o xadrez pode ser uma forte ferramenta para facilitar esse caminho.
O pedagogo suíço Charles Partos relata que o xadrez desenvolve:
1- A Atenção e a concentração;
2- O julgamento e o planeamento;
3- A imaginação e a antecipação;
4- A memória;
5- A vontade de vencer, a paciência e o autocontrole;
6- O espírito de decisão e a coragem;
7- A lógica matemática, o raciocínio analítico e sintético;
8- A criatividade;
9- A inteligência;
10- A organização metódica do estudo e do interesse pelas línguas estrangeiras
O xadrez é um jogo de desenvolvimento mental e psicológico que auxilia na formação cognitiva e do caráter do indivíduo. Mesmo tendo sido comprovada por vários projetos, a eficácia na aprendizagem, a prática do desporto ainda é muito pouco divulgada o que dificulta na assimilação dessa ferramenta para crianças, que acabam tendo uma visão distorcida do jogo e no desinteresse em aprendê-lo.
“O Xadrez é algo mais do que um jogo; é uma diversão intelectual que
tem um pouco de Arte e muito de Ciência. É, além disso, um meio de
aproximação social e intelectual.” (GM J. R.Capablanca, ex-campeão
Mundial).
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Investigadora estuda impacto da transmissão de pensamento à distância

Trabalho da investigadora portuguesa foca-se na “intenção humana” e recorre ao ‘reiki’, técnica de relaxamento que envolve intenção

Uma investigadora portuguesa está a desenvolver, em Lisboa, um estudo sobre a transmissão à distância, entre duas pessoas, de um pensamento com uma intenção específica e o possível impacto em quem recebe.

“Este é um trabalho sobre intenção humana, apesar dos desenvolvimentos recentes sobre a intenção na área da robótica, por exemplo, em que a intenção é usada para comandar braços robóticos ou exoesqueletos em pessoas com mobilidade reduzida”, explicou à Lusa a investigadora Anabela Ventura.

Este estudo foca-se “só em pessoas e no impacto nelas”, sublinhou.

O estudo pretende avaliar como se “comporta o cérebro humano quando emite, à distância, sem uma interação direta, a intenção e como reage o cérebro de quem recebe essa intenção”, acrescentou a investigadora, que concluiu o mestrado no Canadá na área das neurociências e desenvolvimento humano.

Este projeto recebeu uma bolsa de investigação da Fundação Bial e é também parte do projeto de investigação realizado no âmbito do doutoramento de Anabela Ventura em Neurociências na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa.

A investigadora recorreu ao ‘reiki’, uma técnica de relaxamento que envolve intenção.

Esta técnica, reconhecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS), procura trazer uma sensação de bem-estar a quem recebe, podendo ser utilizada em presença ou à distância.

No estudo “Intenção e Sincronicidade” é analisado – através do envio de ‘reiki’ – o perfil eletroencefalográfico de emissores e recetores, ou seja, “o que acontece na atividade cerebral quando há uma intenção”, mesmo que à distância.

“Será que afetamos os outros? E como é que isso se traduz em atividade cerebral”, explicou a investigadora, que regista a atividade neurológica em cinco grupos de participantes voluntários.

A atividade elétrica cerebral é medida em ‘joules’ e ‘hertz’, nas áreas frontal, temporal, parietal e occipital, utilizando o sistema de medição internacional 10-20, um sistema usado regularmente em neurociências para estudos clínicos e experimentais.

“A nossa atividade cerebral exprime-se em diferentes bandas elétricas divididas em frequências, situando-se o intervalo mais usado nas medições entre os sete e os 50 hertz”, disse.

Licenciada em Comunicação Social, foi a curiosidade pela área comportamental que levou Anabela Ventura a estudar psicologia e a enveredar pela investigação em neurociências e desenvolvimento humano: “Gosto de perceber os mecanismos por detrás dos comportamentos humanos”.

Fonte: DN

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Uso de Reiki para atenuar Distúrbios Cognitivos ligeiros e estágios leves da Doença de Alzheimer

De acordo com o The Journal of Alternative and Complementary Medicine (vol. 12, nº 9, 2006), foi feito um estudo empírico que explorou a eficácia do uso de Reiki como tratamento para melhorar a memória e deficiências de comportamento em pacientes com distúrbios ligeiros ou estágios leves da Doença de Alzheimer.
Este estudo, aprovado pela The Walden University Committee on Ethical Standards in Research, Minneapolis, no Estado do Minnesota, comparou resultados de pré e pós-testes dos exames mentais AMMSE e RMBPC, os quais pretendem avaliar a memória, a confusão e depressão, depois de quatro semanas de tratamentos de Reiki num grupo de controlo.
Foram selecionados 24 participantes de ambos os sexos com idades compreendidas entre os 60 e os 80 anos, do Pleased Point Health Center no Passamaquoddy Indian Reservation, no Estado do Maine, nos EUA. Destes participantes, 12 receberam tratamentos de Reiki uma vez por semana com a duração de 30 minutos durante quatro semanas. Os outros 12 não receberam qualquer tratamento.
Os resultados obtidos mostram melhorias significativas no funcionamento mental e em problemas comportamentais e de memória nos participantes depois de receberem tratamentos de Reiki. Os tratamentos de Reiki revelam-se promissores para melhorar certos distúrbios de memória e de comportamento em pacientes com distúrbios cognitivos ligeiros e estágios leves da Doença de Alzheimer, o que resulta numa melhor qualidade de vida ao reduzir as necessidades de medicação e de hospitalização. Quanto mais frequentes e longos os tratamentos de Reiki, maior é o impacto que eles têm na saúde destes doentes.
Os nossos associados poderão ler o estudo completo na nossa biblioteca de Reiki aqui…

Uso de Reiki para atenuar Distúrbios Cognitivos ligeiros e estágios leves da Doença de Alzheimer

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Reiki e o Testemunho de uma doente Oncológica

No mês em que se assinala a prevenção do cancro da mama deixo aqui o testemunho de uma mulher que encontrou na terapia REIKI o alento para vencer uma doença oncológica, que se estima venha a afetar uma em cada 10 mulheres antes dos 80 anos. Paula Ribeiro, 37 anos, casada, encontrou o Reiki através da Unidade de Psico-Oncologia da Liga Portuguesa contra o Cancro do Núcleo de Braga.
Hoje, curada da doença, fala-nos da sua experiência.

“No ano de 2014, em agosto, foi-me diagnosticado Cancro da Mama. Esta neoplasia quando surge arrebata-nos para um mundo de escuridão, onde os sonhos se perdem e a esperança se esfumaça. Por momentos,  tudo perde sentido… e ao mesmo tempo tudo ganha sentido e o dobro do valor. No caminho da cura, encontrei muito amor, e esperança. Muita força e perseverança! E a certeza que era necessário encontrar o verdadeiro sentido da vida.
A descoberta de um novo mundo, foi determinada pelo caminho do Reiki. Já tinha ouvido falar,  mas não sabia em concreto de que se tratava. Queria ganhar todas as forças e ajudar o meu corpo a reagir à doença e a lutar vivamente pela cura. Na minha primeira experiência de Reiki, não queria acreditar no que estava a sentir,  o meu corpo começou a sentir um relaxamento inexplicável, e uma tranquilidade latente. A atenção da nossa mente foca-se no nosso corpo,  em cada parte dele e sente-se o mesmo a reagir,  a tornar-se mais forte e equilibrado!
Antes de contactar com o Reiki, sentia o meu corpo em constante desequilibrio, ansiedade e profundo mau-estar.
Depois de receber terapia, comecei a sentir-me cada vez mais forte e confiante. No decorrer dos tratamentos de quimioterapia, o Reiki apresentou-se como a melhor terapêutica de combate aos efeitos dos mesmos. As dores no corpo, os enjoos, a fraqueza eram efeitos contínuos, que se atenuavam e praticamente desapareciam durante e após a terapia de Reiki. Era absolutamente extraordinário,  num momento o corpo estar mergulhado num profundo enjoo,  sem conseguir ingerir qualquer alimento e a meio da terapia sentir uma vontade enorme de alimento. E efetivamente assumo que após a terapia de Reiki conseguia nutrir-me com vontade, prazer e sem qualquer náusea. A fraqueza do corpo, determinava a perda de forças e a vontade de estar jorrada sobre uma cama, sem nada fazer! O Reiki concedia a energia necessária para me sentir bem e com forças. Depois de uma sessão de Reiki era frequente, ter vontade de andar, passear, sem sentir qualquer mau-estar. A dor sobre o peito mastectomizado e respetivo braço, eram constantes, e em boa verdade após a terapia de Reiki as dores diminuíam efetivamente.
Um momento de grande intervenção do Reiki, foi determinado pela recuperação quase imediata de uma inflamação na garganta. Antes da terapia de Reiki sentia fortes dores de garganta, todavia consoante recebia tratamento de Reiki, existiu uma alteração significativa da sintomatologia, cuja dor praticamente desapareceu. A inflamação regrediu e a recuperação foi muito mais rápida.
Não obstante todos os efeitos físicos do Reiki, não se pode descurar o efeito psicológico e emocional. O Reiki, pelos efeitos que produz de bem-estar, tranquilidade, paz, serenidade, acarreta consigo a confiança de um dia melhor, e de um amanhã promissor. Os pensamentos negativos deixam de ter força, pois a evidência da recuperação do corpo físico, permite que o nosso emocional acompanhe essa evolução e consigo traga a segurança da capacidade de cura do nosso corpo.
O Reiki é para mim, um tratamento físico e emocional. Físico porque consegui por meio dele alcançar a recuperação saudável do meu corpo e emocional porque me fez conhecer o meu interior e com isso, acordar em cada dia, olhando para o futuro com esperança e certeza!
Hoje, já findos os tratamentos, continuo a ter o Reiki presente na minha vida, pois em momentos de maior agitação, ansiedade, o Reiki é a forma terapêutica de controlar esses sintomas. A prática diária de Reiki, torna o corpo mais forte e equilibrado. O Reiki é uma terapêutica efetiva, sem contra-indicações e apenas vantagens, é uma forma concreta de combate da dor física, do mau-estar do corpo e do desiquilibrio emocional.
Jamais teria conseguido ultrapassar todas as fases da minha doença, sem o Reiki. Em cada sessão de Reiki, a sensação que ficava era de “renovação”!
Poderá ser incrível perceber como uma terapia não medicamentosa pode produzir tantos efeitos benéficos, mas a realidade é que perante uma doença como o “Cancro”, ele surge como sendo o melhor tratamento coadjuvante, com efeitos concretos.
O Reiki, não é apenas uma filosofia de vida, mas uma existência efetiva e que deve chegar a todas as pessoas!”
 
Um exemplo de esperança para todas nós.
 
Sofia Vilas Boas
 

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Estudo científico sobre os efeitos físicos das práticas tradicionais de cura

Estudo científico sobre os efeitos físicos das práticas tradicionais de cura
O Prof. Luis Matos irá realizar um estudo na FEUP sobre os efeitos físicos do envio de Reiki, observando as propriedades vibratórias da água. Este é um estudo que requer voluntários, de nível 2 ou 3, que estejam em Portugal Continental ou Ilhas. As inscrições de voluntários devem ser feitas para o email info@montekurama.org com as seguintes informações:
Nome:
Email:
Data de Nascimento:
Nacionalidade:
Morada:
Localidade de onde enviará o Reiki para o estudo:
O candidato compromete-se, em verdade, que as indicações que dá são verdadeiras e que se compromete à realização das práticas nas datas e horários propostos.
Desta forma teremos mais um trabalho sobre Reiki, feito em ambiente académico, ao qual Luís Matos está de parabéns pela força, sabedoria e coragem por avançar. Resta-nos apoiá-lo, praticando o quarto princípio – só por hoje, trabalho honestamente. E com muita gratidão.
João Magalhães
Presidente
Associação Portuguesa de Reiki
Entidades cooperantes
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Objetivo do estudo

Verificar e medir os possíveis efeitos físicos das práticas tradicionais de cura “não locais”, nas propriedades vibratórias da água.

Calendário e duração

O estudo decorrerá em Setembro de 2015, durante duas semanas (quatro dias por semana).
1ª Semana: de 8 a 11 de Setembro.
2ª Semana: de 22 a 25 de Setembro.
 

Como participar: primeiros passos

  1. Os praticantes interessados em participar neste estudo deverão estar devidamente qualificados e familiarizados com as técnicas de cura à distância.
  2. Para salvaguardar questões de confidencialidade foi criado um formulário para registo dos participantes, ao qual apenas a Associação Portuguesa de Reiki tem acesso.
  3. Para preencher o formulário deve enviar uma mensagem para info@montekurama.org, manifestando o seu interesse no estudo e solicitando o link.

Como participar nas experiências

Primeira semana: de 8 a 11 de Setembro.

  1. Em cada dia foi estabelecida uma “janela” de envio de Reiki/intenção. Essa “janela” ou horário é das 13h às 14h.
  2. Antes do horário de envio de Reiki/intenção, todos os participantes devem observar uma fotografia do local onde se encontrará visível o receptor, bem como a descrição do local (laboratório… piso… do edifício… localizado na FEUP, Porto, Portugal). A foto, que será diferente em cada dia do estudo, pode ser vista em: https://docs.google.com/presentation/d/1RP2LSQIUfI2cPr7sb0yfX1a85rsDriB-A9o4xarVuag/edit?usp=sharing
  3. O receptor será a água destilada contida em frascos similares aos seguintes.
    Screenshot_5
  4. Os frascos com o receptor serão marcados com uma letra que poderá ser A, B ou C. Cada letra terá um índice numérico de 1 a 10 (num total de 10 frascos com a água receptora).
  5. Os frascos serão posicionados numa bancada de forma aleatória e similar à imagem seguinte.
    Screenshot_6
  6. Apenas nos frascos com a letra visível estará a água receptora. Os restantes frascos não serão alvo do envio de Reiki/intenção.
  7. Cada participante enviará Reiki durante o tempo que sentir adequado (a duração deverá ser registada no formulário), no horário das 13h às 14h, com a seguinte intenção:

“Alterar o estado vibratório das moléculas de água contidas nos frascos com a letra… que se encontram no laboratório…”
Segunda semana: de 22 a 25 de Setembro.
O procedimento é o mesmo, porém as fotografias reportam-se aos dias da semana anterior, ou seja, por exemplo, no dia 22 de Setembro cada participante visualizará uma fotografia do dia 15 de Setembro e assim sucessivamente.
Cada participante enviará Reiki durante o tempo que sentir adequado, no horário das 13h às 14h, com a seguinte intenção que tem em consideração o dia:
“Alterar o estado vibratório das moléculas de água contidas nos frascos com a letra… que se encontram no laboratório… no dia…”

Análise e comunicação dos resultados

As propriedades vibratórias da água serão avaliadas por espectrometria de Raman e os resultados serão comunicados a todos os participantes no final do estudo.
Grato! Luís Matos

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Associação Portuguesa de Reiki é objecto de estudo para obtenção do Grau de Mestre em Gestão

Dissertação apresentada no ISG – Instituto Superior de Gestão, Departamento de Gestão, para obtenção do Grau de Mestre em Gestão em 2014.

Síntese do Estudo

Sendo o microempreendedorismo social um tema emergente no atual momento económico, este distingue-se pelo foco na missão e na criação de valor social através de soluções inovadoras e disruptivas e pela identificação oportunidades, que gerem impacto social na comunidade.
O estudo elaborado na Associação Portuguesa de Reiki (APR), procurou identificar os conceitos teóricos da ideia à sustentabilidade aplicados a uma associação específica.
Os resultados indicaram que a iniciativa foi criada pela necessidade de resolver um problema, tendo-se identificado que o seu fundador e atual Presidente, contribuiu com algumas características e valências próprias de um empreendedor social.
O foco principal da criação da iniciativa, foi a divulgação da terapia do Reiki através da internet e das redes sociais, a capacitação dos seus colaboradores e profissionais, e a interação com a comunidade através de políticas de proximidade.
À luz da revisão da literatura foram identificadas metodologias e ferramentas adaptadas à dimensão desta organização. Decorrente da investigação, identificámos um processo socialmente inovador, um pensamento estratégico e um comportamento economicamente sustentável.
Propôs-se ainda no âmbito do estudo realizado, um conjunto de indicadores (KPI’s), bem como uma matriz lógica (Logic Map), para obtenção de melhor informação para a Gestão, tendo em vista proporcionar maior flexibilidade para responder a mudanças no seu ambiente interno ou externo.
Procurou-se portanto compreender e identificar o percurso da APR, desde a ideia à sua sustentabilidade. Pretendeu-se também percecionar se a associação na ótica dos seus membros cumpre cabalmente a sua missão e ainda, se é virtuosa nas relações que estabelece, e em que medida estes fatores contribuíram positivamente para o seu desempenho e para a sua sustentabilidade.
gabriel
Gabriel Simões é Vice-Presidente da Assembleia Geral, com a função de Empreendedorismo.

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Significados de Empowerment Psicológico na Experiência de Doença Oncológica: Reiki como Técnica Promotora

O presente estudo vem acrescentar algumas dimensões, pouco consideradas até então, nos estudos do E.P realizados no contexto de doença oncológica. Este estudo permitiu compreender, através da abordagem qualitativa, o percurso de cinco participantes no decorrer das suas vivências na experiência de doença. Nomeadamente uma maior compreensão do seu significado na experiência oncológica e a forma como a técnica Reiki prova constituir-se num recurso promissor, para o aumento dos níveis de E.P.
Todas as estratégias de E.P são importantes para os participantes re – descobrirem as forças e as habilidades que possuem, no controlo face à doença (Mok et al., 2004). Como tal, através dos resultados qualitativos, pudemos observar que os temas encontram-se todos intimamente ligados e relacionados entre si, num processo dinâmico e construtivo. A dinâmica individual é sentida pelo significado do E.P na vivência da doença de cada participante. A dinâmica contextual percepciona-se pela oportunidade de adquirir ferramentas e utilizá-las como recursos que favorecem o E.P. A dinâmica relacional influencia o sentimento de pertença e ligação à comunidade onde o participante se insere, adquirindo forças e poderes que advém desta.
Os resultados quantitativos indicam a existência de diferenças significativas entre os 2 grupos para todas as dimensões presentes no estudo de Mok (1998), (t student p<.05). O grupo que pratica Reiki obteve os valores médios mais altos para todas as dimensões, relativamente ao grupo sem Reiki. Os dados também revelam que o E.P mais alto da amostra corresponde à dimensão Esperança (M=4.34), contrariamente ao mais baixo, correspondente aos Skills e Conhecimento (M=3.43). É de notar que o grupo que pratica Reiki possui o nível de formação e de E.P mais elevado. Quanto aos resultados das médias dos constructos pressupõe-se que o grupo que não pratica Reiki tem maiores níveis de E.P associados à confiança nos médicos (itens correspondentes ao constructo), já o grupo que pratica Reiki detém menos confiança nos médicos. Relativamente aos Skills
e Conhecimento, é evidente que o grupo que pratica Reiki tem os maiores níveis de E.P, uma vez que procura saber mais informações, estando ciente do seu processo de tomada de decisão. Os níveis médios de Esperança, dimensão associada à fé, são congruentes para
ambos os grupos, representando a semelhança entre um grupo e o outro, na esperança pela recuperação, independentemente dos tratamentos que aplicam.
Estes dados vão ao encontro das entrevistas qualitativas, na medida em que os praticantes de Reiki são influenciados na opção pelo tratamento por determinantes sociais, culturais e de formação, etc. O nível de formação tem influência na decisão pelo Reiki, o que por sua vez aumenta os níveis de E.P. A autonomia individual é, igualmente, auxiliada através das escolhas dos tratamentos informados acerca da doença.
Através das entrevistas qualitativas, este estudo alcançou 7 temas principais e 26 sub – temas de E.P associados à prática de Reiki. Tais como: Controlo; Transformação de Pensamentos; Crescimento Espiritual; Aquisição de Conhecimentos e Skills; Redes de Apoio; Envolvimento Activo; GAM & GAR
Dentro destes temas e sub-temas que o estudo alcançou, destacam-se por exemplo, o subtema “Tomada de decisão” contemplado no 1º tema “Controlo”. A tomada de decisão sendo um processo de liberdade de escolha sobre os diferentes métodos de tratamento a recorrer, é interessante verificar que este processo é facilitado pela rede de apoio dos participantes, pelos profissionais de saúde (na sua grande maioria os enfermeiros) e pela própria experiência no Reiki. Também o papel da família aqui é preponderante na influência que tem sobre as decisões dos participantes. Ainda dentro do 1º Tema “Controlo”, o sub-tema “diminuição do stress físico e psicológico” foi o que manifestou a acção directa, prática e concreta dos tratamentos de Reiki no alívio dos sintomas físicos, psicológicos e emocionais causados pela doença e pelos efeitos dos tratamentos convencionais. Uma melhoria na QDV; diminuição da dor física; relaxamento; tranquilidade; bem – estar geral; auto – estima; paz interior; redução da ansiedade; alívio do stress.

O Reiki teve impacto nos mecanismos de superação da doença e consequente empowerment nesta comunidade e os sub-temas “Pensamento positivo” e “Esperança” destacados no 2º Tema “Transformação de Pensamentos”, vieram demonstrar isso mesmo. Através do auto – Reiki, a pessoa atribui uma importância maior aos aspectos positivos que a doença trouxe à sua vida e encara-a de uma forma mais optimista. A “Esperança”, ligada à fé, também é estimulada pela família/cônjuge e pelos amigos. Para além disso, o Reiki demonstrou ser igualmente relevante para a construção de uma realidade empoderadora na experiência de doença, por dar origem ao sub tema “Atribuição de significado e propósito de vida” destacado no 3º tema “ Crescimento espiritual”.
Relativamente ao 7º tema alcançado “GAM & GAR”, refere-se à participação activa em grupos de ajuda mútua e de partilhas de Reiki, facilitadores do processo de E.P. Foi curioso verificar que a maioria das participantes considerou os GAR (grupos de apoio reiki) tão ou mais eficazes no aumento do seu E.P, na medida em que estes partilham experiências entre si e com os seus Praticantes de Reiki e são grupos que têm como foco manter elevado o nível de energia entre todos os membros, favorecendo a correcta percepção sobre a doença.
Através deste estudo, é fácil de perceber que com o Reiki, a pessoa adquire um papel crucial e activo na sua própria recuperação, tornando-se no seu próprio agente de mudança, pois ela age em conformidade com os resultados que espera poder alcançar. O Reiki, neste estudo, demonstrou ser um elemento central e impulsionador de mudanças positivas, facilitando o processo de recovery, o aumento do EP e o envolvimento ativo na comunidade.
Com esta dissertação, pudemos compreender a espiritualidade, como um factor relevante para o aumento de E.P. Ao se ter verificado uma predisposição para as pessoas que possuem espiritualidade, recorrerem mais facilmente aos métodos complementares.
Nesse sentido, os profissionais de saúde, dos vários sectores da oncologia devem estar conscientes relativamente às dimensões da espiritualidade a fim de providenciar o tratamento mais adequado, uma vez que a própria espiritualidade transcende as dificuldades decorrentes da doença. Assim como o E.P, quando é facilitado pelo Reiki, origina auto transformação positiva e a mudança de atitude nas relações com os outros e perante a vida (Mok et al., 2004). Da mesma forma que o Reiki, mais do que um tratamento auto aplicado, os praticantes percebem que têm a capacidade de se ajudar a se sentirem melhores e a ter um papel crucial na própria recuperação. Por esse motivo, esta ferramenta de E.P, baseia-se sobretudo num processo de crescimento espiritual e não apenas numa técnica de tratamento.
Self-Empowerment-Workship1
Rita Ferreira é vogal dos órgãos sociais e tem como funções as iniciativas de apoio social, a gestão e avaliação. Podem ler mais sobre a sua tese no site da Associação Portuguesa de Reiki, na categoria Prémio Hayashi de Investigação Reiki.
Significados de Empowerment Psicológico na Experiência de Doença Oncológica: Reiki como Técnica Promotora – Um estudo exploratório Rita Susana Évora Ferreira – Tese de Mestrado, ISPA, Instituto Universitário Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida – 2014
 

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Reiki e o Testemunho de uma doente oncológica

O Reiki apresenta-se como uma terapia complementar, natural, não manipulativa, para o bem-estar da mente e do corpo. A prática atua sobre todo o sistema orgânico, emocional, mental, energético e espiritual da pessoal. O empoderamento que a prática traz, possibilitando à pessoa uma capacidade de encarar a doença e ter força para lidar com o seu dia-a-dia. Este é o testemunho de uma pessoa com doença oncológica, que recebeu tratamento ao longo de 18 sessões, todas as semanas, pela terapeuta Marta Pacheco. Felizmente, este é mais um dos casos em que a homeostasia da pessoa encontrou o equilíbrio. Reiki é apenas uma terapia complementar que serve como suporte a todo o tratamento médico. – João Magalhães
 
A patologia oncológica é uma das principais causas de morte em Portugal, sendo igualmente responsável por uma elevada morbilidade. Nos últimos anos esta patologia tem sido alvo de diversas estratégias no sentido de optimizar a utilização das opções terapêuticas e diagnósticas disponíveis.
A doença oncológica traduz-se assim numa situação crónica, muitas vezes debilitante e, outras tantas vezes fatal, que atinge cada vez maior número de indivíduos. Mas, esta patologia tem outros condicionantes muito próprios. Por um lado, os tratamentos cirúrgicos, de quimioterapia e de radioterapia que permitiram aumentar o tempo de vida dos doentes oncológicos e mesmo assim atingir situações de cura, mas, por outro lado, são estes mesmos tratamentos que condicionam alguns dos maiores estigmas associados à doença.
Atualmente, sabemos que existem alguns factores ambientais que podem provocar o cancro, como é o caso do tabaco, o excesso de álcool, má alimentação, entre outras. Estas descobertas vieram desencadear todo um movimento para tentar alertar a população para a importância da prevenção através da adoção de estilos de vida mais saudáveis. Porém, sabemos também há muito que esta relação entre meio ambiente e comportamento é fortemente influenciada e modelada pela personalidade de cada individuo, o que vem dificultar e muito, a mudança de comportamentos (Silva, 2002). Alguns factores de personalidade podem, também eles, contribuir para o surgimento e desenvolvimento de doenças como o cancro, constituindo atualmente um dos mais ricos, promissores e interessantes territórios de pesquisa em Oncologia (Holland, 2002).
Neste momento, estou a acompanhar uma doente oncológica desde o dia 6 de fevereiro, todas as sextas feiras, ao todo já foram realizadas até hoje 18 sessões.  Desde que esta a fazer o tratamento de Reiki como complemento, sente-se mais forte para enfrentar as sessões de quimioterapia que a deixam completamente de rastos e sem força.
O caso desta minha paciente é bastante delicado, pois quando chegou a mim estava com 50% de urina no sangue, maioria dos órgãos afetados, o lado direito sobretudo, com um saquinho a drenar o rim direito e o uso de fralda noturna, pois não havia sensibilidade na retenção da urina, e não conseguia libertar as fezes.
Perante este estado não sabia o que fazer e o que dizer… Porque apesar do estado físico deteriorado, o nível psicológico estava bastante sensível, pois esta patologia surgiu de um erro médico, onde na qual nunca ouve até hoje um pedido de desculpas. Pedi aconselhamento a minha Mestre, Sílvia Oliveira, e segui a voz do meu coração. Semana a pós semana, mês a pós mês, a Adelaide apresenta melhorias físicas.
Ao longo das semanas,  cada sessão de Reiki era uma aventura, sempre com histórias para contar, é inevitável não haver envolvimento entre paciente e terapeuta,  e nestes diálogos, muito importantes para a paciente, a sua força interior foi crescendo, chegando a cada consulta com um grande sorriso, dizendo sempre «Martinha vamos vencer esta luta…» Claramente, que na semana das sessões de quimioterapia, chegava as consultas de Reiki muito cansada, a cada sessão de quimio a dose era aumentada, e já vai na sétima sessão. A medica oncológica que acompanha a Adelaide no hospital de Guimarães, deu os parabéns pela iniciativa da paciente na procura da medicina alternativa, referindo até que desconfiava que tal estivesse a acontecer, tendo em conta a aparência apresentada pela Adelaide.
Para Jung ( 1986), a espiritualidade não está obrigatoriamente associada à fé religiosa, mas sim à relação transcendental da alma com a divindade e na mudança que daí advém. A espiritualidade estaria assim relacionada com uma atitude, uma ação interna, uma ampliação da consciência, um contacto do individuo com sentimentos e pensamentos superiores e no fortalecimento e amadurecimento que esse contacto poderá trazer para a sua personalidade. A Adelaide teve experiência transcendental com a Terapia de Reiki, não só no que diz respeito a prática de cura natural, como na prática da filosofia de vida que o Reiki nos faz vivenciar, os cinco princípios, a acreditar que tem de viver um dia de cada vez, sendo Grata todos os dias por cada momento mágico que tem na sua vida, com os seus netos que tanto fala, dizendo: Martinha, quando ficar boa vou cuidar dos meus netos como não pude cuidar dos meus filhos.
Hoje em dia, existe um consenso cada vez maior em relação à importância e peso que a religiosidade e a espiritualidade têm na Qualidade De Vida dos doentes em geral, e dos doentes oncológicos em particular (Miller & Thoresen, 2003), existindo atualmente alguns estudos que apontam para a existência de uma relação importante entre bem-estar espiritual (BEESP) e melhor qualidade de vida (QDV)  (Brady, Peterman, Fitchett, Mo & Celia, 1999; Cotton, Levine, Fitzpatrick, Dold & Targ, 1999).
O doente que apresenta um maior bem-estar espiritual, é levado a experienciar uma maior e mais profunda compreensão sobre o significado e propósito da vida, deixando de focar-se apenas nos seus problemas, para passar a adoptar uma visão mais holística sobre a vida. Este novo enfoque, por seu lado, pode provocar uma diminuição dos índices de stress crónico a que os doentes oncológicos normalmente estão sujeitos, permitindo ao doente descontrair-se e relaxar, levando assim o organismo a produzir aquilo que Benson (1984) denominou por The Relaxation Response. Em 1996, lançou seu último livro “Medicina Espiritual” no qual afirma com convicção: “[…] nos meus 30 anos de prática da medicina, nenhuma força curativa é mais impressionante ou mais universalmente acessível do que o poder do indivíduo de cuidar de si e de se curar”. E destaca: “Os anseios da alma – a fé, a esperança e o amor – são eternos, inclinações naturais que o pensamento ocidental moderno reprimiu, mas jamais subjugou”.
Neste momento, a Adelaide  apresenta melhorias significativas, os intestinos funcionam melhor, tem uma maior sensibilidade na retenção urinária, as pernas já não incham com tanta frequência, tem noites tranquilas e não perdeu peso, sendo que esta sempre com um grande apetite, e os órgãos estão a estabilizar. A nível psicológico, apresenta muita força, com grande vontade de viver, mas com uma aceitação clara da doença, onde o seu lema é viver o dia a dia. Mais do que tudo isto, o quisto desapareceu, vai realizar a ultima sessão de quimioterapia (oitava) , e a realização de exames específicos, verificar como estão as células entre outros. As sessões de Reiki continuarão com o objetivo de fortalecer o sistema imunológico, ajudando-a na recuperação.
E por tudo isto que acredito que todos os recursos disponíveis, inclusive os de ordem espiritual, que encorajem a cura, o ajustamento psicológico e uma melhor Qualidade De Vida dos doentes, devem ser seriamente considerados. Devem ver a sua validade comprovada ou infirmada, não de acordo com os critérios de apenas uma parte da comunidade científica, por mais importante que ela seja, mas sim através das implicações clínicas que estes possam provocar.
Numa sociedade leiga como a nossa, o espiritual continua a não ser reconhecido, ou pior, é suspeito por ser confundido com o religioso, enquanto que a negação da morte e a omnipotência da técnica têm contribuído largamente para a “secura” espiritual que observamos diariamente na maior parte das unidades de cuidados de saúde.
A vida é uma inteira jornada iluminada pelo sol da consciência espiritual.

Marta Pacheco, Terapeuta e Mestre de Reiki
Marta Pacheco, Terapeuta e Mestre de Reiki

Referências Bibliográficas

 
Barros, J. (2004). Psicoiogia positiva. Porto: Ediçôes Asa.
Benson, H. (1996). Timeless healing: The power and bioiogy of belief New York: Simon and Schuster.
Benson, H. (1984). Beyond the relaxation response. New York: Berkley Books.
Brady, M., Peterman, A., Fitchett, G., Mo, M., & Celia, D. (1999). A case for including spirituality in quality of life measurement in oncology. Psycho oncology, 8, 417- 428.
Cella, D., Tulsky, D., Gray, G., Sarafian, B., Linn, E., & Bonami, R (1993). The functional assessment of cancer therapy scale: Development and validation of the general measure, journal of Clinical Oncology, (3), 570-579.
Frankl, V (1963). Man’s search for meaning. New York: Washington Square Press.
Frankl, V (2000). Man’s search for ultimate meaning. New York: Basic Books.
Frankl, V ( 1986). The doctor and the soul. New York: Vintage Books.
Goleman, D. (2003).   Inteligencia emocional. Lisboa: Temas e Debate.
Holland, J. (2002). History of psycho-oncology: Overcoming attitudinal and conceptual barriers. Psychosomatic Medicine, 64, 206-221.
Haynal, A., Pasini, W, &   Archinaro, M. ( 1998). Medicina psicossomática: Perspectivas psicossociais. Lisboa: Climepsi Editores.
Jung, C. (1986). A natureza da psique. Petrópolis: Vozes.
Miller, W., & Thoresen, C. (2003). Spirituality, religion and health: And emerging research field. American Psychologist, 58(1), 24-3
Peterman, A., Firchett, G., Brady, M., Hernandez, L, & Celia, D. (2002). Measuring spiritual well-being in people with cancer: The functional assessment of chronic illness therapy-spiritual well-being scale (FACIT-Sp). Annals of Behavioural Medicine, 24(1), 49-58,
Post, S., Puchalski, C, & Larson, D. (2000). Physicians and patient spirituality: Professional boundaries, competency, and ethics. Annals of Internal Medicine, I32{7), 578-583.
Silva., P (2002). A educação para a saúde e o marketing social: Aspectos relacionados Com a prevenção do cancro. In M. Dias & E. Dura (Eds.). Territórios da psicologia oncológica, 189-21. Lisboa: Climepsi Editores.
Webster, K., Celia, D., & Yost, K. (2003). The functional assessment of chronic illness     therapy (FACIT) measurement system: Properties, applications, and interpretation. Health and Quality of Life Outcomes, (79). www.hqlo.com/content/1/1/79

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Documentário sobre Reiki nos hospitais com apoio da Associação Portuguesa de Reiki

No âmbito de uma cooperação europeia com René Vögtli e mais associações de vários países, incluindo a Associação Portuguesa de Reiki, foi criado um documentário sobre a prática de Reiki em hospitais. É com muita alegria que partilhamos este trabalho incrível, através de dois videos, o primeiro com o documentário completo e o segundo com uma explicação de alguns testes realizados por Claudia Möri. Este documentário foi realizado pela Reiki International Organization.

Documentário sobre Reiki nos hospitais – Unfrallkrankenhaus Berlin

Documentário com vários praticantes de Reiki suiços sobre a aplicação de Reiki nos hospitais, tendo como suporte o trabalho feito no Unfrallkrankenhaus Berlin
[su_youtube url=”https://www.youtube.com/watch?v=U39N9vC3YyE”]

Conferência dada por Claudia Möri

Conferência dada por Claudia Möri a médicos e pessoal do hospital sobre testes realizados com praticantes de Reiki onde é demonstrada a avaliação da energia.
[su_youtube url=”https://www.youtube.com/watch?v=-CxtgsVjepQ”]
 

Sobre Unfrallkrankenhaus Berlin

Apoios ao documentário

  • Accident Hospital in Berlin (attached to the Charité)
  • SwissReiki, Switzerland
  • ProReiki, Germany
  • Reiki Center, Singapore
  • The Reiki Network (international but mainly Scandinavian)
  • Associação Portuguesa de Reiki
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Reiki – Terapia Complementar no Sistema de Saúde é mais um prémio Hayashi de Investigação Reiki 2014

Reiki: Terapia Complementar no Sistema de Saúde Monografia realizada no âmbito do Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas
Érica Cavalcanti Cardoso 2013
A Erica Cardoso contactou a Associação Portuguesa de Reiki em 2013 com o intuito de receber apoio de documentação para fundamentar o seu trabalho. Graças à sua persistência e dedicação, o resultado foi uma nota de 17 valores nesta monografia. É assim uma laureada do prémio Hayashi de Investigação Reiki, em 2014.
porto
Resumo
O Reiki é uma terapia complementar que vem demonstrando grandes benefícios quando utilizadas como auxílio no tratamento de diversas enfermidades, acredita-se que o Reiki através de métodos simples de imposição de mãos em áreas específicas do corpo é capaz de equilibrar a energia natural, levando o corpo a caminhar naturalmente para um estado de saúde. A palavra Reiki é dividida em duas partes, REI “ a energia do universo”, onde estão inseridos todas as coisas e KI “energia vital” a energia que dá vida ao corpo. A terapia do Reiki vem adquirindo cada vez mais praticantes em todo o mundo, inclusive em Portugal. O Reiki inicialmente era praticado por pessoas leigas, fora do círculo de tratamento de saúde sendo praticado em hospitais por ação de voluntários, com os inúmeros relatos dos efeitos benéficos, o Reiki passou a ganhar a notoriedade da classe médica onde cada vez mais surgem adeptos desta terapia. Estudos científicos estão sendo desenvolvidos em busca de respostas fisiológicas que justifiquem os efeitos demonstrados pelo Reiki. Este trabalho busca relatar o que se conhece sobre a história, a teoria e a prática, bem como dar uma visão geral do estado da investigação do Reiki e incluindo seu alcance nas diversas áreas da saúde. Com objetivo de divulgar e entender a importância do Reiki como terapia integrativa complementar.
[su_button url=”https://www.associacaoportuguesadereiki.com/reiki-terapia-complementar-sistema-de-saude/”]Ler o PDF[/su_button]
 

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Reiki um ponto de partida para a medicina integrativa

O Dr. Robert Schiller inicia este artigo com um caso prático – uma médica que atende um paciente, com dores frequentes de cabeça e costas e com episódios frequentes de gripe e tosse. Apesar de estar a ser acompanhado por um acupuntor, não tem tido sinais de melhoras. O desconhecimento da médica por parte de terapias complementares deixa o paciente e a própria médica, frustrados, além da terapêutica recomendada não parecer uma resposta satisfatória para ambos.
Neste artigo, o Reiki é demonstrado como uma das terapias válidas para a medicina integrativa.
guia-reiki-medicina-integrativa

Reiki um ponto de partida para a medicina integrativa

Este artigo está disponível para os associados com quotas em dia, da Associação Portuguesa de Reiki.
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Caso se pretendam associar, podem ir a esta página…

Notas da Associação Portuguesa de Reiki

Este artigo deve ser encarado com bastante seriedade por parte dos Mestres e Terapeutas de Reiki. Ele indica-nos vários aspetos:

  1. A correlação do Reiki com a Medicina Integrativa
  2. O enquadramento do Reiki
  3. A necessidade de experiência e a validade da formação
  4. A responsabilização
  5. A necessidade de a ciência encontrar novos instrumentos de avaliação
  6. Os benefícios que o Reiki traz a quem os pratica
  7. A experiência que o pessoal médico deve ter, para poder também recomendar

Um praticante que queira ter uma aproximação profissional, deve ter experiência – tempo e vivência. São muitos os tipos de situações a lidar que requerem o nosso próprio crescimento pessoal, além do crescimento como Ser (espiritual). Situações exigente não devem ser menosprezadas e o atendimento ao utente e cliente deve ser mais elaborado.
Aconselhamos também a leitura e prática do código deontológico e da NP-TCR01.
Tradução: João Magalhães, Associação Portuguesa de Reiki
www.associacaoportuguesadereiki.com

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Debate sobre Reiki e acupunctura promovido pela ADL

reiki-enfzilda
Realizou-se no dia 29 de janeiro a 6.ª Reunião de Inverno da Associação de Apoio aos Doentes com Leucemia e Linfoma (ADL), desta vez subordinada à importância do Reiki e da acupunctura nos doentes oncológicos. O encontro teve lugar no Auditório do Centro de Investigação Médica da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto e contou com a participação de diversos profissionais de saúde que partilharam o seu testemunho sobre o recurso às terapias complementares em debate.
A reunião visou analisar os benefícios das Medicinas Complementares na vida dos doentes oncológicos, com destaque para os resultados do contributo do Reiki nos doentes de Hemato-Oncologia do Centro Hospitalar de S. João (CHSJ), no Porto. Presentes estiveram cerca de 200 pessoas, entre doentes hemato-oncológicos, familiares, amigos e profissionais de saúde, que encheram o auditório e mostraram grande interesse pela temática.
Coube à enfermeira aposentada do CHSJ e também Mestre de Reiki Zilda Alarcão falar sobre o projeto de investigação que levou a cabo naquele hospital e que veio demonstrar os benefícios do Reiki na diminuição do sofrimento associado à ansiedade e à dor em doentes hemato-oncológicos. Zilda Alarcão é coordenadora e responsável pelo desenvolvimento do projeto de voluntariado de terapia Reiki que, em conjunto com a ADL e em parceria com a Associação Portuguesa de Reiki (APR) está, desde 2012, a ser aplicado em doentes do Serviço de Hematologia Clínica do CHSJ. Na sua apresentação, a responsável frisou que além de ter sido criado um protocolo interno de funcionamento do voluntariado Reiki no CHSJ, é também seguido o Código de Ética Profissional para Terapeutas Reiki da APR.
 
Testemunhos de enfermeiros e doentes
Além de Zilda Alarcão, estiveram presentes e deram o seu testemunho os enfermeiros terapeutas de Reiki Raquel Mendes, Cláudia Casal, Luís Silva, Cristiana e Lisete Veríssimo. Todos colaboram como voluntários no projeto de terapia Reiki, o qual está limitado a doentes hemato-oncológicos em ambulatório. No final, coube à enfermeira Raquel Mendes a apresentação sobre “Ser Terapeuta de Reiki”, que passou também em revista a história do Reiki, os seus Cinco Princípios, entre outros temas.
Também na sessão participaram diversos doentes que beneficiaram das vantagens do Reiki e aceitaram dar o seu testemunho publicamente:
“Quando recebo Reiki sinto paz, tranquilidade e energia muito positiva. Enquanto lá estou é muito bom e recomendo a todas as pessoas.” – Hortênsia
“Consegui o equilíbrio que não tinha e que estava a ter dificuldade em resgatar. Destaco o relaxamento e a ajuda nas questões emocionais.” – Joaquim Gomes
“São momentos muito bons. Considero as sessões bastante úteis para pessoas que passam por isto , devia até ser obrigatório.” – José Moutinho
“De cada vez que tinha Reiki sentia um alívio, uma forma mais leve de encarar o futuro, a ideia de que a vida vai correr bem. É pena que as pessoas não tenham acesso a isto mais vezes.” – Helena
 
Participantes na reunião
A introdução à reunião foi feita por José Eduardo Guimarães, diretor do Serviço de Hematologia do CHSJ, a que se seguiu a apresentação “As Medicinas Complementares e Alternativas em Portugal. Que futuro?”, por Jaime Fonseca, professor universitário do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas – Universidade Técnica de Lisboa (ISCSP-UTL), interessado nesta área de investigação.
A “Acupunctura na dor Oncológica” foi outro dos temas em debate, apresentado anestesista Alice Cardoso, que chefia a Equipa Intra-Hospitalar de Cuidados Paliativos do Centro Hospitalar de Lisboa Central (CHLC). A médica partilhou a sua experiência de trabalho com doentes nesta área da medicina complementar.
A reunião foi moderada pela médica Fátima Ferreira, presidente da ADL, tendo contado ainda com a participação do hematologista Joaquim Andrade, que abordou “O bom senso e a Ciência”.
 

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Reiki é apontado por pesquisa como técnica que traz vantagens reais à saúde, além do efeito psicológico

REIKI NAS MÃOS DA CIÊNCIA

Reiki é apontado por pesquisa como técnica que traz vantagens reais à saúde, além do efeito psicológico.

Reiki nos hospitaisA evolução da tecnologia e o recente despertar da comunidade científica para um conceito mais abrangente de saúde — a meta é viver bem, e não somente debelar males — fizeram o reiki ganhar a atenção dos pesquisadores. Na americana Universidade de Virginia, por exemplo, uma revisão sobre sua influência na contenção da dor em pacientes com câncer ressaltou os resultados positivos. “São necessários levantamentos adicionais para confirmar os achados, mas a princípio o reiki foi bastante eficiente na redução do incomodo”, concluíram os autores.
Mas será que ele ajudaria a combater o tumor em si? Segundo um trabalho do psicobiólogo Ricardo Monezi, da Universidade Federal de São Paulo, provavelmente sim. Ele aplicou o reiki em ratos e, na sequência, analisou suas células de defesa. “Em comparação com o grupo de controle, esses animais apresentaram um sistema imune mais agressivo contra a enfermidade. E nem precisamos falar que bichos não acreditam em reiki”, ironiza. Verdade que o nosso organismo não é idêntico ao de roedores, contudo está aí um indicativo do poder da imposição de mãos.
O simples fato de crer que determinado procedimento acarretará uma melhora na saúde já leva o corpo a ter reações positivas. Por isso mesmo, em estudos sobre reiki com seres humanos, o desafio é justamente diferenciar o chamado efeito placebo de resultados reais. Em outras palavras, verificar se a prática incrementa a saúde por si só ou se um achado favorável é fruto apenas da força da imaginação.
Com isso na cabeça, Ricardo Monezi decidiu testar o verdadeiro potencial da técnica no alívio da tensão. Ele separou vinte e cinco idosos estressados para serem cuidados por terapeutas especializados em reiki. Outros vinte e cinco senhores na mesma situação receberiam, digamos, uma terapia falsa — os aplicadores simulavam os gestos e as posições das mãos, mas não haviam sido treinados e nem conheciam direito o reiki. Detalhe: nenhum dos participantes sabia da diferença entre os grupos. “Essa precaução evita que o placebo interfira nos dados encontrados, já que ambas as turmas imaginam estar recebendo reiki, quando somente uma está recebendo para valer”, arremata Monezi.
Depois de oito sessões, Monezi analisou as estatísticas. Parece incrível, mas, embora todos os voluntários tenham relaxado, aqueles tratados por mestres de reiki relataram uma tranquilidade maior e duradoura. Além disso, os músculos da testa desse pessoal ficaram menos rígidos, outro sinal de que o nervosismo foi aplacado. Aliás, apesar de a avaliação ter sido realizada em indivíduos na terceira idade, é provável que jovens apresentem resultados similares.
Apoiados em uma metodologia parecida com essa, investigadores da Universidade de Granada, na Espanha, notaram que sujeitos hipertensos atenuaram o quadro com sessões regulares de reiki. “Também há trabalhos com diabete, epilepsia, depressão…”, conta Monezi. “É óbvio que precisamos de mais informações, porém, ao que tudo indica, a técnica provoca bem-estar em vários níveis”, defende. A médica Sandra Caires Serrano, diretora do Serviço de Cuidados Paliativos do Hospital A.C. Camargo, na capital paulista, completa: “O que ainda não se conhece é a forma como isso ocorre”.
Certas teorias mencionam uma energia eletromagnética que seria canalizada pelos terapeutas. Outras sugerem que a física quântica estaria envolvida nesse fenômeno. Independentemente disso, o fato é que alguns pontos-chave do corpo, onde os cuidadores devem colocar as mãos durante uma sessão de reiki — os chacras —, coincidem com importantes glândulas. E talvez, só talvez, a energia atue nesses órgãos, ocasionando um equilíbrio geral.
ALTERNATIVA OU INTEGRATIVA?
O sucesso do reiki não justifica, sob nenhuma hipótese, seu uso no lugar da medicina tradicional. “O ideal é integrá-lo com abordagens convencionais”, reforça Plínio Cutait, coordenador do Núcleo de Cuidados Integrativos do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Caso contrário, você corre o risco de não receber o tratamento adequado para um problema e, então, complicar-se sem necessidade. E isso, parece claro para todos, também está comprovado pela ciência.
Fonte: http://saude.abril.com.br/

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Como a ciência vê o Reiki

Cada vez mais estudos científicos são realizados tendo o Reiki como base. Os resultados não são imediatos mas trazem um crescente interesse ao circulo académico. Temos como exemplo a tese de Mestrado e recentemente a tese de Doutoramento de Ricardo Monezi.
Reiki e ciência
Por William Lee Rand (Reiki News Magazine)
Pesquisas científicas na área de imposição das mãos vem sendo feitas há algum tempo. Há agora algumas experiências que validam e comprovam o tratamento com Reiki como técnica de cura. Alguns dos resultados mais interessantes dessas pesquisas demonstram que os resultados estão cada vez mais positivos hoje em dia.
Quase todos os hospitais e centros de saúde pesquisaram e utilizam a técnica. Um dos exemplos dessas pesquisas: “Cura por Reiki – Uma Perspectiva Fisiológica“. Em seu estudo, 48 pessoas compuseram o grupo experimental, enquanto 10 formaram o grupo de controle. Os grupos tiveram amostras de sangue retiradas no princípio e término da experiência. O grupo experimental recebeu tratamento com Reiki. O grupo de controle não recebeu o tratamento com Reiki.
Das amostras de sangue foram analisados a hemoglobina e o hematócrito. Hemoglobina é a célula vermelha do sangue que leva oxigênio. Hematócrito é a relação das células vermelhas do sangue com o volume total de sangue. As pessoas do grupo experimental que receberam o Reiki tiveram mudança significativa nesses valores com 28% sofrendo um aumento e o resto uma diminuição. As pessoas do grupo de controle não tiveram mudança significativa. As alterações, aumento ou diminuição são consistentes com o tratamento com Reiki, que é trazer equilíbrio para uma boa saúde.
Uma paciente teve 20% de aumento nesses valores. Ela continuou tratando-se 3 vezes por semana com Reiki e depois de 3 meses o aumento foi mantido. A paciente vinha de um quadro de anemia por deficiência de ferro. Outra experiência demonstrou aumento nos valores de hemoglobina, conduzida pela médica Otelia Bengssten, em um grupo de 79 pacientes com diagnósticos de pancreatite, tumor cerebral, enfisema, desordens endócrinas múltiplas, artrite reumática e parada cardíaca. O tratamento de Reiki foi feito em 46 pacientes, sendo 33 os de controle. Os pacientes mostraram aumentos significativos nos valores de hemoglobina. A maioria dos pacientes informou melhoras ou desaparecimento completo dos sintomas.
Esta experiência e a anterior demonstraram que as aplicações de Reiki produzem melhoras biológicas.
Outra experiência foi efetuada por Janet Quinn, diretora assistente de enfermagem na Universidade da Carolina do Sul. A meta dessa experiência era eliminar o efeito placebo. Trinta pacientes de coração receberam 20 perguntas de um teste psicológico para determinar o nível de ansiedade. Eles foram tratados com Reiki. Um grupo de controle de pacientes também foi tratado com tratamentos alopáticos à base de remédios convencionais. No primeiro grupo 17% teve o nível de ansiedade diminuído depois de 5 minutos de tratamento; o outro grupo não apresentou nenhuma modificação.
Daniel Wirth, da Pesquisa Internacional de Ciências de Cura em Orinda, Califórnia, conduziu um experimento controlado usando o Reiki. Quarenta e quatro estudantes da faculdade, do sexo masculino, com diversos e diferentes quadros. Todos os 44 receberam a administração do Reiki. Foi-lhes informado que o experimento era sobre a condutividade elétrica do corpo. Ninguém sabia que a experiência era sobre cura. No oitavo e décimo sexto dia foram feitas avaliações de cada um sobre comportamentos emocionais e dores ou problemas físicos. Depois de oito semanas, esse grupo tratado sentia diferenças em seus corpos, como mais disposição, bem estar, clareza mental e sono muito melhor.
Dr. John Zimmerman, da Universidade de Colorado, usando um SQUID (Dispositivo Supercondutor de Interferência Quântica) descobriu que campos magnéticos são criados ao redor das mãos de aplicadores e terapeutas de Reiki. As freqüências dos campos magnéticos que cercam as mãos dos reikianos eram de ondas dos tipos alfa e gama, semelhantes às observadas no cérebro de meditadores.
Dr. Barnard Grad, da Universidade de McGill em Montreal, usa sementes de cevada para testar o efeito de energias curativas psíquicas em plantas. As sementes foram plantadas e regadas com uma solução salina que retarda o crescimento. Uma parte das sementes, lacradas em um recipiente, foi regada com a solução energizada por um reikiano durante 15 minutos, e outra não foi. A pessoa que molhava as plantas não sabia qual grupo estava sendo aguado com a solução energizada com o Reiki e qual não estava. As plantas regadas com a solução salina cresceram mais rapidamente e mais saudáveis, com 25% mais peso e um teor de clorofila mais alto. Estas experiências envolvendo plantas, além de confirmarem a natureza da cura psíquica, confirmam a antiga compreensão metafísica de que energias curativas podem ser armazenadas em água para uso futuro.
Em outra experiência envolvendo a curadora psíquica Olga Worrall, o Dr. Robert Miller usou um transdutor eletromecânico para medir a taxa de crescimento microscópica de grama de centeio. O dispositivo usado tem uma precisão de milésimos de polegada por hora. O Dr. Miller fez a experiência em seu laboratório, fechando em seguida a porta para eliminar qualquer perturbação. Foi pedido a Olga, que se encontrava a mais de 600 milhas, para rezar e postar as energias das mãos à distância para a planta da experiência exatamente às 21 horas. No dia seguinte, quando o Dr. Miller voltou ao laboratório, o equipamento de teste tinha registrado crescimento contínuo normal de 6,25 milésimos de polegada por hora até às 21 horas. Naquele momento, o registro começou a divergir para cima e tinha subido a 52,5 milésimos de polegada por hora, que correspondia a um aumento de 840%! Esta taxa de crescimento permaneceu até de manhã, quando diminuiu, mas nunca para seu nível original.
O grupo de Spindrift fez extensas pesquisas envolvendo oração, Reiki e plantas. Os resultados indicaram que as plantas para as quais as rezas e o Reiki foram dirigidas crescem mais rapidamente e são mais saudáveis em comparação com as que não receberam, embora as condições sejam iguais para ambos os grupos de plantas.
Mais experiências estão sendo feitas e teorias científicas desenvolvidas para descrever o Reiki como técnica de cura. O desenvolvimento de equipamentos mais sensíveis permitirá à ciência entender, validar e praticar a realidade do tratamento com Reiki. Com isso veremos um uso crescente do Reiki individualmente, na família, em hospitais e consultórios. Um conhecimento mais profundo da natureza da saúde e da unidade de toda a vida redescobrirá a velha sabedoria que diminuirá o sofrimento, tornando a vida na Terra mais agradável e promovendo a cura do planeta.
Fonte: Reikiafins

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Ricardo Monezi – Tese de Doutoramento de Reiki – Efeitos da prática do Reiki sobre aspectos psicofisiológicos e de qualidade de vida de idosos com sintomas de estresse:estudo placebo e randomizado

É com muita honra que a Associação Portuguesa de Reiki disponibiliza a Tese de Doutoramento do Dr. Ricardo Monezi, cuja defesa foi realizada no mês de Junho de 2013. Esta honra vem, por ser a primeira tese de doutoramento realizada na área do Reiki, em português, assim como é uma justa homenagem ao grande homem, amigo e investigador, Ricardo Monezi. Hoje o Reiki deu mais um passo para aqueles que têm a necessidade de encontrar explicações lógicas e mensuráveis sobre esta aplicação.
Muito há ainda a fazer no campo da investigação mas os pilares estão lançados. Em Portugal temos também a Prof. Antónia Maura Ferreira a terminar a sua tese. Também o Prof. Dr. António Cabrita fez um estudo sobre Reiki na Universidade de Coimbra e cada vez mais se desenvolvem os estudos e as teses, sendo eles reconhecidos por nós com o Prémio Hayashi de Investigação Reiki. Cada vez mais a comunidade de Reiki fica engrandecida com estes contributos. Resta agora, aos praticantes, exercerem a sua prática de forma consistente e profissional, nunca relegando para segundo plano a doação e os cinco princípios de Reiki que são a nossa filosofia de vida e guias orientadores.
Acredito que Mikao Usui se sinta honrado por este esforço.
Ricardo Monezi é também galardoado com o Prémio Hayashi de Investigação Reiki, por este trabalho.
A Ricardo Monezi e a todos os que têm remado a favor de e de uma prática consistente e contra a maré da incredulidade, um grande bem-hajam. Só por hoje, sou grato!
João Magalhães,
Presidente, Associação Portuguesa de Reiki

Efeitos da prática do Reiki sobre aspectos psicofisiológicos e de qualidade de vida de idosos com sintomas de estresse: estudo placebo e randomizado

Tese apresentada à Universidade Federal de São Paulo – Escola Paulista de Medicina, para a obtenção do Título de
Doutor em Ciências.
São Paulo
2013
RICARDO MONEZI JULIÃO DE OLIVEIRA

Introdução

ricardo moneziO estresse constitui-se como um desvio da homeostase, podendo contribuir para o desenvolvimento de uma série de sintomas que podem representar um prejuízo à saúde do idoso. Esta crescente parcela da população mundial tem procurado práticas integrativas e complementares como o Reiki, técnica de imposição de mãos, para o controle de doenças crônicas e melhora do bem estar. Com o objetivo de avaliar se a terapêutica Reiki poderia produzir alterações psicofisiológicas e de qualidade de vida em idosos com sintomas de estresse este estudo, que durou oito semanas, mensurou em um grupo de voluntários que receberam Reiki e um grupo que recebeu um tratamento Placebo, respostas psicológicas como níveis de estresse, ansiedade, depressão, percepções de tensão e bem estar, qualidade de vida, além de respostas fisiológicas como temperatura periférica, tensão muscular e condutância elétrica da pele. O conjunto dos resultados obtidos sugere que a terapêutica Reiki produz alterações psicofisiológicas e de qualidade de vida em idosos compatíveis com uma redução significativa de estresse.

Discussão

p.60
Atualmente o Reiki figura como uma das técnicas de imposição de mãos mais utilizadas entre a população, o que vem chamando a atenção de alguns pesquisadores quanto à avaliação de sua efetividade (252). Estudos sugerem que o uso racional, além da qualidade crescente de pesquisas que trazem informações a respeito da segurança e eficácia das terapias integrativas e complementares foram decisivas no deslocamento dessas modalidades terapêuticas da marginalidade para a linha de frente do cuidado humano (46, 235). Uma grande parcela da população idosa busca complementar seus tratamentos convencionais utilizando-se de intervenções que promovam seu bem estar, saúde e qualidade de vida de maneira integral (253, 254). Dessa maneira, o presente estudo buscou verificar como o Reiki poderia atuar sobre aspectos psicológicos, fisiológicos e de qualidade de vida de idosos que sofrem com sintomas de estresse, uma síndrome que pode ser relacionada com o desenvolvimento de diversos distúrbios psicossomáticos (255). A resposta ao estresse afeta o sistema nervoso central, envolvendo efeitos fisiológicos decorrentes principalmente da estimulação do ramo simpático do sistema nervoso autônomo (256), que podem levar a um aumento da pressão sanguínea e da frequência cardíaca. Um grande volume de sangue é deslocado dos órgãos digestivos para grandes músculos esqueléticos, a fim de gerar a resposta de luta ou fuga, descrita por Hans Selye na década de 50 (13). Como resultado, verifica-se a redução da temperatura e elevação da condutância elétrica da pele (257). Sintomas e comorbidades relacionados ao estresse podem ser detectados tanto quantitativamente como qualitativamente, através da utilização de equipamentos que mensuram os níveis de tensão muscular, condutância elétrica da pele e temperatura ou inventários e escalas psicológicas específicas, como as utilizadas no presente estudo.

Ricardo Monezi

Conclusões

P. 71

  1. Nossos resultados sugerem que a terapêutica Reiki produziu as seguintes alterações psicofisiológicas e de qualidade de vida em idosos com estresse, através da promoção de um possível estado de relaxamento, superior ao constatado no grupo Placebo:
    1. Redução dos níveis de estresse;
    2. Redução dos níveis de ansiedade e depressão;
    3. Redução da percepção de tensão muscular e elevação da percepção de bem estar;
    4. Elevação dos níveis de qualidade de vida referente aos domínios:
      1. “Aspectos espirituais, Religião e Crenças pessoais”; “Físico”; “Psicológico”;
      2. além das facetas “Autonomia” e “Intimidade”;
    5. Elevação da temperatura periférica da pele;
    6. Redução da tensão muscular do músculo frontal e condutância elétrica da pele.
  2. Sugere-se a realização de futuros estudos, de natureza multidisciplinar, a fim de aprofundar a compreensão a respeito dos possíveis mecanismos psicofisiológicos e físicos envolvidos com a técnica Reiki.

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Efeitos da prática do Reiki sobre aspectos psicofisiológicos e de qualidade de vida
de idosos com sintomas de estresse:estudo placebo e randomizado. / Ricardo Monezi
Julião de Oliveira. — São Paulo, 2013.
Título em inglês: Effects of Reiki practice on psychophysiological and quality of life
aspects of elderly patients with stress symptoms: a randomized placebo study.
Podem ler a Tese de Doutoramento de Ricardo Monezi aqui…
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Prémio Hayashi de Investigação Reiki

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Reiki nas Mãos da Ciência

Reiki é apontado por pesquisa como técnica que traz vantagens reais à saúde, além do efeito psicológico
por Theo Ruprech | design: Pilker | ilustrações: Samuel Rodrigues
image00147A evolução da tecnologia e o recente despertar da comunidade científica para um conceito mais abrangente de saúde — a meta é viver bem, e não somente debelar males — fizeram o reiki ganhar a atenção dos pesquisadores. Na americana Universidade de Virginia, por exemplo, uma revisão sobre sua influência na contenção da dor em pacientes com câncer ressaltou os resultados positivos. “São necessários levantamentos adicionais para confirmar os achados, mas a princípio o reiki foi bastante eficiente na redução do incômodo”, concluíram os autores.
Mas será que ele ajudaria a combater o tumor em si? Segundo um trabalho do psicobiólogo Ricardo Monezi, da Universidade Federal de São Paulo, provavelmente sim. Ele aplicou o reiki em ratos e, na sequência, analisou suas células de defesa. “Em comparação com o grupo de controle, esses animais apresentaram um sistema imune mais agressivo contra a enfermidade. E nem precisamos falar que bichos não acreditam em reiki”, ironiza. Verdade que o nosso organismo não é idêntico ao de roedores, contudo está aí um indicativo do poder da imposição de mãos.
O simples fato de crer que determinado procedimento acarretará uma melhora na saúde já leva o corpo a ter reações positivas. Por isso mesmo, em estudos sobre reiki com seres humanos, o desafio é justamente diferenciar o chamado efeito placebo de resultados eais. Em outras palavras, verificar se a prática incrementa a saúde por si só ou se um achado favorável é fruto apenas da força da imaginação.
Com isso na cabeça, Ricardo Monezi decidiu testar o verdadeiro potencial da técnica no alívio da tensão. Ele separou vinte e cinco idosos estressados para serem cuidados por terapeutas especializados em reiki. Outros vinte e cinco senhores na mesma situação receberiam, digamos, uma terapia falsa — os aplicadores simulavam os gestos e as posições das mãos, mas não haviam sido treinados e nem conheciam direito o reiki. Detalhe: nenhum dos participantes sabia da diferença entre os grupos. “Essa precaução evita que o placebo interfira nos dados encontrados, já que ambas as turmas imaginam estar recebendo reiki, quando somente uma está recebendo para valer”, arremata Monezi.
Depois de oito sessões, Monezi analisou as estatísticas. Parece incrível, mas, embora todos os voluntários tenham relaxado, aqueles tratados por mestres de reiki relataram uma tranquilidade maior e duradoura. Além disso, os músculos da testa desse pessoal ficaram menos rígidos, outro sinal de que o nervosismo foi aplacado. Aliás, apesar de a avaliação ter sido realizada em indivíduos na terceira idade, é provável que jovens apresentem resultados similares.
Apoiados em uma metodologia parecida com essa, investigadores da Universidade de Granada, na Espanha, notaram que sujeitos hipertensos atenuaram o quadro com sessões regulares de reiki. “Também há trabalhos com diabete, epilepsia, depressão…”, conta Monezi. “É óbvio que precisamos de mais informações, porém, ao que tudo indica, a técnica provoca bem-estar em vários níveis”, defende. A médica Sandra Caires Serrano, diretora do Serviço de Cuidados Paliativos do Hospital A.C. Camargo, na capital paulista, completa: “O que ainda não se conhece é a forma como isso ocorre”.
Certas teorias mencionam uma energia eletromagnética que seria canalizada pelos terapeutas. Outras sugerem que a física quântica estaria envolvida nesse fenômeno. Independentemente disso, o fato é que alguns pontos-chave do corpo, onde os cuidadores devem colocar as mãos durante uma sessão de reiki — os chacras —, coincidem com importantes glândulas. E talvez, só talvez, a energia atue nesses órgãos, ocasionando um equilíbrio geral.

Alternativa ou integrativa?

O sucesso do reiki não justifica, sob nenhuma hipótese, seu uso no lugar da medicina tradicional. “O ideal é integrá-lo com abordagens convencionais”, reforça Plínio Cutait, coordenador do Núcleo de Cuidados Integrativos do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Caso contrário, você corre o risco de não receber o tratamento adequado para um problema e, então, complicar-se sem necessidade. E isso, parece claro para todos, também está comprovado pela ciência.

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Energia e religião

Usar as mãos para emitir energia positiva não é um conceito exclusivo do reiki, que é uma terapia. A bênção cristã, o passe espírita e o johrei, entre outros rituais religiosos, também se valem desse preceito, apesar de terem filosofias bem diferentes. Há até quem especule que os milagres de Jesus seriam resultado de uma habilidade única de controlar a energia do Universo. Mas, entre tantas práticas com esse princípio, o reiki é uma das mais estudadas pela ciência.
[box type=”info”]Fonte: http://saude.abril.com.br[/box]

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Reiki nas mãos da ciência

Pesquisas sérias apontam as vantagens reais da técnica.
Acredite: o efeito está longe de ser só psicológico

Publicado em 05/04/2013
Reportagem: Theo Ruprecht / Edição: MdeMulher


Estudos mostram que o reiki, técnica de captação e transmissão de energia com as mãos, oferece benefícios à saúde
Foto: Getty Images
O reiki, técnica de imposição de mãos com a qual se crê ser possível captar a energia do universo e transmiti-la para alguém, era visto com ceticismo pelos cientistas, que não conseguiam mensurar seus efeitos . “Como boa parte da medicina oriental, o método era desacreditado porque não havia instrumentos modernos nem muito interesse em avaliar suas consequências”, diz o médico Paulo de Tarso Lima, de São Paulo.
Mas a evolução da tecnologia e o recente despertar da comunidade científica para um conceito mais abrangente de saúde – a meta é viver bem, e não somente curar males – fizeram o reiki ganhar a atenção dos pesquisadores. Na americana Universidade de Virginia, por exemplo, uma revisão sobre sua influência na contenção da dor em pacientes com câncer ressaltou os resultados positivos. “São necessários levantamentos adicionais para confirmar os achados, mas a princípio o reiki foi bastante eficiente na redução do incômodo”, concluíram os autores.
Mas será que ele ajudaria a combater o tumor em si? Segundo um trabalho do psicobiólogo Ricardo Monezi, da Universidade Federal de São Paulo, provavelmente sim. Ele aplicou o reiki em ratos e, na sequência, analisou suas células de defesa. “Em comparação com o grupo de controle, esses animais apresentaram um sistema imune mais agressivo contra a enfermidade. E nem precisamos falar que bichos não acreditam em reiki”, ironiza. Verdade que o nosso organismo não é idêntico ao de roedores, contudo está aí um indicativo do poder da imposição de mãos.
Para testar o verdadeiro potencial da técnica no alívio da tensão, Monezi separou 25 idosos estressados para serem cuidados por terapeutas especializados em reiki. Outros 25 senhores na mesma situação receberiam, digamos, uma terapia falsa – os aplicadores simulavam os gestos e as posições das mãos, mas não haviam sido treinados e nem conheciam direito o reiki. Detalhe: nenhum dos participantes sabia da diferença entre os grupos. “Essa precaução evita que o placebo interfira nos dados encontrados, já que ambas as turmas imaginam estar recebendo reiki, quando somente uma está recebendo para valer”, arremata Monezi.
Depois de oito sessões, Monezi analisou as estatísticas. Parece incrível, mas, embora todos os voluntários tenham relaxado, aqueles tratados por mestres de reiki relataram uma tranquilidade maior e duradoura. Além disso, os músculos da testa desse pessoal ficaram menos rígidos, outro sinal de que o nervosismo foi aplacado.
Alternativa ou integrativa?
O sucesso do reiki não justifica, sob nenhuma hipótese, seu uso no lugar da medicina tradicional. “O ideal é integrá-lo com abordagens convencionais”, reforça Plínio Cutait, médico de São Paulo. Caso contrário, você corre o risco de não receber o tratamento adequado para um problema e, então, complicar-se sem necessidade. E isso, parece claro para todos, também está comprovado pela ciência.
Hipertensão
Apoiados em uma metodologia parecida com a de Monezi, investigadores da Universidade de Granada, na Espanha, notaram que sujeitos hipertensos atenuaram o quadro com sessões regulares de reiki. “Também há trabalhos com diabete, epilepsia, depressão…”, conta Monezi. “É óbvio que precisamos de mais informações, porém, ao que tudo indica, a técnica provoca bem-estar em vários níveis”, defende.
Chacras
Para explicar como o reiki funciona, certas teorias mencionam uma energia eletromagnética que seria canalizada pelos terapeutas. Outras sugerem que a física quântica estaria envolvida nesse fenômeno. Independentemente disso, o fato é que alguns pontos-chave do corpo, onde os cuidadores devem colocar as mãos durante uma sessão de reiki – os chacras -, coincidem com importantes glândulas. E talvez, só talvez, a energia atue nesses órgãos, ocasionando um equilíbrio geral.
As origens
Embora muita gente imagine diferente, o reiki é relativamente novo. Ele surgiu na década de 1920, quando o japonês Mikao Usui (1865-1926) passou 21 dias no Monte Kurama, em seu país, e, lá, teria entrado em contato com uma forma de energia misteriosa e criado um jeito de propagá-la a outros. A partir daí, Mikao Usui sistematizou o método e, junto com o médico Chujiro Hayashi (1880-1940), começou a ensiná-lo a vários alunos.
Energia e religião
Usar as mãos para emitir energia positiva não é um conceito exclusivo do reiki, que é uma terapia. A bênção cristã, o passe espírita e o johrei, entre outros rituais religiosos, também se valem desse preceito, apesar de terem filosofias bem diferentes. Há até quem especule que os milagres de Jesus seriam resultado de uma habilidade única de controlar a energia do Universo. Mas, entre tantas práticas com esse princípio, o reiki é uma das mais estudadas pela ciência.
[box type=”info”]Publicado em M de Mulher[/box]

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Um novo caminho da investigação científica de Reiki

post-instrumentos-de-apoio-a-terapeutas-de-reiki
Investigação científica de Reiki descobre novo caminho. Através do método de fotografia Kirlian, são avaliados e fotografados os terapeutas de Reiki e, recentemente incluído no projecto, a fotografia dos efeitos de Reiki na água. Os primeiros testes foram realizados em 2008 na Alemanha, continuando em 2013 na Bulgária.

Objectivo do projecto:

É objectivo do projecto, apresentar o efeito de Reiki no sistema energético humano de forma visível e medível a partir de uma perspectiva científica.
Com métodos científicos especiais agora é possível apresentar os efeitos de Reiki de forma visível e medível de forma científica para todos.
Para se poder apresentar uma evidência cientificamente correcta sobre os efeitos de Reiki é desejável fazer os testes a no mínimo 100 pessoas. Até agora participaram 30 participantes na investigação.
Destina-se que os resultados científicos serão uma base mundial para a aceitação e reconhecimento de Reiki, publicamente, no sistema de saúde e na sociedade.

Métodos de teste utilizados:

Um método é o efeito-Kirlian desenvolvido através um eléctrodo não condutor do Prof. Antonov (1984). Foi definida como alta frequência de descarga selectiva (SHFE), método científico Kirlian.
Faz-se uma gravação em preto e branco e em cor do polegar do participante.
Novo, são gravações no espectro ultravioleta e infravermelho.
Em muitos institutos de pesquisa o método Kirlian é usado para investigar as capacidades de Bioterapeutas.
No instituto de pesquisa científica para biofísica médica utiliza-se o método SHFE (Centro de Investigação Científica de Medicina Biofísica, SRCMB) – http://www.medicalbiophysics.dir.bg/de/kirlian_effect.html
Halo aura.Petra Kagemann
Aura Kirlian a preto e branco de um participante     Aura Kirlian a cores de um participante

Uma nova forma de investigação científica do Reiki

Informação para interessados poderem participar

Outro método independente e muito informativo é a análise espectral com água com o aparelho do Prof.Antonov (1983). Este método de análise de água é medida como a diferença designada por espectro de energia da água (“DNES”)
Aqui o participante influência a água com Reiki.

give-Mode 1st Degree 2nd Degree Master-Level Delta – Result

-4,5

1,7

4,4

7,4

-11,9

Dados de um participante, Teste DNES
(http://www.medicalbiophysics.dir.bg/en/activity_presentation.html}

Implementação do projecto:

Chefe de projecto – Cientista Dr. Ignat Ignatov, director do Instituto de Investigação Científica de Medicina Biofisica (SRCMB)“ em Sofia, Bulgária.
O projecto é executado em cooperação com o Scientific Research Center of Medical Biophysics (SRCMB), Associação profissional Reiki Alliance Alemã (RAD) e centro de seminários Isabella Petri ( coordenação e execução de projectos).
Organização de projectos através do centro de seminários Isabella Petri.
O inicio do projecto deu-se em Outubro 2008 na Alemanha, Gersfeld, com 12 participantes com uma série de testes. Em Setembro de 2009 realizaram-se novos testes alargados com clientes em Sofia (Bulgária)como a repetição dos testes básicos do instituto SRCMB. Os participantes iniciais têm a possibilidade de repetição dos testes básicos, como os mesmos são desejáveis, para demonstrar a sustentabilidade e desenvilvimento.
O projecto de pesquisa está aberto a todos os interessados de todas as derivações de Reiki e para todos os níveis.
[box type=”info”]
A próxima série de testes será realizada na Bulgária:
Data:14. a 20 de Abril 2013:
Pedir informações e forma de registo a: Seminarzentrum Isabella Petri
Telefon: +49-(0)8624-2817
Email: IsabellaPetri@aol.com www.IsabellaPetri.de
Mais informações em:
www.IsabellaPetri.de; www.medicalbiophysics.dir.bg; www.reiki-alliance-deutschland.de
[/box]
[box type=”note”]A Associação Portuguesa de Reiki está em contacto com a Isabella Petri para que os mesmos testes se possam repetir em Portugal.
Tradução do artigo de Alemão para Português: Margarida Pereira[/box]
 

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Prémio Hayashi para investigação da Universidade de Coimbra

premio-hayashi
A Associação Portuguesa de Reiki atribuiu, no passado dia 21 de Dezembro, mais um Prémio Hayashi de Investigação. A distinção foi entregue a Maura Ferreira pela investigação que está a desenvolver com Reiki na Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra.
Procurar investigar os efeitos do Reiki nos aspectos psiconeuroimunológicos e na qualidade de vida é o objectivo da pesquisa que está a ser levada a cabo na mais antiga universidade do país. Juntamente com a sua equipa, Maura Ferreira tenta compreender e avaliar sobretudo o que acontece com as células de defesa do organismo.
A investigação preliminar foi desenvolvida num modelo experimental animal e os resultados foram publicados em Dezembro de 2012 na revista da Associação Portuguesa de Patologia Experimental (pág. 76), no âmbito do II Simpósio Luso-Brasileiro de Patologia, com o título Energy Healer Procedure in an Experimental Model – Preliminary Results.
Entre as conclusões alcançadas destaca-se o aumento verificado da actividade dos leucócitos nos animais que receberam Reiki, o que pode representar um efeito positivo sobre a resposta imunológica desses animais. Ainda assim, os investigadores acreditam que outros estudos de caracterização da resposta imune podem elucidar os efeitos do Reiki, razão por que continuam a trabalhar neste campo.
Segue-se um texto da autoria da investigadora Maura Ferreira sobre o trabalho desenvolvido:

Investigando a Energia curativa Reiki em modelos experimentais

O conceito de Medicina Integrativa (MI) é mais recente no debate das Medicinas Alternativas e Complementares (MAC), e surge a partir da busca de um modelo que viabilize a introdução de novas práticas nos sistemas nacionais de saúde. (OTANI e BARROS, 2011). Está relacionada com a combinação de tratamentos entre a Medicina convencional e as práticas da MAC que apresentam elevadas evidências de segurança e eficácia (NCCAM, 2008) comprovadas cientificamente.
Na pesquisa científica, muitas vezes as coisas já existem e nós não conseguimos ver, por isso, é muito importante pensar sobre o que estamos a observar e a fazer. É muito importante PENSAR. Pensar a partir da pessoa e não da doença, porque atrás de uma amostra, de um procedimento de investigação clínica, de uma colecta de material para laboratório, está um paciente, está a pessoa que busca os cuidados de saúde. As nossas investigações devem ter a pessoa como centro, por isso, o consentimento livre informado, a bioética, não são apenas conceitos a serem discutidos, mas devem ser uma exigência na investigação.
Há lacunas grandes entre a fase em que o investigador descobre e a disponibilização da descoberta para a pessoas. Em Saúde Pública, o que investigamos e descobrimos em laboratório nem sempre chega. Os interesses que financiam muitas investigações são, por vezes, interesses comerciais que nem sempre correspondem ao poder de compra da população que mais precisa.
Mesmo nas Terapias Naturais não podemos perder de vista a evidência cientifica, bem como o seu uso consciente e coerente. A Organização Mundial de Saúde (OMS) tem oferecido aos países membros algumas orientações e guias para a implantação das práticas complementares/alternativas. Esta organização tem mostrado preocupação sobretudo no que diz respeito ao uso de produtos e medicamentos naturais e algumas terapêuticas invasivas que devem ser realizadas por profissionais qualificados e experientes.
Numa compreensão holística da pessoa, ou seja, considerando o ser em sua totalidade, a OMS definiu saúde como o completo bem-estar físico, mental, social e espiritual.
Os diferentes modelos de saúde e os processos de compreensão do Ser nas diferentes sociedades e em diferentes contextos e épocas, apontam terapêuticas, onde temos a pessoa como centro e em outros momentos a doença.
Quando se trata do estudo de energias curativas e da consciência, encontramos diferentes cartografias que mostram essa busca pessoal da consciência de nós mesmos. Responder e compreender a pessoa numa relação com o invisível em interacções onde o comportamento e a componente psicológica influenciam os sistemas endócrino e imunológico, ou seja, influenciam diretamente na saúde-doença-cura.
O “estado do ser e de suas interacções sensitivas” são por vezes difíceis de quantificar dentro de um modelo de investigação, por outro lado as pessoas sentem o que acontece e relatam suas experiências sensitivas que por vezes possibilitam mudanças nos padrões de dor e sofrimento, na qualidade de vida e em alguns casos no processo de cura e auto-cuidado.
Compreender o sofrimento no ser humano é buscar a sua origem enquanto conceito saúde-doença no contexto social. O sofrimento e a saúde são resultados desta capacidade de adaptação, de agir e de reagir da estrutura psicofisiológica que envolve o eixo neuroimunoendócrino (pinel, hipotálamo e supra-renais), bem como da intervenção e desequilíbrio de agentes internos e externos nos organismos vivos. Além da intervenção das diferentes relações sociais que contribuem na escolha do estilo de vida e da interacção no ambiente onde se insere.
A Saúde enquanto processo histórico depende não só do contexto social em que os indivíduos estão integrados, mas também dos regimes e forças económicas e políticas que regem o social. Ao mesmo tempo, interage com a variabilidade fisiológica própria do ser humano, que não é estanque e procura constantemente adaptar-se às variações do meio interno (corpo) e externo (ambiente), medido pelas acções e reacções psicológicas e pelo seu estilo de vida.
Do ponto de vista da Saúde, a doença é uma forma que o corpo tem de nos chamar a atenção. É uma forma de nos dizer que há algo errado, que não estamos em harmonia e que precisamos de nos escutar, de observar como estamos a agir e a reagir em relação ao que nos acontece interna e externamente.
Hoje sabemos que o estilo de vida pode mudar os efeitos lineares energéticos de um organismo vivo. Quando estudamos a nível molecular uma única célula, conseguimos compreender as relações entre a transcrição, presença e expressão de proteínas, metabolitos intracelulares e extracelulares e a sua sobre ou supregulação. O estudo da expressão dos genes através da transcritópmica (citando um exemplo nas ciências designadas como ómicas) tem permitido a medição de várias características dos sistemas vivos e a compreensão da organização biomolecular. Os estímulos ambientais e relacionados com estilos de vida diferentes influenciam de forma desigual os níveis de metabolitos de um sistema vivo (LINDON; MICHOLSON; HOLMES, 2007).
No que diz respeito à investigação sobre as Terapias Integrativas e Complementares, as ciências têm vindo a constatar o que culturas milenares já diziam quanto à existência das relações e alterações entre genes, cérebro e comportamento. Registos da Medicina Chinesa, para citar um exemplo, descrevem a inter-relação dos rins com o cérebro.
A Psiconeuroimunoendocrinologia é uma área das ciências que estuda a interacção entre o sistema nervoso, imunológico e endócrino e o factor psicológico (MONEZI, 2005). As interacções entre mente e emoções com diferentes sistemas, principalmente o endócrino e o imunológico, foram alvo de diversos estudos (ADER,1975,1988; BYERLY, 1976; LEVINE, 1978; STEFANO, 2001) que apontam que essas conexões e inter-relações sistémicas poderiam constituir um acesso para mecanismos internos, naturais e que poderiam desencadear tanto processos patológicos como de cura (citados em MONEZI, 2005).
E é nessas interacções do sistema nervoso simpático e parassimpático em relação ao comportamento e resposta imunológica que pretendemos compreender e avaliar os efeitos do Reiki. A nossa investigação na Universidade de Coimbra procura investigar os efeitos da energia curativa Reiki nos aspectos psiconeuroimunológicos. Estamos a tentar compreender e avaliar principalmente o que acontece com as células de defesas. Quais são os efeitos do Reiki nos aspectos psiconeuroimunológicos e na qualidade de vida?
A nossa investigação preliminar foi desenvolvida num modelo experimental animal e os resultados foram publicados em Dezembro de 2012 na “Revista Portuguesa de Patologia Experimental”, no âmbito do II Simpósio Luso-Brasileiro de Patologia, com o titulo “Energy healer procedure in an experimental model – preliminary results) e estamos submetendo a publicação e apresentação no Congresso Anual da Sociedade Internacional para Pesquisa de Medicina Complementar (ISCMR), que acontecerá em Abril deste ano em Londres.
Temos grandes desafios pela frente, nomeadamente encontrar a metodologia adequada, bem como conseguir os recursos financeiros necessários para o material recolhido poder ser analisado, entre outros. Penso que cada vez mais precisamos criar um fundo entre os que actuam com Reiki, destinado a contribuir para este tipo de investigações, mostrando através de evidências cientificas o que muitos já percebem nas suas práticas diárias. Acredito que a contribuição das ciências é uma porta através da qual devemos passar se queremos promover o debate das políticas públicas. E isto porque “fazer ciência” não está longe de ser cidadão e da cidadania. Não está longe da nossa vida diária, das nossas acções quotidianas. Devemos cada vez mais exigir que aquilo que é descoberto chegue aos que precisam enquanto serviço. Esse é também um desafio de quem faz ciência, bem como e de toda a sociedade, organizada ou não.
No artigo publicado falamos sobre as intervenções de cura energética que ganharam popularidade como uma abordagem não-invasiva e não-farmacológica para o relaxamento, alívio da ansiedade e modificação da percepção da dor. Existe pouca investigação para apoiar a aplicação destas técnicas na prática clínica e verifica-se a necessidade de mais estudos clínicos e laboratoriais. O objectivo do estudo com os resultados preliminares que publicamos foi avaliar a possível acção de um procedimento de Reiki sobre os leucócitos de ratos.

O QUE SÃO LEUCÓCITOS?

Os leucócitos são um grupo de diferentes células, com diferentes funções no sistema imune. Alguns leucócitos atacam diretamente o invasor, outros produzem anticorpos, outros apenas fazem a identificação e assim por diante.

MATERIAIS E MÉTODOS

Um grupo de dez ratos Wistar, machos, com 8 semanas de idade, foram aleatoriamente divididos em dois grupos pequenos de cinco animais cada. O grupo I não foi submetido a qualquer tipo de manipulação e os animais do grupo II foram submetidos a Reiki durante 15 minutos por dia, três vezes por semana durante oito semanas. Após este período, foi colhido sangue de todos os animais, o qual foi enviado para avaliar os linfócitos e monócitos autofluorescência, sem identificar o grupo de cada animal. Foi realizada a medição autofluorescência num gráfico de pontos FITC / RPE usando um citómetro de fluxo BD FACSCanto II para avaliação.

RESULTADOS

Autofluorescência média aumentou significativamente nos monócitos do grupo II (0,76% contra 0,10%; Mann-Withney teste p = 0,0238). Linfócitos do Grupo II apresentaram também aumento de autofluorescência (0,10% vs 0,04%), sem significado estatístico.
Não houve diferença significativa na histologia do pulmão entre os dois grupos de animais, após 8 semanas de procedimento experimental.

CONCLUSÕES

Em conjunto, os resultados preliminares sugerem um aumento da actividade dos leucócitos em animais submetidos a procedimento de Reiki. O que pode representar um efeito positivo sobre a resposta imunológica desses animais. Outros estudos de caracterização da resposta imune podem elucidar os efeitos de processos curador de energia.
maura-alves

Agradeço de coração a Dr. Paulo, Dra. Vera, Dr. Santos Rosa, Dr. Cabrita, Dra. Ana Rute, Dr. Gustavo, Dr. Ricardo, Dra. Ana Calado que contribuíram para os resultados preliminares.
Maura Ferreira
 

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Artigo publicado na revista da Associação Portuguesa de Patologia Experimental (pág. 76):
Energy Healer Procedure in an Experimental Model – Preliminary Results
Artigo de Maura Ferreira publicado pela Associação Portuguesa de Reiki:
Uma ideia da energia Reiki com fundamentação científica
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Uma idéia da energia Reiki com fundamentação científica

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Os estudos das Ciências Naturais é o Universo, que incluem em seus subcampos a astronomia, biologia, física, química, geografia e ciências da terra. Os métodos utilizados partem de paradigmas. As teorias produzem conhecimentos seja de um ponto de vista cartesiano-newtoniano da física clássica ou do ponto de vista da física moderna, que acaba por influenciar estudos em outros campos das ciências, por exemplo, a biologia.
Quando temos uma ideia e não podemos provar ou ela ainda não foi provada, em ciências, dizemos que estamos fazendo uma conjectura. Esse artigo não busca fazer conjecturas, e sim apontar uma idéia que possa ser Teoria com fundamentação científica, já que ela vem sendo estudada e comprovada cientificamente em diferentes campos das ciências naturais. O objetivo é proporcionar um maior reconhecimento e compreensão do Reiki enquanto Terapia Integrativa Complementar nas Políticas Públicas de Saúde.
Dialogando, as conceções científicas e filosóficas (pós) modernas, com pensamento, filosofia e escritos da cultura oriental onde essa prática terapêutica inicia.
O campo de Energia Universal (REI) e o campo de energia do que é vital no planeta (KI), é o significado em japonês da palavra REIKI, esses dois campos juntos se compõem de diferentes energias que o espectro eletromagnético pode identificar no ponto de vibração da frequência de Luz Visível.
Para alguns cientistas esse campo numera muitas propriedades da energia do Universo. O CÉU impregna todo o espaço, objetos animados e inanimados, e liga todos, uns aos outros; flui de um objeto para outro; e sua densidade varia razão inversa da distância da sua origem. Também obedece às leis da indutância harmónica e da ressonância simpática. Definindo a matéria como energia condensada, o CÉU poderá existir entre o presentemente se considera o reino da matéria e o reino da energia, o que alguns cientistas chamam de bioplasma. Para os estudiosos desse campo o CÉU é sinérgico e constrói formas (BRENNAN, 2006).
O Campo da Energia Humana é a manifestação da energia universal intimamente envolvida na vida humana, que alguns chamam de campo vital. Os Yogis (praticantes avançados do Yoga) em meditação observavam esse campo e descreviam em pontos de rodas de luz (em sânscrito Chakras) interligados a filamentos em ondas de vibração de som, cores e luz (em sânscrito Nadis), a variação dessas cores dependia da observação do Yogi e da vibração da frequência emitidas pelos pontos. Interessante constatar que as mesmas cores descritas pelos Yogis nos principais Chakras onde situa a coluna vertebral, por onde a energia vital circula com mais intensidade são as mesmas cores observadas na Luz Visível eletromagnética. Essa força emana da base da coluna vertebral e responde aos pensamentos, emoções e intenções, reagindo vibratoriamente em ondas em todo corpo e campo humano de energia (o que os Yogis chamam de Shakti ou kundalini). A Energia, Luz, Cor, Som e Calor são observados no caminho que percorre a Kundalini. Os Yogis dizem que se esse caminho estiver livre e com os Chakras Nadis em equilíbrio, a Kundalini desperta e nos liga a nossa fonte essencial e original o Amor Universal (Shakti).
A humanidade tem cultuado grandes arquétipos femininos sempre que procura por um relacionamento místico com a vida e com o universo. O Grande feminino é a Shakti (energia do grande feminino que existe dentro e fora de nós), e a Shakti é a Força Suprema que permeia todo Universo, o intelecto da verdadeira sabedoria, o poder da vontade, poder de manifestação, poder inerente a natureza que inclui os fenômenos da eletricidade e do magnetismo. A natureza do poder é uma força feminina nas escrituras antigas, não existindo um poder maior do que o Amor. O Amor é a força unificadora da humanidade. (Ashley-Farrand, 2005). Os símbolos vêm do que Jung denomina de inconsciente coletivo e arquétipos
Os cientistas vêm estudando cuidadosamente os seus atributos, o calor e a luz, há tanto tempo quanto nós temos indagado sobre o cosmo. Mas com todas as investigações, a ciências moderna conhecem apenas poucas coisas sobre a luz. Não se pode saber com certeza se ela é uma partícula ou uma onda. No entanto podemos medir muitas das suas propriedades físicas. O mesmo é verdadeiro para o calor. Quer o calor seja medido sobre a Terra, sobre as luas de outros planetas ou fora da nossa galáxia, geralmente sabemos quão quentes ou frias. No entanto, com relação à luz e ao calor ‘espiritual’ dispomos de poucos dados científicos, pois não há ferramentas mecânicas disponíveis para estudar ou medir esses fenômenos. Cada vez mais a Ciência busca aprofundar seus estudos e ter técnicas que possibilite um maior conhecimento sobre o Campo da Energia Universal. (Ashley-Farrand, 2005).
O ‘REI’ flui independente do ‘KI’, mas essa energia vem muito forte e numa vibração eletromagnética muito intensa, bem diferente da do campo de energia humano e das formas. O símbolo Reiki passa ser um “tradutor”, filtrando essa energia (REI) há uma vibração que possa ser usada pelo campo da energia vital (KI). A energia Reiki potencializa todos os campos de energia vital. Alguns cientistas chamam essa energia de energia consciente. Existem teorias como a do Universo autoconsciente, a teoria dos campos morfogenéticos, a teoria da complexidade, a teoria do holográfico, a teoria do campo quântico entre outras, que nos dão informações do que acontece durante uma sessão de Terapia Integrativa Complementar Reiki.
A energia emitida por um corpo não é continua, a física quântica prova que essa energia é emitida em pacotes de energia (quanta), a luz por sua vez possui uma natureza “dual”, ou seja, em determinados fenômenos ela se comporta como onda (natureza ondulatória) e, em outros, como se fosse uma partícula (natureza corpuscular). O biólogo Rubert Sheldrake com base em suas pesquisas descreve os campos morfogenéticos, que desenvolve a idéia de um campo que acima de tudo é mental e abrange todos os espaços do mundo. Este conceito inclui não só a forma, mas também o comportamento, segundo as palavras dele, a alma de entidades biológicas, Para Sheldrake, o campo é um espaço onde se brinca, corre, sofre, sonha, e onde se guarda as paixões e os tesouros de cada um, o campo das emoções. Essa idéia não se limita aos humanos, as plantas e animais, pois desde um ponto de vista eletrodinâmico, campos (ou almas, para Sheldrake) estão ao redor de lugares e paisagens, comunidades e grupos, ecossistemas e cosmos. A alma não está no corpo, mas o corpo está na alma, nos dizeres do autor. (Sheldrake, 2001).
A física nos deu a idéia de diferentes campos como o campo eletromagnético, o campo gravitacional, entre outros. O campo eletromagnético é definido como condição de força elétrica e carga magnética que se forma no espaço em torno de corpos carregados, produz atração e repulsão, e influências entre os corpos. Já o campo gravitacional é definido como sendo uma estrutura encurvada do espaço que se forma da atração mútua que existe entre os corpos dotados de massa. O campo mórfico é definido como um espaço inseparável da matéria, que contem e se estrutura de acordo com as interações gravitacionais e eletromagnéticas dos corpos, já o campo morfogenético é definido como uma estrutura  que contém o arranjo de todas as condições físicas que mantém a coesão genética, interna, historicamente desenvolvida, compartilhada por todos os membros de uma espécie biológica.
A teoria dos hologramas diz que o todo é diferente da soma das partes, já que cada parte contém um todo e o todo contém todas as partes. Holograma é definido como um modelo de totalidade contínua, que tem uma ordem implicada que se manifesta em cada fragmento.
Lawrence (1997) baseado nos trabalhos de Alfred North Whitehead sobre eletricidade e magnetismo, propôs que as interações eletromagnéticas são o correlato físico da imanência de Deus. As responsáveis por todas as propriedades e processos da natureza. Segundo o autor, os elétrons são mantidos em órbita ao redor do núcleo de um átomo pela força eletromagnética, via seus fótons virtuais. E é esta mesma força que mantém os átomos agrupados em uma molécula, de forma que as raízes de todos os processos químicos e biológicos operem via forças eletromagnéticas. O corpo humano se mantém através deste mecanismo, das interações das células sanguíneas à atividade dos neurónios no cérebro. É esta força que governa o incessante intercâmbio entre as moléculas do ar e da água, que coletivamente geram os sons e a superfície do oceano, bem como a comunicação moderna por televisão, rádio, telefones, satélites e tecnologia a laser.
Segundo a visão da Mecânica Quântica, a natureza é o resultado da forma em que o observador estabeleceu uma medição que, por sua vez, determinou as propriedades do objeto observado, ou seja, da natureza que foi descrita segundo o método de medição selecionado.
O sentido de significado, que cria a realidade, aparece no paralelo entre a Física moderna e o misticismo oriental feito por CAPRA (1983). Partindo da concepção de que a massa é uma forma de energia, o autor lembra que a matéria é apenas uma manifestação processual da energia, resultante de um mecanismo contínuo que envolve divisão, colisão e reagrupamento de partículas subatômicas. Inúmeras bases teóricas dão consistência à proposição, como:
a) a Equação Relativística de Paul Dirac, que sugere que todos os elementos que compõem a natureza têm uma mesma estrutura;
b) a mudança de estado destes elementos atómicos, que gera as diferentes formas de energia, palpáveis ou não, desde um ponto de vista táctil, que povoam a natureza;
c) o Princípio da Incerteza de Heisenberg, que sugere que as partículas subatómicas, que compõem a energia em seus diversos aspetos, se reagrupam indeterminadamente, podendo se manifestar segundo duas funções diferentes e complementares: onda e partícula;
d) a perceção destes diferentes estados da energia relacionada com a inércia dos corpos que, quando em movimento, produzem forças centrífugas, em relação a pontos fixos, e aos campos gravitacionais que, como curvaturas dos espaços circunvizinhos aos corpos, têm sua estrutura determinada pelos objetos materiais e determinam a forma essencial dos mesmos.
Hugh Everett propôs uma nova interpretação da Mecânica Quântica, que nega a existência de uma realidade única como classicamente percebida, e sugere uma realidade composta por muitos mundos sobrepostos, alguns não observáveis, porém igualmente reais (ESHLEMAN, 2001). Visto deste ângulo, a trajetória de configuração da memória de um observador, conduzindo uma sequência de medidas, não é uma sequência linear de configurações de memória, mas uma árvore de ramos, com todos os resultados existindo simultaneamente em uma sobreposição final que gera vários coeficientes no modelo matemático que o representa. A extensão e a complexidade da ramificação é limitada pela capacidade de memória do observador.
A memória em si é tratada por Karl PRIBRAM (1995), que usa das teorias que explicam os fenómenos quânticos e leis da Mecânica Quântica, a fim de explicar processos psicológicos, que acontecem no sistema nervoso. Para se referir a experiências espirituais, usa das palavras de Karl Popper, que assim denomina as experiências que emergem da totalidade interativa entre cérebro, corpo e meio ambiente, que pode ser chamada mente e/ou espírito. Seríamos capazes de reduzir a dor e de minimizar qualquer outro tipo de aspeto negativo, pelo controle de nós mesmos, preveniríamos o câncer e outras coisas (através do pensamento), prevê o autor. Pois, segundo os resultados dos seus experimentos (PRIBRAM, 1997), existe um processo multidimensional do tipo holográfico no córtex cerebral, que serve como uma referência à operação de contrações musculares que geram algum resultado ambiental específico, com base em experiências antecedentes (da espécie ou do indivíduo), que estão armazenadas no holograma neocortical.
Seguindo esta linha de raciocínio humanista utilitário (MORAES, 2002) em sua Tese de doutorado, sugere uma ideia de natureza que tem como base alguns conceitos das ciências e filosofia (pós) moderna empregados na descrição de fenómenos físicos. A discussão se inicia com a proposta de uma natureza que se faz do processo de divisão, colisão e reagrupamento de partículas subatómicas. Todos os objetos, cujos significados correspondem às sínteses formuladas a partir da articulação de conceitos e ideias, e que compõem a natureza, apresentam estrutura subatómica. Qualquer objeto ou coisa, que se reconheça como entidade que ocupa um lugar no espaço, é o reflexo da apreensão de um conceito ou ideia que definem os seus limites. Os limites que definem os objetos são também subatómicos. A natureza é subatómica e se constitui dos objetos cujos significados são compreendidos pelo observador. Sujeito e objeto estão obrigatoriamente vinculados. O significado da natureza é a sua constituição, que varia segundo a perceção dos significados apreendidos por cada um dos sujeitos.
A imagem humana é feita da sobreposição de imagens de natureza apreendidas pela perceção, segundo as interações permanentes que ocorrem entre formas, cores, aromas e sons e os conceitos e ideias. Um indivíduo da espécie humana se pudesse ser observado por um tipo fictício de equipamento especial de auscultação subatómica, seria percebido como um conjunto de imagens sobrepostas. Estas imagens mostrariam o arsenal de possibilidades de raciocínio do indivíduo observado, e todos os componentes da natureza que o circundaria. A potencialidade criativa da mente humana que é um conjunto de partículas subatómicas arranjadas segundo determinada lógica, e não pode ser isolada do sistema que percebe como natureza.
O corpo humano é um objeto reconhecido como tal, pois tem um significado que é único, desde um ponto de vista estrutural e funcional. É formado por partículas subatómicas arranjadas segundo as lógicas descritas pela anatomia e fisiologia humanas, de modo a compor os tecidos e órgãos que se agrupam em sistemas e aparelhos. Todas as reações físico-químicas, do metabolismo corporal, se resumem a processos de divisão, colisão e agrupamento entre partículas do nível subatómico. Os sinais bioelétricos que percorrem os neurónios entre os recetores sensoriais (tácteis, auditivos, visuais, olfativos e gustativos) e o sistema nervoso central (medula e encéfalo), não são exceção.
Bem como todos os elementos da rota descrita por HEEMANN (2001), que converte um estímulo inicial (interno ou externo), alternadamente, em impulso nervoso e mensageiro químico, entre as células nervosas, até o cérebro. O significado do sinal é suprido no cérebro, dependendo da consciência valorativa daquele que foi estimulado (HEEMANN, 2001).
PRIBRAM (1997) sugere que existe, no córtex, um processo que gera resultados, com base em experiências antecedentes (da espécie ou do indivíduo). As informações estão distribuídas na forma de um holograma, mas não se pode localizá-las em uma coleção de células específicas do cérebro (PRIDEAUX, 2001). Correlações e associações resultantes de imagens da memória, que representam as consequências de diferentes estímulos, estão contidas no córtex cerebral ou, segundo as palavras de PRIBRAM (1997), “em qualquer outro lugar”. Os limites materiais da estrutura anatómica cerebral são significados das figuras da memória coletiva que delimitam o cérebro, segundo um sentido material. Talvez, este “qualquer outro lugar” possa ser compreendido como sendo os campos mórficos, de SHELDRAKE (1998). Os campos mórficos individuais contêm toda a noção da realidade que circunda o indivíduo. O seu próprio corpo está contido no campo eletromagnético que contém a sua forma. Tudo o que pertence à vida do sujeito está no campo que lhe contém. Todos os códigos, que representam os significados da vida que se percebe, fazem parte da consciência.
A consciência é a percepção do que compõe a realidade, o próprio homem que se percebe mergulhado em um campo eletromagnético maior. O campo mórfico de um indivíduo contém tudo o que está na consciência. O holograma das imagens da memória faz parte da consciência, e está no campo do indivíduo, da espécie e da totalidade composta por todas as espécies.
Muitas articulações de pensamento refazem as imagens de memória, transformando o sentido de vida do indivíduo e a sua conceção de natureza. Novas sintonias com outros aspetos da realidade tornam mais abrangente a consciência e o campo mórfico que envolve a pessoa. A realidade se amplia, se diversifica, de maneira ilimitada. O desenvolvimento do conhecimento, de modo não tendencioso, gera um processo de consciencialização crítica, que indica a realização plena do homem, e pressupõe o abandono do conhecimento vulgar, do senso comum (HEEMANN, 1993).
No nível subatómico, a matéria apresenta “tendências a existir”, e os eventos não ocorrem em instantes e direções definidas. Essas tendências são ondas de probabilidade, quantidades matemáticas abstratas, relacionadas às probabilidades de se encontrarem as partículas em determinados pontos do espaço, e em determinados instantes (CAPRA, 1983).
Os objetos materiais sólidos são padrões de probabilidade semelhantes a ondas, e não representam probabilidades de coisas, mas probabilidades de interconexões. As partículas subatômicas não possuem significado enquanto entidades isoladas, e somente são compreendidas como interconexões entre o observador e o objeto.
Quanto mais complexo for o conhecimento, maior a complexidade da natureza. Edgar Morin (PESSIS-PASTERNAK, 1993), diz que o objetivo do conhecimento não é descobrir o segredo do mundo, mas dialogar com o mistério do mundo. Para ele, o universo é concebido a partir do tetragrama ordem/desordem/interações/organização. A consciência deste mecanismo profundo parece análoga ao sentido do divino, de Carl Jung e Paul Tillich, que é algo que surge de dentro do homem, e se expressa na consciência que nasce de tais profundezas. O sentido do divino é a base para um possível acordo ulterior quanto ao conteúdo ou substância do que os autores denominam “experiência de Deus” (DOURLEY, 1985). Quanto mais conhecimento se adquire, maiores as probabilidades de reestruturação do pensamento, segundo novas lógicas que ainda não haviam sido descobertas, ou seja, segundo novas sínteses.
A Energia Reiki gerada na natureza dinâmica do Universo (“Grade Vácuo“), em constante movimento, interage com o “vácuo” da natureza humana (Ki) dentro de um campo  que segundo a teoria quântica dos campos, todas as interações ocorrem através da troca de partículas. No caso das interações eletromagnéticas, as partículas trocadas são fótons. As forças entre as partículas refletem padrões dinâmicos inerentes a essas partículas. Na verdade o “Vácuo é um vácuo vivo”, considerado uma das grandes descobertas da física moderna. Nas palavras do sábio chinês Chang Tsai:

quando se sabe que o Grande vácuo está repleto de ch´i (ki), compreende-se que não existe coisa alguma que seja o nada.

Esse ‘Grande Vácuo Vivo’ é a própria essência do Ser. O Amor Universal, a Energia Reiki, a Shakti em todos nós; o amor dinamiza os potenciais do ser, já a Energia Reiki dinamiza os processos de cura contribuindo para que os neurónios, as glândulas do sistema endócrino e o sistema imunológico, imunizando e/ou produzam enzimas saudáveis com relação a diversas agressões ao seu equilíbrio enquanto vitaliza o campo emocional e psíquico, interagindo a energia no vácuo do ser, também chamado campo ‘espiritual’.
A Luz Visível no campo eletromagnético afeta nosso humor e sensação de bem estar, assim também a Energia Reiki que chega até nós a partir da imposição das mãos do terapeuta reikiano, que serve de ‘canal’ para que essa freqüência de onda-partícula possa chegar a todo o campo vital, não só o humano.
WOLF (2001) afirma que a luz se move num eterno agora. No Reiki todos os cinco princípios, trazem uma consciência do poder do agora, Só por hoje é o fundamento dos princípios Reiki. Esse autor a partir de suas pesquisas, afirma ainda que, a mente também contém uma luz sagrada. Ela também se move sem experimentar o espaço ou tempo. Nós podemos perceber essa luz dentro da nossa própria mente. Ela existe no domínio imaginal do nosso ser essencial e subjetivo. Nós podemos vê-la apenas se olhar para o nosso interior. Todos nós sabemos secretamente que ela é real. Nós deveríamos sabê-lo, pois nós somos essa luz.
No campo da Saúde, a Terapia Integrativa Complementar Reiki tem sido reconhecida em pesquisas e, no tratamento de diferentes questões voltado à saúde-doença. Um dos principais avanços está na redução de medicalização e na capacidade de cura do corpo após sessões de Reiki.  Diferentes relatos de pacientes, além de pesquisas no campo académico faz com que o reconhecimento do Reiki seja uma possibilidade em todos os países.
Cada vez mais, as ciências tem trazido para o campo da medicina a possibilidade de um trabalho integrado com práticas terapêuticas, hoje já uma orientação da OMS e um reconhecido trabalho por parte de alguns sistemas públicos de saúde no mundo.
Em Portugal, o reconhecimento do Reiki e o aprofundamento de um trabalho integrado e avanço no campo das pesquisas académicas deve ser um espaço de mobilização e atuação social, bem como uma disposição e atuação dos órgãos sociais. Cabem também a nós cientistas e ao mesmo tempo cidadãos que somos, propor e defender um sistema de saúde integrado dentro de princípios éticos que ofereça o acesso, ao que hoje é fundamentado cientificamente pelas ciências e reconhecido pelos seus resultados junto à população.
Antonia Maura Alves Ferreira
maura-alvesAntonia Maura Alves Ferreira – Atualmente Mestranda em Patologia Experimental pela Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra. Especialista em Terapias Integrativas Complementares pela Faculdade Ateneu (FATE); Licenciatura em Ciências da Natureza e Matemática pela Universidade Federal do Ceará – UFC, servidora pública municipal atualmente na equipe de projetos da Coordenadoria Especial de Políticas Publica de Juventude, Sensei (mestre/professor) REIKI USUI e KARUNA KI; Membro honorário e associativo da Associação Portuguesa de Reiki Monte Kurama (Portugal), membro da ONG Chama Acesa Associação de Usuários, Amigos e Familiares da Saúde Mental (CE), ONG Manicômios Nunca Mais (CE), da ONG Mulheres em Movimento, da Reconstrução Educação, Assessoria e Pesquisa (SP), conselheira fundadora do Instituto Florestan Fernandes (CE), Co-fundadora do Espaço Criar. Tem experiência nas áreas de Formação de Formadores, Ensino Fundamental e Médio, Práticas Integrativas e Complementares de Cuidado, Projetos, atuado principalmente nos temas: Educação de jovens e adultos, Práticas Integrativas e Complementares, Cuidando do Cuidador, Formação de Formadores, Saúde e Espiritualidade, Saúde Mental, Juventude, Cultura e Saúde, Gênero, Políticas Públicas, Álcool e outras drogas; Meio Ambiente e Ecologia Humana.
[box type=”info”]Maura Ferreira, organizou também o 2º Simpósio Luso-Brasileiro de Reiki, em 2011, com a participação do prof. Ricardo Monezzi, Prof. Dr. António Cabrita, entre muitos outros, sendo co-autora do artigo Relato de experiência do evento científicoda terapia Reiki. Maura recebeu a 21 de Dezembro de 2011, o Prémio Hayashi de Investigação Reiki, pelo seu trabalho “ENERGY HEALER PROCEDURE IN AN EXPERIMENTAL MODEL -PRELIMINARY RESULTS”[/box]

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Reiki em publicação científica brasileira


A eficácia do Reiki, sobretudo na redução de padrões de ansiedade e na melhoria da qualidade de vida, foi uma das conclusões publicadas na mais recente edição da conceituada “Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade”.
No artigo, intitulado “Relato de experiência do evento científico da terapia Reiki”, ficou estabelecido que “a eficácia do Reiki parte da percepção da pessoa como um todo, diminuindo padrões de ansiedade e melhorando a qualidade de vida”. Além disso, concluiu-se que “integrado a outros medicamentos e procedimentos, o Reiki, reduz sintomas e efeitos colaterais de quimioterapia e radioterapia, aumenta a sensação de bem-estar, diminui o medo, stresse, depressão, aumenta a auto‐estima e a energia vital”.
Apesar de as pesquisas quantitativas e qualitativas sobre esta terapia complementar ainda estarem a decorrer, “os primeiros resultados revelam os seus impactos numa melhor resposta do organismo na prevenção e tratamento das doenças crónicas”, lê-se no texto publicado na conceituada publicação científica da responsabilidade da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade.
O artigo tem como principal objectivo relatar as conclusões resultantes do 2.º Simpósio Luso‐Brasileiro de Reiki, que reuniu, nos dias 16 e 17 de Abril de 2011, em Fortaleza, Brasil, cerca de 250 participantes. Entre estes marcaram presença diversos investigadores, terapeutas oriundos de Portugal e do Brasil, representantes do Ministério da Saúde do Brasil e do Vice-cônsul de Portugal em Fortaleza, além de entidades relacionadas com a prevenção e o tratamento de doenças crónicas.
Na qualidade de palestrantes estiveram, entre outros, Antónia Maura Alves Ferreira e Ricardo Monezi Julião de Oliveira, este último do Instituto de Medicina Comportamental, Departamento de Psicobiologia da Universidade Federal de São Paulo.
O artigo está disponível aqui:
http://www.rbmfc.org.br/index.php/rbmfc/article/view/623/484

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Acupuntura e reiki agora têm explicação científica

A 17 de Abril de 2010, realizamos o 1º Fórum Luso-Brasileiro de Reiki, uma iniciativa que contou com o apoio do Ministério da Cultura do Governo Federal do Brasil. Neste Fórum, tivemos a partilha pelo Psicobiólogo Ricardo Monezi, dos seus resultados no estudo que fez para Mestre em Ciências – Avaliação de efeitos da prática de impostação de mãos sobre os sistemas hematológico e imunológico de camundongos machos. Este trabalho é um dos mais importantes feitos até hoje, para comprovar os efeitos do Reiki, numa perspectiva científica. Neste pequeno excerto, podemos compreender o objectivo deste estudo:

Para entender as alterações biológicas do reiki, o psicobiólogo Ricardo Monezi testou o tratamento em camundongos com câncer. “O animal não tem elaboração psicológica, fé, crenças e a empatia pelo tratador. A partir da experimentação com eles, procuramos isolar o efeito placebo”, diz. Para a sua pesquisa na USP, Monezi escolheu o reiki entre todas as práticas de imposição de mãos por tratar-se da única sem conotação religiosa.

Podem ler o artigo completo, de Bruna Bernacchio, da Revista Galileu, aqui…

Pesquisadores avaliam efeitos e mecanismo de terapias alternativas em animais de laboratório

por Bruna Bernacchio

Ricardo Monezi testou o Reiki em ratos com câncer (Ilustração: Matheus Lopes)

Pesquisas recentes comprovam efeitos benéficos e até encontram explicações científicas para acupuntura e reiki. Estudos sobre o assunto, antes restritos às universidades orientais, ganharam espaço entre pesquisadores americanos, europeus e até brasileiros. Recentemente, a Organização Mundial de Saúde (OMS) criou uma denominação especial para esses métodos: são as terapias integrativas.
Um artigo exmecanismo da acupuntura contra a dor foi publicado por pesquisadores da Universidade de Rochester na revista Nature Neuroscience em 30 de maio. Criada há quatro mil anos, a prática consiste na aplicação de agulhas em pontos do corpo. Pela explicação tradicional, ela ativa determinadas correntes energéticas para equilibrar a energia do organismo.
Cientificamente, as agulhas teriam efeitos no sistema nervoso central (cérebro e espinha dorsal). As células cerebrais são ativadas e liberam endorfina, um neurotransmissor responsável pela sensação de relaxamento e bem-estar. O estudo dos nova-iorquinos descobriu uma novidade: a terapia, que atinge tecidos mais profundos da pele, teria efeitos no sistema nervoso periférico. As agulhas estimulam também a liberação de outro neurotransmissor, a adenosina, com poder antiinflamatório e analgésico.
No experimento com camundongos com dores nas patas, cientistas aplicavam as agulhas no joelho do animal. Eles constataram que o nível de adenosina na pele da região era 24 vezes maior do que o normal e que houve uma redução do desconforto em dois terços.
A equipe tentou potencializar a eficácia da terapia, colocou um medicamento usado para tratar câncer nas agulhas. A droga aprimorou o tratamento: o nível de adenosina  e a duração dos efeitos no organismo dos aniamis praticamente tripliquase triplicou e o tempo de duração dos efeitos no organismo dos ratos também triplicou. Mas este método não poderia ser feito em humanos porque o medicamento ainda não é usado clinicamente. “O próximo passo é testar a droga em pessoas, para aperfeiçoá-la ou para encontrar outras drogas com o mesmo efeito”, diz Maiken Nedergaard, coordenadora do estudo.
Reiki
Seus praticantes acreditam nos efeitos benéficos da energia das mãos do terapeuta colocadas sobre o corpo do paciente contra doenças. Para entender as alterações biológicas do reiki, o psicobiólogo Ricardo Monezi testou o tratamento em camundongos com câncer. “O animal não tem elaboração psicológica, fé, crenças e a empatia pelo tratador. A partir da experimentação com eles, procuramos isolar o efeito placebo”, diz. Para a sua pesquisa na USP, Monezi escolheu o reiki entre todas as práticas de imposição de mãos por tratar-se da única sem conotação religiosa.
No experimento, a equipe de pesquisadores dividiu 60 camundongos com tumores em três grupos. O grupo controle não recebeu nenhum tipo de tratamento; o grupo “controle-luva” recebeu imposição com um par de luvas preso a cabos de madeira; e o grupo “impostação” teve o tratamento tradicional sempre pelas mãos da mesma pessoa.

Ricardo Monezi

Imposição de mãos nos grupos “Controle-Luva” e “Impostação”, respectivamente (imagens retiradas do mestrado de Monezi)

Depois de sacrificados, os animais foram avaliados quanto a sua resposta imunológica, ou seja, a capacidade do organismo de destruir tumores. Os resultados mostraram que, nos animais do grupo “impostação”, os glóbulos brancos e células imunológicas tinham dobrado sua capacidade de reconhecer e destruir as células cancerígenas.
“Não sabemos ainda distinguir se a energia que o reiki trabalha é magnética, elétrica ou eletromagnética. Os artigos descrevem- na como ‘energia sutil’, de natureza não esclarecida pela física atual”, diz Monezi. Segundo ele, essa energia produz ondas físicas, que liberam alguns hormônios capazes de ativar as células de defesa do corpo. A conclusão do estudo foi que, como não houve diferenças significativas nos os grupos que não receberam o reiki, as alterações fisiológicas do grupo que passou pelo tratamento não são decorrentes de efeito placebo.
A equipe de Monezi começou agora a analisar os efeitos do reiki em seres humanos. O estudo ainda não está completo, mas o psicobiólogo adianta que o primeiro grupo de 16 pessoas, apresenta resultados positivos. “Os resultados sugerem uma melhoria, por exemplo, na qualidade de vida e diminuição de sintomas de ansiedade e depressão”. O trabalho faz parte de sua tese de doutorado pela Universidade Federal do Estado de São Paulo (Unifesp).
E esses não são os únicos trabalhos desenvolvidos com as terapias complementares no Brasil. A psicobióloga Elisa Harumi, avalia o efeito do reiki em pacientes que passaram por quimioterapia; a doutora em acupuntura Flávia Freire constatou melhora de até 60% em pacientes com apnéia do sono tratados com as agulhas, ambas pela Unifesp. A quantidade pesquisas recentes sobre o assunto mostra que a ciência está cada vez mais interessada no mecanismo e efeitos das terapias alternativas.
Podem ler o artigo completo, de Bruna Bernacchio, da Revista Galileu, aqui…

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Mónica Policarpo vence Prémio Hayashi de Investigação

A Associação Portuguesa de Reiki (APR) entregou, pela primeira vez, o Prémio Hayashi de Investigação. A vencedora foi Mónica Policarpo, pelo trabalho de investigação desenvolvido e que incluiu o Reiki enquanto terapia complementar. A distinção foi entregue durante o Fórum Reiki e Empreendedorismo, realizado no dia 30 de Junho, em Lisboa.
Mónica Policarpo é licenciada em Gestão de Recursos Humanos e desenvolveu a sua tese de mestrado na área de Gestão da Saúde. “As Medicinas Alternativas e Complementares no Serviço Nacional de Saúde” foi o tema da dissertação que realizou no ISCTE-IUL (Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa-Instituto Universitário de Lisboa), tendo incluído o Reiki como terapia complementar. A tese de Mónica Policarpo está disponível no site da APR, podendo ser consultada aqui:

https://associacaoportuguesadereiki.com/reiki/projectos-de-reiki/premio-hayashi-de-investigacao-reiki.html

O objectivo da investigação passou por perceber a forma como um grupo de estudantes de Enfermagem encara as Medicinas Alternativas e Complementares (MAC) e a sua eventual integração no Plano Nacional de Saúde. Para tal, foi aplicado um questionário a 150 alunos de um curso de Enfermagem, do 1.º e 4.ºanos, entre os 18 e os 38 anos de idade. O Reiki, pela sua crescente utilização por parte dos portugueses, foi uma das terapias complementares consideradas no inquérito.
Mais formação sobre Reiki
Entre as principais conclusões alcançadas, Mónica Policarpo destaca o facto de cerca de 85% dos estudantes de Enfermagem entrevistados recomendarem a inclusão das Medicinas Alternativas e Complementares no Plano Nacional de Saúde. Segundo a investigadora, constata-se que “as MAC estão a crescer e a suscitar não só curiosidade como interesse e confiança”.
Em relação ao Reiki, “os alunos inquiridos mostraram interesse em obter formação adicional sobre esta terapia”, diz Mónica Policarpo. Por outro lado, a terapia complementar que mais se destacou foi a massagem, sendo esta o principal elo de ligação entre os futuros enfermeiros e as MAC. Aliás, concluiu-se que estes estudantes “estão interessados em introduzir no seu curso algumas terapias complementares ainda sem legislação em vigor, como é o caso da Massagem, Aromaterapia, Hidroterapia, Meditação e Reflexologia”.
Prémio Hayashi de Investigação
Mónica Policarpo encara a atribuição do Prémio Hayashi de Investigação como “um privilégio, uma verdadeira honra”. “É prova de que toda a dedicação investida na dissertação está a ter frutos e, acima de tudo, a ser divulgada a mais pessoas”, concluiu.
O Prémio Hayashi de Investigação foi criado pela Associação Portuguesa de Reiki com o objectivo de reconhecer o esforço que muitos investigadores e estudantes têm vindo a desenvolver para demonstrar, em meio académico, os efeitos da terapia complementar Reiki.

João Magalhães e Mónica Policarpo
Mais informações sobre este prémio, nomeadamente Regulamento e prazo de candidatura, podem ser encontradas aqui aqui:
https://associacaoportuguesadereiki.com/reiki/noticias-associacao/259-premio-hayashi-de-investigacao.html

Tese de Mestrado sobre “As Medicinas Alternativas e Complementares no Serviço Nacional de Saúde”:

https://associacaoportuguesadereiki.com/reiki/projectos-de-reiki/premio-hayashi-de-investigacao-reiki.html

Associação Portuguesa de Reiki
https://associacaoportuguesadereiki.com/reiki/
info@montekurama.org